Dias após a manhã selvagem com as irmãs e o round duplo com Hugo, a casa de Mark pulsava com uma energia elétrica, mas contida. Sabrina e Lorena trocavam mensagens animadas sobre o fim de semana, e Mark, agora mais confiante, ajudava a planejar o jantar. "Vamos fazer algo especial pro Julio", sugeriu Sabrina, beijando o pescoço de Mark enquanto arrumavam a mesa. "Ele é um cara legal, amor – moreno claro, cabeça raspada, baixinho, mas com uma pegada que compensa tudo. Pau de uns 13cm, mas ele sabe usar como ninguém, faz milagres." Mark riu, curioso: "Se é como você diz, vai ser divertido. E os pais? Vamos incluir eles?" Sabrina piscou: "Claro! Minha irmã topou contar tudo pro Julio sobre a gente. Ele é aberto, como ela disse. Vai rolar uma surpresa boa."
Lorena e Julio chegaram no sábado à noite, trazendo uma garrafa de vinho e um ar descontraído. Julio era exatamente como descrito – pele morena clara, cabeça raspada brilhando sob a luz da sala, estatura baixa mas atlética, com um sorriso fácil e olhos que transmitiam confiança. Ele apertou a mão de Mark com firmeza: "E aí, cunhado? Lorena não para de falar de você. Diz que você é o cara." Mark retribuiu o cumprimento, notando o sotaque leve e o jeito relaxado dele. Adelaide e Hugo os receberam com abraços calorosos; Adelaide, com seu corpo voluptuoso e pele negra reluzente, serviu drinks enquanto Hugo contava piadas leves sobre viagens e trabalho. O jantar fluiu naturalmente – uma lasanha caseira, salada fresca e conversas sobre filmes, hobbies e até relacionamentos abertos. Julio compartilhou histórias engraçadas de suas "escapadas" com Lorena, sem constrangimentos: "A gente é assim, sabe? Transparência total. Ela me contou sobre a manhã com vocês… fiquei curioso, não vou mentir." Lorena corou levemente, mas riu: "Ei, amor, não assuste eles. Mas é verdade – foi incrível." Sabrina piscou para Mark, o clima esquentando sutilmente sob a mesa, com toques casuais e olhares sugestivos.
Após o jantar, com todos relaxados no sofá da sala, o vinho circulando e as risadas ecoando, o tom mudou. Hugo, sempre o catalisador, propôs um brinde: "À família expandida e às noites memoráveis!" Julio ergueu o copo, mas seus olhos passeavam pelas curvas de Sabrina e Adelaide. Lorena, sentindo a vibe, se inclinou para beijar Julio devagar, as mãos dele subindo por sua coxa. "Que tal a gente esquentar isso aqui?", murmurou ela, olhando para os outros. Sabrina, animada, puxou Mark para si: "Acho que é hora da surpresa, amor." Adelaide, com um sorriso malicioso, assentiu: "Vocês jovens começam, eu e Hugo entramos no ritmo." O que começou como beijos leves irrompeu em uma orgia caótica e quente, roupas voando pelo chão da sala, corpos se entrelaçando em um emaranhado de desejo.
Primeiro, Julio tomou a iniciativa com Lorena, deitando-a no sofá e lambendo sua boceta cabeludinha com maestria – língua dançando no clitóris, dedos explorando devagar, fazendo-a gemer alto: "Ahh, amor… assim mesmo, você sabe como me deixar louca." Mark assistia, excitado, e se juntou a Sabrina, fodendo-a de missionário no tapete, estocadas profundas em sua boceta lisa enquanto ela cravava as unhas em suas costas: "Fode mais forte, Mark… mostra pro Julio como se faz." Hugo, não ficando para trás, puxou Adelaide para o chão, penetrando sua boceta carnuda por trás, as nádegas dela balançando a cada investida: "Toma, amor… você adora quando eu te como assim." Julio, vendo a cena, trocou com Mark – agora ele comia Sabrina, seu pau pequeno mas habilido entrando ritmado, focando em ângulos que a faziam gritar: "Caralho, Julio… você é bom nisso! Pequeno mas letal." Sabrina gozou rápido, sucos escorrendo, enquanto Lorena se masturbava assistindo.
A orgia escalou quando as mulheres pediram mais. Lorena, ofegante, sugeriu: "Quero dupla… me encham, meninos." Julio e Mark a atenderam – Julio deitado no sofá, Lorena montando seu pau na boceta, enquanto Mark lubrificava e penetrava seu cuzinho apertado por trás. As estocadas sincronizadas a faziam gemer descontrolada: "Ahh, sim… dois paus me fodendo, que delícia! Mais fundo, Mark… Julio, continua assim!" Seus corpos suados colidiam, orgasmos vindo em ondas, com Lorena gozando alto, o cu e a boceta pulsando ao redor deles. Hugo ria, assistindo: "Olha só a cunhadinha levando DP como uma profissional!"
Sabrina, não querendo ficar de fora, exigiu o mesmo. Hugo e Julio a pegaram – Hugo na boceta, estocando forte de missionário, enquanto Julio entrava em seu cu por cima, seu pau menor facilitando a penetração dupla. "Toma isso, norinha… sente nós dois te preenchendo", grunhiu Hugo, as bolas batendo ritmadas. Sabrina gritava de prazer: "Ahh, fodem meu cu e boceta… assim, Julio, usa essa pegada! Tô gozando, caralho!" Mark assistia, masturbando-se, antes de trocar com Julio, agora seu pau grosso no cu de Sabrina, esticando-a enquanto Hugo a fodia por baixo. Os gemidos ecoavam, corpos suados e cheios de sucos, com Sabrina tendo múltiplos orgasmos, tremendo entre eles.
Adelaide, a mais voluptuosa, foi a última a entrar na dança da DP. "Minha vez, meninos… me quebrem", pediu ela, de quatro no chão. Mark e Julio a atenderam – Mark no cu carnudo dela, penetrando devagar para lubrificar, depois forte, enquanto Julio entrava na boceta úmida por baixo, sua habilidade compensando o tamanho com movimentos precisos. "Ahh, filho… cunhado… isso é demais! Dois paus me fodendo ao mesmo tempo", gemeu Adelaide, os seios grandes balançando, mamilos duros roçando o tapete. Hugo se juntou, trocando com Julio para uma variação: agora Hugo na boceta, estocando ritmado, e Mark no cu, as investidas criando uma fricção insana que a fazia gozar repetidamente: "Tô explodindo… continuem, me usem!" Julio, de lado, mamava seus seios, lambendo os mamilos escuros enquanto os outros a preenchiam. Adelaide gritava alto, sucos escorrendo pelas coxas, o corpo tremendo em êxtase.
Enquanto isso Sabrina e Lorena faziam um 69 delicioso, sucos escorrendo por seus rostos. Se lambusavam como se fosse sorvete.
A orgia continuou com trocas constantes – Julio provando o cu de Adelaide, Hugo fodendo Lorena enquanto Mark comia Sabrina ao lado, todos alternando posições em um caos sensual. Julio, ofegante, elogiava: "Vocês são uma família louca… mas que delícia, Lorena, ver você levando rola de todos." Hugo zoava: "Ei, Julio, seu pau pode ser pequeno, mas você sabe usar ele direitinho eim – tá fazendo minha esposa gozar como louca!" Gozos vinham em sequência – Mark enchendo o cu de Lorena, Julio gozando na boca de Sabrina, Hugo finalizando na boceta de Adelaide. As mulheres, exaustas mas sorridentes, se abraçavam no chão, corpos marcados por mordidas e sucos.
Ao final da noite, com todos recuperando o fôlego, Julio piscou para Lorena: "Isso foi épico, amor. Vamos repetir?" Ela assentiu, mas enquanto mexia no celular, uma sombra sutil mudou levemente sua expressão – algo que Mark notou, mas não comentou. A família se despediu com promessas de mais, sem saber que, em breve, segredos de Julio viriam à tona, mudando tudo. Por enquanto, a orgia selava laços, deixando a casa impregnada de prazer e cumplicidade.