Minha mãe é a vadia do condomínio, capítulo 2

Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 1574 palavras
Data: 27/02/2026 01:21:39

A partir daquele dia com o pai do Beto, parece que o último fio de pudor que restava na dona Regina simplesmente arrebentou. Ela decidiu que roupas eram uma convenção social burguesa da qual ela não fazia mais parte, pelo menos dentro dos limites do nosso apartamento.

A transição foi rápida. Primeiro, ela abandonou o roupão. Depois, as camisolas de seda. Agora, ela circulava pelo D303 como veio ao mundo, ostentando o corpo que era o troféu do condomínio com uma naturalidade desconcertante.

Eu estava na sala, tentando estudar para uma prova de Cálculo, quando ela passou em direção à varanda para regar as plantas. Totalmente nua. A luz da manhã batia no seu corpo, destacando cada curva que a academia e a genética privilegiada esculpiram. Os seios fartos, com os mamilos apontando para o horizonte, balançavam levemente a cada passo firme; a cintura fina contrastava com o quadril largo e aquela bunda que já tinha sua própria lenda urbana no prédio.

— Mãe, pelo amor de Deus! — eu disse, cobrindo os olhos com a mão. — Custa botar uma camiseta? A senhora está pelada na frente da vidraça!

— Relaxa, filho — ela respondeu, a voz carregada daquela preguiça sensual de quem não deve nada a ninguém. — O vidro tem película, ninguém vê nada de fora. E se virem, que aproveitem o espetáculo. Eu pago o condomínio mais caro desse bloco, tenho direito a ventilar o que é meu.

Ela se abaixou para pegar o regador, e a visão foi o golpe final na minha concentração. De costas para mim, ela exibia o que o porteiro Cleiton tinha tentado descrever: uma visão que faria um monge budista pedir divórcio do nirvana.

Ela não apenas se abaixou; ela se demorou na posição, arqueando as costas de um jeito que parecia proposital, fazendo com que as duas massas redondas e firmes de sua bunda se abrissem naturalmente, revelando o centro de todo o falatório do prédio. A visão era absoluta: o contraste entre a pele clara e o rosado profundo da sua intimidade, que ainda parecia pulsar levemente, como se tivesse memória própria dos últimos encontros.

— Mãe, sério, você está se expondo para o bloco C inteiro! — eu disse, embora meus olhos estivessem travados na moldura perfeita que o vão das pernas dela formava.

— Deixa eles olharem, filho. O que é bonito foi feito para ser apreciado, e o que é muito usado precisa de ventilação — ela retrucou, soltando uma risadinha maliciosa enquanto se levantava devagar, fazendo a musculatura das coxas e dos glúteos trabalhar em um jogo de sombras e luz.

Ela não parou por aí. Em vez de se vestir, ela caminhou até o grande espelho da sala, parando de lado e começando a passar as mãos pelo próprio corpo, admirando-se. Ela apertava os próprios seios, fazendo-os saltar entre os dedos, e depois descia a mão para o ventre, puxando levemente a pele para cima, exibindo a fenda úmida que o Seu Ricardo tanto elogiara.

— Sabe o que é engraçado? — ela disse, olhando o próprio reflexo com um narcisismo erótico. — O Seu Jorge me disse que, lá do apartamento dele, ele consegue ver o brilho do óleo na minha pele quando eu fico aqui na varanda. Ele disse que passa o dia de binóculo, só esperando eu decidir qual planta vou regar hoje.

Ela se virou de frente para a janela, esticou os braços para cima, espreguiçando-se como uma gata, o que fez seus mamilos apontarem diretamente para o prédio vizinho. Depois, com uma naturalidade desconcertante, ela levou uma das mãos entre as pernas e começou a se acariciar ali mesmo, diante da vidraça, olhando para o horizonte como se estivesse desafiando cada morador a manter a compostura.

— Sério, mãe, isso está passando dos limites — eu reclamei, pegando minha Coca-Cola e sumindo para dentro do quarto, sentindo que a normalidade tinha abandonado aquele apartamento para nunca mais voltar.

Ela riu da minha descompostura, e se afastou da janela com um rebolado lento, deixando o rastro do seu perfume e da sua sem-vergonhice impregnado no ar da sala.

Pouco depois, o toque do interfone cortou o silêncio carregado da sala como uma chicotada. Minha mãe atendeu o aparelho sem sequer se cobrir.

— Pois não, Cleiton? — ela disse, a voz pingando um sarcasmo aveludado. — Reclamações? Das vizinhas do bloco... O quê? Exposição indecente?

Ela soltou uma gargalhada que ecoou pelo apartamento, uma risada de quem conhece o peso do próprio pecado.

— Pois diga a elas que se elas quiserem protocolo, que chamem a polícia. Mas se você, Cleiton, acha que eu estou descumprindo o regimento, vai ter que subir aqui agora para averiguar a situação... pessoalmente. Quero ver se você tem coragem de me dizer na cara que eu estou "exposta" demais.

Ela bateu o interfone no gancho. Eu não aguentava mais.

— Mãe, isso é sério? Você acabou de intimar o porteiro para subir aqui enquanto está pelada! Você quer o quê? Transformar o nosso apartamento em um motel? É mesmo necessário esse nível de baixaria?

— Se você está tão irritado com a "natureza", vá dar uma volta. O ar puro da quadra deve te fazer bem. — ela respondeu, caminhando em direção ao quarto com aquele rebolado lento, as nádegas reluzindo sob a luz.

Saí batendo a porta, a raiva fervendo no peito. Desci pelas escadas, precisando gastar energia, e fui sentar em um dos bancos de madeira da quadra poliesportiva. O condomínio estava silencioso. Fiquei ali, ruminando cada imagem, cada gemido, cada palavra chula que ela usava para se autoafirmar como a vadia do prédio.

Mas o instinto é um traidor. Depois de uns dez minutos, meus olhos, quase por vontade própria, subiram em direção à fachada do meu bloco. O apartamento 303. A janela do quarto dela estava aberta, as cortinas de voil leve balançando com a brisa, mas não o suficiente para esconder o que acontecia lá dentro. A luz do quarto estava acesa, criando um quadro perfeito. De relance, vi a silhueta inconfundível da minha mãe. Ela não estava deitada; estava montada, de costas para a janela, com o tronco erguido e as mãos apoiadas no que parecia ser a cabeceira da cama ou os ombros de alguém. Pela cadência do movimento, pelo modo como o corpo dela subia e descia com uma violência rítmica, não precisei de binóculos para deduzir: o Cleiton não tinha subido para dar advertência nenhuma. Ela estava quicando no pau do porteiro com uma fúria atlética, a cabeça jogada para trás em um êxtase visível daqui de baixo. A "Vadia do Condomínio" estava fazendo o que fazia de melhor: transformando uma reclamação formal em um espetáculo de submissão masculina e prazer absoluto.

Fechei os olhos e respirei fundo, tentando expulsar aquela imagem da minha retina: o ritmo frenético da minha mãe sobre o Cleiton, as cortinas de voil servindo de moldura para o escândalo. Levantei-me do banco da quadra e saí pelo portão lateral. Precisava de asfalto, de barulho de escapamento, de qualquer coisa que não fosse minha mãe fodendo.

Caminhei sem rumo por quase duas horas. Quando finalmente decidi voltar, o silêncio noturno já havia se instalado no prédio. Ao abrir a porta do apartamento, dei de cara com ela. Dona Regina estava impecável, mas de um jeito que faria qualquer personal trainer ter um enfarte. Vestia um conjunto de academia em um tom de roxo elétrico, tão justo que parecia uma segunda pele a vácuo. O decote em "V" ia até quase o umbigo, e a legging marcava cada detalhe daquela anatomia que eu sabia estar, até poucas horas atrás, em plena atividade de campo.

— Já vai sair de novo, mãe? — perguntei, tentando manter a voz firme. — Não acha que já teve "exercício" suficiente por hoje?

Ela parou diante do espelho do corredor para ajeitar o rabo de cavalo, as nádegas empinadas com uma naturalidade ofensiva. Ela se virou para mim, exalando aquele perfume de baunilha que agora vinha misturado com o cheiro de quem acabou de sair do banho.

Tentei formular um sermão, uma crítica, qualquer coisa que restaurasse a ordem moral da casa, mas ela foi mais rápida.

— Tem lasanha pronta no forno para você. Coma tudo. O que é gostoso, a gente come com gosto — Ela abriu a porta, parou no batente e olhou para trás com um brilho malicioso nos olhos, e com um piscar de olhos e um rebolado que fez o tecido roxo esticar até o limite, ela saiu, fechando a porta com um clique seco.

Sentei-me à mesa, sozinho, com o prato de lasanha fumegante na minha frente. O silêncio do apartamento agora parecia maior, preenchido apenas pelo som do meu garfo. Enquanto mastigava, não pude deixar de refletir sobre como tudo havia mudado. A mãe tinha dado lugar a essa força da natureza que usava o condomínio como seu parque de diversões particular. E o mais estranho? A lasanha estava ótima, a casa estava em paz, e minha mãe era, sem dúvida, a mulher mais desejada daquela vizinhança. Eu era o único filho no Brasil que precisava de um fone de ouvido para não ouvir o síndico elogiando o desempenho sexual da própria progenitora, mas, pelo menos, a janta estava na mesa.

Terminei de comer e olhei para a porta. Em algum lugar na academia do prédio, entre um agachamento e outro, a lenda da "Vadia do Condomínio" estava sendo escrita em mais um capítulo suado. E eu, por incrível que pareça, finalmente estava começando a achar graça do absurdo.

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Comentários

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Muito interessante este relato, vc também não meteu a pica na sua mãe vadia?

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