- Capítulo 9 – (Penúltimo)
A casa de Renato era um grande sobrado numa região muito nobre da cidade e quando digo muito nobre é muito nobre mesmo. O sobrado era todo em estilo neoclássico com grandes colunas romanas na entrada, um jardim muito grande na frente, na lateral uma garagem coberta onde um carro importado estava estacionado (Renato e eu estávamos dentro de outro) e lá estava ela, a Kawasaki Ninja preta e laranja na qual Renato havia aparecido de madrugada me procurando na rua da antiga fábrica de cervejas e foi quando senti desejo por ele a primeira vez.
Entrando na casa, Renato colocou minha mala no hall de entrada e foi me mostrando todo o local, a casa era muito grande e muito requintada, no térreo havia: hall de entrada, sala de espera, sala principal, escritório, sala de jantar, cozinha, despensa, banheiro social e uma suíte para visitas, no andar de cima havia quatro suítes, uma sala de tv e uma pequena copa. Nos fundos da casa uma grande piscina e mais uma casa para visitas com uma suíte, sala e cozinha e uma área de churrasco com sauna, banheiros e vestiário. Eu estava muito chocado com aquilo tudo, principalmente quando reparei que a casa estava vazia, não havia outras pessoas ali. E quando perguntei sobre elas, Renato disse:
- Eu moro sozinho.
- Como assim você mora sozinho numa casa desse tamanho? Perguntei indignado.
- Bem, eu já sou maior de idade, trabalho... Sabe como é não dá pra ficar na casa dos pais a vida toda. Respondeu ele tranquilamente.
Embora a resposta dele estivesse de acordo com seus padrões de vida, não pude deixar de me sentir inferior, afinal eu vinha de uma família normal e sem ostentação e eu sabia que mesmo Renato sendo quatro anos mais velho que eu, ele tinha 22 anos e eu 18 anos, não iria conseguir em quatro anos ter tudo aquilo. Mas Renato mesmo tendo tudo aquilo transmitia muita simplicidade. Era óbvio que ele se vestia com roupas boas, mas nada chamativo ou cheio de logotipos de marcas, eram roupas sóbrias, assim como ele, e no tempo que trabalhei ao lado dele, nunca o vi se exibindo de algo, ao contrário, Renato costumava ser muito discreto.
- E agora não moro mais sozinho, você vai morar aqui comigo. Completou Renato diante do meu silêncio.
- Sobre isso... Comecei a falar.
- Sobre isso, antes que você fale, vamos acertar o seguinte: Nós não temos nada, ok? Eu gosto de você, como já te disse, mas não vou te forçar a nada. Você vai morar aqui o tempo que quiser e eu não vou te cobrar nada por isso. Você já foi abusado por diversas pessoas e eu definitivamente não quero ser mais um a fazer isso com você. Disse Renato.
- Obrigado. Respondi timidamente tentando não chorar.
- Você quer ficar na casa de visitas ou em um dos quartos aqui de dentro? Perguntou ele.
- Você quem sabe. Respondi.
- Bem eu ando de cueca dentro de casa. Talvez morar na casa de visitas seja mais cômodo para você, assim não vai ficar pensado que estou tentando te seduzir. É claro que vou tentar, mas não quero te incomodar. Disse ele com um sorriso no rosto.
- É talvez seja melhor que eu fique lá fora mesmo. Respondi gaguejando.
Era novo esse sentimento de ver Renato com desejo. Eu não sabia como lidar com isso.
A casa da piscina era bem grande por dentro. Renato me levou até lá deixando minha mala e mostrando tudo novamente, parecia que ele estava enrolando pra sair e eu estava adorando aquilo.
Depois de não ter mais o que falar Renato finalmente foi para a casa da frente. A primeira coisa que fiz, foi tomar banho. Como não estava acostumado com o lugar, acabei esquecendo-me de procurar uma toalha e ao sair do banheiro o fiz pelado. Fui para a sala ver se na mala havia algo que pudesse me secar.
- Eu só ando de cueca, mas se você quer andar pelado eu não vou me importar. Disse Renato do lado de fora na porta da sala.
Assustado, vi que tinha deixado à porta da sala aberta e instintivamente coloquei as mãos cobrindo meu pau.
Renato riu.
- Eu já vi tudo, não precisa esconder. Respondeu ele rindo mais.
- Eu não sei onde têm toalha. Disse meio nervoso.
- Estão aqui. Disse Renato entrando na casa apontando para um armário embutido no corredor sem tirar os olhos de mim.
Tentei correr até o armário, mas acabei escorregando e caindo em cima de Renato.
- Eu sabia que você iria se jogar em cima de mim em algum momento, só não sabia que seria tão rápido assim. Disse ele rindo.
- Deixa de ser idiota. Eu não fiz de propósito. Berrei na cara dele dando-lhe um tapa no ombro.
Renato puxou meu rosto dando-me um beijo na boca. Sentir sua língua deslizando pela minha boca, suas mãos segurando minha nuca de forma suave, mas firmes, sem me pressionar, sem me prender, mas me fazendo desejar cada segundo daquele beijo era assim que Renato fazia, era essa sua magia. Suas mãos começaram a percorrer minhas costas, seus dedos longos passando pela minha espinha fazendo todo meu corpo arrepiar-se. Embaixo de mim eu já sentia o volume em seu shorts crescendo e o calor do seu corpo era tanto que mesmo estando nu ali com a porta da sala aberta e com uma brisa suave entrando, eu não sentia frio, ao contrário, meu corpo estava esquentando cada vez mais, eu sentia que meu corpo parecia uma brasa acesa. Meu pau ficou duro. Em cima de Renato eu cedi e também devolvi o beijo. Ele se mexe virando-me e ficando por cima de mim, alto e pesado, seu corpo me prendeu no chão daquela sala. Renato começou a beijar meu corpo todo e enquanto o fazia suas mãos percorriam meu corpo e instintivamente eu fui abrindo minhas pernas. Marlla tinha razão, as pernas de Renato que eram naquele estilo “alicate” realmente se encaixavam direitinho em mim. Minha bunda ali levemente erguidas e encaixadas entre as pernas dele, seus braços me puxando contra ele, e eu podia sentir seu pau duro como uma rocha dentro do short. Renato me beijava com tanto desejo e vontade que me sentia uma presa sendo devorado pelo predador que estava faminto ha muito tempo. Renato cuspiu em sua mão e começou a me punhetar lentamente, subia e descia sua mão fazendo toda a pele do meu pau descer até expor a cabeça completamente e voltando novamente para cima e enquanto o fazia, ele continuava beijando meu corpo, chupando meus peitos e dando leves mordidas em meu peito. Conforme avançava sobre mim eu pude sentir a cabeça do seu pau que de tão duro que estava, começou a sair do short. Vi Renato abaixando seu braço e entendi que ele estava colocando seu pau pra fora, mas não vi seu pau. Ele voltou a avançar contra mim e beijando e chupando-me eu sentia meu corpo se contorcer de tesão. Suas coxas ergueram mais minha bunda e senti a cabeça de seu pau bem na entrada do meu cu. A cada beijo dele eu me contorcia mais e meu cu estava se abrindo todo para receber o pau dele. Sentia a cabeça de seu pau cutucando e forçando a entrada. Era uma cabeça grande, pois mesmo ali relaxado e com a cabeça do pau úmida ela não entrava. No momento que Renato avançou mais contra mim eu senti que meu cu cedeu e aquela cabeça entrou, eu gritei de dor e prazer ao mesmo tempo. Renato parou qualquer movimento. Eu podia sentir que meu cu estava tentando expulsar o pau dele e a cabeça de seu pau lutava contra isso pulsando várias vezes. Eu não aguentei e comecei a sentir os jatos quentes voarem por todos os lados e principalmente em minha barriga, eu estava gozando e era tão intenso que meu cu expulsou o pau do Renato dentro de mim. Ele riu. Foi abaixando-se e lambeu minha porra e voltou para beijar-me. Renato era muito safado e sedutor.
- Essa é a segunda vez que te faço gozar, terceira se eu contar a punheta que você bateu e gozou na minha jaqueta e em todas essas vezes e eu não gozei. Se prepare, pois quando eu te pegar de jeito, você vai ver estrelas. Disse Renato dando um tapinha na minha bunda e levantando-se.
- E você não quer? Perguntei.
- Quero, mas sei me controlar. Você merece mais que apenas sexo. Coloque uma roupa e vamos comer. Disse ele estendendo a mão para ajudar-me a levantar.
Depois de jantarmos, ficamos na sala da casa de Renato assistindo tv. Ali sentado ao lado dele e antes também na mesa enquanto jantávamos, eu lembrava de como Renato me irritava ao ouvir sua voz e fui compreendendo mais ainda que minha raiva nada mais era que o desejo de calar a boca dele o beijando e estando ali ao lado dele. A raiva que sentia era por não querer me aproximar dele. Parece confuso? Sim, é confuso! Essa confusão nada mais é do que os traumas psicológicos que minha mãe havia deixado em mim. Ela sempre fora uma pessoa que não buscava o amor e sim um homem com dinheiro para ela gastar. Eu gostei de Renato quando o conheci, mas por ele ser exatamente o tipo de pessoa que minha mãe iria tentar cravar as unhas (bonito e com dinheiro) para ficar com ela, eu não queria me transformar numa versão masculina dela, alguém que se aproximaria de Renato para seduzi-lo e usar dele e de seu dinheiro. Então inconscientemente eu o repelia e sentia raiva ao mesmo tempo.
Em minha cama na casa da piscina, durante a madrugada acordei com a cama toda molhada, achei que tinha me mijado todo, mas era suor, eu estava com febre. Tentei levantar, mas não conseguia, só apaguei...
- Ele está acordando. Disse uma voz feminina suave.
- Dado? Chamava-me Renato.
Abri os olhos e ainda no quarto da casa da piscina estava rodeando a cama Renato, uma mulher branca de cabelos loiros e olhos de um azul muito profundo que me olhava com muita ternura.
- Você está bem Eduardo? Perguntou ela.
- Sim, estou. O que aconteceu? Perguntei tentando sentar na cama.
- Fique deitado, não faça movimentos bruscos. Disse Renato apavorado.
- Renato, não faça dramas. Disse a mulher.
- Eduardo, eu sou a mãe do Renato, me chamo Ana. Você teve febre e vomitou durante a noite, por sorte não se engasgou no próprio vômito. O médico veio e já te examinou e medicou. Você teve uma crise nervosa. Provavelmente por tudo que passou. Disse ela enquanto sorria afetuosamente para mim.
- Eu não queria ter dado esse trabalho, me desculpe. Disse envergonhado.
- Não precisa se desculpar querido, ninguém pede pra ficar doente. Disse ela passando a mão na minha cabeça.
- O Renato estava achando que você estava morrendo e apavorou todos nós. Disse uma jovem que mais parecia uma versão feminina de Renato entrando no quarto.
- Não seja exagerada Rúbia. Disse Renato.
- Mãe, acho que o amor da minha vida está morrendo preciso de ajuda. Dizia Rúbia numa clara imitação de Renato.
- Parem vocês dois. Disse Ana.
- Eu sou Rúbia a irmã mais velha do Renato, muito prazer.
- Prazer. Disse meio tímido.
- Tudo está certo agora. Se precisar de algo, Renato vai te ajudar. Fique bem, eu voltarei depois para ver como você está. Disse Ana afetuosa para mim.
Quando Ana saiu do quarto, voltou novamente para puxar Rúbia que falava algo no ouvido de Renato. Rúbia acenou com a mão se despedindo e deixando apenas Renato no quarto.
- Minha irmã gostou de você. Aliás, todos os meus irmãos e meus pais também gostaram. Disse Renato sentando-se ao meu lado enquanto colocava uma das mãos em minha testa para conferir a temperatura.
- Como assim toda sua família gostou de mim? O que aconteceu enquanto eu queimava de febre? Perguntei indignado.
- Bem, todos eles vieram pra cá e viram você. Meus pais já sabiam de você eu já havia comentado com eles sobre estar interessado em você. Disse Renato calmamente.
- Deus, eu desmaio e sou apresentado pra sua família mesmo inconsciente. Respondi ainda mais indignado.
Os dias foram se passando e fui me sentindo melhor e me recuperando muito bem. A família de Renato me acolheu como a minha própria família não tinha me acolhido. Renato era o mais novo de quatro irmãos. Na verdade de cinco, Rúbia, Roberto, Ricardo, Renato e Rafael, mas o último, Rafael que era o irmão mais novo havia morrido quatro anos atrás vítima de homofobia, fato esse que fez seus pais mimarem ainda mais Renato quando descobriram que ele também era gay.
A mãe de Renato praticamente me adotou como filho, visitava-me todos os dias, além de me convidar para ir aos lugares com ela e os demais irmãos de Renato. Jorge o pai de Renato também tinha a mesma atitude. Eu já nem podia chamá-los pelos nomes, pois eles se sentiam magoados, eu os tratava por mãe e pai. Inclusive foi a própria mãe de Renato que me obrigou a ir dormir na casa principal junto com Renato, para facilitar que Renato ficasse de olho em mim e me ajudasse.
Eu me sentia muito bem e muito amado naquela família, mas ainda me incomodava o fato de que em algum momento eu poderia ser visto como a minha mãe que usava as pessoas, afinal eu estava morando de favor na casa de Renato e nem tinha voltado ao trabalho. Conversando com Renato, ele me disse que havia comentado com seus pais tudo que eu havia falado, portanto eu não devia me preocupar com esse tipo de pensamento, pois seus pais estavam fazendo tudo de bom grado, e que em nenhum momento ninguém ali se sentia ou se sentiria usado.
Renato cumpriu o que disse e depois daquele dia não fizemos mais nada sexual. Renato focava em me proporcionar tudo o que eu não havia feito ao longo dos anos, como ir ao cinema comigo, me levar em restaurantes, fizemos pequenas viagens e ele sempre me levava e esperava minha última aula acabar para voltarmos para casa juntos.
- Essa carta é para você. Disse Renato me entregando um envelope quando voltou do trabalho.
Ao abrir a carta comecei a ler:
“Eduardo, quero começar essa carta pedindo perdão por não ter acreditado em suas palavras. Tudo o que você havia me contado aquele dia era verdade. Sua mãe me deixou e foi embora com o dono do restaurante para Portugal. Sei que está bem amparado agora, mas lamento ter te abandonado no momento em que você mais precisava. Espero que um dia possa me perdoar. Todos os momentos que passamos juntos foram maravilhosos e quero que saiba que sempre terei isso em meu coração. Espero que fique bem. Abraços, Paulo.”
- Ele pediu demissão e me entregou essa carta. Disse Renato enquanto olhava para mim.
- Preciso que me leve em um lugar. Disse para Renato.
Estávamos lá, em frente da casa onde eu havia passado toda a minha vida e uma placa de vende-se estava pendurada no portão. Paulo não mentira, minha mãe havia ido embora e me deixado, não que ela não houvesse feito isso no momento que me expulsou, mas agora ali sem saber onde ela estava eu de fato entendia que não havia mais volta, eu estava só no mundo. Paulo havia desaparecido sem deixar rastros, minha mãe foi embora para outro país...
- Você não está sozinho, eu estou com você. Disse Renato quase como se tivesse lido minha mente.
Antes de ir embora, deixei o telefone da casa do Renato onde eu agora morava com uma vizinha, para o caso de algum dia minha mãe me procurar.
O tempo foi passando, voltei ao trabalho, quando agradeci para a moça dos recursos humanos o fato de ter podido ficar tanto tempo afastado, ela deu um sorriso e disse:
- Bem, você é da família, mesmo que eu quisesse não iria poder te demitir.
- Oi? Não entendi. Respondi confuso.
- A família do Renato é dona dessa empresa, foram eles que autorizaram esse tempo de ausência. Respondeu ela.
- Como assim? O Renato trabalha no administrativo assim como eu. Respondi.
- E qual o problema nisso? Ele trabalha no administrativo, pois está se formando para atuar em outra área, então não quer ficar sem trabalhar. Mas isso não o torna menos dono da empresa. Respondeu ela me dando uma piscadela.
Agora tudo fazia muito sentido, eu nunca havia visto alguém ficar vários meses afastado do trabalho, sem um atestado e ainda recebendo normalmente.
Foi numa noite de sábado quando Renato e eu estávamos jantando e o telefone toca, fui atender e era meu pai.
- Eduardo, filho? Disse ele.
- Sim. Pai? Como conseguiu esse número? Perguntei intrigado.
- A vizinha da sua casa me passou quando fui procurar por você. Quero falar como você, podemos nos encontrar amanhã na sua antiga casa?
- Sim, claro. Respondi.
Na tarde de domingo, optei por ir sozinho até minha antiga casa. Renato havia me emprestado um de seus carros e fui dirigindo. Quando cheguei meu pai já me esperava lá.
- Aqui está. Disse meu pai entregando um molho de chaves para mim.
- O que é isso? Perguntei.
- A casa é sua agora. Respondeu meu pai.
- Como assim? Perguntei.
- Eu vi que sua mãe fugiu com o dono do restaurante e te abandonou. Passei algum tempo atrás aqui e vi a placa de vende-se e comprei a casa para você. Eu imagino que você não deva ter tantas memórias boas aqui, mas enfim, a casa é sua, eu comprei para você. Você pode morar nela, vender, alugar e ter uma renda... Você decide. Disse ele me abraçando e continuou:
- Eu sei que nunca fiz muito por você além de pagar a pensão... Espero que esse gesto amenize um pouco das minhas faltas com você. Eu não fazia ideia que ela havia expulsado você de casa, só fiquei sabendo quando vi que ela fugiu e quando vim aqui à vizinha me contou o que ela havia feito e me passou seu telefone. Mas parece que você está bem. Disse ele rindo e olhando para o carro importado parado atrás de mim.
- É de um amigo com quem estou morando... Não é meu. Respondi rindo e enxugando as lágrimas que escorriam do meu rosto.
Entramos na casa, que agora estava completamente vazia. O cheiro de pintura nova ainda estava impregnado em cada ambiente. Entrei naquele que foi o meu quarto e olhei onde meses atrás eu havia sido espancado por minha mãe. Meu pai que estava atrás de mim me abraçou ali, de certo entendeu o que se passava em minha mente. Ergui minhas mãos indo de encontro com as suas em meus peitos e segurei forte puxando-o mais contra mim.
Senti o calor de seu corpo e seu membro ficando duro atrás de mim. Rebolei roçando suavemente minha bunda no volume que ia se formando.
- Você não tem jeito neh? Perguntou ele bem baixinho em meu ouvido.
- É pra me despedir desse lugar. Respondi.
Virei e me abaixando fui de encontro com seu pau duro. Comecei a esfregar meu rosto em seu short deixando-o cada vez mais duro. Não aguentando de tesão, ele o colocou para fora e puxou minha cabeça contra seu corpo me fazendo engolir aquele caralho. Eu o mamava com muita vontade, engolia cada centímetro daquele pau. Ele cheio de tesão me puxava fazendo eu engolir seu pau até sentir seus pentelhos em meu rosto e só soltava quando eu estava prestes a vomitar. Quando eu voltava a respirar ele puxava novamente me fazendo babar no seu pau. Tiramos nossas roupas e ali mesmo naquele quarto ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cu, era delicioso sentir sua língua me invadindo, ele cuspia e enfiava a língua novamente. Começou a enfiar um dedo e depois enfiou outro e enquanto fazia isso, beijava minhas costas e ia passeando com sua língua nela. Senti a cabeça de seu pau pincelando meu cuzinho.
- Você quer a rola do papai? Perguntou ele
- Sim. Respondi manhoso.
- Pede rola então. Ordenou ele.
- Me enfia essa rolona papai. Pedi.
Ele enfiou de uma só vez e eu gritei de dor e gemi de tesão ao mesmo tempo. Ele retirou todo seu pau e depois enfiou novamente tudo de uma só vez, e repetiu isso várias vezes até meu cuzinho estar todo aberto pelo seu pau. Eu gemia cada vez mais e como a casa estava vazia meus gemidos ecoavam pelos cômodos. Ele metia muito rápido em meu cu e o barulho de suas coxas batendo contra minha bunda faziam um barulho rítmico sensual.
Saímos daquele quarto e fomos para a cozinha, ele ergueu uma das minhas pernas a colocando sobre a pia e me debruçou contra ela, enfiou mais seu pau em mim, e ali em pé ia socando e bombando seu caralho com bastante força. Meu pau já latejava de tanto tesão e se babava todo.
Fomos para a sala e deitamos no chão onde fizemos um 69, ele me chupando e eu chupando ele. Ali por cima dele com ele chupando meu pau e intercalando com chupadas em meu cu eu aproveitava e lambia seu pau e chupava suas bolas sentindo sua rola pulsar dentro da minha boca.
Fomos para o quarto que era da minha mãe e ali no chão ele me colocou de frango e começou a me comer e gemer no ouvido.
- Eu vou encher seu cu de leite. Pede leitinho pro papai pede. Dizia ele.
- Me enche com seu leitinho papai. Respondia pra ele.
Ele foi enfiando e metendo cada vez mais forte. Ele apertava meus peitos com os dedos e depois vinha chupá-los e morder eles. Eu batia uma punheta enquanto sentia seu pau entrando e saindo de mim. Não aguentando mais gozei e meus jatos inundaram minha barriga com minha porra. Meu cu apertando a rola do meu pai o fez jorrar seu leite dentro de mim. Não satisfeito, ele chupou meu cu e bebeu todo o leite que tinha injetado em meu cu e lambeu todo o leite que eu havia gozado em meu corpo. Beijamos-nos e ficamos ali conversando.
Avisei meu pai que eu venderia a casa e compraria outra casa em outro bairro. Aquele lugar embora tenha algumas lembranças boas, foi o lugar onde eu passei anos refém de uma pessoa narcisista e que me tratava como um meio para conseguir as coisas através da pensão do meu pai, além de ter sido o lugar onde fui espancado e expulso. Não queria continuar ali ou ter qualquer ligação com aquele lugar. Ainda estava bem vivo em mim as palavras da minha mãe no dia que me expulsou de casa:
- Eu não sou sua mãe, não sou mãe de aberrações como você.
Na família de Renato eu havia encontrado um verdadeiro lar. Sua mãe me tratava como a minha deveria me tratar, com respeito, com educação e amor. Os irmãos de Renato eram como irmãos para mim, me incluíam em tudo que faziam e convivíamos como se nos conhecêssemos há anos.
Meu pai concordou com isso e disse que eu devia fazer o que era melhor para mim. Despedimos-nos depois daquela transa intensa e voltei para meu verdadeiro lar.
- Eu quero te dizer uma coisa. Falei para Renato quando entrei em casa.
- Diga. Respondeu ele sentando-se no sofá e olhando fixamente para mim.
- Um dia você me disse que eu seria seu, aliás, que eu já era seu, só não sabia disso ainda. Pois bem, eu quero oficializar isso. Quero ser seu e que você seja meu. Disse para ele escolhendo bem as palavras.
- Você está louco? Respondeu ele.
Continua...
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