Sempre me achei uma mulher comportada e de bem com a vida; me casei aos vinte e poucos anos numa união que já tem trinta anos cujo fruto é uma filha adulta e independente e uma estabilidade e segurança proporcionada pelo esforço conjunto meu e de meu marido. Então aos cinquenta e poucos anos comecei a sentir falta de alguma coisa, algo que eu não conseguia decifrar e que de uma maneira quase obscura me importunava; a bem da verdade minha vida sexual nunca fora lá algo além das expectativas; aliás, se mostrou bem aquém delas com meu marido desde sempre me procurando regularmente duas ou três vezes por semana para uma foda no bom estilo “missionário”, também conhecido como “papai e mamãe”, e confesso que isso era o suficiente para mim sendo que tínhamos uma exceção que se dava todo o ano quando saíamos em férias e ele procurava variar com uma foda “cachorrinho”, porém sem direito a que eu o cavalgasse e muito menos desfrutasse de um sexo oral, pois para ele se tratava de uma variação que não o entusiasmava.
Confesso que algumas vezes tentei convencê-lo a tentarmos algo diferente, todavia tudo restava infrutífero e até um pouco decepcionante, razão pela qual acabei capitulando até aquele momento em que um tesão repentino e inexplicável ardia em minhas entranhas e que eu procurava sufocar com o auxílio de muito esforço e dedicação. Tudo parecia controlado até aquele dia …, trabalhei até muito tarde e dentro do carro dirigia de volta para casa em uma noite fria e garoenta ansiosa por um banho reconfortante uma refeição frugal e uma cama aconchegante quando um pneu me deixou na mão. Desci do carro observando o entorno deserto e um tanto preocupante já acessando o aplicativo da seguradora solicitando socorro; no chat fui informada que o auxílio demoraria algo em torno de vinte minutos e mesmo depois de insistir acabei me resignando.
Finalmente vislumbrei o reboque que estacionou logo atrás do meu carro, de onde saltou um negro alto e musculoso trajando o uniforme da Seguradora caminhando em minha direção; assim que ele se aproximou minhas narinas foram preenchidas com um cheiro inquietante que operou uma reação inesperada e surpreendente com meus mamilos intumescendo, minha pele arrepiando e minha piriquita choramingando de uma forma quase incontrolável. Munido de uma prancheta o sujeito se apresentou com o nome de Jefferson perguntando se eu preferia ter meu carro rebocado ou que ele trocasse o pneu; com aquele cheiro fazendo minhas pernas bambearem e a voz ficar presa na garganta demorei para responder impondo que Jefferson perguntasse se eu estava me sentindo bem.
Com muito esforço respondi que preferia a troca do pneu e Jefferson abriu um lindo sorriso pondo-se a executar a tarefa e quando terminou-a não pude deixar de notar a camisa aberta exibindo um peitoral suado e esculpido. Jefferson preencheu o formulário e entregou-o a mim para as rubricas necessárias; minhas mãos estavam trêmulas e ao final devolvi a prancheta com ele se mostrando preocupado com meu estado sugerindo que mesmo reparado rebocasse o veículo até a minha casa como forma de cortesia. De início declinei a sugestão, porém Jefferson se mostrou insistente o que acabou para me impor a derrota. Depois de finalizar o reboque ele abriu a porta da cabine pedindo que eu entrasse. Sentada ao lado daquele homem eu sentia as mãos trêmulas e suadas e um falso recato impingia um comportamento excessivamente distante. Jefferson puxou conversa algumas vezes conseguindo quebrar o meu silêncio entabulando uma conversa animada sobre a vida.
A certa altura da conversa ele comentou que eu era muito bonita e cheirosa e seu comentário me deixou ainda mais arrepiada; mirando aquele macho másculo balbuciei em resposta afirmando que ele também era bonito e cheiroso. Nesse momento, ele girou o volante para uma rota alternativa desconhecida até chegar a um acesso de uma rodovia vicinal estacionando em um bolsão e desligando o veículo. Antes que eu pudesse esboçar uma reação ele me puxou do banco até me pôr sentada em seu colo apertando minhas mamas por cima da blusa, cheirando e mordiscando meu pescoço. Com um fogaréu ardendo entre as pernas pude também sentir o volume duro sob as minhas nádegas tornando tudo ainda mais intenso. Não me contive em gingar esfregando meu traseiro sobre aquele volume inquietante com Jefferson metendo a mão dentro da minha blusa vasculhando até encontrar os mamilos durinhos.
Ele os manipulou com destreza e sem aviso desabotoou a blusa expondo minhas mamas ardentes que ele tornou a apertar usufruindo da sensação de tê-las em suas mãos; eu me sentia tomada por uma inexplicável excitação e comandava meu corpo e minha mente sendo que no momento em que a mão de Jefferson desceu em direção da calça começando a abri-la experimentei um gozo repentino que me fez gemer baixinho; minha reação deixou Jefferson num estado de tesão louco metendo a mão dentro da minha calça em busca da perseguida; sem pensar, eu abri um pouco as pernas permitindo que seus dedos encontrassem o que procurava dando início a um dedilhado que desaguou em uma sucessão orgásmica tão vigorosa que meu néctar vertia me deixando toda lambuzada.
Foi então que ele usou a outra mão para puxar meu rosto até o dele para que nossos lábios e bocas se encontrassem em uma tormenta de beijos quentes e lascivos. Naquela altura eu não tinha noção de mais nada, apenas aquele cheiro invadindo minhas narinas e chegando ao cérebro onde operava uma real devassidão que eu jamais experimentara antes na vida; eram beijos e toques comandando e me obrigando a uma entrega sem limites. Em mais uma virada alucinante eu me vi nua sentada no colo de Jefferson olhando nos seus olhos enquanto ele pincelava o membro grande, grosso e pulsante na minha vulva pedindo que eu descesse sobre ele. Eu desci aos poucos e assim que o bruto começou a me invadir desfrutei de um rompante delírio sentindo minha gruta se alargando para recebê-lo enquanto Jefferson tinha meus mamilos em sua boca, ora lambendo, ora sugando.
Usufruí cada centímetro daquela vara de dimensões exorbitantes me invadindo com direito a gingadas para ampliar a sensação; ao ter minha gruta preenchida pelo macho me mantive imóvel por alguns minutos apreciando as sensações que vibravam por todo o meu corpo me surpreendendo com o olhar de Jefferson mirando meu rosto com um largo sorriso. Com a ajuda dele comecei a pular sobre o bruto fazendo-o entrar e sair cada vez mais rápido e profundamente o que ensejou novos orgasmos eclodindo em mim que reagia com gritinhos e gemidos. As mãos do macho se mantinham em meu tronco logo abaixo das mamas conduzindo o sobe e desce vertiginoso que parecia não ter mais fim ao mesmo tempo em que multiplicava o êxtase fazendo meu corpo estremecer. Houve um momento em que cheguei a pensar que desfaleceria diante de tanto prazer sacudindo meu corpo dominado por arrepios e espasmos involuntários até que subitamente um retesamento muscular inconsciente tomou conta de mim com o membro de Jefferson explodindo em um gozo abundante com jatos de esperma sendo projetados com tanto vigor que podia senti-los explodindo em minhas mucosas provocando um novo orgasmo como uma merecida retribuição.
Ao final de tudo ambos estávamos suados e exaustos, porém nos mantivemos na mesma posição como uma forma de apreciar as sensações fugidias que ainda surgiam sem qualquer aviso; Jefferson e eu nos beijamos uma última vez antes que eu saísse de seu colo não contendo um gemido ao sentir seu sêmen escorrendo da vulva pela parte interior das coxas e também respingando sobre o ventre do meu parceiro. Era uma sensação muito estranha e também constrangedora quando me vi pelada ao lado de um homem que não era meu marido e logo esse constrangimento se transformou em desespero ao olhar para o relógio do painel do veículo descobrindo que passava da meia noite.
Peguei minhas roupas com gestos alvoroçados pensando no que diria ao meu marido quando chegasse em casa e logo retomávamos o percurso de retorno, sendo que assim que Jefferson estacionou o reboque ao lado da minha garagem as luzes da varanda se acenderam com a porta se abrindo e meu marido vindo ao meu encontro dizendo-se desesperado com minha demora; antes que eu pudesse pensar em uma resposta, Jefferson que descera do veículo foi até ele e educadamente explicou tudo que acontecera procurando tranquilizar meu marido. Depois de descer o carro do reboque, Jefferson fez questão de pô-lo na garagem antes de se despedir de nós com apertos de mão comigo controlando a vibração ao sentir aquele cheiro que parecia uma espécie de feromônio atiçando todas as células do meu corpo.
Antes que meu marido desconfiasse de mais alguma coisa corri até o banheiro da nossa suíte e tirei as roupas entrando no box e acionando o chuveiro em uma ducha merecida e reconfortante; cuidei ainda de pôr as roupas na máquina de lavar e depois de vestir uma camisola fui para a cama onde meu marido me aguardava; procurei relaxar buscando um sono que demorava a chegar me deixando um pouco atormentada, já que a origem dessa insônia eram as lembranças da foda maravilhosa que eu desfrutara poucas horas atrás. E quando eu parecia relaxada o suficiente para pegar no sono as mãos de meu marido começaram a passear pela camisola com ele perguntando que perfume era aquele que eu estava usando.
Tentei explicar que não estava usando nenhum perfume, ao que ele respondeu que era um cheiro doce e excitante que jamais sentira antes; eu fiquei aturdida com aquelas palavras ao mesmo tempo em que um tesão repentino surgia sem aviso. Ele se voltou para mim e puxou a camisola até deixar meus seios à mostra passando a apalpá-los apertando os mamilos elevando o clima; logo, ele desceu a mão até conseguir metê-la dentro da minha calcinha encontrando o grelo que ele passou a esfregar com destreza provocando um primeiro orgasmo que me fez gemer tomada pelo prazer. Não demorou para que ele se despisse puxando minha camisola até arrancá-la avançando até a calcinha que não teve sorte com ele rompendo-a. Ele então se aninhou entre as minhas pernas que foram abertas expondo minha buceta usando os dedos para escancará-la pouco antes de afundar o rosto em sua direção.
Eu estava estupefata com o gesto já que ele jamais gostou de sexo oral e quando começou a linguar a região o fez com tanta habilidade que desfrutei de vários orgasmos que se sucediam sem parar; eu acariciava seus cabelos em estímulo ainda atônita com aquele homem que não parecia meu marido, e que me proporcionou uma onda orgásmica tão enlouquecedora que não conseguia parar de gemer e gritar. Num outro movimento surpreendente estávamos em uma posição do tipo “meia nove” com o bruto ao alcance de minha boca numa clara insinuação do que ele pretendia. Por mais insólito que podia parecer eu e meu marido estávamos nos saboreando mutuamente.
Recebi tantos orgasmos por meio da boca e da língua dele que não tinha mais controle sobre meu corpo passando a dedicar toda atenção em mamar seu membro cuja rigidez era algo assombroso. Permanecemos nessa brincadeira por um bom tempo até ele se deitar de barriga para cima me chamando para cavalgá-lo; imediatamente me pus de cócoras sobre ele que apontava o membro para cima aguardando que eu descesse sobre ele; ao sentir a glande sendo engolida pela minha gruta soltei um longo suspiro e em seguida continuei descendo até sentir suas bolas roçando minhas nádegas; apoiando minhas mãos sobre seus ombros, me inclinei e comecei a jogar o ventre para cima e para baixo golpeando impiedosamente o bruto com ele apertando minhas mamas pedindo que eu não parasse.
Nessa posição gozei mais vezes abandonando a ideia de entender o que estava acontecendo, em especial pelo desempenho avassalador dele que se mostrava muito além de qualquer expectativa. Num gesto súbito ele girou nossos corpos permitindo que ele ficasse por cima passando a socar com força usando sua boca para dar chupões em meus mamilos; eu estava beirando a perda da consciência tal eram os orgasmos que se sucediam com uma intensidade indescritível. E num repente ele se contorceu enterrando o membro o mais profundo possível atingindo seu clímax revelado por uma ejaculação abundante que me fez experimentar um êxtase que jamais sentira em toda a minha vida. Minutos depois estávamos ambos deitados um ao lado do outro exaustos, suando e com as respirações acentuadas sendo que minha mente ainda se esforçava em processar tudo o que havia acontecido.
De madrugada fui acordada com ele puxando meu corpo até me pôr de quatro sobre a cama separando as nádegas e linguando o rego me deixando arrepiada e ansiosa; não sei de onde ele tirou aquilo, mas não perdeu tempo untando a região com algo frio e gelatinoso; eu suspeitei do que estava para acontecer e antes que eu tentasse escapar do inevitável a primeira socada do bruto arregaçou meu selo rompendo as pregas numa invasão vigorosa; eu gritei, mas não recuei e embora fosse minha primeira vez o comportamento de meu marido se mostrou viril e também carinhoso. Logo ele estava socando a sua ferramenta enrijecida com movimentos cadenciados e profundos; a dor era muito incômoda, mas o tesão falava mais alto comigo procurando relaxar e aproveitar aquele momento único e especial. A sensação do membro entrando e saindo do meu selo com um ritmo alucinante foi suficiente para mitigar a dor elevando o prazer que já dominava meu corpo e também minha mente. E o mais incrível foi que no momento em que ele atingiu seu clímax eu também usufruí de um gozo sem que houvesse qualquer manipulação.
Esse esforço final nos deixou tão exaustos que adormecemos pesadamente. Pela manhã fui acordada por ele com beijos e um comentário intrigante querendo saber que cheio fora aquele que meu corpo exalava e que o deixara tão excitado; mirei seu rosto sem saber o que responder, apenas com a imagem de Jefferson orbitando em minha mente com uma suspeita de que fora ele o responsável por tudo que acontecera na noite anterior. Nos banhamos com beijos e carícias e depois de vestidos descemos para o desejum matinal pouco antes de ele se despedir de mim para ir ao trabalho, beijando meus lábios, cheirando meu pescoço e tornando a sussurrar um elogio pelo meu cheiro que ele chamou de “especial”. A partir de então minha vida sexual foi repaginada com meu marido sempre procurando novas maneiras de saciarmos nosso tesão renovado. E quando eu parava para pensar agradecia mentalmente a experiência extraconjugal com Jefferson sem ideia de como reencontrá-lo …, mas ao final achei que isso não seria aconselhável.
