Comedor de safada - A mãe do Bruninho 3

Um conto erótico de SEXTOTAL
Categoria: Grupal
Contém 1272 palavras
Data: 12/01/2026 18:07:38

Continuação...

Eu e a Carmem fomos para o banheiro da suíte, nessa hora já nem mais fechávamos as portas. Ela ainda de biquíni e saída de banho e eu pelado com o pau que havia acabado de gozar na cara do filho dela, que era gay mas terminou a história fodendo o cu da namorada fake baranga dele, cu que eu havia acabado de arrombar.

Logo que entramos eu tirei a saída de banho e o sutiã, estava por trás dela e passei a mão nas tetas da milf sentindo os bicos duros. Eram duas senhoras tetas, grandes, duras, e agora com o bico saltado. A marca de biquíni deixava aquela puta muito tesuda. A afastei um pouco e sequei sue rabo. Que bunda gostosa com um biquininho enfiado no meio do rabo, muito sexy, estava pedindo cacete aquela gostosa. Apalpei e dei uns tapas como se faz com uma puta daquelas. Pesei a bunda na minha mão e fiz balançar. - Cadela gostosa! Vou te foder gostoso!

Então virei ela pra mim e olhei direto para a buceta. Que surpresa!!! - Caralho sua gostosa!!! Esse volume toda é sua buceta!??!! Que bucetão, e essa racha já marcada no biquíni, já está até molhado vagabunda!

- Ai Mario, eu tenho vergonha dela ser tão grande assim.

- Comigo não! Quero chupar agora toda essa buceta! Vou chupar cada um dos seus lábios, colocar toda essa carne na minha boca!! E esse grelão??!!??? Vou tomar seu mel de canudinho nele! Entra no banho, vai levar uma bela de uma chupada!

A Carmem tinha mesmo uma buceta enorme. Comecei no lábio esquerdo, puxei tudo pra dentro da minha boca, era um volume que eu nunca tinha visto e nem chupado. Queria comer aquilo! Largando a pele passei a língua no meio da racha da vagabunda, a buceta era tão grande e carnuda que começava enfiando o nariz e ia subindo com ele e vindo lambendo. Esfreguei o mel dela na minha cara toda. Depois peguei o lábio direito e chupei da mesma forma de novo, segurei os dois lados com as mãos e apertei. Aquela bucetona de vaca era da minha puta e eu estava fazendo o que queria com ela. Carmem gemia no banheiro, a porta toda escancarada.

- Agora vou chupar esse grelo sua vaca, até você gozar.

- Chupa meu amor. É seu.

Chupava só o grelo, não deixava escapar da minha boca. Fiz isso até a vagabunda gozar. Depois a lambi sem parar toda a buceta, não queria perder nada daquele mel de buceta, do gozo dela. Enfiei dois dedos na buceta dela, de baixo pra cima pois eu estava ajoelhado chupando a coroa. Troquei os dedos para lambuzar o outro dedo e depois enfiei dois dedos na buceta e o outro, pressionado e fazendo força, entrou no cu da vadia. Ela gemeu mais forte, arfava. Masturbei ela assim. Fazendo com vigor, empurrando os dedos com força na vaca bucetuda. Não deixei ela gozar de novo, ficou louca. Me levantei, ela lavou meu pau, que estava no cu da nora dela alguns minutos atrás, e depois se abaixou e começou a chupar. Lambia e engolia a cabeça, mas soltava logo. Fiquei admirando, mas não ia dar essa moleza para ela. Dei um tapa na cara da vagabunda, segurei sua cabeça.

- Abre a boca minha vaca bucetuda, hoje você aprende a chupar pau de verdade, já que pelo jeito seus comedores não ensinaram nada pra você.

Meti o pau na boca dela e bombei! Ela não conseguia engolir muito do meu cacete e eu continuava forçando, tentou sair e eu forcei de novo. - Vadia, você vai aprender a engolir uma pica agora! E forcei novamente o pau na boca dela, engasgou, tentou de novo, engasgou, levou outro tapa. Se esforçava para chupar o cacete mas não aguentava. Olhou pra mim e disse:

- Amor, vem comer minha bucetona!

- Minha vadia, só paro de enterrar o pau na sua boca se você pedir para eu foder seu cu, pedir desse jeito!

- Gostoso, fode meu cu, fode!

Fomos para a cama. Coloquei ela deitada de costas com um travesseiro embaixo do quadril. Queria olhar aqueles peitos tesudos, aquele rosto de biscate gata, queria olhar para a vagabunda enquanto fodia ela. Não ia deixar de foder uma buceta daquele tamanho. Então passei o pau de cima para baixo e vice-versa na buceta, lubrificando o caralho e provocando a cadela. Depois coloquei o pau na porta da buceta e empurrei. Vadia gostosa! Meu corpo apertava aquela carne exagerada da buceta da Carmem, e meu pau sentia a buceta dela por dentro, que era tão gostosa quanto por fora. Tirei o pau, olhei a buceta e voltei a meter. Tirei de novo, coloquei a cabeça no cu dela e empurrei pra dentro, da buceta já tinha escorrido mel e melado todo o ânus da vadia. Deixei a cabeça dentro dela por um tempo, tirei e empurrei pra dentro de novo, fiz isso algumas vezes, ela fechava os olhos, prendia o ar e gemia depois. Então comecei a foder seu cu de verdade. Empurrando com força!

Nisso todos os outro entraram no quarto, a Carmem era uma cadela gemendo e chamou à atenção e o tesão de todos. As meninas vendo ela deitada na cama, sendo fodida, de olhos fechados, aquelas tetas enormes e bicudas; era muito para elas. A Lu veio pelo lado direito e atacou uma teta com a boca. A Bia fez o mesmo do outro lado. A coroa abriu os olhos assustada, as meninas a seguraram e continuaram a chupar as tetas da vaca. A Bia parou de chupar, olhou para a sogra e disse: Eu não falei que você ia foder ainda hoje sua puta vagabunda!

A Lu pegou o celular da Carmem que estava na cama e deu para o Bruninho, que neste momento estava em pé ao lado da cama vendo a mão ser fodida no cu por uma cara que ele mal conhecia, e duas lésbicas chupando seus peitos, e pior, a mãe gemia de tesão como uma cadela no cio! Bruninho entendeu e começou a filmar a depravação da mãe, filmou todos, tudo bem de perto. Quando se aproximou de mim, eu tirei o pau, balancei para ele e falei: Aí, seu viadinho, agora sua mãe é puta desse pau, essa bucetona que ela tem agora corre atrás desse cacete pra gozar!

Desta vez voltei o pau na buceta da Carmem cadela, e meti forte pra gozar. Na ultima hora tirei o pau e gozei em cima da bucetona dela, puxei a Lu pelo braço, quando ela sacou o tamanho da buceta da nossa anfitriã arregalou os olhos passou a língua nos lábios e falou: deixa que eu limpo tudo! E lambeu, mordeu e limpou toda a porra que eu tinha deixado naquela buceta. Depois puxei a Bia que olhava a cena e entendeu que ia limpar meu cacete. Não podia deixar de provocar a baranga enquanto ela limpava meu pau colocando ele todo na boca.

- Bia, agora você conhece a sogra de verdade, chupou a teta e agora tá sentindo o gosto do cu dela no meu pau!

A Lu percebeu o Bruninho de pau duro e puxou o pau dele e começou a bater uma punheta. O bichinha logo estava a ponto de gozar, então a Lu o trouxe até perto de mãe e os jatos de esperma foram parar nos peitos dela.

- Boa Lu!!! A bicha gozando na teta da cadela da mãe!

De novo o franguinho saiu bravo e eu fiquei ali com a Lu peituda e vadia, a Carmem deliciosa, milf vagabunda, e a cadela baranga da Bia dando risada.

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