Parte 9: A Disputa Sem Fim e a Paz Forçada

Da série Mark e seus Pais
Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 959 palavras
Data: 24/02/2026 10:36:54

Depois de ambas falharem na garganta profunda no pau de Mark, nasceu uma rivalidade entre nora e sogra que virou algo quase pessoal – uma briga de egos, com cada uma querendo provar que aguentava mais o pau de Mark sem vomitar, como se fosse um teste de "força" contra a fraqueza física, apesar de Sabrina inicialmente se opor, mas acabou aceitando o confronto. Todos os dias, as duas disputavam no banheiro, à noite: alternavam chupadas profundas, deixando Mark foder suas bocas ritmado, mas sempre falhavam – engasgos viravam vômitos repetidos, jatos quentes escorrendo pelo pau dele, o chão e suas pernas, deixando-as frustradas e tossindo. "Viu? Você vomitou mais que eu!", provocava Sabrina no primeiro dia, limpando a bagunça. Adelaide retrucava: "Só porque você me atrapalhou… amanhã eu ganho!" Hugo assistia, rindo e zoando: "Haha, vocês tão virando experts em bagunça. Se controlem, meninas."

No segundo e terceiro dias, mais do mesmo – vômitos múltiplos de ambas, com Sabrina vomitando dois jatos na segunda tentativa e Adelaide três na terceira, as duas discutindo quem "falhou menos". Mark, inicialmente excitado, começava a se cansar da repetição. No quarto dia, durante a chupada de Adelaide, ela vomitou quatro vezes, e Sabrina, na sua vez, três – mais brigas, mais limpeza, mais frustração.

Até que, no quinto dia, durante uma chupada intensa de Sabrina – ela engolindo fundo, Mark estocando forte, ela começa à vomitar em seu pau e algo diferente ocorreu – ele gritou de dor: "Ahh, para! Tá doendo!" Seu pau estava muito vermelho, inchado e irritado, latejando. Elas pararam, preocupadas, e Mark, se limpando e se vestindo-se às pressas, foi ao médico, acompanhado de Hugo. O diagnóstico veio rápido: irritação severa na pele, muito provável por conta dos ácidos dos vômitos, que eram diários e mais de uma vez por dia, corroendo a sensibilidade. O médico prescreveu uma pomada, um remédio anti-inflamatório e pelo menos oito dias de repouso absoluto, sem sexo. "Cuide disso, rapaz – ou pode piorar. Daí poderão vir coisas piores ao seu amiguinho.", alertou ele.

De volta em casa, Mark brigou feio com as duas, a voz carregada de raiva e cansaço: "Vocês viraram loucas com essa disputa! Meu pau tá destruído por causa dessa bobagem de 'quem aguenta mais'. Chega dessa merda!" Frustrado, ele propôs um desafio final para encerrar tudo: garganta profunda no pau de Hugo, o pai dele, que era maior. Seriam cinco rounds, cada round com minutos iguais ao seu número (1 min no primeiro, 2 no segundo, até 5 no quinto – 15 minutos ao todo para cada). "Quem aguentar mais sem vomitar vence. Empate será empate e encerra a disputa da mesma forma e ponto final. Nada de sexo comigo até eu melhorar." Hugo, surpreso mas animado, concordou: "Tá bom, filho… se isso parar essa briga besta, eu topo." Sabrina e Adelaide, ainda competitivas, assentiram: "Aceitamos!"

A disputa foi no quarto de Adelaide, com Mark cronometrando do canto. Um round após o outro, as meninas se ajoelharam nuas e chuparam Hugo alternadamente – lambendo, engolindo fundo, deixando ele foder suas bocas. No primeiro round (1 min), as duas aguentaram sem problemas. No segundo (2 min), engasgos leves, mas sem vômito. Terceiro (3 min): mais pressão, mas resistiram. Quarto (4 min): Hugo estocava forte, e elas gemeram, mas seguraram. Quinto (5 min): o pau maior de Hugo batia fundo nas gargantas, mas incrivelmente, ambas aguentaram os 15 minutos totais sem vomitar uma vez sequer, apesar de alguns engasgos. – um empate perfeito.

Mas mesmo com o empate, elas continuavam discutindo: "Eu aguentei melhor no último round, aceita, sogra!", provocava Sabrina. Adelaide rebateu: "Mentira, você engasgou mais que eu!" Aquilo irou Hugo, que se vestiu furioso e saiu socando a parede do corredor: "Chega dessa palhaçada! Vocês ficaram obcecadas!" Mark, também irritado, brigou com as duas: "Empate era pra acabar com isso, mas vocês não param! Tô farto dessa rivalidade idiota." Ele saiu do quarto, batendo a porta.

Lá na sala, Hugo se sentou ao lado do filho, o rosto sério: "Filho… aquilo... me deu uma insegurança horrível. Elas aguentaram meu pau, que é maior que o seu, sem vomitar… mas no seu, falhavam toda hora. Me faz questionar se sou 'fácil' demais ou algo assim, ou se meu pau grande talvez seja fraco..." Mark, frustrado também, assentiu: "Eu tô me sentindo uma merda, pai. Meu pau tá machucado por causa delas, e agora isso? Parece que EU que sou o 'fraco' da história."

Após alguns minutos, elas saíram do quarto, cheirosas e frescas após um banho rápido para tirar a sujeira – perfumes suaves no ar, corpos nus sob robes leves. Sabrina e Adelaide se ajoelharam aos pés deles, olhos baixos: "Desculpa, amor… a gente se excedeu nessa disputa", disse Sabrina, lágrimas nos olhos. Adelaide assentiu: "Foi bobagem… viramos rivais por nada. Perdão, filho. Perdão, marido. Não era isso que eu queria." Para selar a paz, Sabrina pediu: "Mark, deixa eu consolar seu pai? Você tá fora de combate… ele merece, depois dessa insegurança que provocamos nele. Nós ouvimos vocês falando..." Mark, ainda irritado mas entendendo, permitiu: "Tá bom… mas sem brigas. O velho merece. Selam a paz direito. E, quando eu me recuperar, será minha vez."

Hugo fodeu ambas com gosto na sala, aliviando a tensão. Primeiro, penetrou Sabrina de quatro no sofá, estocadas profundas na boceta lisa, fazendo-a gemer: "Ahh, sogro… que pauzão gostoso!" Adelaide assistia, masturbando-se, antes de se juntar – Hugo a comeu por trás, alternando entre as duas, as bocas delas se beijando sobre ele. Elas gozaram múltiplas vezes, corpos suados colidindo, e Hugo finalizou enchendo a boca de Adelaide, que dividiu o gozo com Sabrina em um beijo reconciliador. "Paz selada, filho.", murmurou Hugo, ofegante. Após, todos se recolheram para seus quartos, exaustos – a disputa finalmente encerrada, mas as feridas físicas e emocionais ainda latejando.

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