PRAIA NATURISTA NA BAHIA COM A MULHER DA MINHA VIDA

Um conto erótico de LOIRO BAIANO
Categoria: Grupal
Contém 756 palavras
Data: 12/01/2026 21:12:12

​Aos 45 anos, loiro, alto, olhos claros, pau médio de 16cm, um pouco fino, eu sabia exatamente o que queria: uma mulher que não tivesse medo de ser "cachorra". A Sol, com seus 44 anos, pele morena, curvas generosas e uma marquinha de biquíni mínima, era o alvo perfeito. Logo no primeiro encontro, no caminho do motel, já ditei o ritmo: botei o pau para fora no carro e ordenei que ela mostrasse a vagabunda que era. Ela hesitou um segundo, mas abocanhou com vontade, querendo provar que estava à altura do desafio.

​O auge veio 30 dias depois, em Massarandupió (praia naturista aqui na Bahia). Chegamos ao entardecer, o sol baixando e o tesão subindo. Nos despirmos foi natural, mas a adrenalina estava no exibicionismo. Fomos para o rio, onde sentados a água batia na cintura.

​Cercados por solteiros que nos vigiavam como predadores e casais trocando olhares cúmplices, começamos o jogo. Por baixo do espelho d'água, o movimento era frenético. Eu enterrava o pau nela com metidas curtas e molhadas, sentindo o aperto daquela morena enquanto fingíamos conversar naturalmente com quem passava. A regra era não ter conotação sexual aparente, mas o risco de sermos pegos era o que nos fazia gozar por dentro.

​A tensão explodiu quando chegamos na pousada liberal à noite. Estávamos sozinhos, donos do lugar. Não perdemos tempo com o quarto: fomos direto para a piscina. Com o vinho na mão e o corpo ainda salgado do mar, eu a possuí de todas as formas. A liberdade de estarmos em um ambiente liberal, somada à safadeza que ela demonstrou no rio, transformou aquela noite em um festival de gemidos e gozadas intensas. Ela não era apenas uma namorada; era a parceira de luxúria que eu buscava.

​No dia seguinte, logo após o café na pousada, voltamos para a praia. Chegamos na área naturista, tiramos a roupa rápido e fomos curtir a liberdade. Passamos o dia entre petiscos na barraca e amassos discretos no rio. Conhecemos gente nova e os peixinhos davam mordidas de leve que pareciam massagem.

​Mas quando a lua cheia, acreditem, lua cheia, começou sirgir, o clima ficou mais quente e liberal. Ninguém mais escondia as metidas por baixo d’água. Os casais estavam se pegando e os solteiros faziam questão de mostrar o pau duro e se masturbar ali mesmo. O céu ficou prateado refletindo a claridade da lua no rio, e o relaxamento do álcool tirou qualquer vergonha.

​Foi aí que apareceu uma preta linda e atraente. Ela percebeu que a gente era iniciante e disse: "A primeira vez de vocês vai ser inesquecível". Ela começou a lamber a Sol com uma vontade que minha esposa nunca tinha sentido antes. Eu fiquei assistindo de camarote, com um tesão absurdo, vendo a Sol se entregar totalmente.

​Quando a Sol ficou molinha de tanto prazer, a mulher foi buscar o marido dela. O cara era forte e já chegou com o pau na mão, muito maior que o meu e pronto para o abate. Eu virei a Sol de frente para ele. Ela olhou para aquele pau duro a dois metros e ficou com cara de cadela querendo o osso. Ela até me disse: "Você é foda", de tanta vontade que sentiu.

​A esposa do cara começou a mamar ele e chamou a Sol. Minha mulher pediu permissão e eu deixei tudo nas mãos da preta. A safada puxou a Sol e mandou ela chupar o marido junto com ela. A Sol foi engatinhando, beijou a mulher e começou a engolir o pau do cara com uma sede que eu nunca vi. Eu me posicionei atrás da Sol para comer ela, mas quando vi ela engasgando no pau do cara, não aguentei. O tesão foi tanto que eu gozei na hora.

​O cara ficou surpreso e perguntou: "Já gozou?". A esposa dele riu e disse que eu fiquei maluco de ver a cena. Eu me afastei um pouco, sem tesão, mas deixei eles continuarem. A Sol estava tão empolgada que nem percebeu que eu tinha gozado rápido.

Ainda pediu pra nossa amiga interagir comigo. Mas ela explicou que o que eu tinha visto havia sido forte de mais pra eu segurar a ejaculação.

Elas o mamaram mais um pouco, depois, sentamos todos no rio, jogamos conversa fora com eles — casal muito gente boa — e depois nos despedimos indo para a pousada com aquela experiência nova cravada em nossas histórias.

Depois dessa eu não poderia deixar escapar. Nos casamos dois meses depois e já temos dois anos juntos.

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