Oi, seus putos safados e tarados por aí, eu sou a Paola, a vadia mais sem vergonha que vocês vão conhecer nessa porra de vida. Tenho 28 anos, um corpo que faz qualquer macho babar e qualquer fêmea invejar. Meus peitos são enormes, firmes e suculentos, tipo melões maduros prontos pra serem chupados e apertados até doer, com mamilos grossos e rosados que ficam durinhos só de pensar em putaria. Minha bunda é redonda e empinada, daquelas que balançam quando eu ando, perfeita pra levar palmadas e ser arrombada sem dó. Minha cintura é fina, marcando bem as curvas, e minhas coxas grossas e carnudas terminam em pernas longas que eu adoro abrir pra qualquer coisa que queira me foder. Meu cabelo é castanho, preso num rabo de cavalo prático pra não atrapalhar na hora da safadeza, e meu rosto é de puta safada, com olhos castanhos que piscam pra provocar e uma boca carnuda feita pra chupar pau, buceta ou o que vier. Hoje tô vestida como a piranha que sou: um topzinho azul estampado, decotado até o umbigo, deixando meus peitões quase pulando pra fora, sem sutiã porque eu amo sentir o vento batendo nos mamilos. Embaixo, uma calcinha minúscula que mal cobre minha buceta depilada e inchada de tesão, e pra completar, botas de salto alto pretas que me deixam ainda mais alta e pronta pra pisar em quem merecer. Eu sou uma vadia sem limites, e vou contar pra vocês como eu virei a rainha da zoofilia nessa merda de sítio que herdei.
Eu morava na cidade grande, casada com um corno ciumento que vivia reclamando das minhas roupas curtas e chamativas. O filho da puta achava que eu era propriedade dele, mas eu sempre fui uma puta no fundo, louca pra mostrar o corpo e atrair olhares. Ele me largou por causa disso, disse que eu era uma vadia exibicionista que não merecia um marido decente. Foda-se ele! Depois da separação, eu mandei o pudor pro caralho e decidi ir pro sítio que herdei dos meus pais – sou filha única, então tudo veio pra mim. Lá tem uns animais que me deixam molhada só de pensar: uns cachorros vira-latas fortes e famintos, um burro enorme com um pau que parece um braço, vacas e bois que eu já imaginava usando de jeitos bem sujos. Cheguei lá no fim da tarde, o sol batendo forte na minha pele suada, e a casa tava uma nojeira total – poeira por todo lado, teias de aranha, chão imundo coberto de sujeira velha. Mas eu nem liguei, caralho, minha buceta tava pingando de tesão desde a viagem inteira. Eu queria era cruzar logo com aqueles cachorros, sentir aqueles paus quentes e nodosos me arrombando sem pena.
Joguei minha mala no chão da sala fedorenta e fui direto pro quintal, onde os bichos tavam. Os cachorros – três vira-latas grandes, um preto, um marrom e um manchado – latiram quando me viram, mas eu sorri como a puta que sou e me abaixei, abrindo as pernas pra eles cheirarem. "Vem cá, seus cachorros safados, a mamãe tá aqui pra ser a cadela de vocês", eu disse, tirando o top e deixando meus peitões balançarem livres. Meu corpo tava quente, suado, e eu me sentia uma vadia no cio. O preto veio primeiro, farejando minha buceta pela calcinha fina, e eu gemi alto, empurrando a cara dele contra mim. "Isso, cheira essa puta fedida, lambe tudo!" Ele enfiou o focinho e começou a lamber, a língua áspera raspando no tecido molhado, me fazendo tremer. Tirei a calcinha rapidinho, jogando pro lado, e me deitei na grama seca e suja, pernas escancaradas. "Vem foder essa vadia, seus putos!"
O preto montou em mim sem cerimônia, o pau vermelho e grosso saindo da bainha, babando pré-gozo. Ele enfiou tudo de uma vez na minha buceta encharcada, me arrombando como se eu fosse uma cadela de rua. "Aaaah, caralho, que pau grosso! Fode mais forte, seu cachorro filho da puta!" Eu gritava, as unhas cravando na terra imunda, enquanto ele bombava rápido, o nó inchando dentro de mim. Os outros dois tavam ao redor, latindo e lambendo meus peitos, um deles mordiscando meu mamilo até sangrar um pouquinho. Eu gozei gritando, esguichando mijo misturado com porra, molhando tudo ao redor. "Mija em mim, seus safados! Quero ser banhada nessa porra toda!" O marrom subiu em cima, mijando quente no meu rosto enquanto o preto ainda tava preso no nó, me enchendo de sêmen canino quente e viscoso. Eu abri a boca, bebendo o mijo amargo e salgado, gargalhando como uma louca. "Delícia, caralho! Mija mais, enche essa puta de xixi!"
Quando o nó do preto soltou, o manchado veio e virei meu corpo de bruços na sujeira. Ele lambeu meu cu suado antes de enfiar o pau lá, me sodomizando sem dó. "Fode meu cu, seu vira-lata nojento! Arromba tudo!" Eu empurrava pra trás, sentindo o pau pulsar, e gozei de novo, mijando no chão enquanto ele gozava dentro, o sêmen escorrendo pelas minhas coxas. Os outros cachorros lambiam tudo, limpando a bagunça com as línguas, e eu me sentia a rainha das vadias, coberta de mijo, porra e sujeira.
Mas eu não parei aí, seus tarados. Fui pro curral onde o burro tava, ainda nua e pingando. O bicho era enorme, pau pendurado como uma mangueira grossa. Eu me ajoelhei na palha fedorenta, cheia de cocô seco, e comecei a chupar aquela rola animal, enfiando na garganta até engasgar. "Que pau gigante, seu burro filho da puta! Vou mamar até você gozar na minha cara!" Ele relinchou e mijou um jato forte, me encharcando toda, o mijo escorrendo pelos meus peitos e buceta. Eu ri, mijando junto, e virei de costas, guiando o pau pro meu cu já arrombado. "Enfia tudo, me rasga ao meio!" Ele bombou devagar, mas forte, me enchendo até eu gritar de dor e prazer misturados. Gozei mijando de novo, o líquido misturando com o sêmen dele que vazava.
Depois, fui pras vacas e bois. Uma vaca tava lá, ubres cheias de leite. Eu me deitei embaixo dela, chupando os tetos como uma bezerra safada, leite jorrando na minha boca e corpo. "Bebe leite dessa vaca puta enquanto eu me masturbo!" Enfiei os dedos na buceta, gozando enquanto o boi ao lado montava em mim, o pau enorme me fudendo como se eu fosse uma vaca no cio. "Fode, seu boi safado! Enche essa vadia de porra bovina!" Ele mijou dentro de mim, o mijo quente transbordando, e eu bebi o que pude, o resto escorrendo pra formar uma poça no chão sujo.
Desde então, vivo assim nesse sítio imundo, sendo a puta dos animais dia e noite. Fodo com os cachorros toda manhã, deixo o burro me arrombar à tarde, e à noite mijamos uns nos outros num festival de depravação.
Espero que vocês tenham gostado, seus putos imundos e tarados do caralho. Se não gostaram, vão tomar no cu e na puta que pariu, porque eu não dou a mínima pra opinião de corno. Mas se vocês curtiram essa depravação suja e nojenta, comentem aí embaixo, mandem seus pedidos de mais putaria animal, digam o quanto gozaram lendo essa merda toda. Quanto mais safadeza vocês pedirem, mais aventuras nojentas eu conto pra vocês, porque aqui não tem limite pra vadia nenhuma. Beijos fedidos da sua Paola, ainda pingando porra e mijo.
