Olá caros leitores, essa é a parte 2 da história, onde irei contar como iniciamos uma amiga. Se você não leu a parte 1, sugiro voltar e ler antes de prosseguir.
Levamos cerca de 15 minutos para ir da casa da Lúcia até o motel. Ao entrar, optei por pegar uma suíte com banheira de hidromassagem, afinal, nessa situação gostaria de ter um certo conforto. Estacionei o carro, fechei a porta da garagem e, sorrindo, abri a porta de trás do carro.
- Então meninas, vamos entrar? Já chegamos e lá dentro é muito melhor do que aqui.
Lúcia estava com o short no meio da coxa, a calcinha um pouco de lado, sem a blusa e com o sutiã ainda enrolado abaixo dos seios. Já a Fer estava praticamente nua, o seu vestidinho preto curto estava enrolado totalmente na cintura, exibindo suas curvas perfeitas. Ela estava apoiada sobre os joelhos no banco do carro, deitada sobre Lúcia, o que deixava sua bunda bem empinadinha, exibindo uma calcinha fio dental, que agora estava iluminada pela luz da garagem.
Ambas levantaram ofegantes ainda. A Fer sentou no banco do carro, apenas ajeitou as alças do vestido, pegou as sandálias na mão e foi saindo do carro, com sua bela bunda rebolando suavemente ao caminhar. Já Lúcia, num gesto de timidez ou vergonha, estava tentando se vestir, procurando onde estava a blusa que a Fer tinha tirado e tentando recolocar o sutiã.
- Não acredito que aqui vocês vão começar a se vestir, não estou vendo isso não.
- Ai Rafa, a gente vai entrar assim? Disse a Lúcia, ainda tentando colocar o sutiã.
- Estamos dentro da garagem do quarto já, com a porta fechada, se quiserem sair peladas, ninguém vai ver.
Não sei o que se passou na cabeça da Lúcia, ou se nunca havia ido a um motel antes, mas ela olhou para trás e sorriu envergonhada. A Fer estava do meu lado já e pegou na mão da Lúcia, puxando ela do banco.
- Vem logo gostosa, que ainda nem comecei com você. Disse a Fer com um tom de autoridade que só ela tem. Lúcia obedeceu, ficando totalmente submissa à Fer.
Entrei logo atrás das duas e fechei a porta da suíte, enquanto fui ligando o ar condicionado, colocando uma música no sistema de som do quarto e olhando se tinha bebidas no frigobar. Fer já ficou totalmente nua, jogando o vestido e sua calcinha no canto do quarto e foi se deitando na cama. Lúcia também tirou o que sobrou da sua roupa e foi indo em direção à Fer. Nesse momento, com as luzes do quarto ainda acesas e iluminando melhor o corpo da Lúcia, tivemos a nossa grata surpresa. Notei um sorriso de satisfação na Fer, que, deitada com as pernas levemente abertas, chamava a Lúcia com um gesto.
Até esse momento, caro leitor, eu não havia descrito a Lúcia. Mas isso foi proposital, para tentar passar a mesma surpresa que tive ao vê-la totalmente nua.
A Lúcia é uma mulher já chegando aos seus 50 anos e, desde a primeira vez que a vimos, em nenhum momento despertou o interesse da Fer ou o meu. As roupas que ela usava não valorizavam em nada seu corpo. Sempre usando shorts um pouco maiores e largos, blusas ou camisetas mais soltas contribuíam para dar a sensação de que ela não tinha curvas ou corpo delineado.
Com sua pele morena, exibia generosas marcas de bronzeado, que marcavam bem a região dos seios, de onde saíam duas linhas que chegavam até as costas. Na região próxima à bunda, o delineado do bronzeado contrastava com uma grande tatuagem de uma flor e elementos florais, que saía da lateral do corpo e terminava no meio da sua nádega direita. A cintura fina, bunda bem desenhada e seios redondinhos e firmes para quem já estava chegando aos 50 completaram o desenho da nossa grande surpresa.
- Gostosa, vem cá. Disse a Fer. Lúcia apenas sorriu e foi se deitando em cima dela, ficando alguns momentos sugando os seios, enquanto a Fer aproveitava para massagear e apertar os bicos dos peitos da Lúcia.
Lúcia subiu, beijando o pescoço e próximo à orelha da Fer, que se estremeceu com um arrepio.
- Safada, ainda disse que não gostava de mulher.
- Você é minha primeira vez, disse Lúcia num sussurro.
Os estalos dos beijos das duas ecoavam no quarto, quase competindo com a música que eu acabara de colocar. Sempre adoro ver a minha esposa se deleitar e aproveitar cada segundo. Fui até o frigobar e abri uma cerveja, tirei a camisa e puxei a poltrona para um ângulo mais privilegiado, para não perder cada instante daquilo.
- Já chupou uma buceta? Perguntou a Fer com um sorrinho sem vergonha no rosto.
- Nunca, te falei que é a minha primeira experiência com mulher.
- Então vem cá, me chupa. A Fer empurrou levemente o corpo da Lúcia para baixo, que foi deslizando entre suas pernas abertas. Novamente ficou alguns segundos mamando nos grandes peitos da Fer, que soltou um gemidinho.
- Ai caralho, que chupada gostosa.
Lúcia foi deslizando ainda mais para baixo, beijou a barriga dela, deu uma leve lambida durante todo o percurso até chegar na buceta, parando como se estivesse apreciando uma obra de arte.
- Chupa logo sua puta gostosa. Lúcia novamente obedeceu e colocou a língua entre os lábios da buceta da Fer, que gemeu e encaixou a cabeça dela entre suas pernas.
Os gemidos e respirações ofegantes começaram a tomar conta do quarto, enquanto Lúcia sugava e lambia cada centímetro da buceta. Pude notar que a língua dela fazia pequenas penetrações, intercalando com as sugadas no grelinho da Fer. Ela se contorcia a cada chupada e exclamou:
- Vou gozar na sua boca sua cachorra.
Lúcia aumentou o ritmo das suas chupadas e segurava firmemente na bunda da Fer. Como se um choque passasse pelo corpo dela, a Fer ergueu parte das costas, arqueando-se na cama com Lúcia ainda entre suas pernas. De onde eu estava podia ver claramente o líquido viscoso escorrendo de sua buceta, misturado com saliva e suor das duas. Lúcia sugou como se não houvesse amanhã, enquanto a Fer se acabava de gemer e xingar.
- Ai caralho, me fode com sua língua vai, isso mesmo sua vadia gostosa.
Eu estava em uma posição privilegiada, podia ver cada chupada e lambida da Lúcia, com a buceta da Fer bem à mostra, com suas pernas extremamente abertas. Lúcia chupava a Fer, de quatro, com a sua bunda empinada na minha direção, exibindo sua buceta lisinha e delicada. Me levantei para buscar outra cerveja e no caminho já retirei a calça, ficando só de cueca, e passei a massagear meu pau, que latejava há tempos, desde quando as duas começaram a se pegar no carro.
Ao retornar vi que a Lúcia já estava beijando novamente a Fer, que agora dedilhava sua buceta com uma das mãos e a outra segurava seu peito. As duas estavam num beijo quente e cheio de desejo.
- Quero chupar sua bucetinha novamente, implorou Lúcia.
- Gostou né piranha? Então vem, quero gozar mais.
Lúcia abaixou novamente entre as pernas da Fer e retornou às sugadas, agora abrindo os grandes lábios com as mãos, para conseguir alcançar ainda mais fundo na gruta dela. Fer gemia e arfava sem parar, hora ou outra se contorcendo involuntariamente.
Fer soltou um gemido mais alto e apertou ainda mais a Lúcia contra sua buceta. Lúcia havia penetrado ela com dois dedos, o dedo médio e o anelar, enquanto chupava sem parar o grelinho da Fer. Os movimentos ficaram mais frenéticos, entre gemidos e respirações ouvi:
- Está gostando Rafa? Perguntou a Fer, com Lúcia ainda se esbaldando na sua buceta.
- Estou assistindo de camarote, duas gostosas se pegando na minha frente, o que vou querer mais?
- Não vai querer comer nenhuma de nós hoje?
- Claro que quero, nem bati nenhuma punheta ainda, só aguardando o meu momento.
- Quer dar para meu marido, sua safada?
- Sim, estou louquinha de tesão nele também. Disse Lúcia entre salivadas e chupadas.
- Vem cá então seu puto, disse a Fer esticando o braço. Ela estava ofegante e puxou a Lúcia mais para cima, que entendeu e se posicionou melhor, deixando sua bunda ainda mais arrebitada.
Fer deu um beijo delicioso na Lúcia, se levantou um pouco da cama, ficando quase sentada, ainda com a amiga entre as pernas. Com ambas as mãos abriu a bunda da Lúcia, deixando à mostra tudo que até então estava mais oculto. Pude notar a buceta da Lúcia também encharcada. Joguei a cueca de lado, meu pau latejava e pulsava.
Subi na cama, dei uma boa lambida na buceta da Lúcia, chegando até a beirada do cuzinho dela, segurei na sua bunda e dei várias chupadas. Ouvia Lúcia gemer e a Fer dizia:
- Isso cachorra, agora vai dar para meu marido também.
Comecei a chupá-la ainda com mais vontade, passando a mão nos seus peitos e descendo até a cintura. Ela estava com o rabão todo para cima, aí vi a Fer deitar ao seu lado e ambas se beijaram novamente. Parei por uns instantes e ouvi:
- Come ela pra mim vai, seu puto, quero ver ela gemer no seu pau. Disse a Fer dando um tapão na bunda da Lúcia, que deixou uma marca visível.
A Lúcia estava totalmente entregue ao prazer e apenas obedecia, sem questionar ou hesitar. Vi que ela mesma agora abria as nádegas, aguardando o membro que iria penetrá-la.
- Come a nossa putinha, vai. Agora ela é nossa puta.
Eu já havia visto ambas gozarem muito, mas agora estava chegando a minha vez de entrar na brincadeira.
Continua...
P.S.: Alguns Nomes e Idade foram trocadas para preservar as pessoas. Os relatos também foram adaptados, porém mantendo a essencia dos fatos.