Capítulo 2 - Ladra & Punheta com meu primo (Saga Draco, o Bruxo Bi)

Um conto erótico de Ei Aventura
Categoria: Heterossexual
Contém 3176 palavras
Data: 22/02/2026 15:17:15

Capítulo 2 - Ladra & Punheta com meu primo

Saga Draco, o Bruxo Bi

Atenção: recomendo a leitura antes da Introdução e do Capítulo 1

Atenção: nos primeiros capítulos esta história tem apresentado conteúdo hétero, mas quero já deixar avisado (para ninguém "se frustrar") que capítulos com conteúdo gay e bissexual e incesto vão vir futuramente; quando for o caso vou deixar bem sinalizado.

Esta é uma saga com temática bissexual, então leia ciente de que o personagem principal gosta de homem e de mulher.

PS: a partir deste capítulo, a bissexualidade de Draco já começa a dar as caras!

Boa leitura!Parte 1 - Ladra

Meu nome era Draco e eu era um bruxo habilidoso e temido e trabalhava com valiosas missões: caça de animais exóticos, investigações, explorações… Viaja por zonas hostis, como florestas, bosques e pântanos, e sob diversos perigos de vida, os quais eu enfrentava com impavidez e sem misericórdia. Trabalhava usando minha magia de bruxo para subjugar todos os meus inimigos e urinar na cara deles.

Agora mesmo eu voltava de uma missão bem sucedida, na qual conquistei dois javalis-reis parrudos para o proprietário do armazém da cidadezinha onde eu morava. Eu caminhava por um bosque denso, usando minha magia (uma espécie de névoa azul) para carregar os animais mortos fazendo-os flutuar atrás de mim e mantendo minha espada longa na mão para caso houvesse um ataque inesperado. Ao emergir numa clareira grande e iluminada pelo sol da manhã, deparei-me com uma mulher misteriosa sentada no chão e cantarolando.

— Bom dia, bruxo Draco! — exclamou ela, ciente da minha chegada, mesmo sem estar olhando para mim. — Vejo que teve uma caça farta hoje.

— Sempre tenho, ladra — respondi, sério, e a mulher se virou para me encarar. Repousei os animais à sombra de uma árvore, ciente do que meu encontro com a ladra ia render. — Sou um bruxo poderoso e sempre tenho êxito nas minhas missões.

— Poderia me dar um javali-rei? — perguntou, sorrindo, e seus olhos vermelhos brilhavam atrevidamente.

— Dou, mas você sabe qual o preço que vou cobrar.

— Sei, sim, porém gosto de ouvir você falar — explicou, provocando-me. — Diga bem alto o que você quer como pagamento, bruxo Draco.

— Seu cuzinho. Quero estocar no seu cuzinho até gozar.

Ela riu e se levantou. Pude observá-la melhor agora: era uma mulher alta, robusta e graciosa, com seios enormes e gorduras salientes. Seu rosto era airoso e grande, com lábios vistosos, nariz chato e feições exóticas. Seu cabelo era branco, liso e longo até a cintura. Fitei suas curvas fartas e suas roupas curtas e provocantes. Ela se aproximou de mim.

— Posso chupar seu pau antes ou você quer me foder direto? — perguntou, unhando minhas bochechas.

— Fique de joelhos, ladra.

Ela sorriu, ajoelhou-se, obediente, e afrouxou o cinto da minha calça, então, mordendo os próprios lábios de tesão, desceu minha calça e meu calção preto de uma vez só, fazendo meu mangalho saltar para a liberdade, rígido e pulsante. Sua boca foi de imediato ao meu pau, começando a chupá-lo da glande à base peluda e o deixando todo babado.

Eu peguei com as duas mãos no cabelo branco e liso dela e forcei sua cabeça algumas vezes contra o meu pau, até o ponto de ela engasgar e tossir. Essa era a melhor parte. Continuei por mais algumas vezes e gemi quando ela enterrou suas unhas grandes e vermelhas nas minhas coxas, fazendo sangue verter.

— Seu caralho é tão gostoso, bruxo Draco — afirmou ela, deliciando-se com meu pré-gozo.

— Então continue chupando, ladra.

Eu chamava essa mulher de “ladra” porque, quando nos conhecemos, ela tentou me assaltar, desejando levar os animais que eu havia caçado na ocasião, entretanto fracassou, pois usei minha magia e minhas armas para subjugá-la. Foi então que ela pediu por piedade e eu somente a deixei livre e viva após estocar gostoso, forte e rápido na bundinha dela. Depois disso, a gente se encontrava de vez em quando e sempre transava violentamente.

E ela era o tipo de mulher que gostava de liberar apenas o cuzinho.

Tirei meu pau da boca dela e, aproveitando a posição, bati com ele em seu rosto repetidas vezes. Ela gemeu e mordeu os próprios lábios, doida de luxúria. Puxei a ladra pela gola da camisa, ela ficou de pé e a gente se beijou, dando mordidas na língua um do outro, como fazíamos sempre, e, às vezes, acontecia até de sangrar.

Enquanto nos beijávamos, minhas mãos apalparam as nádegas carnudas dela, sentindo sua textura convidativa, enquanto minha magia subiu até sua camisa para rasgá-la magicamente. Os peitos enormes dela saltaram contra mim, apetitosos e montanhosos. Ainda aos beijos, apalpei seus seios do tamanho de melancias e apertei seus mamilos roxos e volumosos.

Era muito prazeroso me deliciar com peitos tão grandes e cálidos.

— Fique de quatro, ladra — ordenei, querendo foder o cuzinho dela logo.

Ela sorriu, recuou três passos, afrouxou o cinto e desceu o shortinho curto que usava. Seduzindo, deu meia-volta, colocou-se de quatro e exibiu sua bunda do tamanho de uma almofada. Ela não usava roupas íntimas e já piscava o anelzinho para mim.

Aproximei-me dela, dei-lhe dois tapas fortes em cada nádega, deixando uma marca vermelha e estralada, molhei dois dedos na minha boca e os enfiei no cuzinho dela, dedilhando-o duplamente. Seu anelzinho era roxo, convidativo e lisinho e apertava meus dedos do jeito que eu adorava. Encaixei meu pau no cuzinho dela, empurrei para frente e senti a glande penetrar, abrindo caminho para cada um dos mais de vinte centímetros.

A ladra gemeu alto, unhou o chão à sua frente e apertou meu mangalho com seu anelzinho.

— Faz isso de novo — pedi, sentindo-me maravilhado, pois, quando ela apertava meu pau, eu tinha que aumentar a força do movimento para continuar a fodê-la gostoso. Continue fazendo.

Nós gemiamos ao ritmo das minhas estocadas e, a cada trinta segundos, eu dava um tapa na bunda dela, deixando-a ainda mais marcada e machucada. Ela apertava meu pau o mais forte que conseguia, deixando-me até dolorido.

Tirei meu mangalho da bunda da bruxa quando senti que ia gozar, mirei nas suas nádegas grandes e ejaculei vários jatos, sujando-a toda com a minha porra quente. Olhei para o cuzinho lasseado dela e para a sua pele maculada com sêmen e tive vontade de sorrir, afinal era obra minha essa paisagem depravada.

— Vou deixar seu javali-rei à sombra da árvore — anunciei, enquanto subia meu calção e minha calça, preparando-me para ir emboraParte 2 - Punheta com meu primo

Na rua, eu era a severidade em pessoa, nunca ria, não tinha amigos, não cumprimentava ninguém, negava ajuda a todos e não reverenciava nada, entretanto, em casa, eu era relaxado, divertido e afetuoso. Eu era uma faca de dois gumes. Era interessante a maneira como meus três familiares (um prima, uma prima e um maninho) me despertavam um lado gentil e zeloso. Em casa, eu ficava só de calção (tradição), ria, jogava cartas, ouvia músicas e fazia bolos e docinhos, como brigadeiro e beijinho.

Estando em casa, nunca jamais imaginaria que eu era o mesmo homem que matava e destruía sem nenhuma gota de misericórdia.

Eu morava com um primo (chamado Kayo) e uma prima (chamada Karyna) que eram gêmeos, filhos da falecida irmã da minha mãe, onze anos mais jovens do que eu e muito diferentes de mim. Morava também com meu maninho (chamado Kaleby), que era três anos mais novo que os gêmeos, afetuoso e sensível. Meus pais já eram falecidos e outros familiares moravam na mesma cidadezinha que nós, mas não tínhamos contato com eles. Eu morava com meus primos e meu maninho numa casa acolhedora e segura, custeava todas as despesas sozinho e era o chefe (ou seja, quem tomava todas as decisões) da nossa pequena família.

Eu vivia uma vida sexual intensa, sendo um assíduo frequentador do puteiro da cidadezinha, e tinha muitas aventuras eróticas no meu histórico e muita disposição em enriquecê-lo ainda mais. Era um comedor por natureza e nunca neguei sexo a uma mulher gostosa. Eu amava transar e colecionava diversas experiências diferentes, como sexo grupal e inter-racial.

Agora eu estava sentado numa poltrona grande, diante da lareira acesa e crepitante da minha casa, na sala de estar, vestindo apenas um calção branco e bebendo cerveja. Era uma tarde ensolarada e, pela manhã, eu havia caçado num bosque denso e conseguido um saco de moedas. Eu planejava ir ao cabaré ao anoitecer para aliviar o tesão que sentia numa buceta quentinha e, se eu tivesse sorte, apertadinha.

— Hã! Draco — chamou minha prima, vindo do seu quarto até mim —, pode me ajudar?

Karyna era uma garota (na verdade, uma mulher feita) magra e baixa, com lindo cabelo ruivo e longo, olhos verdes, rosto airoso e delicado, feições amistosas e pele sardenta. Ela era muito apegada a mim (até demais, às vezes), mimada e astuta e gostava de canções e instrumentos musicais. Karyna vestia agora apenas calcinha e sutiã e uma camisa larga e comprida que cobria até o meio das suas coxas pálidas.

— Claro que posso ajudá-la, prima — afirmei, observando-a parar ao meu lado, parecendo envergonhada. — O que houve?

— Hã! Apareceu um tanto de bolinhas ao redor da minha intimidade e eu não sei o que é.

— Tipo alergia de aroeira? — perguntei, tranquilo.

— Mais ou menos — respondeu, cabisbaixa, passando uma mecha de cabelo para atrás da orelha. — Tem uma coloração estranha…

— Hã! Karyna, se você mostrar ao Draco, ele poderá diagnosticar melhor — disse o mano gêmeo da garota, aproximando-se também. — Não tem nada de mais em você mostrar sua bucetinha para ele.

Kayo era muito parecido com sua gêmea, tendo poucas diferenças visíveis: cabelo curto e desgrenhado, menos sardas, mais alto alguns centímetros e ombros largos. Ele vestia apenas um calção preto e exibia um tórax magro e de poucos pelos. Kayo também gostava de canções e de instrumentos musicais, entretanto gostava mais ainda de bater punheta e conversar sobre bucetas e ninfetas.

— Somos todos família, Karyna, então não precisa ter vergonha — disse meu maninho, também se aproximando.

Kaleby tinha a pele bronzeada, cabelo castanho-escuro e liso e olhos azuis, como eu, porém era magro e inofensivo, como os nossos primos. Ele vestia calção também e um casaco novo que cobria seu tórax seco e sem pelos. Kaleby gostava de livros e histórias de príncipes bonitos.

Karyna, Kayo e Kaleby eram tudo para mim, convíviamos muito bem e nos amávamos incondicionalmente. Eles lembravam muito à minha mãe no quesito comportamento (os gêmeos também lembravam no quesito físico, pois a ruivez e a docilidade eram características da minha família materna), enquanto eu era uma cópia do meu pai e da minha família paterna: mesma aparência avantajada e intimidadora e a mesma personalidade severa.

Éramos todos adultos atualmente (eu mais velho que eles todos, é claro) e nossa convivência era praticamente perfeita.

— Se você preferir, prima, pode ir ao boticário e mostrar sua bucetinha ao farmacêutico e não a mim — sugeri, ainda tranquilo.

— Não, não vou mostrar minha intimidade a um estranho — explicou e suas bochechas estavam muito vermelhas. — Prefiro mostrar a você, Draco, que é meu primo.

Karyna tomou coragem, respirou fundo, despiu sua calcinha nova, ergueu a camisa para revelar sua intimidade e abriu as pernas. Olhei para sua buceta toda cheia de bolinhas arroxeadas e diagnostiquei o que ela tinha, pois eu próprio já havia passado pelo mesmo problema. Observei ainda Kayo olhando de relance para a xoxota dela e ficando corado e excitado. Karyna deixou a camisa cair, cobrindo sua intimidade outra vez.

— Seu problema é alergia ao tecido da sua calcinha nova, prima. Eu tive a mesma alergia há alguns anos após usar um calção novo. — Eu me levantei e fui até o pote onde guardava minhas moedas. — Vá ao boticário, diga que você está com alergia a esse tipo de tecido, compre uma pomada e passe sobre sua bucetinha três vezes ao dia por três dias. Vai sarar rapidinho.

— Gratidão, Draco! — disse ela, sorrindo. Ela pegou as moedas que eu lhe dava, pegou também a calcinha para apresentar ao farmacêutico e foi se vestir para sair. Logo ela já estava pronta, pegou sua sanfona e se dirigiu à porta. — Depois do boticário, vou à loja de instrumentos para consertar o fole da minha sanfona. Volto em duas horas.

— Posso ir com você até a livraria? — perguntou Kaleby, animado. Karyna assentiu e ele logo se vestiu adequadamente para sair de casa. — Voltamos em duas horas. Tchau! Tchau!

Os dois se foram, sorrindo, eu tornei a me sentar na poltrona e a beber minha cerveja. Kayo ficou perto de mim, fingindo estar ocupado com uma espinha no queixo, mas na verdade eu sabia que ele queria me dizer ou perguntar algo de cunho sexual.

— Primo, pegue uma caneca de cerveja para você e se sente aqui perto para conversarmos. — Rapidamente ele se serviu da bebida fria, puxou outra poltrona e se sentou. — Você quer me perguntar ou dizer algo?

— Você sempre sabe tudo, Draco — comentou ele, sorrindo. — Eu gostaria que você terminasse de me contar da vez que transou com uma elfa.

— Ah, sim! — exclamei, sorrindo e me lembrando da transa violenta com minha maior inimiga. — Hã! Em qual parte eu parei de contar?

— Você me contou até a parte em que gozou na bucetinha apertada dela.

— Então, após inundar a buceta dela com minha porra, eu dei um tapa forte na intimidade dela, fazendo-a lacrimejar — disse eu e meu primo prestava muita atenção ao meu relato. — Depois mandei a elfa se colocar de quatro, beijei o cuzinho dela e o penetrei com meu caralho de uma vez só, enfiando da glande à base. Uau! Era muito apertadinho e deve ter doído muito, pois ela até tentava fugir, mas eu segurava sua cintura e impedia sua fuga. Ela aguentou até eu gozar de novo; então me levantei, peguei meus pertences e vim embora.

— Uau!

— Ah, sim! Tem mais um detalhe — anunciei, lembrando-me de repente. Fui até o meu armário no meu quarto, peguei uma calcinha preta e com cheiro embriagante e voltei. — A elfa quis que eu ficasse com sua calcinha para nunca me esquecer do cheiro dela.

— Uau! — exclamou de novo, maravilhado. Seus olhos cintilavam enquanto fitavam a calcinha. — Draco, você comeu uma elfa e tem a calcinha para provar. Uau!

— Quer para você? — perguntei, oferecendo a peça íntima. Kayo assentiu e pegou a calcinha. — Sua próxima punheta será inspirada pelo cheiro de uma elfa.

— Gratidão! — Ele aspirou o cheiro da calcinha, pressionando a peça contra seu rosto. — Hã! Draco, vamos bater uma punheta, juntos?

Assenti e me sentei na poltrona, diante da lareira e ao lado do meu primo. Não seria a primeira vez que a gente se masturbaria juntos e, embora fosse uma experiência muito aquém de transar, eu gostava, afinal era uma aventura fraternal e de amizade que aproximava nós dois. E eu (sem saber direito por quê) gostava da companhia de outro homem nunca. Tranquilo e alegre, despi meu calção, revelando meu pau meia-bomba e meus colhões peludos.

Kayo tirou seu calção, pegou no seu pau e começou a punhetá-la bem lentamente, enquanto olhava para mim com as bochechas vermelhas. O pau dele já estava duro feito pedra e tinha uns dezesseis centímetros, cabeçudo, com glande rosada e pelos ruivos e; seu saco era farto e tinha longos pelos. Ele sorriu para mim e olhou para o meu mangalho que, mesmo estando meia-bomba, era grande e grosso, maior que o dele.

— Você deve ter sangue de cavalo, Draco — disse ele, sempre impressionado com o quão bem-dotado eu era. Comecei a punhetar meu mangalho, movendo minha mão por toda sua extensão. — Tadinha da elfa que deu para você.

— Tadinha mesmo: eu arregacei a bucetinha e o cuzinho dela.

— Ela devia estar cheia de tesão para ter aguentado suas estocadas.

— Realmente estava cheia de tesão e aguentou todas as minhas estocadas violentas, mesmo lacrimejando de dor.

— Uau! Draco, você nunca é gentil na cama com as mulheres?

— A elfa é minha maior inimiga, portanto eu não seria gentil com ela nunca; minhas demais fodas são quase sempre com putas e elas são pagas para aguentar minhas estocadas violentas. Então, sim, primo: eu nunca sou gentil.

— Hã! Somos diferentes — afirmou, olhando-me. — Eu quero ser sempre gentil quando começar a transar para não causar desconforto na mulher.

Apenas sorri para meu maninho, ainda me masturbando bem gostoso e revivendo vários momentos especiais do meu passado tórrido: eu gozando na boca quente de uma vizinha, eu metendo sem piedade na buceta de uma ninfeta, eu comendo o cuzinho apertado da elfa… Kayo se punhetava rápido agora, usando a calcinha da elfa para se estimular.

— Gosto de bater punheta com você, Draco — disse ele, ainda me olhando. —, pois suas histórias me excitam demais.

— Já percebi!

— Por que será que o Kaleby não se masturba com a gente, já que somos três homens adultos e livres?

— Acho que ele tem muita vergonha — respondi, ciente de que meu maninho nunca se masturbava na presença de outra pessoa; ele era muito reservado. — Você e eu somos mais extrovertidos do que Kaleby.

— Hã! Deve ser isso mesmo — afirmou e usou uma de suas próprias mãos para massagear os próprios colhões. — Draco, qual o gosto de uma bucetinha?

— Às vezes, mais salgadinho; às vezes, mais ácido; varia muito — respondi tranquilamente, afinal eu já estava acostumado às perguntas eróticas do meu primo. Eu era a referência masculina dele e tinha a obrigação de responder às suas dúvidas. — Eu costumo me referir ao líquido que jorra da buceta das mulheres como “mel”, entretanto o sabor não tem nada a ver com mel.

— Mas é gostoso, certo?

— Demais, primo, demais.

— E o cheiro?

— Varia mais ainda, pois há o odor natural da buceta; mas há também o odor de sabões, perfumes, amaciantes, suor e outros que se fundem ao cheiro.

— Uau! — exclamou, tornado a sentir o cheiro da calcinha.

— A calcinha cheira a rosas, porque a buceta da elfa tinha esse odor. Eu gostei.

— Também gostei — afirmou, maravilhado, e eu sabia o quão incrível era cheirar uma calcinha usada quando se era virgem. — É tão gostoso quanto às calcinhas da Kary… Quero dizer, é tão gostoso quanto eu imaginava.

Respirei fundo e relevei o comentário de Kayo. Ele era adulto havia pouco tempo e inocente e não havia maldade no que falava. Ignorei o comentário dele e continuamos nos masturbando.

— Draco — chamou ele, após dez minutos de silêncio, e apoiou a mão desocupada no meu ombro —, você está quase gozando?

— Não, primo — respondi, sentindo sua mão. Ele tinha esse hábito de tocar no meu ombro e eu não me incomodava. — Você está?

— Sim, mas vou segurar, porque quero gozar com você — explicou, sorrindo, e suas bochechas ficaram vermelhas.

Aumentei o ritmo da minha punheta e, dois minutos depois, eu já estava pronto para gozar.

— Primo, agora.

— Agora também.

Gemendo, nós gozamos ao mesmo tempo, sujando nossas barrigas de porra e ficamos ofegantes, enquanto o prazer corria por todo o nosso corpoComente & Vote

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