Sem querer vi umas fotos da minha cunhadinha parte 3

Um conto erótico de Daniel malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1817 palavras
Data: 25/02/2026 19:50:19
Última revisão: 25/02/2026 19:55:49

Depois de muita gente ter lido as duas partes anteriores, e varios emails pedindo pra continuar, resolvi escrever a continuaçao. Pra entender essa historia, vai no meu perfil e leiam a primeira e segunda parte pra entender tudo que rolou.

Bom, vamos lá…

Continuando.

Eu abri os olhos devagar, o coração batendo tão forte que parecia que ia sair do peito. A boca da Luiza estava quente e molhada ao redor da cabecinha do meu pau, sugando devagar, como se tivesse todo o tempo do mundo. A língua dela rodava em círculos suaves, lambendo o mel que escorria da ponta, e cada movimento era carinhoso, quase reverente. Ela olhava pra cima, olhos castanhos brilhando no escuro do quarto, cheios de uma mistura de medo, desejo e determinação. Nua, branquinha, o corpo perfeito iluminado só pela luz fraca do abajur: peitinhos pequenos e firmes, bicos escuros endurecidos de tesão, barriga lisa, a bundinha durinha empinada enquanto ela se inclinava sobre mim.

— Shhhiuu… fecha os olhos e aproveita, cunhado… — sussurrou ela, voz rouca, quase um gemido.

Eu obedeci, fechei os olhos de novo, e deixei o corpo relaxar na cama. A mão dela apertava a base do pau com firmeza gentil, subindo e descendo junto com a boca, punhetando devagar enquanto chupava. Cada sugada era lenta, profunda, como se ela quisesse gravar o gosto na memória. Senti a garganta dela relaxar, engolindo mais um pouco, nariz encostando na minha virilha. Os gemidos dela vibravam no pau – baixinhos, abafados, mas cheios de um prazer que ela mesma parecia surpresa em sentir.

— Luiza… porra… que boca gostosa… — gemi baixo, voz tremendo.

Ela tirou a boca um segundo, só pra falar, lábios roçando a cabecinha.

— Calma, cunhado… deixa eu te fazer sentir bem… faz tempo que quero um pau de verdade… não um que me dispensa… — A voz dela saiu trêmula, mas decidida. — Seu irmão… ele não me toca mais… não me olha como você olha…nao me deseja como voce me deseja.

Voltou a me chupar, agora mais fundo, sugando com carinho, língua batendo a cabeça do meu pau a cada subida. A outra mão dela desceu pras minhas bolas, massageando devagar, como se estivesse descobrindo um tesouro. Eu sentia o pau pulsar na boca dela, latejando forte, mel escorrendo. Não ia aguentar muito tempo.

— Lu… tô quase… vou gozar… — avisei, voz rouca.

Ela apertou mais a base, chupou fundo uma última vez e ficou ali, língua rodando, esperando. Gozei forte, jorrando na garganta dela, esguicho atrás de esguicho. Ela engoliu tudo, gemendo baixinho, sem soltar, lambendo a cabeça depois, limpando cada gota com carinho. Quando terminou, subiu devagar pelo meu corpo, peitinhos firmes roçando na minha barriga, até chegar na minha boca. Beijou devagar, língua com gosto de porra e dela – um beijo longo, molhado, cheio de cumplicidade.

— que delicia cunhadinho… teu gozo é tão gostoso, quente… faz tempo que não sinto isso na boca… — sussurrou ela, olhos marejados cheios de prazer e emoção. — Você me fez sentir desejada de novo…

Ela deitou do meu lado, a perna delicada sobre a minha, a bucetinha molhadinha roçando na minha coxa. A mão dela pegou meu pau mole, massageando devagar, como se quisesse acordá-lo de novo.

— Agora é minha vez… você disse que ama chupar uma bucetinha, prova então… me mostra como é ser desejada de verdade…

Virei ela de costas, deitei entre as pernas branquinhas dela. Abri as coxas devagar, a bucetinha perfeita na minha frente: lábios grandes delicados como pétalas, pequenos fechadinhos mas abertos de tesão, o clitóris saltadinho rosado, pelinhos aparados formando aquele caminhozinho preto até o comecinho. O melzinho escorrendo, cheiro forte de mulher excitada, doce e salgadinho.

Mergulhei de cara com carinho. Lambi devagar da entrada até o clitóris, minha lingua saboreando o mel. Ela gemeu alto, pos a mão na minha cabeça:

— Ainn isso… lambe minha bucetinha… chupa o meu grelinho amor… faz eu gozar na tua boca, cunhadinho…

Enfiei a língua dentro, depois suguei devagar, rodando a língua em círculos suaves. Ela rebolava contra minha cara, bundinha durinha tremendo. Enfiei dois dedos, curvando pra cima, dando muito prazer com paciência.

— Ai caralho… aí… não para… tô gozando… vou gozar… ainnn, isso, ainnn…

Ela gozou forte, a bucetinha pulsando nos meus dedos, mel escorrendo na minha boca, os gemidos suaves no travesseiro. Quando baixou, puxou meu rosto pra cima, beijou com desespero, lambendo o gosto dela na minha língua. Que beijo gostoso, meu tesao tava a mil.

— Você chupa melhor que qualquer sonho… seu irmão nunca fez isso direito… nunca me fez me sentir assim… — sussurrou ela, olhos marejados. — Me sinto amada… desejada… nao consigo descrever onque to sentindo…

Ficamos colados uns minutos, suados, respirando juntos. Ela massageava meu pau de novo, que já endurecia.

— Agora quero sentir você dentro… mete devagar… quero sentir cada centímetro entrando na minha bucetinha… me faz mulher de verdade…

Virei ela de lado, levantei uma perna dela, posicionei a cabeça na entrada. Empurrei devagar. A cabecinha entrou fácil, escorregando no mel. Depois veio a apertadinha gostosa – a bucetinha dela tava tão quente, molhada, músculos internos agarrando o pau com carinho. Enfiei até o fundo, soltando um gemido rouco.

— Porra… que bucetinha gostosa… aperta assim… me abraça todo… — gemi.

— Isso… mete devagar… me enche… faz amor comigo… me faz mulher cunhado…

Comecei a mexer, estocadas lentas, profundas. Minha mão no peitinho, apertando o bico duro com carinho. Ela gemia baixo, virando o rosto pra me beijar.

— Mais forte… agora mete forte… quero gozar no teu pau…

Aumentei o ritmo, socando fundo, tapas leves na bundinha durinha. Ela travou as pernas em volta da minha cintura, apertou a buceta:

— Tô gozando… ai… goza dentro… enche minha bucetinha… isso, vai, ainnn que delicia porra…

Gozei forte, jorrando dentro dela, meu pau tava pulsando, enchendo tudo. Ela gozou junto, tremendo, agorrando as unhas nas minhas costas, gemendo rouco no meu ouvido.

Ficamos colados, ofegantes.

— Isso… isso foi o que eu precisava… faz tempo que não me sinto assim desejada… amada… Beijou minha boca devagar. Um beijo gostoso molhado, lento, demoraado, ficamos uns bons minutos naorando gostoso nesse beijo, nossas maos passeando um no outro.

— isso fica entre nós. Mas… quero mais. Muito mais.

Eu ri baixinho, ainda dentro dela… Pode vir quando quiser, Luiza. Sua bucetinha é minha agora… e eu vou te tratar como voce merece. Com muito carinho, respeito, e tudo que quiser sentir comigo ta bem?

Ela apertou o pau com a buceta de leve e disse: teu pau é meu. Eu quero te sentir mais, quero ser tratada com tesao, com verdade, carinho, respeito…

Ja estavamos a umas boas horas nesse delicioso momento, ela se vestiu devagar, deu um último beijo longo, cheio de carinho, e saiu. Eu fiquei ali, com o pau mole, cheiro dela na cama, pensando que o jogo tinha começado de verdade. Culpa? Tinha. Mas o desejo era maior. E ela… ela precisava disso tanto quanto eu.

No dia seguinte, o silêncio no WhatsApp durou horas. Eu fiquei ansioso, pensando se tinha ido longe demais. Até que, à tarde, mensagem dela:

Luiza - cunhado… ontem foi… incrível. Nunca senti tanto prazer. Mas tô com medo… e se ele descobrir? E se a gente se machucar? Nao sei como seguir daqui pra frente… me ajuda…

Eu: - Lu, eu também tô com medo. Mas o que rolou ontem foi lindo. Você merece prazer, carinho. Se quiser parar, paramos. Mas se quiser continuar… eu tô aqui. Com respeito, cheio de tesão simcero por voce.

Luiza - eu tambem, só de pensar na nossa noite ja dico toda molhadinha

Foto

A foto era ela na cama, só de calcinha, a perna aberta e a calcinha de lado, a bucetinha toda molhada, babando, a calcinha tava toda molhada, ela devia estar esfregando por cima da calcinha antes de tirar a foto.

não quero parar… quero mais. Quero viver tudo com você. Me ensina… cuida de mim. me faz sentir mulher.

Luiza - hoje à noite ele tem turno de novo. Posso ir aí?

Eu: - Vem quando quiser. Te espero.

Ela chegou por volta das 22h, de roupão por cima da lingerie preta transparente que usou nas fotos. Entrou quietinha, trancou a porta, tirou o roupão. Corpo branquinho, perfeito, bicos duros, bucetinha já molhada.

— Cunhado… me abraça… me faz sentir segura… preciso disso..

Abracei ela com carinho, longo, nos beijamos apaixonados. Levei ela pro quarto, deitei ela na cama.

— Hoje vamos devagar… vou te mostrar como é ser ainda mais amada na cama.

Beijei o pescoço, desci pros peitinhos, chupei os bicos devagar. Ela gemia suave: “Ai… que delícia… nunca senti assim…” eu fazia carinho no seu corpo com minhas maos, fui descendo, abri as pernas dela, lambi a bucetinha com carinho. Ela tremia: “Cunhado… sua boca… me faz subir pelas paredes…”

Ela Gozou duas vezes na minha boca, gemidos baixos, corpo arqueando. Depois montou em mim, desceu devagar no pau.

— Ai… tá entrando… me enche… me faz tua…

Rebolou devagar, depois acelerou, peitinhos balançando. Era lindo, quase magico ver ela sentada em coma de mim, cavalgando gostoso, robolava lento, me olhava fixo nos meus olhoso, suas maos segurando forte no meus peitos. Gozamos juntos, eu enchendo ela de novo.

Depois, deitados, conversamos.

— Lu… você é linda. Seu corpo? Nossa, merece ser adorado.

— Você me faz sentir isso… seu irmão nunca foi assim e eu achava que era normal, que devia ser daquele jeito, morno…

— Então deixa ele. Você merece mais. Ela chorou de leve, abraçada em mim.

— prometo que Vou pensar… mas por agora…só quero você, viver tudo que eu puder com voce. Voce é muito especial pra mim, sempre te admirei e agora nao consigo mais tirar voce dos meus pensamentos.

Nossas noites viraram uma rotina secreta. Ela vinha quando ele trabalhava, transávamos com carinho: oral longo, penetração lenta, gozos múltiplos. Ela descobria o prazer: “Cunhado… gozar assim é bom demais…” Eu cuidava dela com paciência: dedos no cuzinho, toques suaves, beijos longos.

Uma noite, ela chegou chorando.

— Ele brigou comigo de novo… disse que tô gorda, que não quero nada com a vida, me senti tão humilhada…

Eu abracei ela muito forte.

— Você é perfeita, Lu. Olha teu corpo… tua bucetinha… teu sorriso. Seu jeito, Ele é cego.

Transamos nessa noite com mais intensidade, mas sempre carinhoso. Ela gozava gritando baixo: “Te amo… ai… goza dentro…”

Depois, sussurrou:

— quer saber? Ja me decidi, quero separar… não aguento mais ser humilhada, Quero ser feliz… com você… voce me quer como sua mulher?

Eu beijei ela bem gostoso com muito carinho e tesao e disse logo em seguida: “Se for o que você quer… tô aqui, eu to vivendo um sonho com voce, o que sinto é muito forte e pode ter certeza que vou até o fim com voce, nao me importa as consequencias.

O segredo continuou, mas agora com amor misturado ao tesão. E o futuro? A gente veria.

Amanha ja posto mais uma parte continuando essa historia louca que vivi.

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