- Capítulo 10 – Final
- Louco? Não estou entendendo. Respondi para Renato.
- Sim! Como se atreve a me pedir para ser seu sendo que eu já sou? Respondeu ele vindo em minha direção e me agarrando.
Por um momento pensei que eu havia estragado tudo, mas não, Renato me amava e eu também o amava. Abraçamos-nos muito forte e depois de um longo beijo ele me disse:
- Já ficamos muito tempo de namorinho. Agora vamos tornar isso oficial.
O oficial para Renato foi convocar toda a família e fazer um grande jantar anunciando para todos que estávamos juntos e que a partir dali era para que a família me considerasse seu companheiro.
Após aquele jantar finalmente chegou o grande momento que eu esperava afinal Renato avisou que quanto mais ele esperasse, mais selvagem ele ficaria e realmente foi assim...
Todos foram embora do jantar, ali, sozinhos na sala, Renato me pegou no colo e subiu comigo pelas escadas, no quarto me colocou na cama e enquanto me beijava ia tocando meu corpo com suas mãos e acariciando com seus dedos longos. Ele tirou minha blusa e passou a beijar meus peitos, sugando-os e passando sua língua nos bicos do meu peito, eu sentia um imenso prazer e arqueava minhas costas a cada lambida dele. Quando tirou sua blusa eu também fiz o mesmo nele, beijando seus peitos e acariciando seu tórax definido de academia. Renato não perdeu tempo e tirou minha calça e cueca de uma só vez enquanto manteve sua calça no corpo, eu acho que ele sabia que eu estava curioso para descobrir o que ele escondia ali, e eu realmente estava. Ali na cama ele sobre mim beijava todo meu corpo e brincava com sua língua em cada pedacinho da minha cabeça até meus pés fazendo-me contorcer de tesão.
Ele começou a chupar meu pau que estava duríssimo naquele momento, eu abria cada vez mais minhas pernas para ele. Enquanto chupava meu pau, Renato molhou um de seus dedos e começava a pincelar a entrada do meu cuzinho. Eu agarrava os lençóis da cama de tanto prazer. Sentir aquele dedo longo tentando me invadir enquanto Renato sugava meu pau era enlouquecedor.
Ele sabia como me fazer delirar de prazer e estava usando tudo o que podia para alcançar seu objetivo. Renato começou a chupar meu saco e desceu para meu cuzinho. Erguendo minhas pernas com uma só mão e deixando minha bunda para cima Renato socou sua língua com vontade dentro do meu cu, ele rodopiava sua língua dentro dele e eu podia sentir os pelos de sua barba que embora estivessem bem pequenos era o suficiente para roçar na minha bunda e causar um arrepio muito sensual em todo meu corpo.
Enquanto devorava meu cu com sua língua, Renato dava com sua outra mão alguns tapas em minha bunda me fazendo gemer mais ainda do que eu já estava gemendo com ele me penetrando com sua língua. Abaixando-me novamente na cama, Renato volta a chupar meu pau e eu a me contorcer ainda mais. Subindo pelo meu corpo Renato me beija e deita ao meu lado e eu aproveitando disso pulo em cima dele e começo a lamber seu corpo, cheiro suas axilas e mais uma vez vejo o quanto aquele homem era cheiroso. Vou dando mordiscadas em seus mamilos e intercalando com beijos em sua boca. Embaixo de mim, sinto o grande volume em sua calça, vou descendo e quando vou abrir Renato me interrompe:
- Você está preparado pra isso?
- Sim. Respondo confiante.
Abro o botão, desço o zíper e enquanto Renato dá uma leve arqueada com seu corpo eu puxo sua calça removendo-a. Eu me espantei com o que vi, na cueca branca que havia debaixo da calça, lá estava o objeto da minha curiosidade, uma tora grossa pulsando de tesão por mim. Levei minha boca até a cueca e esfreguei meu rosto nela. Renato gemeu. Seu pau era tão grande e grosso que na gemida de Renato, seu pau pulsou tão forte que a cabeça do pau venceu o elástico da cueca e saiu. Aproximei minha boca e com a ponta da minha língua comecei a rodear a cabeça do pau dele.
Renato gemia muito gostoso a cada lambida que eu dava. Desci sua cueca e aquele mastro de 23cm grosso e veiudo agora estavam ali só para mim. Comecei a chupar o pau de Renato, inicialmente quase nem entrava na minha boca, mas Renato foi forçando minha cabeça com suas mãos e quando vi toda minha baba naquele pau o fez descer pela minha garganta.
Eu sentia que meu pescoço ia explodir a cada ida e vinda daquele caralho entrando na minha boca. O pau de Renato era muito grosso e grande. Era quase uma terceira perna.
Eu havia sentido seu volume em outras ocasiões e aquela vez que escorreguei em cima dele na casa da piscina senti a cabeça de seu pau entrando em mim, mas não tinha noção do pau que eu teria que enfrentar toda vez agora que estávamos juntos.
Enquanto mamava seu pau ia acariciando seu corpo com minhas mãos. Renato sai da cama e me coloca deitado com a cabeça para fora da cama, enfia seu pau em minha boca e começa a fuder minha boca entrando e saindo com aquela tora. Ele coloca sua mão em cima do meu pomo de adão e posso sentir seu pau fazendo meu pomo de adão se movimentar juntamente com as estocada da rola de Renato. Lágrimas escorriam dos meus olhos e cada vez que eu estava prestes a perder o fôlego e ou vomitar, Renato tirava todo seu pau e enfiava novamente antes que eu pudesse fazer algo.
Eu estava com o pau babando muito de tanta excitação, os pelos do meu corpo estavam todos arrepiados e meu cuzinho se contraía de desejo. Renato sobe na cama e começa a me chupar enquanto eu ainda o chupava. Um 69 maravilhoso comigo engolindo aquela tora gigante e grossa enquanto Renato ia me mamando.
Ficamos ali nos chupando por um longo tempo, até que não aguentando gozei e Renato não demorando muito também gozou. Ambos engolimos o leite um do outro. Nos abraçamos na cama e nos beijamos sentindo nossos espermas.
- Fica de quatro pra mim. Disse Renato saindo da cama.
Fiquei de quatro com o cuzinho apontado na direção de Renato. Ele foi até a mesinha de cabeceira e pegou um pote de lubrificante. Seu pau ainda duro como se não houvesse gozado.
- Seja generoso. Disse rindo para ele.
- Serei generoso e amoroso. Respondeu ele enquanto abria o pote e lambuzava minha bunda com o gel.
Senti a cabeça do seu pau cutucar meu cu. Renato forçou minhas costas para baixo com suas mãos empinando mais minha bunda para o alto, eu sentia aquele cabeção forçando minhas pregas cederem até que num ploc eu senti uma dor muito aguda parecendo que minha alma iria sair do corpo, mas era apenas a cabeça do seu pau entrando em mim.
Fui sentindo cada centímetro daquela tora entrando em mim. Renato não mentira, ele estava sendo amoroso escorregando aquele pau enorme dentro de mim com toda lentidão e cautela. Aquilo me fazia tremer de tanto tesão ao mesmo tempo em que parecia que eu estava sendo empalado. Eu me sentia um pedaço de carne sendo colocado num espeto. Seu pau era tão grosso que eu sentia suas veias pulsando contra as paredes do meu reto e abrindo espaço me arrombando. Renato parou de deslizar seu pau e senti os pentelhos de seu saco encostarem em minha bunda.
- Eu quero você pedindo para que eu te foda. Disse Renato com a voz mais sexy do mundo.
- ME FODE E ME FAZ SEU! Gritei.
Renato tirou e numa só enfiada socou todo seu pau novamente em mim. Eu vi estrelas e gemi alto. Renato começou a me foder com vontade. Tirava todo seu pau e socava novamente várias e várias vezes. Cada prega minha ia se arrebentando nessa brincadeira dele.
Ele estocava com uma força muito grande e estava me deixando cada vez mais arrombado. Meu cu ia tomando o formato de sua rola e se abrindo cada vez mais. Eu ia pressionando meu rabo contra seu pau fazendo meu cu “morder” sua rola e ele gemia junto comigo.
Houve um momento que ele enfiou tão fundo que acho que ele arrebentou a última prega que faltava. Eu gemia e gritava de tesão.
O peso do seu corpo me forçando contra a cama e ele ali em cima de mim puxando-me contra ele. Renato se joga mais sobre mim e enquanto me fode, coloca uma de suas mãos no meu pau e começa a bater uma punheta para mim. Enquanto fazia isso ele mordia minhas costas e ia passeando com sua língua por ela também. Entre uma mordida e outra, ele batia em minha bunda e gritava:
- Eu disse que quanto mais demorasse pior ficaria, pois eu iria te destruir na cama, agora aguenta tudinho seu puto safado.
- Me fode, vai enfia mais, me arromba com esse pauzão, meu macho gostoso. Respondia para ele.
Renato dá uma virada no próprio corpo sem tirar seu pau dentro de mim e quando fui erguer minha cabeça para ver o que ele faria, senti seu pé direto na minha cara forçando ela a ficar colada no colchão. Renato estava-me fodendo enquanto prendia meu rosto com seu pé. Eu segurei seu pé e ali eu sabia que era meu lugar, sendo subjulgado por aquele macho. O macho que me tratava com todo amor e gentileza, mas que ali, naquela cama, sabia que eu queria sofrer e gemer de tesão.
Ele enfiava cada vez mais sua rola dentro de mim. Meu pau estava babando muito e pulsando sem parar. Eu sentia uma dor enorme vindo das minhas bolas até começar a me contrair o corpo e jorrar leite. Eu estava gozando sem nem precisar me masturbar, o pau do Renato ia direto de encontro com minha próstata massageando-a e me fazendo gozar involuntariamente. Vendo que eu havia gozado, Renato acelerou suas estocadas e depois de mais uns quinze minutos enquanto ele urrava eu sentia seus jatos de porra inundar meu cu. Era tanto leite que conforme ele ia estocando o leite começou a sair do meu cu.
Achei que havia acabado ali, mas eu estava enganado. Renato era viril, muito viril. Mesmo tendo entupido meu cu de leite, seu pau estava mais inchado e duro do que nunca. Renato me vira de frango na cama e começa a socar mais ainda em meu cu. Eu delirava de prazer enquanto Renato me amparava com seus braços e beijava-me. A cabeceira da cama chocava-se com a parede fazendo barulho assim como as coxas de Renato chocava-se com minhas nádegas.
Ele me comia com tanta vontade que parecia que queria entrar todo dentro de mim. Sua rola entrava tão profundo que eu sentia meu estômago ser cutucado por aquele caralhão. Entre um momento e outro de suas estocadas, Renato tirava todo seu pau de dentro de mim, erguia minhas pernas mais ainda e levava bem minha bunda perto dele, analisava como seu pau havia destruído todo meu cu, dava alguns tapas direto no meu cu e depois abaixando-me novamente ele voltava a enfiar tudo dentro de mim novamente.
Em mais um momento ficando ofegante, Renato soca mais forte e jorra mais leite dentro de mim, era tanta porra que por alguns segundos cheguei a pensar que Renato estava mijando. Puxando-me contra ele e me tirando da cama, meu cu não aguentou e deixou descer por minhas pernas toda a porra de Renato. Pegou-me no colo erguendo-me e com minhas pernas em seus ombros, eu estava virado de frente para ele, Renato colocou meu pau na sua boca, eu pensando que ia cair ergui minhas mãos e consegui tocar no teto. Ali com as mãos no teto garantindo minha estabilidade, Renato chupava meu pau como se fosse um bezerro novo sedento por leite. Não aguentei muito e gozei dentro da boca de Renato. Descendo-me enquanto ia beijando meu corpo, Renato finalmente encontrou meus lábios. Beijávamos-nos muito, passeávamos com nossas línguas na orelha um do outro, ele puxava meu cabelo forçando minha cabeça para trás enquanto mordia meu pescoço como se fosse um vampiro.
Comecei a sentir o pau de Renato ganhando vida novamente, abaixei-me e ali de joelhos no chão comecei a chupar seu pau novamente, ele me forçava contra sua rola me fazendo engasgar e sem demorar muito senti jatos quentes descendo por minha garganta. Renato gozou na minha boca e me puxando para ele nos beijamos mais ainda, agora sentindo cada um o gosto da porra do outro na boca.
Deitamos-nos e ficamos ali na cama nos acariciando por um tempo, subi em Renato e ia beijando seu corpo, logo senti novamente seu pau cutucando minha bunda. Ergui-me e com minha mão indo para trás encaixei sua rola em meu cu. Renato puxou suas pernas e me erguendo mais foi bombando com sua rola no meu cu me forçando a cavalgar em seu pau. Ele segurou minhas mãos para me dar suporte e ali eu comecei a cavalgar sem parar usando suas mãos de apoio eu subia e descia em seu pau com meu cu, o estralado da minha bunda contra suas coxas e saco, meu pau babando duro batendo na barriga de Renato... Aquilo tudo era demais, Renato prometeu e estava entregando o melhor sexo que eu já havia feito em toda minha vida.
Eu estava com meu cu ardendo, mas o prazer que sentia era demais e eu não podia parar. Queria mais, cada vez mais. Renato parecia uma máquina de sexo, seu pau ficava duro muito rápido e jorrava muito leite todas as vezes que gozava. Sua recuperação entre uma gozada e a outra era muito rápida e com isso eu estava ali quase desfalecendo em cima daquele pau. Por um momento enquanto cavalgava, vi tudo preto e por uns segundos quase desmaiei. Foi apenas minha pressão dando uma leve queda, mas não queria decepcionar Renato, além de que o prazer que eu estava sentindo não poderia ser interrompido, eu iria até o fim, nem que para isso eu morresse em cima daquele pau naquela noite.
Renato ia socando cada vez mais forte e mais rápido dentro de mim, suas estocadas eram ritmadas e certeiras. Ele sabia como enfiar todo aquele pau sem machucar e acertando diretamente minha próstata o que me fazia contorcer de tesão e novamente gozar sem me tocar, minha porra jorrou por sua barriga. Renato soltou uma de minhas mãos e com sua mão livre foi e passou-a em minha porra, com seus dedos melecados da minha porra, Renato passou em seus lábios e depois nos meus, soltou a outra mão e com um tranco de suas coxas me jogou pra frente me fazendo ir de boca nele e beijá-lo. Seu pau ainda duro dentro de mim e meu cu apertando seu pau o fizeram agora jorrar mais leite dentro de mim. Desabei fraco em seus braços. Renato me abraçou.
- Eu te amo. Disse ele.
- Eu também te amo. Respondi.
Dormimos ali, agarrados um no outro. De manhã acordei com a rola dura de Renato cutucando meu cu. Estávamos abraçados de conchinha. Estiquei meu braço sem fazer movimentos bruscos para não o despertar. Peguei o pote de lubrificante e espremi, passei na minha bunda e rebolando devagar fiz o pau dele deslizar para dentro de mim. Gemi. Eu não poderia mais viver sem aquele pau me fodendo. O pau dele pulsou.
- Safadinho. Disse ele despertando e me abraçando mais forte.
Renato começou a mover sua cintura e a me foder ali de conchinha. Meu pau duro babava, Renato levou uma de suas mãos até meu pau e me masturbava. Eu virava minha cabeça e ia beijando-o. Ele socava por vários minutos muito forte e depois ia diminuindo e quando eu pensava que ele iria parar ele voltava a socar mais forte ainda que antes. Meu cu contraia cada vez mais e apertava a rola dele fazendo-o gozar novamente dentro de mim e com sua mão acelerando Renato me fez gozar. Gozei tão longe que minha porra chegou a voar na mesa de cabeceira.
Anos se passaram. Renato se formou como advogado e abriu sua própria advocacia. Eu me formei como engenheiro de software e também abri minha própria empresa. Todos esses anos foram de muito amor. Obviamente que eventualmente ele fazia algumas birras e eu também fazia as minhas. Nenhum casal vive em perfeita harmonia, mas a promessa que fizemos era a de que independente das brigas, não poderíamos jamais dormir brigados. E com isso, às vezes, tanto ele quanto eu criávamos alguma discussão só pra resolver o problema na cama, com muito sexo.
Numa de nossas viagens pela Europa, paramos num café de Portugal para comprarmos alguns quitutes para comermos enquanto uma garçonete nos servia, olhei para o lado e lá estava ela, minha mãe trabalhando como garçonete. Renato a viu também, pois acompanhou a lágrima que escorreu dos meus olhos e seguiu vendo o que havia feito essa lágrima sair. Ele mencionou de sairmos dali. Apenas levantei e fui até o banheiro para lavar o rosto.
Quando sai do banheiro ela me esperava.
- Oi filho. Disse ela
- Oi. Respondi com esperança.
- Não quero te incomodar, então serei direta, imagino que você está ocupado com ele... Eu preciso de dinheiro, você pode me ajudar? Perguntou ela.
- É assim neh? Sempre foi e sempre será assim. Você só me chamou de filho agora para poder me afetar sentimentalmente. Não vai funcionar. Você me abandonou e me chamou de aberração. Disse que não tinha mais filho e cumpriu isso. Foi embora sem nem se preocupar como eu ficaria. Por qual motivo eu te ajudaria agora? Respondi com lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
- Para que eu não vá até aquela mesa e conte que você é uma imoral que transava com seu primo e com meu marido, o seu padrasto... É eu sei que você transava com o Paulo, eu não me importava, aliás, até me ajudava a manter ele fiel ao lar. Assim ele não iria procurar puta pra rua. Mas transar com seu primo já era demais... Então ou você me ajuda ou vou lá e conto pro seu macho a putinha imoral que você é...
- Putinha não! Ele é meu putinho! E que ele transava com o primo e com o padrasto eu já sabia. Ah e quer uma novidade? Ele transou com o pai dele também. E quer saber, eu adorei cada detalhe que ele me contou. Disse Renato entrando no corredor e interrompendo minha mãe.
- Você transou com seu próprio pai? Disse ela horrorizada.
- Sim, várias vezes... Rendeu-me ele comprar nossa antiga casa, que eu vendi e comprei outra que me rende aluguel todos esses anos... Soube fazer negócios melhor que você. Respondi já com coragem.
Renato me abraçou-me e foi me puxando para sair dali. Mas antes de sairmos ele virou-se e disse:
- A senhora disse que ele não tinha mãe, está enganada, ele têm sim. Ela é mãe para mim e para ele. Continue sua vida da maneira que procurou para si e nunca mais volte a chantagear meu companheiro ou vou processá-la e tirar até o que você não tem.
Saímos dali e obviamente precisei de um momento para me recuperar. Não foi um momento longo. No momento em que ela mostrou as garras eu sabia que nada mudara. Então eu estava definitivamente em paz.
No Brasil, enquanto estávamos num churrasco de família, vi notícias na tv de um rapaz que quase matou a ex-esposa por ela ter cobrado pensão, só não a matou, pois os vizinhos escutaram a briga e chamaram a polícia que por sorte chegou a tempo e o prendeu em flagrante. Era meu primo Carlos.
Ali se encerrava um ciclo da minha vida. Todas as pessoas que haviam me feito algo enfim tiveram aquilo que o destino achava que elas mereciam. Nunca torci ou desejei nada para nenhum deles. Paulo sumira no mundo e nunca mais soube nada dele. Minha mãe havia sido abandonada pelo dono do restaurante e agora batalhava em cafeterias para manter-se. Meu primo fora preso por não pagar pensão e quase matar a ex... Meu pai voltou a se distanciar de mim por focar na própria família, mas ao menos havia deixado uma casa que vendi e comprei outra, que com o aluguel dela, eu conseguia ao menos ter uma renda se nada desse certo nos anos iniciais. E eu havia seguido minha vida focado em ser feliz junto com pessoas que me valorizavam e me amavam.
20 anos depois...
Renato havia me prometido um presente de aniversário e esse presente seria único e duraria apenas por uma hora. Seu ciúme ainda era o mesmo de quando nos conhecemos, aliás, havia aumentado. Eu reclamava como sempre, mas adorava.
Paramos o carro num estacionamento. Fomos caminhando por aquela rua afastada dos quarteirões centrais da cidade. Muitas coisas haviam mudado, mas lá estava ele, parecendo que havia parado no tempo. Entramos e a recepção continuava igual, o branquinho com cara de insuportável continuava lá. Os anos foram generosos com ele, seu rosto ainda mantinha os mesmos traços de outrora. Pagamos e entramos. Passando pela cortina a escuridão tomou conta de nossos olhos. Renato segurando minha mão.
- Isso fode meu cu seu velho safado...
Aquela voz eu poderia reconhecer em qualquer parte do mundo. Era Marlla, fomos nos aproximando e quando chegamos perto do banco, estava Marlla que parecia ter sido mumificada e estava também intacta, performando com uma perna no banco e outra no chão enquanto um senhor colocava o pau em seu cu e ela se apoiava com uma mão no banco.
- Marlla? Perguntei sorrindo.
- E ai docinho. Quanto tempo heim? Ainda bem que agarrou esse boy gostoso heim. Veio fazer uma festinha? Perguntou Marlla enquanto virava pro coroa que a comia e berrava:
- Eu não falei pra você parar de meter! Continua socando, eu to só batendo um papo com minha amiga aqui.
- Sim, viemos fazer uma festinha. Respondi rindo e indo sentar num banco com Renato.
Logo que sentamos aproximaram-se dois jovens. Um era alto como Renato e o outro um moreno barbudo. Renato me despiu e também ficou pelado. Enquanto mamava Renato os dois caras sentaram-se um de cada lado de Renato e também foram tirando seus paus para fora. O pau do cara alto era normal, uns 16 cm mas grossinho enquanto o do outro era comprido e fino. Comecei a chupar os dois além de Renato. O moreno barbudo perguntou se podia me comer e Renato muito a contra gosto disse que sim. Empinei meu cu enquanto beijava Renato e o moreno colocou camisinha e começou a colocar seu pau dentro de mim, ele começou a meter e enquanto socava, o cara alto sentou-se no chão e começou a chupar meu pau. Eu beijava Renato e ia falando em seu ouvido o quanto o amava. Minha mão ia masturbando ele e ele gemia. O cara alto revezou com o barbudo e também foi pra me comer enquanto o barbudo me chupava. Eles não chuparam Renato, ele não havia deixado, disse para eles que ele era somente meu.
Renato me colocou de frango no banco e socou todo seu pau dentro de mim. O cara alto e o barbudo colocaram seus paus em minha cara e eu ia chupando uma hora um e depois o outro. Renato me comia e socava sem dó, as estraladas da minha bunda chocando-se com suas coxas ecoavam pelo cinemão pornô. Vários caras fizeram uma rodinha para assistir.
- Só sucesso amigo! Gritou Marlla.
Fiz um sinal com a mão chamando Marlla que correu e foi lá para chupar os boys que estavam ali colocando o pau para eu chupá-los.
Renato urrou e gozou dentro de mim, e eu gozei com ele batendo uma punheta para mim. O cara alto que estava sendo chupado por Marlla gozou na boca dela e o barbudo gozou na minha.
Marlla sentou-se ali ao meu lado e disse:
- Acredita que aquele macho ali que eu queria e ficou me esnobando tentou socar o dedo no meu cu enquanto eu estava dando pro coroa? Eu achei de uma baixaria tão grande que parei, por isso vim te prestigiar. Eu aceito até duas rolas no meu cu, agora uma rola e um dedo ai é demais! Você me conhece, eu tenho princípios. Disse Marlla rindo.
- Sim, eu sei quais são seus princípios. Princípios de baixaria neh? Respondi rindo com Renato.
Despedimos-nos de Marlla e fomos embora do cinemão pornô. Esse foi o presente que Renato havia me prometido, uma hora dentro do cinemão. Confesso que não fui pelo sexo, fui para rever o lugar onde havia entendido que na vida às vezes as pessoas nos usam apenas para sentir prazer e está tudo bem se estamos de acordo com isso. Mas se não estamos devemos seguir em frente e trilhar outro caminho. E foi o que fiz. Embora tenha sido divertido, nenhuma transa jamais iria superar as que Renato me proporcionava, pois Renato não me proporcionava apenas prazer, era amor, amizade e a segurança de saber que ele estava ali comigo, juntos para enfrentarmos o mundo.
Naquele dia saindo do cinema, entendi que Paulo de fato foi meu primeiro amor, pois fora ele quem me mostrou como era quando alguém gostava de você, mesmo do jeito torto dele e com tudo que aconteceu, ele me proporcionou momentos que para mim foram felizes. E no amor é isso que importa, quando alguém te faz feliz em meio ao caos e ao sofrimento. E era isso que ele fazia por mim. Paulo foi meu primeiro amor, mas Renato é o último.
Fim.
**Agradeço imensamente a todos que acompanharam essa série, principalmente a todos que deram estrelas e comentaram.
Esse foi meu primeiro conto e pretendo em breve trazer outros (Vocês querem outros?). Muito obrigado pelo carinho e espero sinceramente ter contribuído com diversão (incluindo muitas gozadas) e fantasias para vocês. Beijos e até a próxima!**