A Secretária Capítulo 2 - Amor Perfeito

Da série A Secretária
Um conto erótico de Raquel
Categoria: Heterossexual
Contém 3261 palavras
Data: 14/01/2026 10:16:59
Última revisão: 15/01/2026 06:13:10

O beijo aconteceu, não sei explicar porquê, como, quando, eu só relaxei, meu corpo relaxou, meus olhos se fecharam, meus braços apertaram ele contra mim, suas mãos me envolveram e nos beijamos e não foi qualquer beijo, foi O BEIJO, sob a luz das estrelas que começavam a desaparecer com o céu clareando.

Ele começa a beijar meus lábios, morder meu lábio inferior, morder meu queixo, eu vou olhando para o céu, ele morde meu pescoço, sua mão direita sobe da minha cintura para os gêmeos, alisa um deles sente, o peso o tamanho e eu suspiro, aí a porta se abre, indicando que mais alguém veio fumar.

Ele me larga e eu dou um passo para trás, caio para trás, tropeçando, mas ele me segura olhos nos olhos, “Eu, não…”, eu ia falar que não sei o que aconteceu, que não era assim que eu imaginava, mas ele sorri para mim e me dá um selinho nos lábios, “Tudo bem. Acho que me apressei.”, “Não de forma alguma.”, eu respondo, sentindo meu corpo reagir antes da minha mente.

Ele sorri e seu sorriso me encanta…

As pessoas que tinham saído para fumar, estavam fumando e conversando tão ruidosamente, mas para mim era tudo ruído branco, ele me oferece a mão e eu seguro a mão dele, deixando ele me guiar para fora dali, nem me importo com os olhares, estou acompanhada, eu sei que toda a inveja se concentra no Alessandro.

Esse finzinho da festa ficamos juntos, deu para ver um certo olhar de inveja do Alam, mesmo estando com outra garota, mas ele parecia mais contente pelo irmão, do que realmente com inveja do que ele conseguiu, os outros, também demonstraram alguma descrença do que estava acontecendo, mas todos aceitaram felizes.

Pelas janelas mesmo as cortinas pesadas pretas com forro eram incapazes de impedir a luz do dia que nascia de penetrar e interferir na luz hipnótica da pista, o bar já não servia mais bebidas alcoólicas alegando o fim do estoque, era o fim da festa que se aproximava.

Acompanhei meus novos amigos para a avenida, cada casal foi pegando seu Uber para casa, todo mundo bebeu, ninguém tinha vindo de carro para isso, “E você mora onde Raquel?”, Alessandro me perguntou verdadeiramente curioso, eu sorri olhando para ele e apontei para o prédio de onde a gente tinha saído, “Vigésimo Terceiro, eu nunca saí de casa.”.

Ele deu risada… “Quer um café da manhã, eu acho que para mim ainda não acabou…”, ele fala isso e se foca no meu decote, com AQUELE olhar, eu sinto minhas pernas darem até uma bambeada, sorrio toda vermelha, “Eu adoraria..”, sorrio contente por ele ter feito o convite.

Ele me levou em uma padaria bastante famosa, um pouco longe da minha casa, mas ok, na região da Paulista, saindo de casa poucos minutos de metrô, eu do lado dele, estava mais acanhada por estar com essas roupas na rua, apesar que de mãos dadas com ele, olhavam, MUITO, mas não mexiam, isso já estava bom para mim, caminhamos para a tal padaria.

Entramos e escolhemos o buffet de café da manhã, me servi e ele também e fomos para a mesa, os funcionários ao menos faziam algum esforço de não olharem para os gemêos, quer dizer, olharam, mas não ficaram encarando, principalmente comigo do lado do meu namorado.

“Eles são bem grandes, porque você…”, não deixo ele terminar a pergunta que eu já ouvi um milhão de vezes… “Eles são naturais Alessandro.”, ele para imediatamente o que ia dizer, vejo nos olhos dele, um brilho, de desejo, ao mesmo tempo a bochecha ficando vermelha, olhando para mim.

“Desculpa Raquel, eu achei que…”, “Não é o primeiro.”, eu sorrio, “Deve incomodar eles parecem pesados.”, fico vermelha, estávamos falando dos gêmeos, assim em uma conversa trivial no café… “São sim, as vezes é bem complicado… Principalmente os olhares.”, ele sorri olhando para mim, também vermelho pelo tema do assunto.

“Eles são lindos.”, ele finalmente diz e seus olhos são tão intenso nesse momento, que eu abro a boca para responder, umas quatro vezes, mas as quatro não sai nada, ao mesmo tempo que sinto o calor nas bochechas que indica que ele me pegou… “Obrigada.”, respondo sem som, só o movimento dos lábios.

Após o café da manhã ele insistiu em me levar para casa e eu sabia exatamente o que isso significava, afinal, conversando ele descobriu que moro sozinha em um apartamento tipo estúdio, logo o que ele queria ficou óbvio, o que eu queria também já estava óbvio nossas trocas de olhares e sorrisos não precisavam de resenha ou legendas.

Quando passamos pelo reconhecimento facial do prédio e depois pela senha da minha porta do apartamento é que a segunda mágica aconteceu… Tudo explodiu com um beijo, o nosso beijo foi tão intenso, ele me colocou de costas na parede já na entrada, me beijando, com vontade, com tesão.

Eu lembro da nossa conversa, sobre sexo, a conversa quente que tivemos, as palavras que ele me falou, eu sei o que esperar, fico toda entregue, no momento que ele me beija… Ele tira minha blusa, liberando meus seios já colando seus lábios chupar, lamber, brincar e me deixar toda sensível.

Ele me segura pelos cabelos, olha para meus olhos, eu sorrio, ele também, me beija mais um pouco, me guia para o chão, me ajoelho olhando para cima, olhando para ele, que coloca o caralho para fora, começo a chupar, ajudando com a mão, mas também sentindo ele socar na minha boca, enquanto guia minha cabeça ainda segurando pelo meu rabo de cavalo.

Ficamos ali por alguns minutos antes dele se cansar e me guia segurando meus cabelos me fazendo olhar para ele, ele me leva para a cama e se senta, me levando até lá pelos cabelos eu sorrio olhando para ele… “Quero seus seios.”, eu sorrio e me ajoelhei de novo, encaixei o pau dele entre os gêmeos e realizo seus desejos, masturbando ele com os gêmeos até ele gozar no vale entre eles, sujando minha pele branquinha cheia de sardas.

“Você sujou os gêmeos.”, falo manhosa e sedutora, provocativa, só para sentir ele me guiar pelos cabelos para um novo beijo antes de começar a arrancar o que restou das minhas roupas… E depois tirar as dele enquanto eu olho fascinada, na cama, mordendo o lábio inferior.

Ambos sem roupas ele me deixa debruçada sobre a cama, só as pernas para fora, se posicionando atrás de mim, sinto seu pau invadir e abrir minha menininha, entrando deliciosamente fundo, me arrancando um gemido longo e manhoso, tremendo inteira, um suspiro de “Vai, não para.”, me escapa dos lábios.

Ele começa a se mover obedecendo imediatamente meu pedido, implorando por mais enquanto ele vai fundo, delicioso, sem parar, me arrancando gemidos altos enquanto me arrepio inteira, de bruços na cama, arranhando os lençois, ele se debruça sobre mim e me dá um beijo me deixando ainda mais manhosa.

“Bate…”, ele não perde tempo me fodendo com mais vontade, me dando tapas e mais tapas no meu bumbum, que fica ardida, comigo gemendo alto, as mãos para frente, agarrando cobertores, arranhando lençóis babando e revirando os olhos.

Ele me puxa para trás, uma mão no meu seio, a outra desce pela meu corpo, buscando estimular ainda mais minha menininha, comigo agora sentada nos joelhos, sentando de costas e ao mesmo tempo ele se movendo rápido de baixo para cima.

Acabo gozando com força, gozo com tanta violência, que meu corpo têm espasmos fortes, quase caindo, ele precisou me segurar com força, gozando, uma, duas, três vezes olhando para o teto, sentada com ele enterrado em mim.

Possivelmente pelas minhas contrações internas, eu sinto ele parado, eu ouço ele gemendo e quando tudo pára, tudo se acalma ele goza, enchendo a camisinha, pulsando dentro de mim…

“Caralho ruivinha que delícia…”, ele fala isso no meu ouvido ainda sentada com ele dentro de mim, olho para trás e ganho um beijo, sua língua deliciosa nos meus lábios, seus braços fortes me deixando segura, me deixando excitada, “Quero mais.”, sussurro entre os beijos, o que ganho é mais um tapa no bumbum.

“Então me mostra o que quer…”... Eu engatinho subindo na cama, vou até o meio da cama e me deito de barriga para cima olhando para ele com um sorriso, me sentindo toda sensível, com o toque dos cobertores no meu corpo nu, olho para ele e aliso a parte interna das minhas coxas abrindo bem as pernas em um convite.

“Te quero assim… Vem?”, seu sorriso é tão maravilhoso, sua cara de excitado é tão excitante, que se eu já não estivesse toda molhada, agora estaria, ele afunda em mim se deitando sobre meu corpo, me dando um beijo, uma mão segura meu seio, a outra segura minha coxa, recomeçando o movimento, mas já começando forte, fundo rápido, me arrancando gritos de prazer.

Arranho ele e ganho um tapa no rosto, maldoso, gostoso, me fazendo contorcer inteira, ele percebe que gostei e se senta fazendo com força, me fazendo gritar de propósito, socando enquanto me contorço, enquanto arqueio minhas costas em gemidos altos de entrega e prazer, até ele me fazer gozar de novo e de novo e denovo antes de por fim ele também gozar de prazer.

Após isso nos levantamos e fomos para um banho, eu estava vencida pelo álcool, pela noite sem sono e pela quantidade de orgasmos que meu corpo teve, volto para a cama já quase desacordada, mal percebo como deitamos, mas durmo com a cabeça encostada no peito dele, ganhando carinhos na nuca…

… … … … … … … … …

Depois disso eu já me considerava com um novo PA, (quem não sabe o que é, lê o primeiro conto), ele é uma delícia e realmente me tira do sério, nos tornamos amigos, jogamos MMO juntos, conversamos sobre tudo, temos muitos interesses em comum, inclusive profissionais, ele me entende e me respeita.

Enquanto isso na empresa…

Nosso EVP, (Vice Presidente Executivo) da matriz chinesa e meu chefe direto, já estava no Brasil, mas, mandou um e-mail dizendo que não poderia participar por enquanto das decisões da empresa, confiando em minhas mãos competentes toda a transição, um pesadelo já que qualquer coisa que desse errado a culpa seria minha, mas se desse certo, seria mérito dele.

Meu trabalho dobrou…

Apesar de tudo eu estava feliz e mais distraída comigo mesma, a cada dia, a cada sorriso dele, o que não passou despercebido pelos engravatados da empresa, “Viu o passarinho azul ruivinha.”, eu evitava responder, ficando sem graça, afinal, esse tipo de abertura, levaria a liberdades que eu não queria dar.

“Deveria sorrir mais Raquel.”, disse o diretor superintendente, o cargo mais alto do Brasil, “Aliás, pensou no que te ofereci?”, não era a primeira vez, era sobre visitar o sítio dele com a esposa, mas eu sabia que era uma armadilha, duvido que a esposa apareceria, “No momento não posso Carlos, desculpa.”, ele fez uma cara decepcionada, “Entendo… Tah namorando é?”.

“Sim estou sim.”, ele olha para mim, por alguns segundos, “Entendi, bom, tem esses arquivos aqui, dá uma olhada para mim.”, ele literalmente me entupiu de trabalho, como se não tivesse nada para fazer, o que não deixei de imaginar que fosse ciúmes… Apesar de tudo, as coisas continuaram.

As coisas com o Alê evoluíam e cresciam e eu estava feliz com isso, mais do que feliz, veja, houveram outros encontros e eu me pegava deitada na cama onde ele me possui pensando nele, eu me pegava sorrindo, porque na hora de lavar a roupa senti seu cheiro na minha camiseta, isso já tinha virado outra coisa.

Uma vez marquei com ele para a gente sair com o pessoal a noite, mas eu ia encontrar ele antes para jantarmos juntos no shopping, eu fui com uma blusinha preta de decote drapeado, que eu havia percebido que ele gostou da última vez, meu casaco de seda e uma saia justa e um pouco curta.

Foi horrível é lógico, o uberista mudou a posição do espelho com um sorriso, um cara encarou tanto os gêmeos enquanto eu andava no shopping que tropeçou, outro precisou levar um cutucão da namorada, um grupo de homens jovens, (mais ou menos da minha idade), mexeu comigo, mas finalmente eu vi o Alê e tudo melhorou na hora.

Ele sentado na mesa de um café distraído com o celular, quando percebi tinha passado quase uns dois minutos admirando, guardando cada traço do rosto de descendente oriental, os cabelos negros o corpo forte de 1,80, eu sorrio e vou até ele me sento de surpresa, “Olá cheguei.”, ele sorri pego de surpresa.

Mas aí eu vejo nos olhos dele, o quanto valeu a pena, ele me olhando de boca aberta, literalmente caiu o queixo vendo minhas roupas, eu sorrio vermelha e contente pelo efeito, após isso a noite foi maravilhosa, saímos com Alam, Paloma e César, eu e Paloma fizemos uma festa quando nos vimos.

Ela comentou que eu estava linda e etc e passamos boa parte da noite juntas conversando, deixando nossos namorados um pouco mais sozinhos, Alam estava com uma garota nova também, eu já tinha me acostumado que ele vive trocando de garota.

As coisas foram evoluindo ao longo do mês, quando eu falei para o Alê o que já era inevitável na minha cabeça, “Alê o que a gente têm?”, estávamos em uma praça juntos, tomando sorvete, sentados um do lado do outro, “Eu não sei me diz você.”, eu fico toda vermelha e olho para a avenida, sem jeito.

“Quer ser minha namorada.”, ele finalmente pergunta e eu olho nos olhos dele, olhos que me desarmam, me deixam fora do ar, sorrio sem jeito, “Não sei, acho que gosto de amigos com um extra.”, respondo na maldade, ele sabe que é só na maldade, a essa altura nossos personagens do MMO, já estavam até casados.

“Ah tah, então acho que vou indo.”, eu dou risada e seguro ele, “Seria muito feliz de ser sua namorada.”, ele sorri e me beija, ali tínhamos oficializado o assunto… No mesmo dia combinei de levar ele para conhecer meus pais…

Claro que a coisa iria ser mais complicada que isso, seria carnaval quando eu levaria ele, a cidade estaria um caos, mas veja por outro lado, não haveria data melhor, eu de folga, ele de folga, meu pai de folga, porque não aproveitar… Claro que após conhecer meus pais seria a vez de eu conhecer a mãe dele, queríamos aproveitar o fim de semana.

Isso é o que foi marcado, sábado e domingo conhecer os pais e sobraria o resto do feriado para nós dois, para sair, curtir e transar como dois coelhos, como já vínhamos fazendo desde que tudo isso começou.

… … … … … … … … …

Quando finalmente nos encontramos no sábado a ideia era ir ver meus pais, eu estava de calça legging de couro, botinhas de cano curto, uma blusinha folgadinha de seda soltinha abotoada, subi na moto dele e fomos para a casa dos meus pais na periferia da Zona Norte de SP.

A casa do meu pai fica em uma rua perto de um ponto de ônibus, mas no final da rua é uma rua de terra que se estende de uma ponta a outra, praticamente atravessando o bairro… Quando descemos de moto na velha rua, me senti em casa como sempre, é o lugar onde cresci, apesar das vizinhas fofoqueira, estarem olhando para a gente.

Quando chegamos na casa dos meus pais colocamos a moto para dentro da garagem no sobrado, o cachorro do meu pai fez uma festa, meus pais já haviam preparado tudo para um super almoço, eu deixei ele conversando com o meu pai, por exigência dele, “Conversa de homens anjinha.” e fui ajudar minha mãe.

Não de uma forma machista, mais, como vou dizer, conheço meu pai, ele queria conhecer de verdade o genro e ver se tinham coisas em comum entre eles, o que pelas risadas, dava para perceber que logo encontraram um ponto em comum, enquanto eu e minha mãe conversávamos sobre como estava sendo para mim esse namoro.

Mas aí mamãe pediu para ir buscar bebida para os dois, porque a conversa deles, fez eles saírem para continuar conversando e o papai queria comprar umas coisas no mercado, então lá fui eu, comprar pão bebida e coisas que têm mais aqui em volta, meu pai literalmente roubou meu namorado kkkkkkkkk… A verdade é que estava feliz que se deram bem.

Eu saí sem reclamar, estava contente, tudo está indo conforme o planejado e eu realmente gostei disso.

Estava pensando nisso andando pela rua distraída, quando alguém chega e envolve minha cintura, “E aí Ruivinha?”, eu dou um pulo para o lado assustada, trombo com as costas em outra pessoa, “Calma Raquel está devendo.”, eu dou risada, “Seus dois cretinos e aí como estão.”, Bruno e Cleiton, dois amigos, mais que amigos, dos tempos do ensino médio.

Inclusive, Bruno e eu namoramos um tempão mais de um ano, a verdade é que éramos muito próximos e eu sou obrigada a admitir, que transei com os dois na época, mas era outra época, era outra eu, agora… “Nem encosta que tenho namorado.”, eu falo quando o Cleiton tenta agarrar minha cintura de novo.

Os dois dão risadas empolgados com a situação, “Uaaau, Raquel namoraaaando.”, eu dou risada e fico vermelha, “E vocês o que têm feito da vida.”... Começamos a conversar sobre bobagens, caminhando até o mercado, os dois como falei meus amigos de longa data, independente do nosso passado.

A verdade é que vivemos muitas coisas no passado, muitas coisas mesmo, mas ao mesmo tempo os dois foram o principal motivo de eu ter criado juízo, uma vez, tínhamos transado, literalmente os três ao mesmo tempo, eu estava semi acordada quando ouvi o Bruno falando:

“Acho que exageramos com ela.”, “Que nada cara, porque você acha que toda mulher com um ‘corpo assim’, vai parar na indústria pornô, é genética, ela gosta e só consegue ter homens nessa chave.”. Essa resposta do Cleiton me magoou muito na época e eu meio que me afastei dos dois e nunca mais ‘dei’ para eles.

Quando chego em casa estou um pouco abalada com isso, pensando se um dia Alê não vai me dar a mesma decepção, minha mãe percebe e me pergunta, “O que houve anjinha.”, “Homens são uns babacas às vezes.”, “São sim, para isso existe rolo de macarrão.”, não aguentei e caí na risada.

Minha mãe têm o corpo oposto do meu, (quase), ela é magra, com seios pequenos, mas é também uma ruiva branca de olhos azuis, estávamos rindo quando papai e Alê chegaram, meu pai já solta da porta, “Ai ai ai, essas duas tão aprontando, aconselho a prestar atenção na comida.”, Alê ri e eu também.

Os olhos dele são fantásticos, os olhos dele me recarregam totalmente, eu sorrio assim que nossos olhos se cruzam, impossível não pensar na música que ele disse ser nossa…

‘O seu olhar, sobre a Terra lançou,

Veio procurando por amor.

A Lenda Sandy e Jr.’

Continua…

=== === === … … … FIM … … … === === ===

É isso amores o capítulo da semana, agora Raquel apaixonada, Alê apaixonado, um futuro brilhante, para um casal brilhante... "Será?", essa série é um pouco lenta, porque estou escrevendo em contos, medianos, não quero escrever capítulos de 4.000+ palavras, então para quem está esperando que as coisas esquentem, peço por favorzinho, paciência, mas vão, vão esquentar e vai ter um plot, que eu acho qeu estou fazendo um bom trabalho... Mas vai saber.

kkkkkkkkkkk...

Beijinhos... Por favor, comentem, votem, me deem alguma alegria. ;)

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Foto de perfil de GizGizContos: 56Seguidores: 235Seguindo: 40Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

Foto de perfil de Gordinho01

Mais uma série que promete ser excelente!!

Você é incrível Giz, sabe como envolver e deixar um gostinho de quero mais!!

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Muito obrigada, fico muito feliz pelo comentário, espero que goste dessa série.

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Primeiro, queria pedir ajuda a amiga. O e-mail de notificação se perdeu! Só li o conto hoje. Dito isso... Que casal gostoso!! Espero de coração que o Jiraya não zoe o plantão!! Engraçado como ela me parece sensual mas é diferente da Cat. Curti

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Eita.. Olá... Obrigada pelo comentário e pelas estrelas, você é um amor...

Eles são um casal muito fofinhos mesmo...

A questão é que a Cat é inocente, ela termina a série, demonstrando que ainda é uma garota inocente, apesar de passar a série inteira tentando provar que não é uma garota inocente....

Ao mesmo tempo Cat, têm mais auto-estima que eu... kkkkkkk... A mulher é capaz de sobreviver a qualquer coisa, simplesmente, porque ela acrdita que vai, ninguém fora os leitores, realmente viu ela quebrar durante o conto.

Já a Raquel...

Primeiro ela não é inocente, pelo contrário, ela têm até dificuldade de não ver cinismo em todo mundo que fala com ela, ela busca segundas intenções em cada pessoa que aborda ela por algo.

Além de ser uma mulher bastante insegura, devido a problemas de auto-imagem, que afetam sua auto-estima.

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É por isso que a Raquel me atraiu mais. A cat aflora o instinto de proteção, acolhimento. A Raquel é diversão, riso fácil. Ela é desajeitada e isso é adorável!!

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Ela ainda vai aprontar algumas… Algumas engraçadas outras só sexuais mesmo.

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Tem a Sabrina também que é outra espécie de gata. ;)

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É disso aí que eu falo, tá vendo só? Rsrs se por as três na minha frente, eu fico igual um cachorro com TDAH: não sei pra que lado vou!! A Sabrina mexe com uma parte... Que tá presa há muito tempo!! Rsrs aliás, é a que mais possui traços da sua personalidade, né? Acho melhor parar por aqui!! Rsrsrs

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Acho melhor não comentar sobre a autora.

Mas... são três das minhas personagens mais desenvolvidas. Tenho muito orgulho de ter escrito as três séries.

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Suas personagens sempre são bem desenvolvidas... Isso justifica inclusive o fato de gostar muito do final da Sabrina. Foram as duas melhores personagens juntas... Nesse da Raquel, o Alê tá sendo bastante carismático mas depois da frase bomba, só deposito bem querer depois do desenrolar... Rsrs

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Acho que para mim, foi o melhor final que eu já escrevi, ele conseguiu ser catarstico.

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Eu estou "invocado" (no bom sentido) com os gêmeos. O jeito como ela foi introduzida me deixou maravilhado. Penso nela como uma flor prestes a desabrochar.

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Fico imaginando se eu cruzasse com ela na vida real, vestida para o crime, ficaria tão hipnotizado que ela iria me dar um "Sai Fora" para me por no lugar. Kkkkkkkkkkk Não sou taradão não; mas convenhamos, tem visão que é inebriante, imagina os gêmeos com uma roupa reveladora, mas sem mostrar totalmente o conteúdo, com as sardas inacreditavelmente se destacando numa pele levemente bronzeada o suficiente para revelar uma marquinha de biquíni, que tá ali somente para indicar um caminho revelador de prazeres inimagináveis, kkkk nessa hora já levei um "Se liga Mané" , iria ficar com vergonha, mas com uma indecorosa sensação de satisfação kkkkkkkkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkk essas situações são complicadas às vezes. A linha entre admirar respeitosamente e admirar vulgarmente é muito tênue.

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Um fato... Como eu respondi para o Sensatez, para mim, veja, euzinha falando... Um olhar insistente eu trato como uma cantada... E vou reagir de acordo, levando em consideração a situação geral.

O que pode ser bom ou ruim, dependendo do contexto, final, uma cantada na hora errada gera uma resposta negativa.

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Vestida para o crime é como ela estava na festa que termina o capítulo anterior e começa esse com uma blusinha drapeada que forma um decote que dá a certeza de não estar de sutiã e ao mesmo tempo a blusinha leve parecendo que a qualquer momento vai sair do lugar e revelar tudo.

Por isso ela escolheu essa blusa... Mas veja, uma coisa que já ficou claro nos dois capítulos é que quando ela etá vestida para o crime, ela ignora quem está olhando, as vezes demonstra seu inômodo, olhando de volta, mas sua saída mais comum é ignorar, para não criar assunto.

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Mas ignorar é a melhor coisa, ela tá certa, quando eu fico diante de uma mulher que tá vestida assim e simplesmente ignora minha indiscrição, eu fico totalmente sem reação, só imaginando o quanto essa mulher pode ser tão segura de si, me despertando um interesse legítimo pelo apelo sexual e enigmático da personalidade. Mas o contrário também surte efeito, quando você por qualquer motivo que seja fica imune a esse encanto e simplesmente ignora toda a produção, eu sinto que muitas mulheres se sentem desconfortáveis com a apatia inesperada, se você for conhecido é quase um insulto a indiferença kkkkkkkkkkkkkkk

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A palavra que você usou está errada, não é desconfortável, é insegura...

Uma reação apática, de alguém que a gente espera uma reação, faz ficar insegura se a produção ficou ou não legal. E isso é claro, não posso falar por todas, mas para mim impacta toda a auto-estima e a segurança no momento.

Porque você começa a se perguntar o que as outras pessoas estão achando e começa a se perguntar se estar over, ou se está só sem graça.

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O ponto principal é que a Raquel, sempre fala do próprio corpo com termos suavizantes, ela não fala da intimidade dela, ela fala meinininha, ela não fala dos seios, ela fala dos gêmeos, a bunda, ela sempre usa bumbum...

Eu coloquei essa característica de tímidez na personagem, exatamente por ela ser tímida e reservada em relação ao próprio corpo, ela sempre está usando palavras que diminuem o impacto sexual e por isso mesmo, chamam mais atenção.

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Veja, seios grandes, seios fartos, seios DD, peitões, são formas que vão aparecer em vários textos para dizer que a garota em questão tem seios avantajados.

AGora... kkkkkk... Os Gêmeos, não são só grandes, ao dar um nome diferente para eles, eu coloquei um carisma que chama atenção de outro jeito no texto, além de ser um trejeito da personagem, de tratar por apelido pates do corpo que ela não quer usar nem o nome científico anatômico, nem uma palavra vulgar.

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Você foi muito feliz nessa denominação de gêmeos. Daqui um tempo, depois que essa história tiver terminado, provavelmente vamos lembrar da "série dos gêmeos" hehehe

Eu adorei esse nome.

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Eu vou ficar tão feliz se ver isso. Kkkkkkkkk

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Mas olha o que vem por aí....

(“Olá Raquel, o que achou da vista?”, sorrio olhando para a Dna Laura, “Uma bela vista senhora.”, ela sorri, olhando para fora comigo, “Ok ruivinha, quanto você quer para sumir da vida do meu filho e deixar ele em paz?”, “O quê?”, eu realmente não tinha entendido principalmente a forma súbita como isso tomou.)

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Ah, que velha mais filha da puta...

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Você não têm ideia do quanto...

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Texto excitante e envolvente.

Muito bom ler um texto caprichado sobre relaçao sexual sob o ponto de vista da mulher.

Giz além do seu talento da pra sentir no texto a sua entrega e dedicação como escritora.

Obrigado por nós entregar um texto tão bom!

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Muito muito obrigada, fiquei um pouco tímida agora kkkkk.

Espero que continue agradando essa série como falei é lentinha, mas guarda muitas surpresas.

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Não tem como não ficar excitado com a transa de Raquel e Alê.

O conto continua leve, crescente, ela evoluindo. Tenho alguns palpites do que vai acontecer, tanto envolvendo o Alam quanto os dois imbecis do local onde ela mora.

Quanto aos convites do trabalho, não pude deixar de lembrar de alguns relatos que vi no YouTube sobre traição. Há muitos e muitos casos de traição envolvendo colegas de trabalho, muitas vezes chefe. Parece uma febre.

Mas pensando bem, isso é mais comum do que imaginamos. Assim como existem mulheres integras, como Raquel, há aquelas que também caem em tentação. Porém, independente da índole, infelizmente as mulheres sempre são alvo. É uma pena.

Isso me lembra o local onde trabalho. Depois de anos, descobri que um dos sócios tem um caso com a secretária. Isso não vai dar certo, prevejo.

Por fim, fico muito curioso com os gêmeos. Num site onda bunda grande é prioridade, os seios da Raquel tem me causado uma excitação diferente, intrigante, desejosa. Para mim, é parte crucial do conto.

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Muito obrigada, esse conto eu quis que ele fosse bem levinho no começo fico feliz de estar conseguindo...

Trabalho é sempre complicado um dos lugares mais comuns de assédio, quanto a traições no trabalho entram dois pontos importante.

1° existe uma inegável relação de poder, o chefe abusa do fato de ser inevitável, mesmo a Raquel, ela não vai, mas ela não consegue dar cortão, porque ela perderia o emprego tem uma cena que eu removi que ele invade o espaço pessoal dela, chegando perto de mais por trás, mas ela olha para trás e percebe que apesar de perto de mais ele não encostou, nem disse nada de mais, logo, ela estaria errada se protestasse... Esse tipo de coisa.

2° Chefe e secretária, encanador, jardineiro, motorista e a madame, ou filha do chefe e etc... Fetiches dentro da hierarquia de poder do trabalho são uma coisa muito comum, dos dois lados da moeda por isso parece tão comum.

Quanto ao sócio e secretária, nunca termina bem para a secretária, que sempre acha que o cara vai largar a esposa por ela... Muito raro não.

Sim os gêmeos atraem bastante atenção e isso é um ponto dela, eu quis fazer diferente, do bunão maravilhoso, corpo de paniquete e etc, também, quis deixar no conto, o fato de que ter um corpo assim, chama MUITA atenção, muitas vezes indesejada.

Muito obrigada pelo comentário.

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É interessante esse ponto, existe um tipo de atenção masculina destinada a um decote que seja mais interessante para a mulher, ou o que faz a diferença é a aparência de quem está prestando essa atenção, ou pode ser ainda um misto de atração por parte da mulher e um olhar discreto e profundo por parte do homem, tornando a atenção mais receptiva para a mulher, ou no final tudo varia de acordo com a personalidade variante de cada mulher?

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tudo isso existe... Então vamos por partes, vou primeiro falar por mim, depois vou falar da Raquel.

Eu:

Hora e lugar, você não vai secar o decote de uma colega de trabalho, mas vai dar uma olhada discreta, veja, nesse caso a olhada discreta não incomoda, mas ficar secando sim.

Já se eu estou com as amigas em um ambiente relaxado, a olhada passa a ter um tom de cantada e aí cabe a mim responder ou não e cabe ao cara, saber que não foi correspondido e desencanar.

O outro ponto é se o cara está ou não sendo inconveniente...

Olhar um decote de uma garota com o namorado do lado é inconveniente já aconteceu comigo... Meu decote, está lá para a apreciação do meu namorado, olhar discretamente, não incomoda, olhar de forma invasiva, é bom esperar que o namorado não perceba, porque pode acabar em confusão.

O cara com a namorada/esposa do lado, como aconteceu nesse conto, é mancada não só comigo, mas com a própria mulher do lado dele e já marca o cara como alguém babaca.

Assim como um homem adulto, perdendo o tempo encarando decote de menininhas adolescentes, ela vai e tem todo o direito de se sentir incomodada. Coisa que também chegou a acontecer comigo.

Raquel...

Ela é um caso diferente e específico... Raquel sofreu muito bullying com o próprio corpo no começo da adolescência, então o incômodo dela, têm um quê de não gostar do próprio corpo.

Por isso o olhar do Alê não incomoda, assim como em um primeiro momento, ela se demonstrou menos incomodada na empresa, após ter saído com o Alê, porque ela gosta dele e gosta do jeito que olha, mas logo ela se sentiu acuada e assustada com o assédio de novo.

Mas esse acuada e assustada, assim como o instinto de esconder os gêmeos, mesmo que isso signifique esconder, as costas, a barriga e etc, vem de um problema de auto-estima, onde ela não se sente bem com o corpo que têm.

No primeiro conto ela fala disso, a descrição dela é de uma mulher que é linda, mas ela vê problema em cada pedacinho do próprio corpo.

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É complexo, mas pelo o que eu entendo, a maioria das mulheres se incomodam com a intensidade e acintosidade do olhar, o olhar discreto e efêmero me parece que não incomoda a maioria das mulheres, o problema é que certos seios somados a determinados tipos de roupas ficam tão magníficos que chegam a ser hipnotizantes, no meu caso tenho fetiche em marquinha de sol, é tão instigante que tenho que ficar numa luta interna para não lançar um olhar acintoso, mas quando acontece de se deparar com uma obra prima natureza, é fatal perder essa luta interior, nessas condições o fetiche é mais forte que o bom senso e acabo perdendo a linha, não chego a parecer um tarado, mas me pegou olhando muito mais que deveria, as vezes noto que incomoda, mas na maioria das vezes, vejo as mais diversas reações, mas que não denotam contrariedade, mas isso não é bom para mim, tenho ciência disso, mas é quase que irresistível. Kkkkkkkkkkkk

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Como eu disse varia de garota posta garota, o olhar discreto é mais certeza de ser bem vindo.

Mas como eu disse, para mim um olhar mais demorado e intenso automaticamente vira uma cantada. Se olhou tanto é porque tem interesse e aí eu vou reagir como se tivesse recebido uma cantada.

Seja, sendo receptiva, ficando com vergonha ou ignorando.

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Falando em olhar, um causo deste que vos fala. Vez em quando meu cérebro desliga e eu fico focando em qualquer ponto do espaço como se estivesse encarando.dito isso, já passei alguns apertos no trabalho e no metro.

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Já Alam, Bruno e Cleiton, vou ficar na minha para evitar spoiler….

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O Amor é Lindo o que mata é a Neurose. ⭐⭐⭐

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A Neurose muitas vezes é um sintoma de um coração machucado.

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Esse coração machucado faz a pessoa enxergar coisas que podem não existir e tomar atitudes precipitadas em cima de pré julgamentos equivocados.

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