Minha Namorada Apostou que a Amiga Dela Não Conseguia me Fazer Gozar Rápido com um Boquete

Um conto erótico de Caçador
Categoria: Heterossexual
Contém 1073 palavras
Data: 03/01/2026 01:02:51

Num sábado à noite qualquer, eu, minha namorada Larissa, e duas amigas dela, a Beatriz (Bia) e a Camila, estávamos largados no apê da Lari. A gente estava bebendo pesado—já tínhamos matado uma caixa de cerveja e agora estávamos nas caipirinhas que a Camila insistia em fazer, cada uma mais forte que a outra. E, como sempre acontece quando o álcool baixa, o assunto descambou para sexo.

Não sei quem começou, mas de repente a Larissa estava se gabando. "Ninguém nesse mundo chupa como eu. O pau do meu homem aqui é a prova viva," ela disse, batendo na minha coxa.

Claro que eu concordei, rindo. "Fato. Ninguém bate ela."

Foi aí que a Bia, que já estava com os olhos brilhando de safadeza e álcool, deu uma risadinha. "Ah, é? Lari, você é boa, mas eu sou especialista. Técnica pura. Ninguém é melhor que eu."

A Larissa estreitou os olhos. "Você tá duvidando de mim, sua vaca?"

"Tô dizendo que, se a gente comparar, eu ganho," Bia provocou.

E, antes que eu pudesse processar, duas mulheres bêbadas tinham feito uma aposta. A Bia apostou que conseguia me fazer gozar em menos de três minutos. Se ela conseguisse, a Larissa pagaria a conta da nossa próxima noite de bebedeira. Se eu aguentasse mais que três minutos, a Bia bancava tudo. Eu? Eu não tive voz nenhuma na porra do assunto. Eu era só o objeto de teste.

A Camila, rindo tanto que quase derrubou a bebida, gritou: "Regras! Tem que ter regras!"

A Larissa olhou pra mim, depois pra Bia, com um sorriso maligno. "Pra ser justo... e mais sexy... os dois têm que estar completamente pelados."

"Fechado," a Bia concordou na hora.

Mais uma vez, ninguém me perguntou nada. Mas, quer saber? Eu não reclamei. Eu adoro ficar pelado na frente dos outros. A ideia de ficar nu, sendo observado pela minha namorada e a amiga dela, enquanto a outra amiga me chupava... meu pau já começou a dar sinal de vida dentro da bermuda.

"Pra onde?" perguntou a Bia.

"Cozinha," decidiu a Larissa. "A luz é melhor. E o chão é mais fácil de limpar."

Nós quatro fomos cambaleando para a cozinha. A Camila pegou o celular, pronta pra ligar o cronômetro. "Ok, podem tirar a roupa!" ela anunciou, como se fosse a juíza de uma competição bizarra.

Eu não perdi tempo. Camisa, bermuda, cueca. Em dez segundos eu estava completamente nu, em pé no meio da cozinha da minha namorada, sob a luz fria e branca do fluorescente. A Bia também não hesitou. Ela tirou o vestido curto que estava usando—ela estava sem sutiã—e depois desceu a calcinha, chutando-a para o lado. Ela tinha um corpo fantástico, e ali estava ela, pelada na minha frente.

"De joelhos, vagabunda," a Larissa brincou, empurrando a Bia na minha direção.

Eu estava duro como pedra. A Bia se ajoelhou no azulejo frio, olhou para o meu pau com um olhar profissional, quase faminto, e sorriu. "Três minutos? Fácil."

"Ei," a Larissa me cutucou, séria por um segundo, mostrando o celular com o cronômetro. "É melhor você não gozar cedo. Se eu perder essa aposta por sua culpa, você vai estar muito, muito fodido comigo essa noite." A ameaça só me deixou com mais tesão.

"Pode começar!" gritou a Camila.

A Bia não perdeu tempo. Ela me agarrou pela base do pau com uma mão e me engoliu com a boca na outra.

Caralho. O boquete era... incrível. A Larissa era ótima, mas ela era mais selvagem, mais focada no prazer dela. A Bia era pura técnica. A boca dela era quente e inacreditavelmente molhada, e ela sabia exatamente como usar a língua, fazendo círculos na minha cabeça enquanto me chupava fundo, massageando minhas bolas com a outra mão.

Eu estava no paraíso. Completamente pelado na frente de três mulheres, recebendo o melhor boquete da minha vida, na frente da minha namorada. Eu olhei para a Larissa. Ela não estava olhando para mim; estava com os olhos vidrados no celular e no meu pau, entrando e saindo da boca da amiga dela. A boca dela estava entreaberta.

"Dois minutos!" gritou a Camila.

A Bia aumentou o ritmo, começando a fazer garganta profunda, me engolindo até o talo, repetidamente. Meu pau estava latejando, meus joelhos começando a tremer. Eu podia sentir que estava chegando perto, aquela sensação familiar crescendo na base da minha coluna. Eu fechei os olhos, tentando me controlar. Não goza, não goza, não goza...

"Trinta segundos!"

A Bia estava chupando como se a vida dela dependesse disso, os sons molhados ecoando na cozinha.

"Dez! Nove! Oito!..." A Camila estava contando alto.

Eu estava no meu limite absoluto. Eu ia explodir.

"Três! Dois! Um! ACABOU O TEMPO!"

Eu ainda não tinha gozado.

"AEEEE! EU GANHEI!" A Larissa gritou, pulando e batendo palmas. "CHUPA ESSA, BIA! MEU HOMEM É FODA!"

A Bia parou, tirou meu pau da boca e olhou para cima, o batom todo borrado, um fio de pré-gozo escorrendo pelo queixo dela. Ela parecia genuinamente puta por ter perdido.

E então, ela deu de ombros, sorriu e... voltou a me chupar.

"Ei!" A Larissa protestou, mas estava rindo. "A aposta acabou!"

"Foda-se a aposta," a voz da Bia saiu abafada. "Eu não fiz o trabalho todo pra não ver o final."

Ela continuou. E sem a pressão do tempo, sem a ameaça da Larissa, eu relaxei. Alguns segundos depois, eu agarrei os cabelos dela. "Bia... eu vou..."

Ela nem parou. Eu explodi. Foi uma quantidade absurda. Eu gozei com tanta força que espirrou por todo o peito dela, no rosto, e uma parte bateu no chão de azulejo. Eu estava tremendo, ofegante.

A Larissa estava morrendo de rir. "Você ganhou, porra!" ela veio e me deu um beijo rápido, depois um abraço apertado, me apertando contra ela, nem ligando que eu estava nu e suado. "A Bia vai ter que bancar a noite toda amanhã!"

Na noite seguinte, nós saímos. A Bia, fiel à sua palavra, pagou cada cerveja, cada shot, cada drink. Nós ficamos completamente bêbados e nos divertimos pra caralho.

Mais tarde, quando eu e a Larissa chegamos em casa, nós transamos como animais. Foi um sexo bêbado, desesperado, incrível. Ela não parava de me chamar de "meu campeão", montando em mim com uma energia selvagem que era quase uma recompensa.

Ela adormeceu sorrindo, achando que tinha ganhado a aposta.

Mas, na verdade, quem ganhou fui eu.

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