Minha Namorada e As Amigas Dela Tem Uma Regra Estranha - PARTE 13

Da série A Estranha Regra
Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3539 palavras
Data: 12/01/2026 17:17:08

Cara... essa foi de longe a conversa mais intensa, confusa, sexualmente carregada e completamente insana que eu já tive na minha vida. E olha que eu já tive umas conversas bem loucas nessa história toda, então isso tá dizendo MUITO.

Então pra contexto: a Carla tinha saído do apartamento na noite anterior depois daquela suruba insana com as quatro amigas, mas tinha deixado aquela bomba no ar - que precisava conversar sobre algo importante. Sobre a regra. E sobre o que ela sentia por mim. E cara, eu não consegui dormir direito a noite inteira pensando nisso.

A Clara também não. Ela ficou virando na cama sem parar, e eu sabia porque sentia ela se mexendo, suspirando, resmungando. De manhã, tipo umas 9h, ela mandou mensagem pra Carla: "Vem almoçar aqui. Meio-dia. A gente conversa sobre essa porra."

A resposta veio em dois minutos: "Tá. Eu preciso mesmo."

E cara... aquelas três horas de espera foram as mais tensas da minha vida.

***

Meio-dia em ponto a campainha tocou.

Eu tava no sofá mexendo no celular sem conseguir me concentrar em nada. A Clara tava na cozinha terminando de fazer uns sanduíches - tipo, quem faz sanduíche pra uma conversa dessas? Mas acho que ela precisava fazer alguma coisa com as mãos pra não enlouquecer ou quebrar algo. Eu fui atender.

Abri a porta e a Carla tava ali parada. Calça jeans clara, camiseta branca simples, cabelo preto solto caindo nos ombros. Sem maquiagem nenhuma. Olhos vermelhos e inchados - tipo, ela tinha chorado. Muito. A noite inteira provavelmente.

"Oi", ela disse, voz baixa e rouca.

"Oi. Entra."

Ela entrou devagar, tipo alguém entrando numa sala de interrogatório sabendo que vai ser torturada. A Clara saiu da cozinha secando as mãos num pano, olhou pra ela, e por um segundo as duas só ficaram ali se encarando em silêncio. A tensão no ar era tão pesada, tão densa, que eu mal conseguia respirar direito.

"Senta", a Clara disse finalmente, apontando pro sofá. Voz controlada demais. Perigosa.

A gente sentou. Eu no meio - o que em retrospecto foi meio esquisito, mas sei lá, pareceu natural na hora. Clara do meu lado direito, bem perto, coxa encostando na minha. Carla do esquerdo, com um espaço pequeno entre a gente. As duas olhando pra frente, nenhuma olhando uma pra outra.

Silêncio por tipo uns quarenta segundos longos e desconfortáveis.

"Então", a Clara falou finalmente, voz ainda controlada. "Vai contar logo ou vai ficar enrolando? Porque eu não dormi pensando nisso e eu tô bem puta, então quanto mais rápido melhor."

A Carla respirou fundo. Tremia. "Eu tô namorando."

Silêncio.

Tipo... aquele silêncio pesado antes de uma bomba explodir.

Porra.

"O quê?" a Clara virou a cabeça tão rápido que eu ouvi o pescoço estalar. "Repete."

"Eu tô namorando. Faz umas três semanas." A voz da Carla tava tremendo muito. "Conheci ele numa festa da faculdade. A gente se conectou. Começamos a sair. E eu... eu aceitei namorar com ele porque..." Ela parou. Engoliu seco. Fechou os olhos. "Porque eu precisava me afastar. Me proteger."

Meu coração tava batendo rápido demais. Suando frio. "Se proteger de quê?"

Ela finalmente virou pra me olhar. Olhos vermelhos brilhando com lágrimas novas. "De você."

Merda. Merda. Merda.

A Clara levantou do sofá de repente, rápido, violenta. "Espera. Espera um segundo. Você tá me dizendo que você conheceu um cara, começou a namorar, e não contou pra NENHUMA de nós? Por três semanas?"

"Sim."

"Você quebrou a regra." A voz da Clara tava subindo. "Você literalmente quebrou a principal regra do grupo."

"Eu sei."

"A regra diz que quando uma de nós fica séria com alguém, TODAS ficam sabendo. Imediatamente. E a pessoa só pode conhecer o grupo se todas aprovarem primeiro." A Clara tava ficando vermelha. "Você pulou completamente isso. Você mentiu pra gente por três semanas."

"Eu não menti. Eu só... não contei."

"É a mesma porra!" a Clara gritou. "Você MENTIU! Você escondeu! E por quê? Porque você tá... o quê? Apaixonada pelo namorado da sua melhor amiga? É isso?"

"Eu não usei a palavra apaixonada!" a Carla retrucou, se levantando também.

"Mas é isso, não é?" A Clara deu um passo na direção dela. "É por isso que ontem foi diferente. É por isso que você ficou me olhando daquele jeito o tempo todo. É por isso que quando você tava transando com ele parecia que tinha só vocês dois no quarto mesmo com as outras três ali." Ela apontou pra mim. "É por isso que você saiu correndo depois e chorou."

A Carla começou a chorar de verdade agora. "E o que você esperava, Clara? Você criou essa porra de regra! Você literalmente me JOGOU na cama com ele naquela primeira noite! Disse que ele era meu 'presente'! E depois ficou surpresa que eu senti alguma coisa?"

"A regra é uma vez só!" a Clara gritou, furiosa. "UMA VEZ! Sem sentimentos! Sem complicação! Era esse o acordo desde sempre!"

"Pois é, mas a vida não funciona assim!" a Carla gritou de volta, lágrimas escorrendo. "Eu não consigo desligar os sentimentos só porque você decidiu que era assim! Eu não sou um robô!"

Eu tava sentado ali no meio daquilo tipo... cara, o que eu faço? O que eu falo? Eu me levanto? Eu separo? Eu fico quieto?

"Então você tá namorando", a Clara disse, voz mais baixa mas ainda tensa, ainda perigosa. "Você tá namorando um cara aleatório pra tentar esquecer ele."

"Sim."

"Há três semanas. Escondido de todas nós."

"Sim."

"Quebrando a regra principal do grupo."

"...Sim.”

“Qual o nome dele?”

“Lucas.”

"Tá funcionando?" a Clara perguntou, dando mais um passo na direção dela. "Tá conseguindo esquecer?"

Silêncio longo.

"Tá funcionando, Carla?" a Clara repetiu, mais alto, mais intensa.

"Não!" a Carla gritou, soluçando. "Não tá funcionando porra nenhuma! Pior! Ficou pior! Porque cada vez que o Lucas me beija eu penso no Liam! Cada vez que a gente transa eu fecho os olhos e imagino que é ele! Cada vez que ele fala que me ama eu quero gritar que eu tô mentindo pra ele!" Ela cobriu o rosto com as mãos. "Por isso que eu vim ontem! Por isso que eu precisava sentir ele de verdade mais uma vez antes de... antes de terminar tudo de vez e sumir."

A Clara ficou parada ali, processando tudo. O rosto dela passando por umas cinco emoções diferentes em dez segundos. E então ela fez algo que eu não esperava de jeito nenhum - ela começou a rir. Não era uma risada feliz. Era uma risada tipo... nervosa? Histérica? Meio maluca?

"Então deixa eu ver se eu entendi direito", a Clara disse, ainda rindo daquele jeito perturbador. "Você conheceu um cara. Começou a namorar escondido. Mentiu pra gente por três semanas. Veio ontem, transou com ele na minha frente, participou de uma suruba, gozou no pau dele DUAS VEZES, e agora tá me dizendo que tem namorado e quer sair da regra?"

"Eu... sim. Eu preciso sair. Eu não posso continuar fazendo isso."

"E o Lucas sabe que você veio ontem?"

"Não."

"Sabe que você transou com outro homem?"

"Não."

"Então você traiu ele ontem."

"Eu... eu sei." A Carla enxugou as lágrimas com as costas da mão. "Eu sei que eu sou uma merda. Uma pessoa horrível. Por isso que eu vim contar hoje. Vou terminar com ele também. Vou sair da regra. Vou sair do grupo. Eu só... eu precisava que vocês soubessem a verdade antes".

E cara... a expressão da Clara mudou completamente. De raiva histérica pra algo muito mais frio. Muito mais calculista. Perigoso.

"Você não vai sair do grupo", ela disse, voz baixa e controlada de novo.

"Como assim? Eu quebrei a regra. Eu menti. Eu..."

"Você quebrou a regra, sim. Por isso você vai ser punida." A Clara deu outro passo. Agora tava bem perto da Carla. "Mas você não vai sair. Porque se você sair, o grupo inteiro desmorona. E eu não vou deixar dez anos de amizade ir pro caralho por causa disso."

"Clara, eu não posso ficar! Eu não aguento ver ele com você! Com as outras!" A Carla soluçou. "Isso tá me destruindo!"

"Então você termina com o Lucas", a Clara disse, simples assim.

"O quê?"

"Você termina com ele. Hoje. Agora. Manda mensagem na minha frente. E você fica na regra. Fica com a gente." A Clara olhou pra mim, e então de volta pra Carla. "Fica com ele. Do jeito que sempre foi. Uma vez de vez em quando, quando eu permitir, sob as minhas regras".

"Você tá maluca?" a Carla balançou a cabeça vigorosamente. "Eu não posso fazer isso! Eu acabei de explicar que eu não consigo lidar!"

"E eu acabei de explicar que você não tem escolha." A Clara cruzou os braços. "Você quebrou a regra, Carla. Você mentiu. Você traiu a confiança de todas nós. E agora você acha que vai simplesmente sair e tudo vai ficar bem? Não. Não é assim que funciona."

"Então o quê? Você vai me obrigar a ficar?" A Carla limpou as lágrimas, ficando brava agora. "Vai me forçar?"

"Não vou te forçar a nada." A Clara deu um sorriso frio. "Vou te dar uma escolha. Opção um: você fica com o Lucas, sai da regra, e a gente termina a amizade. Eu, você, a Dani, a Andréia. Acabou. E não pensa que vai ser só comigo. Quando eu contar pra elas que você quebrou a regra, que mentiu, que veio ontem e transou com ele tendo namorado... elas vão te odiar também."

A Carla empalideceu.

"Opção dois", a Clara continuou, aproximando mais, "você termina com o Lucas. Agora. Na minha frente. E você fica na regra. Mas não do jeito antigo. Você quebrou a confiança. Então agora você precisa pagar uma prenda. Uma prenda bem pesada. Pra todas nós vermos que você tá comprometida de verdade".

"Que... que tipo de prenda?" a Carla perguntou, voz tremendo.

A Clara sorriu. Aquele sorriso perigoso que eu conhecia bem. "Você vai descobrir. Mas primeiro você decide. Lucas e solidão, ou grupo e penitência. Escolhe."

O silêncio que seguiu foi ensurdecedor.

"Eu..." a Carla olhou pra mim, tipo pedindo ajuda. "Liam, o que você acha? Por favor, fala alguma coisa."

E cara... todas as duas me olharam. Esperando. E eu precisava falar algo, mas tipo... o que eu falo numa situação completamente insana dessas?

"Eu...", comecei, e a voz saiu rouca e falhada. Limpei a garganta. "Eu não quero que você saia. Nem do grupo, nem da regra, nem... nem da minha vida. Mas..." Olhei pra Clara, depois pra Carla. "Mas a Clara tá certa. Você mentiu. Você quebrou a regra. E isso... isso não é só sobre mim. É sobre todas vocês."

A Carla fechou os olhos. Mais lágrimas escorreram.

"Mas eu também não quero te machucar", continuei, tentando ser honesto. "E se ficar aqui sob essas condições vai te destruir mais ainda..."

"Vai machucar mais se eu sair", ela interrompeu, abrindo os olhos vermelhos. Olhou pra Clara. "Vai acabar com tudo se eu sair, não vai? O grupo inteiro."

"Vai", a Clara confirmou sem hesitação. "Porque a regra só funciona se todas toparem. Se todas confiarem uma na outra. Você quebrou essa confiança. Mas eu tô te dando uma chance de reconquistar. Uma chance que você não merece, mas que eu tô oferecendo porque você é minha melhor amiga há dez anos. Então aceita logo antes que eu mude de ideia".

A Carla ficou em silêncio por um tempo longo, tipo uns dois minutos inteiros. A gente só ficou ali parado, esperando, a tensão no ar quase sólida. Dava pra ouvir a respiração pesada das três pessoas.

"O que é a prenda?" ela perguntou finalmente, voz pequena.

A Clara sentou no sofá de novo. Bem perto de mim. Colocou a mão na minha coxa. E cara, meu corpo reagiu automaticamente - começou a ficar tenso, excitado mesmo, porque eu já conhecia esse toque. Sabia o que significava.

"Você vai descobrir", a Clara disse, olhando pra Carla enquanto a mão dela começava a subir devagar na minha coxa. "Mas vou te dar uma prévia. Vai envolver ele." Apertou minha coxa. "Vai envolver todas nós. Vai ser público dentro do grupo. E vai ser humilhante. De propósito. Pra você entender que quebrar a confiança tem consequências."

"Clara..." eu comecei, meio assustado.

"Confia em mim", ela disse, sem tirar os olhos da Carla. A mão dela continuava subindo. Chegou perto do meu pau. "Então, Carla? Aceita ou não?"

A Carla olhou pra mão da Clara na minha coxa. Engoliu seco. "Eu... eu preciso saber o que é antes de concordar."

"Não. Você concorda às cegas ou recusa e vai embora agora." A Clara era implacável. "Essas são as opções. Escolhe."

A Carla olhou pra mim de novo. Olhos implorando. E cara, o que eu vi ali foi... desespero. Medo. Mas também... resignação. Aceitação.

"Eu fico", ela sussurrou finalmente. "Eu aceito a prenda. Seja lá o que for."

A Clara sorriu. "Ótimo. Agora termina com o Lucas."

A Carla pegou o celular com mãos tremendo. Abriu o WhatsApp. Os dedos pairaram sobre o teclado por uns segundos. Então ela digitou: "Lucas, acabou. Não tá funcionando. Não me procura mais. Desculpa."

"Mostra", a Clara ordenou.

Carla mostrou a mensagem. Clara leu, acenou aprovando. Carla enviou. Alguns segundos depois o cara começou a responder - dava pra ver várias mensagens entrando rápido, uma atrás da outra. "O QUÊ???", "Carla pelo amor de deus", "A gente pode conversar??", "Foi algo que eu fiz??". A Carla bloqueou o número sem ler nenhuma delas.

"Pronto", ela disse, voz morta, largando o celular no sofá ao lado. "Terminei."

"Bom." A Clara voltou a atenção pra mim. A mão que tava na minha coxa finalmente alcançou meu pau. Começou a esfregar por cima da calça. Eu tava ficando duro - péssimo timing do corpo, mas não dava pra controlar. "Agora vamos selar o acordo novo."

"Como assim?" a Carla perguntou, mas os olhos dela tavam fixos na mão da Clara esfregando meu pau.

"Vem aqui." A Clara continuou massageando. Meu pau ficou completamente duro agora, marcando na calça. "Ajoelha aqui na frente da gente."

"Clara, que porra você tá fazendo?" eu perguntei, porque cara, aquilo tava ficando intenso demais pra eu processar.

"Provando meu ponto. E começando a penitência dela." Ela desabotoou minha calça com a mão livre. "Carla, eu não vou repetir. Vem aqui e ajoelha."

A Carla se levantou devagar. Caminhou os dois passos até ficar na frente da gente. Olhou pra baixo - a Clara tinha puxado meu pau pra fora agora. Duro. Pulsando. A Carla olhou e engoliu seco, a respiração acelerando visivelmente.

"Ajoelha", a Clara repetiu, mais firme.

A Carla se ajoelhou no chão, entre minhas pernas abertas.

"Olha pra ele", a Clara comandou, começando a bater punheta devagar no meu pau bem na frente do rosto da Carla. "Olha como ele fica quando pensa em você. Quando lembra de ontem. Quando lembra daquela primeira noite que ele dormiu na sua cama."

"Clara, para", a Carla sussurrou, mas não desviou o olhar. Ficou hipnotizada olhando o pau a centímetros do rosto.

"Você quer tocar, não quer?" a Clara continuou, acelerando a punheta um pouco. "Eu vejo nos seus olhos. Você tá morrendo de vontade de vir aqui, abrir a boca, e chupar esse pau. Como você fez ontem quando cavalgou ele e gozou duas vezes. Como você fez naquela primeira noite quando vocês transaram e ele gozou dentro de você."

"Eu acabei de terminar com meu namorado", a Carla disse, mas a voz tava fraca, sem convicção.

"Sim. Um namorado que você só arrumou porque tava com medo de admitir o que realmente quer." A Clara bateu a punheta mais rápido. Meu pau pulsava. Eu tava gemendo baixinho. "Então me diz, Carla. Você gostava desse Lucas? Você sentia por ele uma fração do que você sente quando olha pro Liam?"

Silêncio tenso.

"Responde", a Clara ordenou, voz dura.

"Não", a Carla sussurrou, olhos ainda fixos no pau. "Eu não sentia nada. Era... era vazio."

"Então você usou ele. Pra tentar esquecer o que não dá pra esquecer." A Clara desacelerou a punheta, fazendo movimentos bem lentos e deliberados. Torturantes. "E não funcionou. Porque o problema não é o Lucas. O problema é que você quer algo que você acha que não pode ter."

"Eu não posso ter", a Carla sussurrou, uma lágrima escorrendo. "Ele é seu."

"É meu", a Clara concordou. "Mas eu já te disse que você pode ter ele também. Só não sozinha. E não quando você quiser. Quando EU decidir." Ela parou de bater punheta e segurou a base do pau, apontando pra Carla. "Agora abre a boca."

"O quê?" A Carla olhou pra cima finalmente, confusa e assustada.

"Abre. A. Boca." A Clara não tava pedindo. Tava ordenando. "Isso faz parte da prenda. Você vai chupar ele agora, na minha frente, do jeito que eu mandar. E você vai engolir quando ele gozar. E você vai agradecer depois. Entendeu?"

A Carla olhou pra mim. Olhos implorando por... sei lá. Permissão? Salvação?

"Eu...", tentei falar, mas a Clara me cortou.

"Você não fala nada. Isso é entre eu e ela agora." Clara voltou a atenção pra Carla. "Última vez. Abre a boca ou vai embora e nunca mais fala com nenhuma de nós."

A Carla fechou os olhos. Respirou fundo. E abriu a boca devagar.

A Clara guiou meu pau até lá. A cabeça tocou os lábios da Carla. "Agora chupa. Devagar. E me olha enquanto faz."

E a Carla obedeceu. Fechou os lábios em volta do pau e começou a chupar bem devagar. A língua circulando. Os olhos abertos olhando pra Clara - não pra mim, pra ela. Como se tivesse pedindo aprovação.

"Bom", a Clara disse, pondo a mão na cabeça da Carla. "Agora mais fundo. Quero ver você engolir ele todo."

A Carla desceu mais. Metade do pau. Depois mais. Depois até a garganta. Engasgou um pouco mas não parou. E porra, a sensação era absurda - quente, molhada, apertada.

"Vê?" a Clara falou pra Carla, mas alto o suficiente pra eu ouvir também. "Você é boa nisso. Porque você quer. Você quer agradar ele. E tudo bem que você queira. Desde que seja do MEU jeito. Sob as MINHAS regras."

A Carla gemeu em volta do pau, os olhos fechando.

"Não. Olha pra mim", a Clara ordenou, puxando o cabelo dela de leve. Os olhos da Carla abriram de novo. "Isso. Continua me olhando. Quero que você entenda que isso aqui, esse pau, esse homem, ele é MEU primeiro. Você é a segunda. Sempre vai ser a segunda. Sempre vai ser quando eu permitir. Entendeu?"

A Carla tentou acenar com a cabeça mas tava difícil com o pau na boca.

"Agora eu vou deixar ele gozar na sua boca. E você vai engolir tudo. E depois você vai agradecer. E amanhã..." A Clara sorriu aquele sorriso perigoso de novo. "Amanhã a gente vai fazer uma reunião. Você, eu, a Dani, a Andréia, e ele. E eu vou contar pra todas o que você fez. Que você mentiu. Que você quebrou a regra. E aí todas nós vamos decidir qual vai ser sua punição de verdade. Sua prenda completa. E vai ser muito, muito pior que isso aqui. Entendeu?"

A Carla gemeu de novo, dessa vez parecendo assustada.

"Mas por enquanto..." A Clara empurrou a cabeça dela pra baixo, fazendo o pau entrar ainda mais fundo. "Por enquanto você vai fazer ele gozar. Agora."

E cara, eu não aguentei mais. Com tudo aquilo - a conversa, a tensão, a punheta, a boca quente da Carla, o comando da Clara - eu gozei forte. Fundo na garganta da Carla. Ela engasgou mas engoliu, engoliu tudo, como a Clara tinha mandado.

Quando terminei, a Carla puxou a boca pra fora, tossindo, limpando os lábios. Lágrimas escorrendo - não sei se de emoção ou de engasgar.

"Agora", a Clara disse calmamente, "agradece."

A Carla olhou pra ela. Depois pra mim. E sussurrou com voz rouca: "Obrigada."

"Obrigada pelo quê?" a Clara pressionou.

"Obrigada por... por deixar eu ficar. Por não me expulsar. Por..." A voz dela quebrou. "Por me dar mais uma chance."

"De nada." A Clara soltou o cabelo dela. "Agora vai embora. Volta amanhã às oito da noite. Não atrasa. E vem preparada mentalmente. Porque o que vem amanhã vai ser muito pior."

A Carla se levantou com pernas tremendo. Pegou a bolsa. Olhou pra mim uma última vez - e o olhar dela era de medo misturado com... alívio? Resignação?

"Tchau", ela sussurrou.

E saiu.

Quando a porta bateu, a Clara se virou pra mim.

"O que foi aquilo?" eu perguntei, ainda processando.

"Aquilo", ela disse, "foi eu salvando o grupo. Salvando a regra. E colocando ela no lugar dela. Ela quebrou a confiança. Agora ela paga o preço."

"Mas que preço? Que prenda você tá planejando?"

A Clara sorriu. "Você vai descobrir amanhã. Junto com todas. Mas adianto uma coisa..." Ela se inclinou e sussurrou no meu ouvido.

Meu pau, que tinha acabado de gozar, começou a dar sinais de vida de novo.

"Você tá falando sério?" eu perguntei.

E cara...

Eu não sabia se tava com medo ou excitado.

Provavelmente os dois.

***

**[Continua na Parte 14... e eu já tô com medo do que vai acontecer]**

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Comentários

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Tu é bom, fazia tempo que não aparecia um autor bom

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Cê tá doido. Conto top de mais .. quando acha q vai cai na mesmice vem o cara a arrebenta com tudo ..

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