Minha Namorada Não Era Tão Inocente - CAP 5

Um conto erótico de contos.eroticos
Categoria: Heterossexual
Contém 3033 palavras
Data: 24/02/2026 10:14:16

Eu fiquei alguns segundos olhando a tela, o coração batendo um pouco mais rápido do que eu queria admitir. A conversa ainda aberta, a última mensagem dele ali… como se estivesse esperando alguma coisa de mim.

Sem pensar muito, abri a câmera.

A luz do quarto era suave, meio amarelada, deixando tudo com um tom mais quente. Eu ajeitei o celular, inclinando levemente, procurando um ângulo melhor. Meu cabelo já estava solto, caído pelos ombros, meio bagunçado do fim do dia, mas de um jeito que eu mesma nunca tinha reparado antes.

Olhei pra mim.

De verdade.

A blusa fina que eu usava marcava mais do que eu imaginava. O tecido acompanhava o formato do corpo, desenhando as curvas com naturalidade… e, na parte de cima, dava pra perceber o contorno dos seios, o volume sutil, os detalhes que normalmente eu esconderia durante o dia.

Eu girei um pouco o corpo, de leve, só o suficiente pra valorizar mais a silhueta. O quadril ficou mais evidente, a cintura mais marcada… e o jeito que a blusa caía fez com que tudo parecesse ainda mais… chamativo.

Fiquei alguns segundos me observando.

Não com vergonha.

Mas com curiosidade.

Como se eu estivesse me vendo de um jeito novo.

Levantei um pouco o celular.

Respirei fundo.

E tirei a foto.

Quando a imagem apareceu na tela, eu fiquei olhando por alguns segundos. Não era exagerada, não era explícita… mas dizia muita coisa. Mais do que eu jamais teria coragem de mostrar antes.

Voltei pra conversa.

O campo de mensagem ainda vazio.

O dedo travado.

Mas dessa vez… não por dúvida.

Por expectativa.

Anexei a foto.

E, antes de pensar demais…

enviei.

Assim que a mensagem saiu, meu coração disparou de vez.

Eu bloqueei o celular e joguei ele do lado, virando o rosto pro outro lado da cama, como se isso fosse diminuir a sensação.

Mas não diminuía.

Porque, no fundo…

eu sabia exatamente o que tinha acabado de fazer.

E sabia também…

que eu queria ver a reação dele.

Continuando ..

Eu não resisti. Peguei o celular de novo.

A tela acendeu rápido e a conversa ainda estava ali aberta, como se estivesse esperando por mim. Não tinha resposta ainda… mas tinha o visualizado. Ele já tinha visto. E isso, sozinho, já foi o suficiente pra fazer meu coração acelerar de novo.

Fiquei olhando pra tela por alguns segundos, parada, como se qualquer movimento fosse quebrar aquele momento. Até que apareceu.

Digitando.

Parou.

E voltou.

A mensagem veio simples, mas pesada do jeito certo.

“agora eu entendi”

Eu senti um arrepio subir devagar pelo corpo. Não era só sobre a foto. Dava pra sentir que ele tava falando de algo maior.

Logo depois veio outra.

“você não tem noção do que você causa”

Dessa vez eu prendi a respiração por um segundo. Meu olhar caiu, quase sem querer, pro meu próprio corpo… pra mesma roupa, pro tecido leve ainda marcando tudo do mesmo jeito. E pela primeira vez, eu não tentei ajustar. Não tentei esconder.

Eu só observei.

Como se estivesse me vendo pelos olhos dele.

“e o mais curioso é que você ainda acha que tá se escondendo”

Aquilo mexeu diferente. Mais fundo.

Não parecia só provocação… parecia leitura.

Como se ele estivesse enxergando coisas que eu mesma tava começando a perceber agora.

Engoli seco antes de responder.

“foi sem querer”

Mas nem eu acreditei nisso.

Ele respondeu rápido.

“então você devia começar a fazer querendo”

Meu coração bateu mais forte.

Não foi pela ousadia… foi pela naturalidade. Como se aquilo fosse só o próximo passo lógico.

Fiquei em silêncio por alguns segundos, olhando a mensagem, sentindo aquela mistura de curiosidade com algo mais quente se espalhando devagar.

Sem pressa.

Sem culpa imediata.

Só sensação.

“você fala como se soubesse muito”, escrevi, tentando manter algum controle.

A resposta veio sem esforço.

“eu só sei reconhecer quando alguém tá começando a se soltar”

Dessa vez eu não consegui desviar.

Porque fazia sentido demais.

Mais do que eu queria admitir.

Meu coração já não tava mais no ritmo normal, e eu fiquei ali, encarando a tela, sem responder. Não por dúvida… mas porque eu sabia que qualquer resposta dali pra frente ia significar alguma coisa.

Ele ainda mandou mais uma.

“e você tá”

E dessa vez eu não respondi mesmo.

Deixei a conversa ali, aberta.

Respirei fundo.

Sentindo tudo aquilo se organizar dentro de mim de um jeito novo.

Estranho…

mas que eu não queria parar.

Eu ainda estava com o coração acelerado quando desbloqueei o celular de novo. A conversa com o Rafael ainda aberta, a sensação daquilo tudo ainda quente dentro de mim. Mas, quase sem perceber, meu pensamento foi pra outro lugar. Pro Gustavo.

Fiquei olhando a foto que eu tinha acabado de mandar.

A mesma.

O mesmo ângulo, o mesmo corpo, o mesmo olhar.

Mas a intenção… era outra.

Com o Rafael, tinha sido curiosidade. Vontade. Um impulso que eu não quis segurar.

Com o Gustavo… era diferente.

Era como se eu ainda precisasse dele.

Precisasse que ele olhasse pra mim… daquele jeito.

Sem pensar muito, abri a conversa dele.

Fiquei alguns segundos com o dedo parado na tela, sentindo uma hesitação que não tinha sentido antes. Como se, no fundo, eu já soubesse que a resposta não ia ser a mesma.

Mesmo assim… enviei.

A foto apareceu ali na conversa.

E, junto com ela… aquela expectativa estranha.

Eu fiquei olhando a tela.

Esperando.

(Gustavo)

Eu tava no quarto, tentando focar em qualquer coisa que não fosse a minha própria cabeça. O computador aberto, algumas coisas do trabalho na tela, mas eu não conseguia prestar atenção de verdade. Tudo parecia arrastado, sem sentido.

O celular vibrou do lado.

Olhei de canto, sem muita vontade… até ver o nome dela.

Fernanda.

Aquilo já foi suficiente pra me deixar tenso.

Fiquei alguns segundos sem abrir. Como se aquele pequeno atraso fosse me dar algum controle sobre o que viesse depois.

Mas não deu.

Abri.

E vi.

A imagem ficou na tela, iluminando o quarto de um jeito que parecia errado. Ela ali, deitada, roupa leve, o corpo desenhado pelo tecido fino… detalhes que antes eu talvez ignorasse, mas que agora saltavam aos olhos.

Eu senti na hora.

Não só o impacto visual.

Mas o resto.

A lembrança.

O toque.

O que a gente tinha feito.

Meu corpo reagiu antes da minha cabeça. Foi automático. Instintivo, uma excitação tomou conta de mim. E isso me irritou na mesma hora.

Porque não era pra ser assim.

Não depois de tudo.

Eu travei o maxilar, desviando o olhar por um segundo, como se isso fosse diminuir o efeito. Mas não diminuía.

A imagem continuava ali.

E eu sabia exatamente o que ela estava fazendo.

Ou, pelo menos… o que parecia.

Respirei fundo, passando a mão no rosto, tentando organizar o que eu ia responder. Porque qualquer coisa que eu dissesse ali… ia dizer mais do que eu queria.

Peguei o celular de novo.

Digitei.

Apaguei.

Digitei de novo.

E mandei.

“Fernanda… que foto é essa?”

Fiquei olhando a mensagem enviada, esperando alguma coisa dentro de mim para me acalmar.

Mas não acalmou.

Porque, no fundo, eu sabia.

Não era só a foto, era ela tentando me desencaminhar, tentando me colocar ainda mais nas garras do demônio.

(Fernanda)

A resposta demorou mais do que a do Rafael, e quando veio… eu já senti antes mesmo de ler.

Abri a conversa devagar.

“Fernanda… que foto é essa?”

Fiquei olhando a mensagem por alguns segundos, sem reação imediata, sem sorriso.

Sem aquele frio na barriga. Era… vazio.

Ou quase.

Porque no lugar da expectativa… veio outra coisa.

Frustração.

Eu desci a tela um pouco, vendo a foto ali de novo. A mesma que, minutos antes, tinha me feito sentir desejada. Vista.

Agora… parecia outra coisa.

Pesada.

Errada.

Suspirei, bloqueando o celular por um instante, mas não demorou muito pra abrir de novo.

Voltei pra outra conversa.

Rafael.

A notificação já estava ali.

Abri.

“caralho… você não tem noção do efeito que isso causa”

Meu coração acelerou na hora e antes que eu respondesse, outra mensagem chegou.

“tô até com um problema aqui por tua culpa kkk”

E logo em seguida, uma foto.

Não mostrava tudo. Não era direta. Mas dava pra entender. A bermuda marcando o volume, o contexto óbvio… a intenção clara.

Eu mordi o lábio sem perceber.

Não era só sobre ele.

Era sobre o contraste.

Sobre o jeito que um me olhava…

e o jeito que o outro me julgava.

Fiquei alguns segundos parada, com o celular na mão, sentindo aquilo crescer dentro de mim.

E, eu não me senti errada por isso.

(Gustavo)

Fiquei olhando pra tela depois de mandar a mensagem. A foto ainda estava ali, iluminando o quarto de um jeito que me incomodava mais do que eu queria admitir. Eu tentava convencer a mim mesmo de que aquilo era errado, que não era aquilo que eu queria, mas quanto mais eu insistia nisso, mais difícil ficava ignorar o que eu estava sentindo.

Não era só desejo. Tinha raiva misturada ali. Raiva dela, por parecer tão tranquila com tudo, como se aquilo não tivesse peso nenhum. E raiva de mim também, porque mesmo depois de tudo, mesmo tentando manter a cabeça no lugar, eu ainda reagia.

O celular vibrou na minha mão e eu olhei na hora. Ela estava digitando.

Esperei.

A resposta veio simples demais.

“É só uma foto, Gustavo.”

Aquilo me irritou mais do que se ela tivesse provocado. Eu respondi quase sem pensar.

“Isso não é só uma foto.”

Demorou um pouco dessa vez. Eu fiquei olhando pra tela, sentindo aquele incômodo crescer, como se eu já soubesse que não ia gostar do que vinha.

Quando a mensagem chegou, foi curta.

“Pra você, não.”

Eu respirei fundo, passando a mão no rosto. Tinha alguma coisa diferente ali. Não parecia deboche, nem provocação. Era só… distante.

“Pra mim… é só eu.”

Aquilo me pegou de um jeito estranho. Porque, pela primeira vez, não parecia que ela estava tentando me desafiar. Parecia que ela estava falando sério.

E isso mexia mais comigo do que qualquer outra coisa.

(Fernanda)

Eu sabia que ele não ia entender e, pela primeira vez, eu também não senti vontade de explicar. Fiquei olhando a conversa com o Gustavo aberta, mas sem vontade de continuar ali. Era como falar com alguém que já tinha decidido quem eu devia ser, e eu já não tinha mais certeza se queria continuar sendo aquela pessoa.

Acabei voltando pro chat com o Rafael. A conversa ainda tinha aquele clima, ainda viva, leve… sem aquele peso que eu sentia com o Gustavo.

“sumiu kkk”

Eu sorri de leve antes de responder.

“tava ocupada”

Ele respondeu rápido, como se já estivesse esperando.

“pensando em mim?”

Eu sabia que devia ignorar aquilo, encerrar ali, voltar pro que era seguro… mas não fiz isso.

“talvez”

Vi os três pontinhos aparecerem, sumirem e voltarem, e nesse intervalo eu já sentia aquela expectativa crescendo de novo.

“eu consigo ser bem convincente pessoalmente também”

Respirei fundo ao ler aquilo. Já não era mais só uma conversa jogada, tinha intenção ali, clara. Era um convite, mesmo sem ser dito diretamente.

E, dessa vez, eu não pensei no Gustavo. Pensei em mim, no que eu queria sentir, no que eu não estava mais conseguindo ignorar.

“quando?”

Enviei.

A resposta veio rápida.

“agora”

Fiquei olhando a tela por alguns segundos, sentindo o coração acelerar. Era tarde. A casa já estava em silêncio, meus pais dormindo. Aquilo não fazia parte da rotina que eu sempre segui, não era o tipo de decisão que eu tomava.

Mas, ao mesmo tempo… parecia que já não era mais sobre isso.

“você tá onde?”, perguntei.

“de carro. posso te buscar”

Hesitei por um instante, mais pelo hábito do que por dúvida.

“não precisa. eu vou até você”

Assim que enviei, fiquei alguns segundos parada, olhando a tela, como se ainda desse tempo de voltar atrás.

Mas eu não voltei.

Levantei devagar da cama, tentando não fazer barulho. O silêncio da casa deixava tudo mais intenso, cada passo parecia alto demais. Peguei uma roupa por cima, algo simples, mas que ainda assim me deixou consciente do meu próprio corpo de um jeito que eu não costumava ficar.

Antes de sair, parei um instante em frente ao espelho.

Me observei.

Não como alguém da igreja.

Mas como mulher.

E, pela primeira vez… eu não tentei disfarçar nada.

Saí em silêncio, fechando a porta com cuidado. A rua estava vazia, o ar da noite mais frio, mas nada disso diminuía o que eu estava sentindo. Meu coração batia rápido, não de medo… mas de expectativa.

Ele já estava lá.

Encostado no carro, mexendo no celular. Quando me viu, levantou o olhar na hora e abriu um sorriso leve, como se já soubesse que eu viria.

– Achei que você não vinha.

– Eu também achei, respondi, entrando no carro.

A porta fechou e, por alguns segundos, ficou só o silêncio entre a gente. O espaço pequeno, o cheiro dele, a proximidade… tudo parecia mais presente do que deveria.

Ele se virou um pouco na minha direção, me olhando com calma, como se estivesse me observando de verdade.

– Você é diferente ao vivo, ele disse.

– Diferente como?

Ele deu um meio sorriso.

– Mais difícil de ignorar.

Aquilo mexeu comigo mais do que eu esperava.

Antes que eu respondesse, ele se aproximou um pouco mais. Não foi rápido, nem forçado. Só o suficiente pra diminuir a distância entre a gente. Eu senti o corpo reagir na hora, como se já estivesse esperando por aquilo.

Quando ele me beijou, não teve surpresa.

Mas teve intensidade.

Foi diferente do que eu conhecia. Mais direto, mais seguro, sem aquela pausa, sem dúvida. E eu correspondi sem pensar, me aproximando mais, sentindo o calor, o contato, tudo ficando mais presente de uma vez.

As mãos dele vieram na minha cintura com firmeza, me puxando um pouco mais pra perto, e eu senti meu corpo responder sem resistência.

Não era igual com o Gustavo.

E eu percebia isso.

O beijo foi ficando mais intenso, mais próximo, e quando ele se afastou um pouco pra me olhar, parecia que estava esperando alguma reação minha.

– Tá tudo bem? perguntou, com a voz mais baixa.

Eu sabia que ainda podia parar ali.

Mas não parei.

– Tá.

Ele assentiu de leve e me puxou de volta, agora sem hesitação. O espaço entre a gente praticamente deixou de existir. Eu sentia cada toque com mais clareza, cada movimento mais firme… e aquilo só aumentava a sensação dentro de mim.

Minhas mãos também já não ficavam paradas. Eu me aproximava mais, sentindo o corpo dele, a proximidade, tudo acontecendo rápido demais e, ao mesmo tempo, exatamente no ritmo que eu não queria interromper.

Mas, mesmo ali…

eu sabia onde era o limite.

Em um momento, eu afastei o rosto, respirando fundo, ainda muito perto dele.

– A gente não vai… comecei, sem terminar.

Ele entendeu na hora.

– Eu sei.

E não insistiu.

Aquilo me deixou mais tranquila do que eu imaginava.

O que veio depois ficou nesse equilíbrio estranho, entre avançar e parar, entre querer mais… e segurar no último segundo. O clima não diminuía, o corpo não desacelerava fácil, mas existia uma linha ali.

E, pela primeira vez… eu sentia que quem decidia era eu.

As mãos voltaram a tocar o corpo, sentia as mãos dele apertando minha bunda, me puxando mais para ele, eu deslizei a minha pelo abdômen dele, até chegar em sua calça, alisando o volume ali, mas não era só isso que eu queria. Ele mesmo abriu o ziper, fazendo o pau dele sair da calça logo em seguida e pela primeira vez eu tocava em outro pau.

Eu parava por um instante, olhando aquele pau grande, grosso, foi inevitável não comparar com o pau de Gustavo, que também não era pequeno, mas Rafael tinha algo a mais.

Sem pensar duas vezes, eu levo minha boca até ele, começo a lambe-lo e a coloca-lo na boca, ele gemia, mesmo um pouco desajeitada eu começo a manter um ritmo um vai e vem com minha boca, engolindo e chupando ele.

Rafael segurava minha nuca, movimentando o quadril pra cima e pra baixo, e um vai e vem com o pau na minha boca e tempos depois avisa que iria gozar, eu mantenho a mamada, chupando ele e começo a sentir seus jatos de porra em minha boca, vou engolindo tudo, chupando todo o pau dele sem deixar cair nada.

Ele me olha com uma cara de satisfeito, respirando fundo, mas ao mesmo tempo diz:

– Bom agora é minha vez né?

Eu não entendo, mas ele abre a porta do carro e vai até a porta do carona onde eu estava, nesse momento eu entendi, ele tira o meu shortinho e minha calcinha, eu olhava toda envergonhada, mas logo aquilo se transforma em tezão.

Ele começa a me chupar de maneira intensa e gostosa, me fazendo gemer muito, meu corpo todo quente e minha buceta muito molhada, estava quase pedindo para ele me comer ali mesmo, meter o pau em mim, foi quase impossivel resistir, mas logo começo a gozar, um orgasmo intenso, o primeiro de minha vida com alguém me chupando.

Quando tudo começou a se acalmar, o silêncio voltou pro carro, mas não era desconfortável. Eu ainda sentia a respiração fora do ritmo, o corpo quente, aquela sensação que demorava a ir embora.

Ele encostou no banco e depois olhou pra mim com um leve sorriso.

– Você é perigosa.

Eu ri de leve.

– Você que começou.

– Eu só dei um empurrão.

Fiquei em silêncio por um instante, olhando pra frente.

Porque, no fundo… eu sabia.

Não tinha sido só ele.

Quando ele me deixou na esquina de casa, a rua estava do mesmo jeito que antes. Vazia, silenciosa, como se nada tivesse acontecido.

Mas tinha.

E eu sentia isso em mim inteira.

Antes de sair, ele segurou minha mão por um segundo.

– A gente se vê amanhã?

Dessa vez eu não pensei muito.

– Vê.

Desci do carro e entrei em casa em silêncio, do mesmo jeito que saí.

Mas não era a mesma pessoa.

Porque agora não era mais sobre dúvida.

Era escolha.

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Comentários

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Era sobre escolhas e a protagonista como sempre escolheu ser vagabunda que trai que perde todo o respeito e esse cara também um homem que não respeita seu relacionamento como vai te respeitar depois se não estava bem o namoro pq não separou antes de virar uma traidora esse site só tem contos de traição MDS todos são previsíveis no último conto já sabíamos que isso ia acontecer

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