Carnaval no litoral é sempre aquela bagunça, mas eu não imaginei que ia terminar a noite desse jeito. Meu nome é Vanessa, tenho 26 anos e, modéstia à parte, eu estava um perigo naquela noite. Sou loira, estava com o cabelo todo bagunçado de maresia, e tenho aquele corpo que o pessoal chama de "violão": cintura fina e um quadril largo que não deixa ninguém em paz. Eu estava usando um micro biquíni de fita por baixo de um shortinho jeans curto, que marcava tudo e deixava a polpa da minha bunda de fora a cada passo.
Meu marido, o Tiago, é um idiota quando bebe. A gente estava num bloquinho de rua em Ubatuba e ele já tinha virado umas cinco caipirinhas. Fui ao banheiro rapidinho, enfrentando aquela fila enorme, e quando voltei, o sangue subiu para a cabeça. O Tiago estava encostado num poste, se esfregando todo numa piranha qualquer, com a mão na bunda dela, enquanto ela rebolava na frente dele. O ódio que eu senti foi maior que o barulho da bateria.
O pior é que ele estava tão louco que nem me viu chegar. De repente, ele deu um branco, começou a passar mal e quase caiu no chão de tão bêbado. O Marcelo, que é o melhor amigo dele e estava com a gente, teve que segurar o tranco. Além de muito legal, ele sempre me olhou com uma cara de fome, mas eu nunca tinha dado corda.
Depois de ler o conto, escute minha voz em um novo projeto que criei, por favor, deixe um like e se inscreva:
https://youtube.com/shorts/9bdQOacnmhs
"Vanessa, ele não tem condição de ficar aqui. Vou pedir pra um pessoal levar ele pro hotel", disse o Marcelo, com aquela voz grossa de quem sabe o que faz. Eu só concordei, com a buceta latejando de raiva e de vontade de dar o troco. Assim que despacharam o Tiago dentro de um táxi, o Marcelo me olhou de um jeito que eu sabia que a noite estava só começando.
A gente caminhou até uma parte mais escura da areia, longe do barulho do bloco. O calor estava infernal e o cheiro do suor dele, misturado com o perfume, me deixou fraca.
— O Tiago é um bosta mesmo, deixar uma mulher dessas sozinha pra se esfregar em qualquer uma — o Marcelo sussurrou, chegando perto o suficiente para eu sentir o volume duro na calça dele.
Eu não respondi com palavras. Só virei de costas, me apoiei num quiosque fechado e empinei a bunda na direção dele. Senti a mão dele, pesada e quente, apertando meu rabo com força, deixando a marca dos dedos no meu quadril.
— Você quer, Vanessa? Quer que eu faça o que ele não dá conta? — ele rosnou no meu ouvido.
Ele abaixou meu short e a calcinha do biquíni num puxão só. O ar gelado da noite bateu no meu rabo, mas logo foi substituído pelo calor daquela rola grossa que ele tirou da calça. Eu estava sem nada por baixo, completamente exposta no escuro. Senti a cabeça do pau dele, quente e pulsando, roçar na entrada do meu cuzinho.
— Marcelo, vai devagar... tá muito apertado — supliquei, sentindo o medo e o tesão se misturarem.
Ele cuspiu na mão, passou no meu anel e empurrou com tudo. Soltei um gemido abafado contra a madeira do quiosque. A dor foi aguda, parecia que ele estava me rasgando ao meio, mas o prazer veio logo em seguida, como uma queimação gostosa que subia pela espinha. Ele me segurou com violência e começou a socar fundo, sem dó.
A cada metida, eu sentia aquela pica enorme invadindo meu corpo, preenchendo cada milímetro do meu rabo. O som da virilha dele batendo nas minhas nádegas era a única coisa que eu ouvia, além dos meus próprios gemidos de cadela. Eu olhava para a rua, vendo as luzes do carnaval de longe, sabendo que meu marido estava apagado no quarto enquanto o melhor amigo dele me arrombava sem piedade.
— Gostosa do caralho... engole tudo, Vanessa! — ele dizia, aumentando a velocidade e batendo com a mão aberta na minha bunda.
Eu estava delirando. Minha bucetinha já estava encharcada de tanto mel, mas eu só queria sentir aquele pau grosso me atravessando por trás. Quando eu senti que não ia aguentar mais, que meu cuzinho ia explodir, ele segurou meu cabelo com força e deu as últimas estocadas, brutais e rápidas.
— Vou gozar dentro, vou encher esse rabo de leite! — ele avisou, perdendo o controle.
Ele travou o corpo contra o meu e despejou tudo. Senti os jatos quentes inundando meu interior, uma sensação de plenitude que me deixou com as pernas bambas. Ficamos ali, ofegantes, enquanto eu sentia a porra dele escorrer devagar pelas minhas coxas.
O Marcelo se ajeitou, me deu um beijo no pescoço e acendeu um cigarro como se nada tivesse acontecido. Eu me limpei como pude, ajeitei o short e fui embora com o rabo ardendo e um sorriso no rosto, pensando que o Tiago ia ter muito o que explicar no dia seguinte, mas que o meu carnaval já tinha valido a penaNão se esqueça de visitar meu canal dar um like e se inscrever:
https://youtube.com/shorts/9bdQOacnmhs