Dei a Buceta Para O Irmão e o Pai Do Meu Namorado Traidor! - PARTE 1

Um conto erótico de larissinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2300 palavras
Data: 12/01/2026 19:22:06

## Parte 1: A Noite em que Tudo Desmoronou

**[Baseado em eventos reais vivenciados por mim, com alterações discretas nos nomes e alguns detalhes para preservar identidades, mas mantendo a essência brutal e dolorosa do que realmente aconteceu naquela noite maldita.]**

Existem momentos na vida que dividem sua existência em duas: o antes e o depois. Momentos que, quando você os revive na memória, ainda consegue sentir o cheiro, o gosto, a textura da traição se infiltrando pelos seus poros. Esta é a história de como eu, Larissa, passei de namorada apaixonada e confiante para uma mulher quebrada, humilhada e, eventualmente, vingativa. Tudo começou com tequila barata e terminou com minha alma despedaçada no chão do meu próprio quarto.

Preciso que você entenda quem eu era naquela noite. Não por vanglória, mas porque é essencial para compreender a dimensão da humilhação que viria.

Eu sempre fui bonita. Não é arrogância, é fato constatável. Desde adolescente, eu virava cabeças. Meu cabelo castanho-chocolate era longo, grosso e brilhante, caindo em ondas naturais até a cintura. Eu cuidava dele religiosamente: hidratação semanal, produtos caros, cortes regulares para manter as pontas perfeitas. Meus olhos eram verdes-amendoados, com cílios longos e grossos que dispensavam máscara na maioria dos dias. Lábios carnudos naturalmente rosados, rosto harmonioso com maçãs do rosto altas e maxilar definido. Eu não precisava de filtros no Instagram – minha genética tinha feito o trabalho.

Mas não era só o rosto. Meu corpo era resultado de dedicação obsessiva. Academia cinco vezes por semana sem falta: treino de pernas e glúteos segundas e quintas, superiores terças e sextas, funcional aos sábados. Dieta regrada, controlada por nutricionista. O resultado? Um metro e sessenta e oito de pura definição muscular. Cintura de sessenta e três centímetros, quadril de noventa e sete, bunda empinada e dura como pedra, coxas torneadas sem um grama de flacidez. Seios tamanho médio, naturais e firmes, que ficavam perfeitos em qualquer decote ou biquíni.

Eu sabia o efeito que causava. Homens olhavam. Mulheres olhavam. E Thiago, meu namorado de três anos, sabia que tinha acertado na loteria genética quando me conquistou.

Thiago era bonito também, admito. Um metro e oitenta e três, corpo atlético de quem ia à academia por hobby mas levava a sério. Cabelos castanho-escuros levemente ondulados, olhos castanho-esverdeados, mandíbula quadrada. Ele trabalhava como gerente comercial numa empresa de tecnologia e ganhava bem. Tínhamos um apartamento de dois quartos num bairro decente, carro novo, viagens ocasionais. Aos olhos de todos, éramos o casal perfeito.

E eu acreditava nisso. Com cada fibra ingênua e apaixonada do meu ser, eu acreditava.

Thiago me colocava num pedestal. Tirava fotos minhas o tempo todo, postava com legendas românticas. "Minha rainha", "Sortudo demais", "A mulher mais linda do mundo é minha". Eu comia aquilo com colher. Me sentia amada, adorada, segura.

Que idiota eu fui.

Naquela sexta-feira, o plano era simples: comemorar a promoção do Thiago no trabalho. Nada grande, apenas nós dois e a Débora, minha melhor amiga desde o ensino médio. A Débora era... como posso descrever sem soar cruel? Ela era a "amiga engraçada". Aquela pessoa que compensa a falta de beleza física com humor ácido e disponibilidade constante.

Débora tinha um metro e cinquenta e cinco de altura, corpo atarracado e sem curvas. Não era gorda exatamente, mas tinha aquela gordura localizada teimosa na barriga e nos braços, sem cintura definida. O corpo era reto, quase masculino. O rosto era o pior: queixo retraído que dava uma aparência de peixe quando vista de perfil, nariz pontudo e longo demais para as proporções faciais, olhos pequenos e juntos demais. A pele era manchada, com acne adulta que ela tentava esconder com base grossa que só piorava a situação.

Mas o cabelo... o cabelo era tragédia ambulante. Ralo, fino, com falhas visíveis no couro cabeludo quando estava solto. Por isso ela sempre prendia num coque apertado que expunha ainda mais as orelhas grandes e desporporcionais. Ela já tinha vinte e sete anos, mesma idade que eu, mas parecia mais velha, cansada.

Ainda assim, eu a amava. Era minha amiga. Me fazia rir. Estava sempre disponível quando eu precisava desabafar. E mais importante: nunca representou ameaça. Como poderia? Thiago tinha *eu*. Por que diabos olharia para a Débora?

Essa lógica fazia todo sentido na minha cabeça.

Ela chegou por volta das vinte e três horas, usando uma calça jeans clara que marcava a falta de bunda e uma blusa larga florida tentando esconder a barriga. O cabelo estava no coque habitual. Maquiagem pesada demais, delineado torto.

— Biiianca! — Ela me abraçou apertado, o perfume doce e enjoativo invadindo minhas narinas. — Cadê o promovido?

Thiago apareceu da cozinha com três taças e uma garrafa de espumante barato.

— Aqui, Deby! — Ele sorriu aquele sorriso que eu amava, todo charmoso. — Preparado pra virar a noite?

Brindamos. Bebemos. Rimos. A conversa fluía fácil, os três já aquecidos pelo álcool. Thiago colocou música, um pop nacional animado. Débora começou a dançar de forma exagerada e cômica, fazendo imitações de cantores famosos. Rimos até doer a barriga.

Foi quando Thiago trouxe a tequila.

— Agora vai começar a festa de verdade! — Ele anunciou, colocando a garrafa, o sal e o limão na mesa de centro.

— Thiago, tequila não! — Eu reclamei, rindo. — Você sabe que eu não aguento destilado...

— Ah, para! Hoje é dia de comemoração! — Ele insistiu, já servindo três doses generosas em copos de shot. — Uma só não vai te matar, princesa.

Débora já tinha pegado o dela, lambido o sal da mão e virado.

— Vem, Lari! Não seja fraca! — Ela provocou, os olhos pequenos brilhando com o efeito do álcool.

Eu cedi. Sempre cedia quando se tratava de agradar Thiago ou não parecer "chata". Lambi o sal, virei o shot – o líquido desceu queimando como fogo líquido, explodindo no meu estômago – e mordi o limão, a acidez misturando-se com o ardor.

— Ahhh, que merda! — Eu gritei, fazendo careta, enquanto eles riam.

Uma dose virou duas. Duas viraram quatro. Eu já estava tonta, o mundo começando a ficar embaçado nas bordas. A música ficou mais alta. Começamos a dançar os três, corpos se esbarrando na sala pequena.

Eu me sentia livre. Feliz. Segura.

Estava usando um top branco de alças finas que mostrava minha barriga sequinha e tanquinho levemente marcado, e um shorts jeans curto que deixava à mostra a parte de baixo da minha bunda perfeita. Meu cabelo estava solto, balançando quando eu dançava. Eu me sentia gostosa. Poderosa.

— Caralho, tá muito calor aqui! — Eu reclamei, abanando o rosto. O suor começava a escorrer pela minha testa, descendo pelo pescoço.

Thiago estava sem camisa já, o peito definido brilhando de suor. Ele me puxou pela cintura, grudando seu corpo no meu, a ereção evidente roçando na minha barriga.

— Você tá muito gostosa, sabia? — Ele sussurrou no meu ouvido, a voz grossa. — Mal posso esperar pra te comer depois...

Eu ri, me sentindo desejada. Débora estava do outro lado, dançando sozinha, o rosto vermelho e suado.

E foi naquele momento de euforia etílica e confiança cega que eu cometi o erro que mudaria tudo.

— Quer saber de uma coisa? — Eu disse alto, me soltando do Thiago e girando para encará-los. — A gente é tudo amigo aqui, certo? Sem frescura, sem julgamento!

— Claro! — Débora concordou, rindo.

— Então... vamos ficar confortáveis! — Eu anunciei, e num movimento fluido, tirei o top pela cabeça.

Fiquei de sutiã. Um sutiã de renda preta com bojo que deixava meus seios perfeitos ainda mais destacados, a pele alva e lisa do meu colo brilhando de suor.

Vi o olhar do Thiago percorrer meu corpo com aquele desejo que eu conhecia bem. Ele sorriu.

— É assim que eu gosto — ele disse, e eu me senti no topo do mundo.

Foi quando meu cérebro bêbado e estúpido teve a pior ideia da minha vida.

— Deby! — Eu chamei, apontando para ela. — Tira a blusa também! Sério, sem frescura! A gente é amiga, somos todos íntimos aqui. Liberdade total, ninguém vai julgar!

Eu disse isso com a generosidade condescendente de quem se sente superior. Eu queria incluí-la, fazê-la se sentir parte do nosso "momento livre". Eu não via perigo. Não via ameaça. Débora era só... Débora. A amiga sem graça que nunca seria competição.

Como eu fui burra.

Débora hesitou. Olhou para o Thiago. E ele... ele não desviou o olhar. Ficou encarando ela, esperando. Havia algo nos olhos dele que eu não identifiquei então, mas que agora, relembrando, reconheço: expectativa.

— Vai, Deby! — Eu incentivei, rindo e fazendo gestos. — Liberdade!

Ela engoliu seco e tirou a blusa florida.

O sutiã bege velho e sem graça mal segurava os seios pequenos e caídos. A pele do colo era manchada, com acne e marcas escuras. Os ombros eram largos e masculinos. A barriga proeminente ficou exposta, mole e pálida.

Mas havia algo no rosto dela. Uma expressão que eu nunca tinha visto antes. Satisfação. Malícia. Como se ela tivesse acabado de ganhar algo.

Thiago olhou para ela. Não de relance. Olhou *mesmo*. Os olhos percorrendo o corpo dela de cima a baixo.

Deveria ter sido meu primeiro sinal de alerta. Mas eu estava bêbada e cega pela confiança.

Voltamos a dançar. Mais bebida. Mais música. Eu me lembro de beijar Thiago, a língua dele invadindo minha boca com gosto de álcool e desejo. Lembro da mão dele apertando minha bunda com força. Lembro de ver Débora olhando, os olhinhos pequenos fixos em nós.

E então... o mundo começou a girar. Rápido demais. Meu estômago revirou. Tudo ficou pesado.

— Thiago... — Eu murmurei, segurando nele. — Preciso... deitar...

— Vem, vamos pro quarto — ele disse, me segurando.

— Eu ajudo! — Débora se ofereceu rapidamente, me pegando do outro lado.

Caminhamos pelo corredor. Ou melhor, eles me arrastaram. Minhas pernas mal respondiam. Quando chegamos ao quarto, eu simplesmente desabei na cama.

O lençol fresco contra minha pele quente foi a última sensação prazerosa que eu teria naquela noite.

— Vocês podem... ficar... se quiser... — Eu murmurei, as palavras arrastadas, a consciência já escorregando. — Cama é... grande...

E apaguei.

Não foi um sono. Foi um apagão. Um coma alcoólico induzido pela minha própria estupidez e excesso de confiança. A escuridão me engoliu completamente.

***

Não sei quanto tempo se passou naquele vazio. Poderia ter sido vinte minutos ou duas horas. Mas algo me puxou de volta.

Um som.

*Nhoc... nhoc... nhoc...*

Molhado. Rítmico. Carne batendo em carne.

Minha consciência subiu lentamente, lutando contra o peso de chumbo que prendia meu corpo. Era como estar presa dentro de um sarcófago, acordada mas incapaz de me mover. Meus olhos não queriam abrir. Meus braços estavam mortos ao lado do corpo. Minhas pernas eram pesos inúteis.

Mas eu ouvia. Deus, como eu ouvia.

*Tpac... tpac... tpac...*

E gemidos. Baixos, abafados, mas inconfundíveis.

Meu coração disparou. Pânico inundou meu peito. Com um esforço titânico, consegui abrir os olhos apenas uma fresta. A visão estava embaçada, turva. O quarto estava na penumbra, apenas a luz fraca do abajur da mesa de cabeceira do lado dele estava acesa, projetando sombras longas nas paredes.

Eu estava deitada de lado, virada para a parede esquerda. Ainda de sutiã e shorts. Mas a cama... a cama estava balançando. Tremendo ritmicamente.

*Nhoc... nhoc... plaft... nhoc...*

Com um esforço que pareceu mover montanhas, consegui virar levemente a cabeça. Milímetros. O pescoço doendo, os músculos travados. Olhei por cima do meu ombro direito.

E vi o fim da minha vida.

Débora estava de quatro no meio da cama. A menos de cinquenta centímetros de mim. Tão perto que eu podia sentir o cheiro acre de suor e sexo emanando dela.

Ela estava completamente nua. A bunda pequena, reta e pálida estava empinada no ar, tremendo a cada impacto. A calcinha tinha sido jogada no chão ao lado da cama. Eu podia ver tudo. A boceta dela estava vermelha, inchada, os lábios grossos e escuros esticados obscenamente ao redor de algo.

Ao redor do pau do Thiago.

Meu namorado. O amor da minha vida. Estava de joelhos atrás dela, completamente nu, segurando os quadris estreitos dela com as duas mãos. E estava fodendo ela.

O pau dele – aquele pau que eu conhecia tão intimamente, que eu tinha chupado centenas de vezes, que tinha me dado prazer tantas outras – entrava e saía da boceta da minha melhor amiga com força brutal. Eu via tudo. O comprimento considerável desaparecendo dentro dela e reaparecendo coberto de lubrificação cremosa e brilhante. As bolas dele balançando, batendo contra a boceta dela a cada estocada.

A visão me fez querer vomitar. Mas meu corpo não respondia. Apenas meus olhos e minha audição estavam funcionando, me forçando a presenciar minha própria destruição.

— *Isso... vai... mais fundo... porra...* — Débora gemeu, a voz abafada contra o travesseiro. MEU travesseiro.

Thiago não respondeu. Apenas acelerou. O som de pele batendo em pele ficou mais alto, mais obsceno.

*PLAC, PLAC, PLAC!*

A cama sacudia violentamente. Eu sentia cada movimento, cada impacto reverberando pelo colchão até meu corpo imóvel.

Uma lágrima quente escorreu do canto do meu olho. Silenciosa. Impotente.

E então Débora virou a cabeça. Olhou diretamente para mim.

Nossos olhares se encontraram.

Ela sabia. Ela *sabia* que eu estava acordada. Vi nos olhos pequenos dela. E ela sorriu. Um sorriso pequeno, satisfeito, vitorioso.

— *Ela tá acordada?* — Débora sussurrou para Thiago, sem desviar os olhos de mim.

Thiago olhou na minha direção. Eu fechei os olhos rapidamente, desesperadamente, fingindo ainda estar inconsciente. Mas era tarde demais.

— *Não... tá morta ainda* — Thiago respondeu com uma risada baixa. — *A princesinha não aguenta beber. Fraquinha.*

— *Coitada...* — Débora disse, e havia veneno puro naquela palavra. — *Tão linda... tão perfeita... e tão *fora* da própria cama...*

Thiago riu. Um som cruel que eu nunca tinha ouvido sair da boca dele.

— *Para de falar dela e foca aqui* — ele ordenou, dando um tapa forte na bunda dela.

*PLAFT!*

— *Aaahhh!* — Débora gemeu alto, exagerado.

E então começou o massacre verbal que terminaria de me destroçar.

*(Continua...)*

***

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