FLAGREI MEU MARIDO DANDO O CU MAS ACABEI COMPREENDENDO E AJUDANDO PT 1

Um conto erótico de tatianapolastro
Categoria: Grupal
Contém 1651 palavras
Data: 13/01/2026 10:14:55

Meu nome é Evelyn, e eu sempre pensei que meu casamento com Jean era daqueles que resistem a tudo. A gente se conheceu na faculdade, ele com aquele sorriso tímido de quem estuda engenharia e eu, a garota de administração que adorava organizar festas. Dez anos juntos, uma casa aconchegante no subúrbio de São Paulo, um filho pequeno que agora tá na escola o dia todo, e uma rotina que, apesar de confortável, tinha começado a me deixar inquieta. Jean era o tipo de homem que você olha e pensa: "Esse é confiável". Alto o suficiente pra me abraçar direito, corpo magro mas definido de quem corre no parque aos fins de semana, olhos castanhos que sempre me faziam derreter quando ele me olhava com desejo. A gente transava regularmente, nada louco, mas bom o suficiente pra me deixar satisfeita. Pelo menos era o que eu achava.

Mas ultimamente, algo não batia. Jean chegava em casa mais tarde do trabalho, alegando reuniões extras na firma de engenharia onde ele gerencia projetos. O celular dele vivia no silencioso, e quando eu pegava pra ver uma mensagem inocente, ele ficava nervoso, como se eu fosse descobrir um segredo de estado. "É só estresse do job, amor", ele dizia, beijando minha testa e mudando de assunto. Eu tentava acreditar, mas aquela vozinha na minha cabeça não calava. Mulheres sentem essas coisas, né? É como um formigamento na nuca, um aviso de que algo tá fora do lugar. Comecei a prestar mais atenção: ele tomava banhos mais longos, cheirava a um perfume que não era o dele – sutil, mas masculino, com notas de madeira e especiarias que eu não reconhecia. E nas noites em que a gente se amava, ele parecia distante, como se estivesse performando em vez de se entregar de verdade. Os gemidos dele eram os mesmos, mas os olhos... ah, os olhos vagavam pra longe.

Decidi que não aguentava mais. Uma tarde, quando ele disse que ia "resolver umas coisas no centro", eu peguei o carro e o segui. Meu coração batia forte no peito, como se eu estivesse traindo a mim mesma por duvidar dele. Ele dirigiu até um bairro residencial tranquilo, parou em frente a uma casa moderna com jardim bem cuidado. Eu estacionei a duas quadras dali, o suor escorrendo pelas costas apesar do ar-condicionado. Vi Jean descer, bater na porta, e quem abriu foi Leonardo. Meu estômago revirou. Leonardo, o marido da prima de Jean, o cara que a gente via em churrascos familiares. Negro, alto como uma torre – deve ter uns 1,90m fácil –, musculoso de academia, daqueles que malham pra valer, não pra posar. Mas sempre gente fina, educado, com um sorriso largo que desarma qualquer um. Ele trabalhava como personal trainer, ajudando gente rica a entrar em forma, e a esposa dele, prima de Jean, era uma advogada ocupada que viajava muito.

Eles se cumprimentaram com um abraço que durou um segundo a mais do que o normal. Jean entrou, a porta fechou. Esperei uns minutos, o coração na garganta, e me aproximei da casa, fingindo passear com o celular na mão. A janela lateral dava pra sala, e eu me escondi atrás de uma árvore, espiando como uma ladra. O que vi me deixou gelada. Jean estava de joelhos no sofá, a cabeça entre as pernas de Leonardo, que se recostava com os olhos fechados, uma mão no cabelo dele. O movimento era inconfundível: Jean chupava ele com uma fome que eu nunca tinha visto nele comigo. Leonardo gemia baixo, o peito subindo e descendo, os músculos dos braços flexionados enquanto ele guiava a cabeça de Jean. Eu congelei ali, o mundo girando. Meu marido, o pai do meu filho, chupando outro homem. Saí correndo pro carro, as pernas tremendo, lágrimas borrando a visão. Dirigi pra casa como uma louca, o peito apertado de raiva, confusão e uma dor que rasgava por dentro.

Cheguei em casa antes dele, me tranquei no banheiro e chorei até não sobrar mais nada. Quando Jean chegou, uma hora depois, eu tava na cozinha, fingindo lavar louça, mas meus olhos vermelhos entregavam tudo. Ele me viu e parou na porta, o rosto pálido. "Evelyn, o que houve? Você tá bem?" A voz dele tremia um pouco, como se ele soubesse que o jogo tinha virado.

"Eu vi você, Jean. Vi você com o Leonardo." As palavras saíram como veneno, e eu joguei o pano de prato na mesa, virando pra encará-lo. Ele empalideceu mais, os olhos arregalados. "O quê? Como assim?"

"Não mente pra mim! Eu te segui, seu filho da puta! Te vi de joelhos, chupando ele como uma vadia!" Gritei, as lágrimas voltando, misturadas com uma raiva que queimava. Jean recuou um passo, as mãos erguidas como se eu fosse atacá-lo. "Calma, amor, por favor... me deixa explicar."

"Explicar o quê? Que você é viado agora? Que me trai com o marido da sua própria prima?" Eu avancei, batendo no peito dele, as unhas cravando na camisa. Ele não revidou, só me abraçou forte, mesmo eu lutando. "Eu te amo, Evelyn. Não é o que você pensa."

Soltamos um pro outro, ofegantes. Sentei na cadeira da cozinha, as pernas moles, e ele se ajoelhou na minha frente, os olhos cheios d'água. "Tudo começou na festa de fim de ano, lembra? Na casa da minha tia, todo mundo bebendo, a piscina iluminada. Leonardo tava lá, sem camisa, saindo da água depois de um mergulho. Aqueles músculos... Deus, Evelyn, ele é como um deus grego esculpido em ébano. Os ombros largos, o peito definido, as gotas d'água escorrendo pela pele escura. Eu sempre gostei de mulheres, você sabe disso. Você é a única que me faz gozar de verdade. Mas ali, vendo ele, algo clicou. Uma curiosidade que eu nunca tinha sentido. Fiquei louco, obcecado. Passei noites pensando nele, me masturbando imaginando..."

Ele parou, chorando agora, as lágrimas escorrendo pelo rosto. Eu ouvia, o coração partido, mas uma parte de mim fascinada pela vulnerabilidade dele. "Demorou quase dois meses pra eu convencer ele. Mandei mensagens, falei que era só curiosidade, que ninguém ia saber. Leonardo relutou, disse que ama a esposa, que não é gay, mas... ele cedeu um pouco. Só deixa eu chupar, nada mais. Ele não me come, não me toca assim. É só isso, eu juro. Eu chupo ele e me sinto vivo, Evelyn. Mas eu te amo, por favor, não me deixa."

As palavras dele ecoavam na minha cabeça, e eu me lembrei da cena: a boca de Jean ao redor daquela rola grossa, os movimentos ritmados. "Você viu o tamanho da vara dele, né? Quase três da minha. É enorme, latejante, com veias pulsando. Eu não tinha reparado antes, mas quando vi você lá... o transe que fiquei. Não resisti."

Eu pisquei, confusa. "Transe? Do que você tá falando?" Mas a briga continuou, eu gritando que ele era um traidor, ele implorando perdão, dizendo que era uma fase, que me amava mais que tudo. A casa parecia menor, o ar pesado com o cheiro de suor e lágrimas. Até que Jean, exausto, disse: "Tá bom, Evelyn. Vou chamar ele aqui. Vamos conversar os três, resolver isso de uma vez."

Meu estômago revirou de novo. "Chamar ele? Aqui? Você tá louco?" Mas ele já tava pegando o celular, digitando rápido. Meia hora depois, a campainha tocou. Abri a porta, o coração acelerado, e lá estava Leonardo, alto e imponente, vestindo uma camisa cinza apertada que marcava cada músculo do peito e dos braços, e uma calça jeans preta que abraçava as coxas grossas. Nunca tinha reparado nele assim – sempre o via como o "marido da prima", educado e distante. Mas agora, com o sol poente batendo no rosto dele, os olhos escuros cheios de arrependimento, ele parecia... irresistível. "Evelyn, me desculpa. Eu não queria machucar ninguém."

Entrei, deixando ele passar, o perfume dele invadindo o ar – o mesmo que eu sentia em Jean às vezes. Sentamos na sala, Jean ao meu lado, Leonardo no sofá oposto. Meu marido explicou tudo de novo, a voz trêmula: "Eu te amo, Evelyn. Isso não muda nada entre a gente." Leonardo assentiu, cruzando os braços, os bíceps inchando. "Jean é bem convincente, viu? Ele me convenceu que era só uma brincadeira inofensiva. Mas eu sinto muito pelo que causou."

Eu olhei pros dois, a raiva se misturando com algo novo – uma curiosidade quente, uma provocação que subia pela espinha. Pra cutucar Jean, pra ver ele sofrer um pouco, eu disse: "Tudo bem, mas se é assim... eu também quero participar." Os dois me encararam, boquiabertos. Jean gaguejou: "O quê? Evelyn, você não..."

Leonardo balançou a cabeça, o rosto corando sob a pele escura. "Não, isso é loucura. Eu amo minha mulher, e isso já tá errado demais." Mas eu insisti, o sangue fervendo nas veias, uma excitação inesperada crescendo no meu ventre. "Ou a gente faz os três, ou conto pra todo mundo. Pra prima dele, pra família toda." Eles relutaram, discutiram, Leonardo suando visivelmente, Jean implorando pra eu pensar melhor. Mas no fim, o acordo veio: uma vez só, pra "resolver" isso.

Fomos pro quarto, o ar carregado de tensão. Meu corpo tremia de nervoso e algo mais, um desejo que eu não esperava. Jean tirou a camisa primeiro, revelando o peito liso que eu conhecia tão bem. Leonardo hesitou, mas desabotoou a dele, os músculos reluzindo sob a luz do abajur – abdominais definidos, peitorais que pareciam esculpidos. Eu mordi o lábio, sentindo o calor entre as pernas. Então, ele abriu o zíper da calça jeans, baixando devagar. Quando a rola dele saltou livre, dura e imponente, eu me espantei de verdade. Era enorme, grossa como meu pulso, veias salientes pulsando, a cabeça rosada contrastando com a pele escura. Quase três vezes o tamanho da de Jean, como ele tinha dito. Como meu marido tinha aguentado aquilo na boca? Meu Deus, o que ia acontecer agora?

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