Quando muito novo, descobri o quanto um homem com um pau grande pode superar qualquer outro homem.
‘Neném, acorde’ minha mãe me chama da porta ‘Neném, já são seis e meia, hora de acordar pra ir à escola’ ela se aproxima da minha cama e senta-se na pontinha dela.
‘Bom dia mãe’ viro-me de barriga para cima mostrando através do samba-canção minha madeira matinal.
‘Ow, bebê! Acordou duro hoje.’ ela vira o rosto em direção a minha madeira e dá um sorrisinho de canto de boca ‘quer que a mamãe alivie a tensão?’ ela fala isso pegando e alisando meu pau através do samba-canção.
O mesmo sorriso de canto que ela me deu ao olhar para meu pau eu dou a ela, com uma mão seguro seu rosto e faço um carinho, com a outra mão liberto meu pau de sua prisão, revelando assim o que poucos homens tem e muito invejam.
Nada mais foi dito, ela se abaixa, aproxima seu rosto do meu pau. ‘Adoro o cheiro dele, isso sim é cheiro de homem’ dá beijos em toda sua extensão ‘seu gosto é o melhor que já provei’ ela posiciona meu pau para o teto com a boca próxima dele. Coloco minhas mãos atrás da cabeça para visualizar melhor.
Ela desce lentamente encosta sua boca na cabeça e descendo abrindo a boca lentamente, descendo e abrindo… pensei que ela não pararia mais, mas ao perceber que ela colocara toda extensão do meu pau em sua garganta, sem reclamar, sem lacrimejar. Reviro meus olhos. Não há um momento que não goste daquela boca.
Ao subir ela pressiona os lábios, sugando minha alma, chegando na cabeça e desconecta da minha terceira perna com um ‘POP!’
‘Você me deixa louco, sabia?’
‘A mamãe só quer tirar a tensão do meu neném’ ela pega pela base do meu pau e bate em sua língua.
‘Quer fuder a boca da mamãe?’ Faço sim com a cabeça. Pego sua cabeça e seguro firme, com o quadril subo meu pau inteiro, atolando-o inteiro novamente em sua boca e desço novamente, bem lentamente.
Confesso que sempre deu medo inicialmente, amo minha mãe e não quero fazer mal a ela, quero que ela se sinta bem ao me dar prazer. Mas depois o prazer e o tesão assume e passo a não me importar mais, talvez seja isso que ela goste em mim, após algum tempo só penso em esvaziar todo meu saco em sua garganta, sem piedade.
GLUQ, GLUQ, GLUQ, GLUQ GLUQ, GLUQ, …
Os sons do meu pau batendo em sua garganta já não pode ser mais disfarçado, o cheiro de saliva e pau odoriza todo o quarto.
Já não a deixo respirar. Tudo o que me importa é que eu goze, tudo o que se passa pela minha cabeça é o próprio prazer. Paro um pouco e afundo sua cabeça no meu pau.
‘Vou colocar meu gozo inteiro na sua garganta. Entedeu? E você vai engolir tudo.’ retiro sua cabeça e direciono para beija-la e dar um pouco de ar para ela. No caminho saliva cai em todo meu corpo.
Beijo-a apaixonadamente, sem pudores, chupo sua lingua trocando assim saliva. Com ela perco o controle, com ela eu saio de mim. Quebro o beijo.
‘Você entendeu?’ com uma cara de pedinte, como se retirasse um brinquedo de criança, ela concorda com a cabeça. ‘Se você não engolir tudo, ficará sem meu pau por uma semana’
Retorno para a posição natural para ela, de quatro com a bunda nua e arrebitada e a boca enterra em um pau grande.
GLUQ, GLUQ, GLUQ, GLUQ GLUQ, GLUQ, …
Ela abre a boca para deixar o ar entrar e ela respirar melhor.
‘Vou gozar agora! AAAAHHH’
Gozo com todas as forças, com meu quadril levantado e sua boca sendo forçada para baixo.
‘AAAAAAAAHHHH!!!!’
Ela fez um belo trabalho aspirando tudo que vinha de mim, cada gota, sem desperdiçar nada. Alivio a pressão sobre a cabeça e relaxo meu corpo. Fico mole, mas meu pau ainda em sua boca ainda continuava duro.
Ao retirar sua boca de mim e conseguir respirar novamente vejo que ela engoliu tudo e as primeiras palavras que ela fala me revela o que sente por mim.
‘Te amo, meu neném!’
Ainda sem ar ela se senta na cama e meu pai aparece na porta.
‘Vamos, levantem. Hora do café.’
‘Estou indo agora pai’
Levanto pulando da cama e dou beijo na bochecha de minha mãe, ela continua na cama e saio para sala com meu pau ainda bambo balançando pela casa.