Propus a minhas mães lésbicas e virgens provar o sexo hetero comigo – 01 – A mãe biológica aceita

Um conto erótico de Lipe_2 Mães
Categoria: Heterossexual
Contém 7234 palavras
Data: 24/02/2026 08:56:15

Desde que nasci tenho 2 mães lésbicas, uma delas biológica, mas nenhuma delas jamais teve relações sexuais com homens. Estranho né, mas vou explicar conforme narro minha história.

Minha mãe biológica se chama Lorena, 38 anos quando começou os fatos que aqui narro e quando está sozinha a chamo de mãe, mas quando as duas estão presentes a chamo por mãe Lorena. O nome de minha mãe não biológica é Paula e a chamo também diferente quando estamos a sós ou estou com elas duas. Seria impossível ter duas mães biológicas, mas tenho relações de sangue com Paula porque ela é minha irmã biológica.

Elas são amigas desde a infância e Paula acompanhou todo o drama da vida de minha mãe Lorena. Sobre a sexualidade de cada uma, me contaram que Paula desde que se deu conta de sua sexualidade já preferia meninas, mas minha mãe tem um história trágica que vou contar bem resumidamente.

Seu pai agredia e abusava moral e sexualmente de minha avó até que também começou a fazer o mesmo com filha, minha mãe. Felizmente não foi até o fim com ela, muito por minha avó ter reagido na hora certa. Enquanto só minha avó era abusada, ficou calada, mas quando viu que seu marido também começava abusar da filha, bolou um plano para denuncia-lo.

Minha avó é bem inteligente e era enfermeira na época. Primeiro instalou câmeras pela casa e com ajuda de uma médica amiga do hospital, fazia exames de corpo delito todas as vezes que era agredida, mas sem denunciar a polícia.

Quando percebeu pelos vídeos que gravava que meu avô estava prestes a violentar a filha, o denunciou, apresentou as gravações, os exames com fotos e o testemunho da médica e ele foi preso no mesmo dia e depois julgado e condenado a alguns anos de prisão. Infelizmente para ele, nas cadeias não toleram abusadores de crianças e não demorou ele “se suicidou”, mas todos sabem que foi eliminado.

O trauma por abusos morais e físicos traumatizaram minha mãe Lorena que começou a odiar os homens sem distinção, se tornando lésbica sem saber se era natural de sua sexualidade, ou apenas um efeito da aversão aos homens.

Com apoio de Paula, fizeram todo o colégio juntas com minha mãe Lorena sempre 2 anos atrás por ser mais nova. Por minha avó ser enfermeira e sempre a ter tratado quando meu avô a machucava, minha mãe decidiu que faria também Enfermagem.

Paula nunca admitiu, mas desconfio que também escolheu enfermagem porque sabia que minha mãe iria fazer e por pelo menos 2 anos estariam juntas na mesma faculdade.

Quando minha mãe Lorena entrou no primeiro ano de enfermagem, já sentia algo diferente pela amiga por todo seu apoio e carinho com ela. Além disso foi seduzida pelo jeito decidido e independente da amiga até que rolou o primeiro beijo e começaram a se relacionar. Primeiro só carinhos, mas não demorou e chegaram ao sexo e as duas tendo gostado engataram um namoro mais sério com o consentimento de minha avó que sabia da aversão da filha aos homens.

As duas conversavam sobre ter filhos porque Paula tinha um desejo irracional de ser mãe, nem ela conseguindo explicar essa necessidade e antes mesmo de se formar já pensava em fazer uma inseminação artificial logo após a formatura e contava com o apoio de sua mãe e seu pai para a ajudar a cuidar de um futuro filho delas.

Antes mesmo de sua formatura Paula já trabalhava como enfermeira em um grande hospital e foi efetivada após se formar. Com seu desejo por um filho, fez os testes para uma inseminação quando descobriu que por ter ovários policísticos poderia não conseguir ter filhos, o que a arrasou. Existia uma chance, mas pelo investimento que teriam que fazer usando sêmen de um banco de sêmen, tiveram que desistir dessa ideia.

Próxima de completar 19 anos e no finalzinho do segundo ano de enfermagem, Lorena vendo o desespero de sua companheira, por amor a ela se prontificou a fazer ela uma inseminação artificial acabando com a tristeza de Paula. Ficou combinado que faria isso só na metade do último ano para não atrapalhar a faculdade caso desse certo.

Naquele tempo, ficaram muito indecisas se o doador seria um conhecido ou um anônimo e pensando em uma forma do filho ter ligações sanguíneas com as duas, minha mãe Paula deu a ideia de pedir a seu pai para ser o doador na inseminação de minha mãe Lorena.

Lorena aceitou e no inicio meu avô ficou reticente, mas com a ajuda de minha avó o convenceram dizendo que ele tinha uma ótima genética acabando com muitas das preocupações das duas.

Na metade do último ano de Enfermagem a inseminação foi feita em minha mãe Lorena com o sêmen do pai de Paula e apesar de todos os avisos de que poderia não engravidar na primeira vez, ela engravidou. Segundo o médico por ela ser jovem, saudável e nunca ter tomado pílulas já que só tinha relações com uma mulher.

Quando nasci 9 meses depois as duas trabalhavam como enfermeiras em hospitais diferentes, minha mãe Lorena de licença maternidade. Elas tinham decidido não saber o sexo antes, pois Paula pensou que se minha mãe Lorena soubesse que era um menino, poderia se estressar durante toda a gravidez prejudicando o bebê.

Quando nasci em uma cesárea que correu tudo bem e ficou sabendo que era um menino, minha mãe Paula conta que Lorena passou por cima de todos seus traumas e começou a me amar desde o primeiro instante. Amor que senti a cada dia da vida conforme fui crescendo. Amor das duas igualmente por ser filho biológico de minha mãe Lorena e irmão biológico de minha mãe Paula que era quem mais queria ser mãe. Meu pai que também era meu avô, sempre tratei como avô já que tinha duas mães lésbicas

Não era por ter duas mães, mas por ser de minha natureza desde muito novo que não gostava de brincadeiras violentas e jogos de futebol como a maioria dos outros garotos. Minha preferência eram brincadeiras e jogos que requeriam atenção e inteligência e muitos diziam que eu era um nerd.

Poderia ser um nerd intelectualmente, mas meu corpo não era compatível com essa denominação pois desde novo já fui alto e forte impondo respeito e fazia esportes o desenvolvendo ainda mais. Puxei a meu pai biológico, meu avô.

Quando me dei conta de minha sexualidade, meu interesse foi todo para as garotas, diferente de minhas mães que eram homossexuais, mas se minha aparência ajudava, minha timidez atrapalhava. Não que fosse uma timidez exagerada, mas tinha dificuldades de começar uma conversa com elas.

O despertar de minha sexualidade me trouxe um grande problema, pois minhas mães nunca foram inibidas em casa e não era difícil vê-las só de lingerie e algumas vezes até com os seios nus.

Sem nunca terem tido um relacionamento com homens, não se deram conta de minhas mudanças hormonais e continuaram a se comportar da mesma forma dentro de casa.

Bonitas eu já sabia que eram, mas comecei a ver que também eram gostosas. Minha mãe Lorena, menorzinha com um corpinho mignon com curvas insinuantes e nada, nada mesmo fora do lugar. Morena de cabelos cacheados curtos e um rosto oval e delicado com lindos olhos castanhos. Seus seios médios que as vezes via nus eram firmes e redondos com aréolas e mamilos pequenos em um tom mais escuro que sua pele clara. Seu sorriso era espontâneo e lindo escondendo seus traumas e sua simpatia a deixava ainda mais bonita.

Minha mãe Paula, minha irmã, era maior com mais de 1,70 metros, loira com olhos verdes em seu rosto quadrado perfeito. Sua beleza era chamativa e se olhada de frente suas curvas eram menos profundas do que de minha mãe Lorena e de perfil tinha uma bunda fenomenal, redonda e empinada sobre coxas demarcadas por seus músculos naturais. Seus seios eram grandes, não exagerados e no formato de lágrimas com aréolas e mamilos muito mais clarinhos que sua pele já branquinha. Muito parecida comigo e com nosso pai.

Sua bunda realmente era digna de ganhar concursos de bumbum mais bonito, mas não poderia nunca nem brincar sobre isso com ela que veria em mim o machismo que repudiavam.

Apesar de ter sido minha mãe Lorena quem sofreu os traumas, Paula era a mais séria e reservada, não tímida pois no trabalho devido sua competência e bom relacionamento já era a chefe da UTI em seu turno.

Cresci sem nenhum problema por ter mães lésbicas, talvez porque sabia quem era meu pai e ele era próximo a nós sendo meu avô. Fora isso as duas eram amorosas, dedicadas e carinhosas.

Entre elas não havia aparentemente uma ativa e uma passiva, pois eram muito femininas em seus modos e jeito de se vestir. Na adolescência pesquisei muito sobre lesbianismo para as entender melhor e sabia muito sobre o assunto.

Minha sexualidade se desenvolvia e meus sentimentos em relação a elas tinha passado de as achar bonitas para as achar lindas e gostosas até que o pior aconteceu quando já tinha 18 anos e comecei a deseja-las sabendo ser duplamente impossível. Eram minhas mães, uma de sangue e a outra irmã de sangue além de lésbicas sem nenhum contato sexual com homens anteriormente.

Meu interesse pelas garotas derreteu e comecei a pensar em minhas mães o tempo todo. Minhas masturbações em homenagem a elas antes cheias de remorso já não davam mais esse sentimento. Eu queria minhas mães sem preferência, ou melhor tinha a preferência de que fossem as duas pois era impossível dizer qual era mais linda e gostosa.

Mesmo sabendo ser impossível eu precisava fazer algo para ao menos saber que nunca aconteceria e me fizesse voltar a ter os pés no chão voltando minha atenção as garotas de minha idade.

Poderia parecer mais fácil com minha mãe Paula por ser irmã e não mãe, mas ela era quem mais tinha convicção de sua preferência por mulheres e era a mais rígida das duas.

Quando digo rígida é apenas em relação a querer fazer as coisas certas pois nunca me proibia de nada.

Lorena, minha mãe biológica passava mais tempo comigo pois não era chefe de UTI como Paula e apesar das duas serem carinhosas comigo, por seu jeitinho meigo ela era a mais carinhosa e vivia me abraçando, me beijando e brincando de cocegas comigo como uma criança alegre.

Seu trauma contra os homens tinha uma exceção que era eu e todas as vezes que falava mau deles, se virava para mim.

– Você não Felipe, você é a exceção.

Apesar de passarmos mais tempo juntos e ela ser muito carinhosa comigo, era minha mãe de sangue e tinha seus traumas o que também parecia uma barreira intransponível, mas tinha que tentar algo e apostei em seu maior sentimentalismo.

De forma alguma poderia agir com machismo ou além de receber um não nossa relação perfeita estaria arruinada com ela vendo em mim um homem como todos os outros. Aproveitei o dia de sua folga quando estávamos conversando animadamente para plantar uma semente em sua mente.

– Mãe, podemos ter uma conversa séria?

Ela me olhou assustada.

– É sobre sexo? Com duas mãe você só tem seu avô para conversar sobre isso, mas ele é meio careta, falou sorrindo.

– Não a princípio, mas podemos chegar lá.

– Não entendi.

Ela estava bem curiosa e até se ajeitou no sofá ficando de frente para mim e vestia um vestido bem simples e confortável.

– Posso começar e devagar você vai entendendo?

– Pode.

– Mãe, qualquer coisa que você responder não vai mudar nada o que sinto por você, nada mesmo pois você me teve e é uma mãe maravilhosa, então por favor, seja sincera. Quando nasci, você se arrependeu de ter tido um filho por eu ser homem?

O pavor era evidente em seus olhos e mamãe não conseguiu responder.

– Teria sido muito natural, depois de tudo o que passou com seu pai. E mesmo se se arrependeu, me aceitou e me criou com muito amor. Eu só preciso saber como você se sentiu.

Vendo que não tinha como deixar de responder mamãe Lorena disse o que eu queria ouvir quase gaguejando.

– Vou ser honesta. Eu torci para que fosse uma menina, mas desde que me submeti a inseminação sabia que poderia ter um menino e apesar das preocupações não me arrependi não. O amor que você diz que sente vindo de mim é prova disso.

– Mesmo estando bem por eu ser um menino, não veio em você uma preocupação de que eu pudesse ter puxado meu avô abusador?

– Cada pergunta Felipe.

– Me diz mãe.

– Sim eu tive, mas agora que você está crescido sei que não puxou nada a ele. Você é muito gentil por ser um garoto e não faria mal a ninguém. Tenho certeza absoluta.

– Não mesmo. Jamais vou machucar alguém por vontade própria. Nunca me perdoaria se deixasse em alguém o trauma que você tem. Por causa dele, você escolheu nunca se relacionar com homens. Não foi isso?

– Nem eu sei Felipe. Como iria me relacionar com outro homem, se em quem eu mais deveria confiar, fez o que fez comigo? Não tive chance de fazer escolhas.

– Você está com 38 anos e nunca teve vontade de descobrir se ter relações com homens também pode ser bom?

– Pensei que íamos falar sobre você.

– Responde mãe. Talvez cheguemos a mim.

– Eu amo a Paula.

– Não estou falando de amor, mãe. Estou falando de sexo.

– Para mim não existe sexo sem amor. Um está ligado ao outro.

– Mas você ama alguém além da Paula não ama?

Mamãe pensou e pareceu se dar conta do que eu insinuava me olhando assustada.

– Você está querendo dizer o que estou imaginando?

– Talvez. Eu amo vocês duas mais do que tudo em minha vida e vejo vocês evitando homens sem saber como se sentiriam com eles pois nunca tiveram essa experiencia. É como eu dizer que não gosto de maçã sem nunca ter comido maçã.

– E você seria essa maçã? Somos suas mães, eu de sangue e Paula é sua irmã de sangue.

– Eu poderia dar essa experiencia a vocês com uma pessoa que amam, confiam e que nunca as machucariam. Só por ser filho é que sou essa pessoa.

Mamãe estava perplexa e se mexia nervosa no sofá.

– Mas isso seria tão errado.

– Dizem que duas mulheres se amarem e se casarem também é errado e você e a Paula fazem isso. De onde vem a ideia de que um filho com a mãe é errado? Deve ser do mesmo lugar de onde vem que entre duas pessoas do mesmo sexo é errado.

– É bem diferente Felipe. Você quer fazer amor com suas mães? Desde quando?

Respondi parcialmente verdade, pois não disse desde quando honestamente.

– Só se vocês quiserem mãe, sem obrigar ou pressionar. Estou pensando isso há pouco tempo quando me dei conta que você talvez não seja lésbica por natureza e esteja inconscientemente insatisfeita.

– Me sinto muito satisfeita com a Paula. Não sei nem o que dizer sobre essa loucura.

– Diga que não quer. Diga que vai pensar ou fique brava comigo. Você tem o direito de fazer o que quiser mãe, mas você não acha que há a possibilidade de estar insatisfeita?

– A Paula me odiaria se eu dissesse que sim.

– Ela não está aqui e não vou contar. E é só uma conversa. Seja sincera.

– Talvez possa estar, mas tremo de medo só de pensar em estar com um homem.

– Você não tremeria se pensasse em mim. Pense nisso mãe.

– Você já fez sexo com alguma garota?

– Não, nunca fiz.

– E quer ter a primeira vez com sua mãe?

– Como você, penso que o sexo tem que estar junto com amor e não amo ninguém como amo vocês duas. Na verdade, não amo ninguém além de vocês.

– Nós somos duas velhas.

– Você se olha no espelho mãe? Além de maravilhosa parece ter menos de 30 anos. De verdade. A Paula também com aquela pele branquinha que ela tem.

Enfim minha mãe deu um leve sorriso naquela conversa tensa.

– Se nós parecemos mais novas, você parece mais velho com esse rosto e corpo de homem e é muito bonito também.

– Talvez eu não devesse ter tanto o rosto de homem para não te intimidar.

– Você nunca vai me intimidar, pois sei quem você é por trás desse rosto.

– Nem propondo fazer amor com você, a provoquei sorrindo.

– Bom, nesse caso me assustou. De pronto achei que era safadeza sua.

– Você nunca briga comigo. Se acha safadeza, deveria brigar.

– Você é esperto. Falou comigo e não com a Paula, que teria ficado furiosa.

– Foi por isso, mas também porque ela tem mais convicção do que você. Você promete pensar?

Terminamos aquela conversa na boa mudando para outros assuntos e como eu previa minha mãe Lorena contou tudo a minha mãe Paula, pois nunca escondiam nada uma da outra. Essa era minha intenção, pois não teria coragem de por essa ideia na cabeça de Paula conversando diretamente com ela.

Como enfermeiras não tem folga garantida aos finais de semana, precisou coincidir que as duas estivessem de folga para me chamarem para conversar e quando escutei o “precisamos conversar” de Paula, meu coração quase saiu pela boca, mas sentei na poltrona ao lado do sofá onde estavam juntas.

– Quer dizer que você quer fazer amor com suas mães, perguntou sem parecer brava.

Como disse, ela era séria, mas muito compreensiva comigo sendo o filho que ela tanto desejou. Eu tremia todo, mas fui eu quem começou com aquela história e tinha que assumir minha responsabilidade como elas me ensinavam.

– Vocês são lindas demais e quando comecei a pensar em garotas, não veio mais nenhuma em minha mente além de vocês, mas também pensei que posso ajudar que tenham a certeza que estão satisfeitas e nunca se arrependerão de escolher ficar uma com a outra, usei meu argumento principal.

Lorena só observava quietinha, pois já tínhamos tido essa conversa. Paula jogou duro.

– Então você acha que se você não experimentar uma relação com um homem, nunca terá certeza que se interessa só por mulher?

Mesmo jovem, eu já a tinha visto ter esse tipo de discussão com familiares e conhecidos e seria uma discussão sem chance que eu ganhasse, mas fui sincero.

– Paula, amo vocês mais do que tudo em minha vida e respeito a relação das duas, mas o normal é sermos atraídos pelo sexo oposto, então não é justa a comparação.

– Hummmm, vou aceitar seu argumento, mas porque você acha que podemos ter dúvidas?

– Pelo argumento que acabei de dar de atração pelo sexo oposto e no caso da Lorena, porque a escolha dela pode ter sido pelo trauma de ter sido abusada pelo meu avô.

Algo inacreditável aconteceu, pois jamais esperei ouvir essas palavras de Paula.

– Essa sempre foi uma de minhas preocupações e até propus a sua mãe fazer um teste com um homem, mas ela nunca aceitou dizendo que nunca amará ninguém como me ama e só faz amor com quem ama.

– Mais do que ninguém, sei que ela te ama e nunca vai deixar de ama-la, mas antes ela nunca aceitou porque não tinha alguém que amasse tanto quanto te ama, mas agora ela tem. Não haveria riscos para a relação de vocês e jamais alguém ficaria sabendo. É a chance de ela tirar a dúvida e te deixar mais tranquila. E você também ter a certeza.

Paula sorriu.

– Você é muito persuasivo, como nosso pai. Perigoso até. Eu tenho certeza de minha escolha e nunca deixei de lado a sugestão que dei a sua mãe de fazer um teste, dizendo que é ela quem deve decidir se quer e quando quer. Tem o lado positivo se for com você, como disse, mas seria incesto, o que dizem ser algo muito errado.

– Como dizem que o homossexualismo é errado e aí estão vocês. Se dão super bem, se amam, cuidam de suas vidas, não fazem mal a ninguém com a escolha e tem um filho que as ama.

– Lorena, nosso filho deveria ser advogado, falou sorrindo.

– Com certeza teria sucesso, mas não é o que ele quer.

– Acho que é você quem deve decidir pois você sabe que sempre tive essa preocupação e qualquer decisão que tome, não muda nada o que sinto por você.

– Eu tenho medo Paula. Sempre tive medo, por isso nunca aceitei fazer o teste.

– Qual medo Lorena? Dele abusar de você?

– Também, mas se eu gostar e quiser continuar, nunca vou deixar de te amar e querer fazer amor com você, mas aí você não aceitaria. Então é melhor ficar na dúvida.

Paula olhava chocada para Lorena, talvez porque a sua dúvida sobre sua sexualidade fosse mais forte do que Paula imaginava. Longos segundos se passaram antes que respondesse o que estava pensando.

– Você tem razão, pois eu não te aceitaria dividir com qualquer outro homem, mas o Felipe é nosso filho que amamos e se você quiser experimentar com ele e depois continuar, posso aceitar, mas como um alivio para sua sexualidade e com a condição que continue sendo minha esposa.

– Não sei se vou ter coragem Paula, mas obrigado por ser tão generosa. Acho que já falamos o que tínhamos para falar. Vá fazer suas tarefas Felipe, Lorena falou encerrando a conversa.

Nos dias seguintes ficou um clima estranho em casa, com Paula um pouco quieta talvez chateada por eu ter feito Lorena pensar no assunto de suas dúvidas que a levaram dizer a Paula que tinha medo de gostar. Minha mãe Lorena, parecia desconfortável por ter dito o que disse a Paula e talvez por saber que estava livre para fazer amor comigo se quisesse e eu muito triste por ter colocado as duas nessa situação.

Com as semanas passando, tudo voltou ao normal, mas eu não consegui esquecer que Lorena estava livre para fazer amor comigo, só que ela parecia pisar em ovos. Talvez querendo, mas com receio do resultado. Ela até parou de ficar só de lingerie em minha frente para não dar a ideia de que queria algo comigo.

Percebendo que ela nunca se resolveria por conta própria, talvez para não magoar Paula sendo ela a se decidir fazer amor comigo, decidi tomar a iniciativa, mas sem a forçar a nada, o que me faria muito mal se ela se assustasse.

Uma tarde, sozinhos em casa, quando nos cruzamos no corredor de nossos quarto, eu a parei a segurando suavemente pelos pulsos e com delicadeza fui a encostando na parede. Minha mãe Lorena olhava para mim surpresa e receosa e mesmo eu fazendo tudo em câmera lenta para que ela pudesse me impedir ou pedisse para parar, não reagiu.

Eu olhava em seus olhos cheio de amor e desejo por ela e devagar fui chegando até que meu corpo grande espremeu o seu na parede e certamente ela sentiu meu pau duro em sua barriga por ser bem menor do que eu.

Como ela não reagia e não parecia assustada, inclinei minha cabeça e fui de novo em câmera lenta com meus lábios na direção dos seus dando toda a chance do mundo para ela me parar, mas não reagindo nossos lábios se tocaram e uma sensação maravilhosa correu por meu corpo como se fosse uma corrente elétrica que veio do seu, minha linda e deliciosa mãe.

Nunca tinha beijado e precisei fazer muitas pesquisas na internet, mas após nossos lábios se tocarem o instinto assumiu e eu beijava seus lábios adocicados bem levemente para não a assustar.

Sempre soube que se tivesse uma chance com ela, deveria ser tudo com calma e suavemente com movimentos delicados para que ela não se assustasse e se lembrasse de seu pai abusador.

Depois de uns 2 minutos nesse beijo labial tirei as mãos apoiadas nas paredes e levei a seu corpo descendo pelas duas laterais sentindo suas curvas da cintura irem se afundando e depois as dos quadris se alargando. Não acreditava que minha mãe Lorena retribuía meu beijo e aceitava meus carinhos gentis e ficou ainda mais inacreditável quando ela levou os braços em torno meu pescoço e abrindo os lábios enfiou a língua entre os meus.

Mostrando com sua língua como beijar fui aprendendo até que dançasse com a sua em nossas bocas. Era tudo tão lento que eu podia sentir todas as sensações deliciosas daquele ato de amor inigualável.

A sentindo gemer em minha boca por toda a atenção que eu dava a ela com o beijo, os carinhos em seu corpo e meu pau pulsando em sua barriga, fui cuidadosamente ousado quando afastei um pouco o peito que espremia seus seios firmes e bem devagar minha mão chegou até a base de um deles e começou o escalar devagar para que ela pudesse recusar se não quisesse.

Em minha cabeça esperava que ela interrompesse a qualquer momento e dissesse que por aquele dia bastava, mas com minha palma da mão subindo por seu seio seus gemidos abafados só aumentavam e quando o envolvi e o apalpei, seu corpo começou a tremer. Não só o dela, pois o meu também tremia com o momento mais empolgante e excitante de minha vida acontecendo com minha linda mão biológica.

De repente ela parou de beijar, soltou meu pescoço e me empurrou para trás me fazendo pensar que estava tudo acabado. No entanto pegou minha mão e começou a me puxar.

– Vamos para seu quarto Felipe.

Quase não consegui caminhar com minhas pernas bambas não acreditando na reação de minha mãe Lorena. Ainda abobado chegamos ao lado de minha cama de solteiro e fiquei sem reação por alguns segundos.

– Se você realmente me quer, tome a atitude pois por respeito a Paula, não vai partir de mim.

Fui até ela e sem falar nada, só olhando para seu rosto lindo, comecei a puxar a barra da blusinha de alças que usava e ao sair pela cabeça seus seios perfeitamente moldados e firmes apareceram pois não usava sutiã como senti pouco antes.

Eu já os tinha visto algumas vezes, mas só os cobiçando e admirando de longe, mas naquele momento a ideia de poder fazer o que eu quisesse com eles era eletrizante e entre tirar logo seu short e sua calcinha, escolhi levar as mãos a eles os segurando por baixo.

– Ahhnnnnn Felipe, que mão grande e quente.

Mesmo sendo maior do que Lorena a mão feminina de Paula não se comparava ao tamanho da minha e era essa a sensação diferente que minha mãe sentia com minhas palmas os envolvendo.

– Eles são divinos mãe. Lindos, firmes, macios e deliciosos, falei correndo as mãos acariciando todo o volume e sentindo seus mamilos eretos se esfregarem por baixo.

– Ahhnnnnn. Estou tão excitada Felipe. Vamos logo ao principal e depois você brinca com eles.

Quase sem controle no corpo por seu pedido, só balancei a cabeça concordando e tirando as mãos dos seios fui até o elástico do short e também da calcinha e fui os abaixando juntos, precisando me ajoelhar a sua frente.

Quando já estavam no meio de sua coxa, sua buceta foi revelada, ou melhor bucetinha, pois como tudo nela era delicada e pequena. Fazendo uma varredura instantânea em minha mente das imagens que tinha visto na internet, não me lembrei de nenhuma que fosse mais lindinha e delicada, na verdade nem parecia de uma mulher adulta com só um risquinho e depilada completando aquela visão inesquecível.

Até parei de puxar o short e a calcinha pelas pernas vidrado naquela belezinha com um risquinho quase invisível acima dela na horizontal por onde um dia saí na cesárea.

– Nós preferimos assim depilada, falou se justificando me fazendo saber que Paula também era toda depilada.

– Linda demais mãe. Nunca vi nenhuma tão bonitinha e delicada na internet.

– Ela realmente é pequena. Vamos Felipe, por favor.

A vendo tão ou mais ansiosa do que eu puxei de uma vez arrancando por seus pés seu short e sua calcinha a deixando maravilhosamente nua. Me levantando cheguei à conclusão que não foi só sua bucetinha que nunca tinha visto mais bonitinha, mas seu corpo todo nu era incomparável. Lindo. Sinuoso. Delicioso.

Preocupado de a assustar com o corpo masculino se eu me desnudasse, tentei falar gentil, mas saiu de um jeito que não previ.

– Mãe, você tira minha roupa.

Saiu muito imperativo como se eu estivesse ordenando e não como se fosse apenas um modo de diminuir seu impacto. No entanto a vi ter um tremor e fiquei preocupado que as lembranças de seus abusos tivessem voltado, mas ela já começou a tirar minha camiseta.

– Me perdoe mãe. Fui desrespeitoso.

– Não foi não Felipe. Você mandando fica bem mais fácil para mim, porque com sua mãe Paula também é ela quem toma as atitudes. Por isso falei para você tomar a atitude se me queria.

Nunca foi o tipo de vídeo erótico que me interessou, mas na busca por outros as vezes aparecia algum de dominador e submissa e assistia alguma coisa e sem ser nenhum especialista me dei conta que minha mãe Lorena era pelo menos levemente submissa a minha mãe Paula no sexo e até um pouco fora dele, pois como posso dizer, Paula era o “homem” da casa tomando muitas das decisões mesmo que conversasse com Lorena.

Sempre pareceu ser uma relação natural e não imposta por Paula sempre a frente nas situações como era no hospital tendo sido promovida e Lorena foi sempre mais na sua, agradavelmente dócil e delicada concordando com Paula.

Minha mãe Lorena continuou me despindo e tirou minha calça deixando meu pau estampado na cueca preso de lado ou teria saído pelo elástico. Quando começou a tirar a cueca pensei que ficaria assustada, mas eu tinha esquecido de um detalhe importante que era ela ser enfermeira. Na verdade, ela o encarou curiosa, enquanto abaixava minha cueca até os joelhos me deixando tira-la pelos pés só com o movimento das pernas.

– Ele é bem maior do que todos que já vi no hospital, falou sem nenhum sentimento de medo.

– Você vê muitos no hospital? Eretos?

– Muitas vezes temos que trocar um paciente na UTI pela manhã e por estarem acordando tem a reação que todo homem tem pela manhã.

– Você os toca?

– O mínimo possível só para empurrar para dentro da calça. Sempre com a luva.

– Pensei que você tivesse medo de um pênis por quase ter sido estuprada por seu pai.

– Tenho, mas não é meu pior medo pois é só um apêndice no corpo do homem. O que mais tenho pavor é de um homem abusivo, agressivo e intimidador.

– Não sou nada disso mãe.

– Não, você não é com certeza, mas ele é bem grande e me deixa um pouco assustada.

– Pegue nele um pouco antes de irmos para a cama. Com as duas mãos.

Me obedecendo sem hesitar, mamãe Lorena o envolveu com as duas mãozinhas lado a lado, a de baixo grudada na base e ainda sobrava mais a largura de outra mão, mas suas mãos são delicadas e pequenas. Gememos juntos ao mesmo tempo.

– Ohhhhhhhh.

– Uhhhhhhhh.

– Gosta dele mãe?

– Ahhnnnn. Gosto porque é seu, do meu filho a quem mais amo no mundo, falou o comprimindo.

– Vamos para a cama resolver isso de vez mãe, pois depois quero conhecer esse lindo corpo inteirinho.

Lorena largou de meu pau e subiu na cama se deitando em um papai e mamãe me fazendo imaginar como ela fazia amor com Paula. Adoraria vê-las se amando, mas aí já era demais entrando na intimidade delas.

Ajoelhado entre suas pernas olhava para sua bucetinha com o risquinho levemente aberto mostrando o rosa interior e ela olhava para meu pau pulsando ferozmente, com certeza os dois pensando a mesma coisa – Vai caber?

Fui me inclinado, mas ainda ajoelhado como vi em centenas de vídeos e quando a cabeça tocou seus lábios laterais, eles foram se abrindo tomando a forma redonda de minha glande. Dentro estava toda melada, mas de tão pequena nem dava para ver seu buraquinho e foi pincelando para cima e para baixo que senti o declive e o deixei parado esperando meu corpo se inclinar para frente e o ir colocando para dentro. Antes tive de longe a maior surpresa de minha vida até hoje.

– Por favor, vá devagar filho. Além dele ser grande e grosso sou virgem e ainda tenho o hímen.

Tudo parou em minha volta como se o tempo estivesse congelado. Minha mãe aos 38 anos era ainda virgem e tinha o hímen. Claro que sabia que ela nunca esteve com um homem e até que fez inseminação artificial, mas achei que na própria inseminação o hímen fosse rompido e se não tivesse sido, ela teria usado brinquedinhos com Paula.

Naquele momento parecendo congelado tive sentimentos opostos. Tesão por estar prestes a tirar a virgindade de minha própria mãe biológica e um sentimento de fazer algo totalmente errado descobrindo que ela tinha mantido seu hímen por toda a vida.

– Vai filho, escutei sua voz ansiosa me tirando daquela bolha do tempo.

– Tem certeza mãe? Se você conservou sua virgindade até hoje deve ser muito importante para você.

– Na verdade não é não. Só tenho o hímen pois sua mãe Paula não gosta de usar nada que lembre os homens. Um dedo ela até já colocou, mas meu hímen é complacente e difícil de romper. Não vai ser o caso dele resistir hoje com esse pênis enorme.

Coloquei pressão e seu corpo se retesou esperando a dor, mas ainda sem força suficiente nem para abrir a porta de seu canalzinho. Apesar de toda ânsia dela e minha tinha que aproveitar mais aquele momento único em minha vida de muitas formas.

– Sei que tem muita gente no mundo, mas não acho que já teve outro homem que teve o privilégio de perder a virgindade tirando a virgindade da própria mãe biológica. Se houve mais algum sortudo como eu, nenhuma de suas mães era linda como a minha, por isso preciso curtir esse momento mãe.

– Do mesmo modo sou privilegiada perdendo a virgindade com meu lindo e amado filho virgem sendo a primeira dele, ou não sou?

– Absolutamente primeira em tudo mãe e não queria que fosse outra.

– Então vamos aproveitar esse privilegio filho. Come a mamãe com esse pau grandão, mas devagar.

Decidido e com o pau já não podendo escapar, segurei em suas coxas torneadas e coloquei potência até que senti seu canalzinho começando a se abrir.

– Eu te amo mais do que tudo em minha vida mãe. Você e a Paula. Ohhhhhh, falei escorregando milímetro por milímetro em sua bucetinha encharcada.

– Auuuhhhhhhhhhhhhhhhh. Também te amo mais do que tudo filho. Como sua mãe Paula que também ama você acima de todos. Uhmmmm.

Aproveitava a visão daquela primeira penetração na bucetinha de mamãe porque logo me deitaria sobre ela e perderia seus labiozinhos extremamente esticados em torno de minha circunferência. Fora isso, parecia que sentia a paredes de seu canal se desgrudando para abrir caminho para o invasor.

Não demorou e cheguei a seu inacreditável hímen e o forçando um pouco percebi que era mesmo resistente e quando o rompesse deveria doer muito. Fiquei parado dando um tempo que ela se acostumasse, mas Lorena não queria esperar.

– Você não queria a bucetinha de sua mãe lésbica seu safado, então porque está parado? Me arromba com esse pauzão, falou transtornada de tesão.

Nunca imaginei que a doce e delicada Lorena falasse aquele tipo de palavras, mas estava sendo muito ingênuo, já que ela tinha 38 anos. Seu pedido me deixou muito tarado, como jamais estive e coloquei muita pressão sentindo minha glande se afundando, mas nada rompendo.

Sem conseguir o romper, me inclinei e apoiando com os braços esticados também coloquei o peso de meu corpo olhando para o rosto retorcido de dor de minha mãe. De repente sinto um ploc de algo se rompendo e como eu estava colocando muita pressão e o peso de meu corpo, meu pau avançou pelo menos metade dentro de sua bucetinha apertada indo rasgando seu canal.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, mamãe deu um grito pavoroso de dor.

Fiquei inerte preocupado por ter feito a maior besteira de minha vida invadindo a bucetinha de mamãe daquela forma violenta, com seus traumas por ter sido abusada por seu pai. Nunca soube os detalhes, mas sabia que ele não tinha a penetrado e acabara de confirmar esse detalhe, mas os demais abusos nunca teria a coragem de perguntar e ela.

Quando me dei conta da besteira que tinha feito, comecei a puxar para fora devagarinho para não a machucar ainda mais, mas não tinha tirado nenhum 1 centímetro quando sinto suas mãos quentes em meu bumbum me segurando.

– Não filho, não tire. Ohhhhhhhuuuuuu.

Deveria estar doendo muito pois meu pau parecia estar com a grossura de um lápis de tão espremido que estava e também doía. Eu sentia um calor novo e ainda mais quente em torno de meu pau e concluí que fosse sangue.

– Me desculpe mãe se te machuquei. Precisei fazer muita força e quando arrebentou entrou de uma vez. Deve estar saindo sangue.

– Uhmmmmmmm. Deve sim porque estou sentindo, mas estou muito, muito tarada porque isso não é sexo com um homem, mas com o maior amor de minha vida, meu filho, que por acaso é homem. E que homem está mostrando ser com esse pau enorme rompendo minha pequena bucetinha, falou toda entrecortada por gemidos, mas sorrindo no final.

– Mãe, eu deveria ter te perguntado antes, mas com toda a emoção que senti só me dei conta agora. Você está protegida?

Ela me olhou com uma safadeza envergonhada, pois revelava suas intenções.

– Desde aquele dia na conversa com sua mãe Paula, fui a ginecologista e comecei a tomar pílula. Não é cem por cento efetiva no primeiro mês, mas acabei de sair da menstruação e estou segura.

Não brinquei com o fato dela já ter a intenção desde aquele dia e o que fiz foi começar a enfiar novamente milímetro por milímetro.

– Posso continuar?

– Pode. Já me acostumei, mas estou sendo tão preenchida que parece que vou explodir de dentro para fora. Ahhhhhiiiiiiii.

Conforme avançava abrindo seu canal a força, conversava com ela tentando a distrair.

– Ahhhhh mãe, espero que você goste de fazer amor comigo pois estou adorando e vou querer continuar se você quiser. Mais que o sexo delicioso, estar unido a você, ter nossas peles se tocando e a deixando feliz, se você estiver, nos deixa ainda mais próximos.

– Também estou adorando essa conexão de nossos corpos filhos e tudo mais que você falou. É algo muito mais intrusivo do que com sua mãe Paula, mas por ser você estou amando essa intrusão em meu corpo. Ohhhhhhuuu.

– Então você gosta de ser mandada fazer as coisas no sexo, perguntei a distraindo enquanto a invadia lentamente com quase dois terços de meu pau em sua bucetinha, que antes parecia que não iria aguentar nem a glande.

– Ahhhnnnn. Simmmmm. Não sou submissa se você já viu isso em vídeo, mas como sou toda cheia de vergonha, gosto que ela tome a iniciativa para facilitar para mim e que crie algumas situações bem quentes, para a excitação crescer e o orgasmo ser maior.

– Então vou poder mandar você fazer coisas safadas se continuarmos fazendo amor?

– Ahhhhnnnn. Seu safado, você está me excitando com essa conversa só para que eu não sinta dor, mas é impossível não sentir já que você está arrombando a bucetinha virgem da mamãe. Que deliciaaaaa você também ser virgem.

– Vou poder ser bem safado com você ou não?

– Pooooode simmmmm. Auuuuuhhhh, senti que chegou ao fundo. Foi tudo?

– Deve faltar um centímetro, mas está maravilhoso.

– Coloca tudo. Quero você inteiro dentro de mim, falou ensandecida.

Coloquei mais pressão, dei um jogo em meu quadril e o pouco que faltava entrou, mas me sentia espremendo algo lá no fundo. Seu corpo começou a tremer incontrolavelmente.

– Estou gozaaaaaaaando filho.

Seu corpo tremia como um terremoto sob o meu e com medo de a machucar nem mexia meu pau, mas ele pulsava forte contra suas compressões poderosas. Só não gozei antes por todo o cuidado que tive que ter em sua primeira penetração não a querendo traumatizar pôr a amar e porque eu certamente iria querer mais.

Suas unhas curtas de enfermeira arranhavam minha pele me fazendo feliz por saber que ficaria com as marcas da primeira vez com minha mãe tirando sua virgindade e perdendo a minha.

Para alguém que estava acostumada a ter orgasmos sem a penetração, aquela sua primeira penetração lhe rendia um orgasmo gigantesco, mesmo sem precisar que eu me movimentasse dentro dela.

Não tinha nenhuma experiencia do tempo que uma mulher goza, mas tinha a certeza que o seu não parecia normal. Quando pensei que poderia estar terminando, ela abriu os olhos e me provocou de uma forma inesperada.

– Você queria me provar que não sou só lésbica, então me mostre para que serve um pau grande como o seu e não se contenha. Se doer eu falo.

Porque minha mãe biológica, tão linda e gostosa e com aquela bucetinha apertada e deliciosa foi me provocar daquele jeito?

Por instinto animal puxei para fora tudo o que consegui naquela posição e o enfiei devagar com medo de a machucar. Minha mãe ainda gozava e estava irreconhecível.

– Com essa calma você parece sua mãe Paula fazendo amor e do jeito que ela faz, ninguém me excitará mais do que ela.

Era evidente que ela queria a experiencia completa com um homem já que estava descobrindo ou não se era só lésbica ou bissexual. Só pode ter vindo lá de meu subconsciente pornográfico o que fiz a seguir, pois sinceramente não pensei.

Comecei a estocar com cada vez mais intensidade vendo seus olhos perderem o foco pelo prazer que sentia e então a provoquei apenas como reação a sua provocação que eu estava sendo frouxo.

– Você não só vai gostar como vai pedir por meu pau grande em sua bucetinha mamãe. Nunca mais vai conseguir ficar sem ele.

Plá. Plá. Plá. Plá. Meu púbis se chocava com força em seu monte de vênus gerando aquele ruido de tapas ardidos.

– Ahhhhhhuuuunnnn. Meu gozoficou mais ..... forteeeeeee.

Eu esperava que ficasse ainda mais forte quando jorrasse minha semente fértil em seu útero, fazendo que nada mais fosse igual àquela nossa primeira vez juntos.

Mais uns 3 minutos eu soquei em sua bucetinha fazendo minha cama frágil ranger, mas lá no fundo sabia que por ser minha mãe, não estava dando tudo o que eu poderia dar.

Foi então que senti um calor tomando meu corpo e parecendo uma tromba d’água meu esperma explodiu em seu útero.

– Estou gozaaaaaaando mãeeeeee.

– Ohhhummmmmmmmmmmmm, gemeu mais forte sendo nítido que seu orgasmo também ficou maior.

Jatos e jatos poderosos de minha porra inundavam seu útero que um dia me gerou, sem nunca ter recebido uma carga de esperma como aquela dentro dele. Seu corpo sob o meu se torcia e tremia até que o senti sem reação e felizmente meu gozo tinha terminado e consegui a chamar.

– Mãe. Mãe. Mãe.

Ela não respondia e fiquei muito preocupado, mas em alguma das fuçadas que dei na internet li que algumas mulheres perdiam brevemente os sentidos quando tinham orgasmos muito intensos, então saí de usa bucetinha a vendo ensanguentada e me deitei ao lado dela esperando que acordasse, mas de mãos dadas com ela.

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Comentários

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Excelente. Parabéns. Muito bom mesmo!

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