Estão gostando? Bom, continuando a historia…
Depois que a Adriana subiu rebolando, eu fiquei ali na sala uns minutos, ainda sentindo o cheiro dela na pele, o gosto na boca e o pau meio mole, mas latejando de leve só de lembrar. Tomei um banho rápido, frio pra baixar a cabeça, vesti uma bermuda e camiseta velha e tentei voltar à rotina. Mas era impossível. Toda vez que eu passava pela sala, via o sofá onde a gente tinha acabado de foder, o cheiro de sexo ainda no ar, e o pau dava um pulo.
À noite, minha mulher chegou do trabalho cansada, mas animada. Contou do dia, tomou banho, veio pra cama só de calcinha e sutiã, como sempre faz quando quer provocação. A gente transou gostoso, como de costume – ela gemendo alto, eu dando uns tapas na bunda dela, metendo forte. Mas, pela primeira vez, eu pensei na Adriana ouvindo tudo lá de cima. Imaginei ela deitada na cama, mão dentro da calcinha, se tocando de novo enquanto escutava os gemidos da minha mulher. Aquilo me deixou ainda mais louco. Gozei forte, pensando nas duas ao mesmo tempo.
No dia seguinte, era sábado. Acordei cedo, minha mulher foi pra academia e depois ia almoçar com a mãe. Fiquei sozinho em casa. Por volta das 10h, ouvi batida leve na porta. Abri e era a Adriana, com um sorriso safado, vestindo um short jeans curto (daqueles que mal cobrem a bunda) e uma blusinha regata fina, sem sutiã – dava pra ver os bicos marcando o tecido. Na mão, uma travessa coberta com pano de prato.
Adriana – Bom dia, vizinho. Fiz um pudim de leite condensado… sobrou bastante. Pensei em trazer pra você provar.
Eu – Bom dia, dona Adriana… entra, entra. Minha mulher saiu, tô sozinho.
Ela entrou, rebolando devagar, colocou a travessa na mesinha da cozinha e se virou pra mim. O short estava apertado, marcando a bundona redonda. Ela se aproximou, encostou o corpo no meu de leve.
Adriana – Senti sua falta ontem à noite… ouvi vocês dois de novo. Nossa, que tesão… fiquei molhada só de imaginar.
Eu – É? E o que você fez?
Adriana – O de sempre… me toquei pensando em você metendo em mim enquanto ouvia os gemidos dela. Mas hoje… hoje eu quero mais. Quero sentir de novo.
Sem mais conversa, ela me puxou pela mão pro sofá – o mesmo de ontem. Sentou, abriu as pernas devagar e levantou o short pro lado. Não tinha calcinha por baixo. A buceta estava inchada, brilhando de tesão, os pelinhos grisalhos molhados.
Adriana – Olha o que você faz comigo… desde ontem que tô assim. Vem cá, Daniel… me chupa de novo antes que eu enlouqueça.
Ajoelhei na frente dela, segurei as coxas grossas e mergulhei de cara. O cheiro era mais forte hoje, maduro, gostoso. Lambi devagar, sentindo ela tremer. Ela segurou minha cabeça, guiando, gemendo baixinho.
— Isso… lambe o clitóris… chupa ele… ai, assim… que delícia…
Enquanto chupava, enfiei dois dedos, bombando devagar. Ela estava encharcada, escorrendo na minha mão. Depois de uns minutos, ela puxou minha cabeça pra cima.
Adriana – Agora vem… quero sentar no teu pau. Quero cavalgar você.
Tirei a bermuda rápido. Meu pau já estava duro, apontando pra cima. Ela se levantou, tirou o short e a blusinha num movimento só. Ficou pelada na minha frente – corpo maduro, barriguinha suave, peitos grandes caídos de leve, bundona marcada de leve pelos tapas de ontem. Subiu no sofá, ficou de frente pra mim, segurou meu pau na base e desceu devagar.
Quando engoliu tudo, soltou um gemido longo.
Adriana – Caralho… que pau gostoso… enche minha bucetinha.
Começou a rebolar devagar, subindo e descendo, os peitos balançando na minha cara. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, apertando, dando tapas leves enquanto ela acelerava. Ela gemia mais alto agora, sem se importar.
— Isso… bate na minha bunda… me fode… me faz gozar de novo…
Eu ajudei no ritmo, empurrando pra cima, metendo forte. Ela se inclinou, beijou minha boca com vontade, língua pra dentro, gemendo na minha boca. De repente, ela travou, apertou a buceta em volta do pau e gozou tremendo toda, o líquido escorrendo pelas minhas bolas.
Adriana – Ai… tô gozando safado, não para… ainnmn
Segurei ela firme pela cintura e meti mais rápido, sentindo o orgasmo dela me apertar. Não aguentei muito. Gozei dentro dela de novo, jorrando forte, gemendo rouco.
Ficamos assim uns segundos, ofegantes, suados. Ela desceu devagar, o pau saindo com um barulhinho molhado. Um fio de porra escorreu da buceta dela e pingou no sofá.
Adriana – Olha a bagunça que a gente fez… de novo. — Ela riu baixinho, passou os dedos ali, levou à boca e chupou. — Delícia… teu leite misturado comigo.
Ela se vestiu devagar, sem pressa, me olhando safada.
Adriana – Preciso ir… o cachorro tá sozinho lá em cima. Mas… sabe o que eu notei ontem à noite?
Eu – O quê?
Adriana – A vizinha do lado… a Mariana. Ela tava na varanda dela quando eu desci ontem. Acho que viu a gente se despedindo na porta… eu sem calcinha, você só de toalha antes. Ela ficou olhando fixo, mas não disse nada. Ficou vermelha e entrou rápido.
Eu – Sério? A Mariana? Aquela religiosa que fala pouco com todo mundo?
Adriana – Essa mesma. Casada com o caminhoneiro que some semanas. Aposto que ela tá louca de tesão reprimido. Quem sabe… da próxima vez… a gente não deixa a janela aberta de propósito? Ou quem sabe eu não comento algo com ela… pra ver no qual é a dela.
Ela deu um beijo na minha boca, apertou meu pau por cima da bermuda e saiu rebolando.
Adriana – Até logo… e guarda um pouco de leite pra mim…
Fechei a porta, coração acelerado. A Mariana… um pouco baixa, uns quarenta e poucos anos, morena clarinha com um rosto bonito e sorriso que aparece raramente, mas quando aparece ilumina tudo. Cabelos castanhos cacheados, sempre soltos ou presos num rabo de cavalo simples. Peitos firmes que marcam discretamente os vestidos molinhos floridos que ela usa quase todo dia – daqueles leves, que grudam um pouco no corpo quando faz calor. A bunda dela é o que mais chama atenção: firme, grande, maior que a média das mulheres, balançando de leve quando ela anda, mesmo com os vestidos compridos que tenta usar pra disfarçar. Ela é sempre mais fechada por causa da religião, fala pouco com a vizinhança, cumprimenta educada mas curta, nunca entra em conversa longa. O marido some por semanas na estrada, deixando ela sozinha na casa ao lado. E agora, talvez, ela tenha visto algo que não devia – e aquilo ficou martelando na cabeça dela.
A vida no condomínio tava ficando perigosa… e deliciosa.