Objeto Amaldiçoado

Um conto erótico de Nandinha1994
Categoria: Heterossexual
Contém 3512 palavras
Data: 26/02/2026 10:39:25

Um casal de empresário bem sucedidos, conhecidos em sua cidade, frequentadores e participantes da igreja católica do seu bairro, nesta época do ano costumam ir para o litoral, passar alguns dias na praia.

Junto com eles a sua filinha, Julia, toda certinha, legitima CDF, só estuda, tímida, não fala palavrões, magrinha, embora tenha herdado a genética dos pais e tenha um corpo razoavelmente em forma, mas seu guarda roupas se resume a roupas folgadas, bom na praia ela vai de short e camiseta.

Sua mão vive tentando fazer ela se vestir melhor, mas sem sucesso a vida dela se resume a estudar, quando sai de casa é para a universidade e no máximo que vai é as reuniões do CLJ.

Eles já estão ah alguns dias na praia, seu pai que com quem ela interage mais, principalmente quando estão no litoral, precisa voltar as pressas para tratar de assuntos de negócios, sua mãe tem agenda própria, amigas, lojas, igreja.

Ela levantou cedo e sua mãe já tinha saído, um bilhete deixado na cozinha dizia que tinha ido com as amigas do circulo de orações até a cidade vizinha e só voltavam a noite.

Caminhou até a sacada do apartamento que ficava no decimo andar de frente para a Praia Nova de Capão da Canoa, a verdade que ela estava feliz por estar sozinha, poderia ficar na dela, lendo ou estudando sem ninguém para ficar atormentando.

Mas o universo tinha outros planos!

Ela soltou o copo de suco que tinha na mão e se espreguiçou, com intensidade, alongando os braços para cima tencionando os dedos, fechou os olhos, por aqueles 5 ou 6 segundos, todos sabemos como é isso.

Ao abrir os olhos o um brilho atingiu seus olhos, o raio de luz vinha da praia ainda vazia, era cedo poucos minutos depois das 7:00 horas, o brilho persistiu, conforme os raios de sol passavam dentre as nuvens e insidiam no quer que fosse os raios refletidos iam direto para seus olhos.

Ela foi tomada por uma curiosidade que não sabia explicar, olhou bem a posição tirou uma foto com o celular e marcou o local, tirou o pijama, colocou seu tradicional shorts sua camiseta e desceu, no caminho ela pensava;

-nunca vou achar!

Quando chegou lá, ficou procurando por alguns minutos, pessoas já começavam a circular pela praia, os quiosques já começavam a dar sinal que iriam iniciar suas atividades diárias e nada de ela achar o objeto misterioso.

Quando ela já estava desistindo sentou no pé da duna de areia e o sol, apareceu com intensidade dentre as nuvens e lá estava o objeto a uns dois ou três passos dela, cravado na areia.

Ela levantou e foi na direção com o olhar cravado para evitar perder a referencia, quando chegou e se abaixou, viu uma pedra violeta, quando tirou da areia era um anel e pela aparência e jovem nerd deduziu que se tratava de ouro e a pedra pelo brilho intenso talvez fosse uma ametista.

Lavou bem o anel para tirar a areia e ficou em pé parada, admirando o anel, era uma peça bem construída, havia uma grande quantidade de ouro, pesado e a pedra o tornava chamativo.

-quem diria, como eu vi você lá de cima!

Como toda mulher, Julia instintivamente esticou o dedo e introduziu no anel, mal sabia ela do erro que estava cometendo!

Imediatamente ela sentiu os pés formigarem, uma sensação como um choque elétrico, ela já deu passo para trás;

-ahh algum bicho me picou!

Procurou por sinais de picada, pensou até mesmo que fosse uma agua viva que tivesse vindo com a ultima onda, mas nada, o formigamento se espalhou pela perna toda mas desapareceu tão misteriosamente como surgiu.

O sol intenso era refletido pela areia da praia, um calor intenso tomou conta do seu corpo, obviamente a culpa era do sol, então ela quebrando todas as suas regras decidiu se molhar no mar.

Fechou a mão para evitar perder o anel, que tinha ficado folgado no dedo e caminhou na direção da agua, para quem nunca costumava fazer aquilo ela nem se preocupou se iria muito distante ou muito fundo, só parou quando a onda a cobriu a molhando toda.

Então ela ficou parada em quanto a agua recuava, pensando;

como podia não fazer aquilo mais vezes era muito bom!

Deixou a agua bater sobre ela mais algumas vezes e decidiu voltar para casa, conforme saia da agua, olhares se voltavam para ela, o short de malha e a camiseta que não era branca mas clarinha agora era transparentes e revelavam a sua lingerie por baixo, claro que não era nada extravagante.

Mas a composição e a situação, mostravam as formas do seu corpo feminino de uma jovem garota universitária, com curvas e uma silhueta que prendeu a atenção dos homens que estavam na praia, quando ela estava na rampa de acesso saindo em direção a rua, o salva vidas que estava chegando parou para deixar ela passar e literalmente a secou em cada passo que ela dava.

Normalmente ela teria ficado irritada com aquilo, constrangida, envergonhada, sairia correndo ou tareia reprendido não só o salva vidas mas todos os homens, mas naquele dia, ela se sentiu diferente, ela estava gostando daquilo, tanto que começou a sentir um calor entre suas pernas, seu coração foi acelerando, seu corpo parecia ligado na eletricidade.

Quando finalmente chegou no apartamento foi direto a banho, quando tirou a roupa, ficou só de calcinha, seu seios estavam com os mamilos rígidos, arrepiados, pesados, ao se olhar no espelho seu rosto estava vermelho, sua respiração era errática descompassada.

-o que esta acontecendo comigo!

Quando ela tirou a calcinha, um fio do suco que escorria da sua vagina se formou no tecido da calcinha, claro que Julia sabia o que era aquilo, ela costumava se masturbar, embora fossem raras as vezes quase que como em ciclos lunares, ela sabia muito bem o que acontecia.

Ela imediatamente levou a mão até o meio das suas pernas e deslizou o dedos entre os lábios da sua vagina e ao estimular seu clitóris uma ou duas vezes um orgasmo diferente de tudo que já tinha sentido tomou conta do seu corpo, contrações irradiavam pelo seu corpo todo iniciando no meio das suas pernas e percorriam até os fios de cabelos.

Houve um clarão, e sua visão ficou turva ela se apoiou na parede do box do banheiro tentando recuperar a razão e o folego, parecia flutuar, abriu a agua do chuveiro e ficou ali nem lembra por quanto tempo.

Quando saiu, se enxugou e foi procurar algo para vestir, ao abrir a gaveta onde guardava suas lingeries ficou olhando por algum tempo;

-nossa como são feias essas coisas!

Ela nem se deu conta do saia da sua boca, que algo que para ela até então era futilidade, agora fazia diferença, vestiu qualquer uma colocou outro short e uma camiseta por cima, pegou sua bolsa e saiu;

-vamos mudar isso!

Passou a manha na rua, quando voltou para casa teve que usar um carro de aplicativo para conseguir chegar em casa por causa da quantidade bolsas que tinha acumulado, já passava das 14:00 horas.

Depois que subiu, entrou em seu quarto e quando saiu de lá, não era mais a garotinha sem graça, uma mulher com longas pernas, torneadas pelo salto alto do sapato, coxas parcialmente expostas pela mini saia jeans, um cropped cobria a parte de cima, ou melhor seu seios, deixando a barriga a mostra, por baixo da mini saia uma calcinha de renda vermelha, mesmo que de forma oculta completava o look.

O cabelo solto contribuía com o visual e com a maquiagem que embora não fosse nada exagerado era novo para quem a visse, batom nude brilhoso, quase vermelho, olhos marcados, brincos grandes na orelhas.

Ela deu algumas voltas pelo apartamento como se testasse sua mobilidade em cima dos saltos altos e finos do sapato novo;

-é até que me viro bem em cima desses saltos!

Foi até o quarto da sua mãe e pegou o perfume que ela costumava usar em ocasiões especiais, era um cheiro intenso, marcante, feminino, aplicou olhou a hora, eram quase 19:00 horas.

Em quanto descia, seu novo visual chamava a atenção de todos com quem ela cruzava, ganhou elogios, alguns até mais diretos e indecentes, mas o alvo dela era outro, quando chegou lá em baixo ficou cuidando sentada em um banco que havia na entrada do prédio o salva vidas que tinha parado para deixar ela passar.

Quando finalmente ele apareceu ela nem precisou se esforçar para chamar a atenção dele, menos ainda para que um dialogo fosse iniciado entre os dois, talvez fosse força que agia em Julia que a permitia seduzir os homens, mas bastaram poucas palavras entre os dois, ela já escorria de tesão e podia ver o volume na sunga do salva vidas.

Então ela deu um passo em direção a ele e envolveu com seu braços ele imediatamente como em transe a beijou, ela falou algo em seu ouvido, pegou ele pela mão e entram no prédio.

No elevador, sem pudor nenhum, sem se preocupar com as câmeras de segurança, um beijo molhado, as mãos grandes dele em relação ao corpo esguio dela a seguravam, apertavam, apalpavam, seguravam a bunda dela.

Ela por sua vez sem cerimonia, massageava o pau dele ainda por cima da sunga!

Quando entram no apartamento e foram para o quarto dela, ele queria tomar um banho, ela não deixou;

-quero você assim

-quero sentir esse cheiro de homem

-quero que você transforme em mulher

Ele em transe como se estivesse enfeitiçado por ela, ficou nu em quando ela tirava a pouca roupa que usava, ficando só de calcinha e salto alto, empurrou ele na cama que caiu sentado, ficando apoiado para trás em quando ela entrava como uma fera entre suas perna.

Segurou com as duas mãos o pau dele, que era generoso, grosso, uns 18 centímetros, cheio de veias, para quem nunca tinha contato com um membro masculino ela parecia saber muito bem o que fazia.

Ela puxou a pele para trás revelando a cabeça daquele pau que segurava, sua boca enchei de saliva como se abrisse um doce importado e sem pensar, envolve com sua boca empurrando tudo que podia literalmente goela a baixo.

Era como se ela fosse controlada por uma entidade!

Chupou ele por vários minutos com maestria, como se tentasse extrair a alma dele pelo pau, quando ele anunciou que iria gozar ela não parou, jogou a cabeça em direção a virilha dele fazendo o pau entra mais fundo ainda em sua boca como se tentasse engolir.

E o salva vidas gozou, intensamente, despejando todo sua porra, inundando a garganta da Julia, quando não venceu encheu a boca, ela apenas olhava para ele com um brilho no olho como se conquistasse uma medalha, não se afogou, não deixou escapar uma gota, ela limpou o pau dele com a boca e engoliu até a ultimo vestígio.

Como uma cobra ela rastejou por cima do corpo dele e depois de um beijo longo, ofereceu os seios, que naquele momento pareciam até mais atrevidos mais salientes do que antes para ele chupar, em um movimento certeiro ele a colocou na cama e por cima dela beijou o corpo dele até chegar na virilha.

Tirou a calcinha dela e sem rodeios, caiu de língua na buceta virgem da Julia, ela segurava a cabeça dele contra a virilha dela e ela mesma estimulava seu clitóris em quanto ele chupava, era um sexo oral frenético, intenso, quando ela gozou, outra surpresa, seu tesão era tanto que quando ela atingia o orgasmos ela ejaculava ao gozar.

Nessa altura ele já estava com o pau duro novamente, ela pediu em voz alta de forma autoritária;

-me fode, quero que você me foda!

Ele se encaixou entre as pernas e posicionou o membro na entrada da buceta dela, naquele momento Julia experimentou alguns segundos lucides do transe que ela experimentava, mas mesmo que ela tentasse sair dali, ela não tinha controle do próprio corpo, ela só podia lutar em sua mente contra o que estava para acontecer.

Ela sentia o coração bater como um tambor, o corpo dela queimava cada centímetro da pele estava arrepiado, sentia as mãos daquele home que de certo modo era um estranho completo, manusear ela, posicionar o corpo dela, então o mundo ficou mudo e ela ouvia a sua respiração e os suspiros dele.

Ela sentiu o contato, um corpo estranho e sem demora uma pressão, desconhecida na entrada da boceta dela, algo novo, uma sensação nova e conforme a pressão aumentava, uma sensação de resistência e uma dor aguda.

Ironicamente ela experimentar aquele lapso de consciência naquilo tudo tinha um ar de crueldade, porque aquela dor era diferente de tudo era profunda, conforme o pau avançada dentro dela a sensação de abertura e preenchimento, da carne dele se esticando, se misturava a dor, um misto de sensações, emoções, sentimentos.

Ela só conseguia pensar em tudo que sentia, em quanto suas mãos controladas por outra vontade cravavam as unhas nas costas daquele homem!

Parecia que aquele pau estava empurrando suas entranhas, quando finalmente ele parou de entrar, as mãos dela pegaram na cintura do homem e como se controlasse os movimentos dele fizeram iniciar um vai e vem, no começo lento e depois gradualmente foi ficando intenso.

Ela só conseguia suspirar e observar aquilo tudo em sua mente por trás dos seus olhos, então o desconforto e a dor, deram lugar a uma sensação indescritível que fazia o corpo todo vibrar e cada nova estocada ele se entregava mais e mais, até o momento em que ela se viu desejando que ele a fodesse mais, mais forte, mais intensamente.

Nesse momento ela voltou a controlar seu corpo, mas era tarde a Julia queria, esta ali, queria sentir o pau do homem estranho foder ela, fez ele deixar na cama e foi por cima, agora ela gostava da sensação de sentir aquele membro enterrada nela.

Fazia movimentos imitando um rebolado, movimentos circulares, tentando sentir, tentando adivinhar em que parte de suas entranhas aquele objeto estranho ao seu corpo estava batendo, tocando, pressionando.

Então foi como um choque que percorreu sua espinha e fez cada musculo do seu corpo dar um nó, ela sentiu escorrer do meio de suas pernas, parecia que sua alma tinha saído do corpo, ela estava gozando.

Então ela se poiou para trás nas penas dele e mexeu mais forte e mais intenso que podia e sabia e não demorou, sentiu o pau ficar duro, inchar dentro dela e ele deu um urro como um animal, gozando, inundando as entranhas dela com a sua porra.

Ela caiu para frente sobre ele e ficou respirando fundo em quanto experimentava as ultimas ondas de prazer e sentia o pau pulsar dentro dela e lentamente ir amolecendo.

E se enganam se pensam que terminou por aqui, assim que o pau escapou de dentro ela, a força que controlava Julia ainda não estava satisfeita, queria mais e não precisou muito tempo, bastaram alguns minutos ela começou a mover seu corpo contra o dele, alguns beijos.

-você é insaciável garota!

Disse o salva vidas, ela então disse eu seu ouvido;

-você ainda não comeu meu cuzinho!

O pau dele deu um pulo e ficou duro como que imediatamente, sabemos o que esse fetiche significa para os homens, ela saiu de cima dele e ficou de quatro na cama, a porra dele e o suco dela escorria da boceta, ela passou a mão espalhando cobrindo o cuzinho dela.

Ele entendeu o recado se posicionou atrás dela e com calma e paciência, parecia saber o que fazia, ficou um tempo brincando com os dedos no cuzinho dela, primeiro com um dedos, depois dois, com gemidos dela que se masturbava o tempo todo, ele colocou três dedos e quando conseguiu fazer um vai e vem, anunciou;

-quer isso mesmo?

-sim quero!

Passou o pau ne entrada da boceta e posicionou na porta do cuzinho e lentamente foi forçando, ele realmente parecia saber o que fazia, ele colocou a pele para frente a fim de facilitar a entrada.

Funcionou, bom, para ele, porque quando a cabeça entrou deslizou para dentro e Julia novamente estava sentindo como se estivesse sendo partida ao meio, desta vez ela consegui gritar;

-aiiiiiiiii!

-quer parar?

-não, continua!

Ele ficou um tempo parado, tirou, voltou a penetrar, repetiu isso algumas vezes e cada vez ia mais fundo o pau até que ela mesma empurrou a bunda e bateu contra a virilha dele.

Gemeu, suspirou e começou ela mesma a fazer movimento para frente e para trás;

-isso é bom!

Julia estava se transformando, cedendo a aqueles novos impulsos que cresciam dentro dela, empurrou ele e desceu da cama, foi até a janela do quarto abriu as cortinas, se apoiou como se fosse olhar para fora e chamou ele;

-vem fode minha bundinha aqui!

Ele prontamente foi até ela penetrou o pau em seu cuzinho, que entrou com certa facilidade agora, ela fez movimentos como se tentasse acomoda-lo dentro dela, uma pequena pausa, um suspiro fundo e ela pediu;

-fode como se fosse uma puta!

-me chama de puta, me trata como uma!

Claro que ele fez isso, fodeu a bunda dela , forte, fundo, firme, intensamente, segurando ela pela cintura, as vezes com uma mão no ombro dela e outra no quadril, as vezes tentava ajeitar ela para que a bunda ficasse empinada o suficiente.

Mais de uma vez ele tirou o pau todo para fora e penetrou ele de uma vez só, arrancando um gemido da Julia que ficava difícil distinguir se era de prazer ou de dor , ele fodeu ela por um bom tempo afinal já tinha gozado duas vezes antes.

Isso garantiu que ela experimentasse um orgasmo anal que terminou com ele gozando junto com ela em reflexo aos gemidos e movimentos que ela fazia apertando o pau dele com o cuzinho, em contrações frenéticas e compassadas durante as ondas de prazer percorriam seu corpo.

E no mesmo dia ela experimentou como era ter dois orgasmos e ter as entranhas inundadas de porra!

Os dois ficaram literalmente engatados um no outro por um tempo ali mesmo na janela, em quanto escorria pelas pernas dela o resultado do orgasmo dela e dele, as mãos dele continuavam grudadas ao corpo frágil dela, que a essa altura tentava entender o que tinha acontecido se aquilo era um sonho, real ou uma alucinação.

Ele se afastou dela e pediu se podia tomar um banho, ela indicou o banheiro, havia um cheiro no ar, cheiro de sexo, de perversão de luxuria, ela olhava em volta e lentamente ia percebendo o que tinha acabado de fazer.

Assim que o salva vidas saiu do banho, pegou as coisas dele, disse, preciso ir agora, minha mulher vai estranhar minha demora, ela apenas acenou com a cabeça e ele sem constrangimento algum apenas saiu e partiu.

Ela agora mais lucida de tudo aquilo, olhou pela janela e notou que a noite estava avançada, lentamente o torpor que anestesiava seu corpo foi passando e ela começou a sentir o desconforto que uma sessão intensa de sexo anal costuma cobrar, sem contar que até horas antes ela uma virgem convicta;

-e agora, sou o que, uma vadia?

Passa em seus pensamentos, ela tentava juntar a bagunça em seu quarto, roupas, as roupas novas, sacolas, a roupa de cama molhada com o seu gozo, com porra, pelo chão, em tapes, tolhas que eles tinham usado para se secar.

E aquele cheiro que não saia do quarto!

Barulho na porta, era sua mão chegando em casa, ela correu trancar a porta do quarto, eles não tinham o costume de entrar sem bater, mas...

Por pouco eles não se cruzam, ela pensou, correu para banho, tentar tirar aquele cheiro de sexo dela, ela tinha marcas de chupões pela barriga, pelos seios, marcas de palmadas pela bunda, coxas, quando a agua correu pelo seu rego, entra as nádegas e passou pelo rabinho dela, ardeu.

E por mais que aquilo tudo fosse pervertido, errado e condenados por muitos, até mesmo para ela, não havia nenhum sentimento de arrependimento da parte dela, e ela não conseguia entender por que isso, era como se ela tivesse se transformado em outra pessoa.

Durante o banho ela ficou com tesão revivendo o que tinha acabado de fazer, ao tocar em seu anus, ficou impressionada em como ele estava, afinal tinha acabado de dar ele, e acabou se masturbando de novo e surpreendentemente gozou rapidamente.

-ser que eu virei uma ninfomaníaca?

que houve comigo!

Tanta coisa passava pela cabeça dela, mas dentre tantas perguntas, questionamentos, alguma coisa queria mais, queria de novo, já pensava em repetir aquilo tudo de novo.

Em nenhum momento Julia lembrou do anel em seu dedo, naquela noite ela ficou em casa, ela e a mãe jantaram como se nada tivesse acontecido.

No dia seguinte, lá estava ela na praia de novo, só que agora usando um biquíni provocante e escolhendo quem seria o próximo...

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Foto de perfil de Nandinha1994Nandinha1994Contos: 23Seguidores: 17Seguindo: 12Mensagem Sou uma trans, hoje com 30 anos criei este perfil para compartilhar minhas fantasias, "historias", sempre gostei de escrever mas nunca compartilhei com ninguem, só recentemente mostrei alguns dos meus textos e fui incentivada a publicar em algum site ou blog.

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