“Intervalo no Ginásio”
O sinal do intervalo ecoou alto pelos corredores, como um alarme de liberdade. Alunos saíram correndo das salas, vozes misturando lanches, futebol e fofocas. Tiago, na aula de matemática, guardou o caderno devagar, fingindo arrumar a mochila enquanto a turma esvaziava.
O celular vibrou no bolso: mensagem de Marlon.
“Ginásio agora. Porta dos fundos. Tô sozinho.”
Tiago sentiu o pau endurecer na hora. Esperou os últimos colegas saírem — professor Peter apagando a lousa de costas — e escapuliu pelo corredor lateral.
Olhava ao redor a cada passo: zelador varrendo longe, grupo de meninas na esquina, ninguém prestando atenção.
Virou no corredor do ginásio, porta de serviço entreaberta, luz interna acesa. Entrou rápido, coração disparado de excitação e adrenalina.
O ginásio estava vazio, cheiro de borracha e suor antigo, colchonetes espalhados, barras brilhando. Trancou a porta principal com a chave deixada na maçaneta interna — clique seco ecoando.
No centro, Marlon se exercitava no colchonete azul: short de malha cinza curto, sem camisa, corpo bronzeado musculoso suado, cabelo curto molhado na testa.
Fazia flexões lentas e perfeitas: descia até o peito quase tocar o chão, subia explosivo, peitoral largo saltando, abdômen tanquinho marcado, braços grossos tensionados. Respirava pesado, gemidos baixos de esforço, suor pingando no tecido.
Tiago observava da sombra, pau duro na calça.
Marlon terminou a série, rolou de costas, viu Tiago e abriu um sorriso largo.
— Chegou, vadia. Achei que a chuva de hoje tinha te amolecido.
Tiago se aproximou, apertando o próprio volume.
— Chuva nenhuma me impede de vir tomar rola, professor. Tô louco pra te ver suado assim desde cedo. Esse corpo brilhando... me deixa doido.
Marlon se ergueu, suor escorrendo pelo peito largo, gotas traçando os sulcos dos músculos.
— Intervalo curto, mas suficiente pra te usar direito. Ninguém vem aqui nessa hora. Vamos aproveitar cada segundo, caralho.
— Então me usa logo, me arromba sem piedade — disse Tiago, puxando Marlon para um beijo feroz, línguas se enroscando com fome, bocas se devorando, saliva misturando enquanto mãos apertavam costas e nádegas.
Marlon tirou a camisa de Tiago devagar, mãos grandes explorando o peito claro, dedos traçando os peitos pesados até a barriga macia.
— Esse corpo gordinho... esses peitos grandes balançando... duas semanas descansado e tá ainda mais gostoso. Olha como pesam na minha mão... macios pra caralho.
Acariciava os peitos com as duas mãos, apertando forte, dedos afundando na carne, beliscando os bicos até ficarem vermelhos e rígidos.
— Esses peitos são uma delícia... pesados, macios... feitos pra serem mamados o dia todo. Vou deixar eles marcados, safado.
Beijavam-se enquanto Marlon apertava, balançando os peitos como se fossem de mulher, fazendo-os quicar um contra o outro.
— Aperta mais forte, professor... faz doer de tesão... esses peitos são teus pra brincar.
Tiago admirou o peitoral bronzeado enorme, veias saltadas do esforço.
Acariciava com fome, unhas arranhando levemente, depois inclinou-se e chupou o mamilo direito, sugando forte, língua rodando rápida.
— Teu peito suado... duro e grande... amo mamar ele assim, sentir o gosto de macho na boca.
Marlon gemeu baixo, mão no cabelo de Tiago.
— Isso, mama forte... chupa meu peitoral como a putinha que você é.
Marlon retribuiu, devorando o peito direito de Tiago com força animal, sugando como louco, dentes roçando o bico enquanto torcia o esquerdo.
— Esses peitos são meus... vou mamar até você gemer alto, até implorar. Olha como esse mamilo tá latejando na minha boca.
— Ah, porra... mama mais, professor... torce eles, me faz gritar... tô gemendo pra você ouvir.
Tiraram as calças rápido, apertando os volumes nas cuecas, paus latejando um contra o outro, pré-gozo manchando o tecido.
Marlon continuava sugando o peito direito sem parar, boca fazendo barulhos molhados, mão apertando o volume de Tiago.
— Teu pau tá babando pra mim... sente minha mão te espremendo enquanto devoro esse peito.
Tiago lambia e sugava o peitoral esquerdo de Marlon, língua traçando cada músculo, enquanto apertava a piroca enorme na cueca, sentindo a grossura pulsar.
— Teu pintão tá tão duro... enorme na minha mão... vou engolir ele todo hoje.
Tiago subiu, chupou o pescoço suado de Marlon, mordiscando forte, deixando marcas que durariam dias.
— Vou te marcar, professor... pra todo mundo ver que você é meu também.
Desceu de novo, lambendo o suor do peito, sugando o peitoral direito com fome, mão nunca saindo do volume, masturbando devagar por cima da cueca.
Tiago se ajoelhou no colchonete, olhos fixos no volume.
Acariciava a rola por dentro da cueca, sentindo pulsar quente, cabeça vazando pré-gozo no tecido cinza.
Chupava o volume por cima, boca quente molhando tudo, sugando a glande através do pano, língua pressionando o freio.
— Teu pau duro na cueca... delícia de mamar assim... sinto o gosto do teu leitinho vazando.
— Isso, vadia... mama minha rola pela cueca... me deixa louco pra foder tua boca.
Tiago puxou o pau pela coxa, piroca grossa saltando livre, veias pulsando, cabeça brilhando.
Chupava com paixão, engolindo fundo devagar, baba escorrendo pelo queixo, garganta se ajustando.
— Engole tudo, putinha... sente minha vara abrindo tua garganta.
Tirou a cueca de Marlon completamente, pau balançando pesado.
Engolia até o talo, garganta apertando ritmada, mão nas bolas depiladas pesadas, massageando.
Lambeu as bolas uma a uma, sugando forte, língua traçando a costura enquanto masturbava devagar.
— Essas bolas cheias... vou sugar até você gemer… quero todo teu gozo hoje.
Beijaram-se de pé novamente, paus roçando, corpos suados colados.
Caminharam até o banco de madeira, mãos nunca se soltando.
Tiago tirou a cueca, cacete duro balançando, apoiou uma perna no banco, empinando a bunda clara e macia.
Marlon abriu bem as nádegas com mãos firmes, cuspiu grosso no cu rosado.
— Olha esse rabinho... limpinho, apertado... pronto pra minha língua te abrir.
Lambeu devagar no início, língua traçando o anel em círculos largos, depois pressionando a ponta no centro.
Chupava e sugava com força, barulho molhado ecoando no ginásio vazio.
— Sente minha língua te fodendo... teu buraco tá piscando pra mim... guloso demais.
Tiago revirava os olhos, gemendo alto.
— Ah, professor... lambe fundo... chupa meu cu como se fosse buceta... me faz gozar só com a língua.
Marlon penetrou o dedo do meio devagar, girando para abrir, fodendo ritmado enquanto lambia ao redor.
— Sente meu dedo te abrindo... teu rabo tá guloso hoje, sugando tudo... vai sugar minha piroca do mesmo jeito.
— Mais um dedo, por favor... abre meu cu pra tua rola grossa... tô pronto pra tomar tudo.
Inverteram com urgência.
Marlon apoiou uma perna no banco, empinando a bunda bronzeada, nádegas firmes se separando.
Tiago pediu rouco:
— Abre bem teu cu pra mim, professor... mostra esse buraco perfeito.
Marlon abriu com as mãos grandes, expondo o cu depilado, rosado no centro.
Tiago admirou, pau latejando.
— Caralho, que cu perfeito... bronzeado, apertado... quero comer ele inteiro, te fazer gemer como vadia.
Cuspiu grosso, lambeu de baixo para cima, chupou forte o anel, sugou o buraco como boca faminta, língua penetrando fundo e girando.
— Sente minha língua te invadindo... teu cu tá quente pra caralho... apertando tudo.
Penetrou o dedo do meio devagar, fodendo enquanto mordiscava a nádega esquerda, deixando marcas de dentes.
— Toma dedo no rabo, professor... sente como eu te abro... teu buraco tá piscando no meu dedo.
Marlon gemeu rouco.
— Isso, me fode com seu dedo... abre meu cu... mas agora quero te arrombar de verdade.
Inverteram de novo, adrenalina do tempo curto deixando-os mais selvagens.
Marlon cuspiu na rola, posicionou na entrada e penetrou de uma vez, pau grosso abrindo tudo, bolas encostando.
Meteu com força imediata, mãos na cintura gordinha, puxando a cada socada.
— Toma piroca agora, vadia... teu cu merece depois do descanso. Sente meu pau bronzeado fundo no teu rabo branco.
Fodia rápido, bolas batendo alto, som ecoando.
Falava putaria no ouvido, voz grave e ofegante:
— Toma rola grossa no intervalo... safado saindo da aula pra levar vara... teu cu é meu brinquedo particular... vou te usar até o sinal tocar de novo.
— Arromba mais forte, professor... me destrói... tô gemendo pra você... ah, porra, fundo assim!
Tiago deitou de lado no colchonete, perna tremendo.
Marlon ajoelhou atrás, levantou uma perna alta e penetrou fundo, socando ritmado, pau saindo quase todo e voltando com força.
— Toma fundo de lado... sente minha vara te possuindo inteiro... teu rabo apertando como se não quisesse soltar.
— Me possui, caralho... fode como se fosse a última vez... teu pau tá me rasgando de tesão.
Marlon deitou atrás, conchinha perfeita, piroca fundo no cu, fodendo devagar e profundo enquanto abraçava o peito, mãos apertando os peitos com força.
— Sente meu pau te fodendo devagar... abraçado assim... teu corpo gordinho colado no meu... peitos na minha mão enquanto te encho.
— Devagar assim é tortura... mas também uma delícia... aperta meus peitos enquanto mete... me faz sentir tua vadia.
Tiago se levantou, sentou de costas no pau de Marlon deitado no colchonete.
Apoiou as mãos no peitoral suado, quicava devagar no início, sentindo o pau abrir tudo, depois acelerou, rebolando forte, bunda girando na vara grossa.
Peitos pulando sem parar, pau balançando duro e babando.
— Meus peitos tão quicando pra você... sente minha bunda rebolando na tua rola... sente meu cuzinho guloso.
Marlon gemia alto, mãos nas nádegas ajudando o movimento, dedos afundando na carne.
— Rebola mais, puta... tua bunda engole minha piroca toda... caralho, que rabo gostoso.
Tiago saiu com um ploc molhado. Marlon pediu rouco:
— De quatro agora, rosto no colchonete, bunda bem empinada.
Tiago obedeceu rápido, cu aberto e piscando, rosto colado no tecido suado.
Marlon meteu fundo de imediato, socando violento, quadril batendo forte na bunda macia.
Tiago lambia o colchonete de tesão puro, língua no tecido impregnado de suor antigo.
Marlon dava tapas fortes, deixando a bunda vermelha viva, mão marcando a carne.
— Toma tapa, vadia... essa bunda vermelha fica linda levando rola... cada tapa pra você lembrar de mim na próxima aula.
— Bate mais, professor... deixa minha bunda ardendo… bate enquanto arromba... ah, porra!
Marlon saiu devagar, pau brilhando, avisou rouco:
— Vou gozar... não aguento mais teu cu me sugando.
Tiago ajoelhou rápido, peitos empinados para frente.
Marlon se masturbou freneticamente, rola latejando, gozou nos peitos de Tiago em jatos grossos e quentes, melando mamilos, barriga e queixo.
— Toma porra nos peitos... melando essas tetas grandes... olha como escorre.
Marlon ajoelhou imediatamente, peitoral bronzeado oferecido.
Tiago se levantou, masturbou-se rápido olhando o corpo suado, gozou forte no peito de Marlon, leitinho jorrando nos músculos definidos, escorrendo pelos sulcos do abdômen.
— Toma minha porra no teu peitoral duro... marcando esses músculos todos.
Marlon se levantou, esfregaram os peitos gozados um no outro com força, porra misturando e escorrendo, corpos suados colados, beijando desesperados, línguas lambendo porra da boca do outro.
— Peitos melados de porra um do outro... delícia de intervalo... melhor intervalo da porra da minha vida — sussurrou Marlon, voz rouca.
O ginásio vazio guardava mais um segredo ardente.
E a quarta-feira seguia quente, com cheiro de sexo no ar.
Continua...