Meu nome é Elena Rossi, tenho 28 anos, e sempre fui vista como a esposa perfeita em nosso círculo social apertado de Milão. Meu marido, Marco, é o proprietário de um charmoso café no centro da cidade, onde o aroma de espresso fresco se mistura com o burburinho de conversas animadas. Somos casados há cinco anos, e nossa vida parece um cartão-postal italiano: jantares românticos, viagens de fim de semana para o Lago Como, e noites apaixonadas que nos mantêm conectados. Mas, por trás dessa fachada, Marco tem um fetiche peculiar que ele sussurra em meus ouvidos durante nossos momentos mais íntimos – ele adora imaginar-me como a rainha de um clube secreto de esposas audaciosas, entregando-se a aventuras que o deixariam com "chifres" gloriosos.
Eu nunca disse sim abertamente, nem neguei com veemência. Essas fantasias alimentavam nosso desejo, transformando o sexo rotineiro em algo selvagem e proibido. Marco falava sobre isso com um brilho nos olhos, descrevendo cenários onde eu seria desejada por outros, e ele, o observador satisfeito. Eu ria, provocava, mas no fundo, uma centelha de curiosidade se acendia. Mal sabia eu que uma simples preparação para uma festa de bairro seria o gatilho para tudo mudar – de senhora respeitada a a amante ousada que o destino me reservava.
Tudo começou em uma manhã ensolarada de verão, quando o bairro organizava sua anual Festa della Vendemmia, celebrando a colheita de uvas com vinhos locais, música e danças. Marco contribuiria com doces e cafés de sua loja, e eu ficaria responsável por preparar tortas de frutas em casa, usando ingredientes frescos que ele havia deixado. Foi aí que Luca entrou na equação – o melhor amigo de Marco, um arquiteto carismático que frequentava nosso lar com frequência. Eu já havia comentado com Marco sobre os olhares insistentes de Luca, aqueles que demoravam demais em minhas curvas. Mas Marco apenas sorria, dizendo que era "inofensivo". Se o homem da casa não se importava, por que eu deveria? Comecei a testar os limites, vestindo blusas decotadas sem sutiã ou saias leves que dançavam com o vento, só para ver sua reação.
Naquela manhã, Marco ligou do café, checando o progresso das tortas. "Estão quase prontas, amor", respondi, misturando a massa com as mãos enfarinhadas. Ele mudou de tom, casualmente mencionando que Luca e sua namorada passariam para ajudar. Meu coração acelerou um pouco – seria Luca o primeiro a cruzar a linha que Marco tanto fantasiava? Desliguei o telefone, tomei um banho rápido e vesti uma lingerie leve sob um robe solto, pensando que teria tempo de me arrumar decentemente quando eles chegassem. A porta da cozinha estava entreaberta, o sol filtrando pelas janelas, e eu me perdi no ritmo da preparação, o cheiro doce de frutas preenchendo o ar.
De repente, braços fortes me envolveram por trás. Meu corpo enrijeceu, mas pelo reflexo no vidro da janela, vi que era Luca. "O que você pensa que está fazendo?", sussurrei, tentando me soltar sem alarde. Ele riu baixinho, sua respiração quente em meu pescoço. "Calma, Elena. Marco não precisa saber. Eu tranquei a porta, e minha namorada ficou na praça organizando as barracas."
Tentei protestar, mas suas mãos eram firmes, exploradoras. "Pare, ou eu conto tudo." Ele ignorou, abrindo o zíper de sua calça e revelando sua excitação. Em um movimento fluido, ele me ergueu até a bancada, minhas pernas se abrindo instintivamente. Eu poderia ter gritado, chamado os vizinhos, mas algo em sua voz – um misto de comando e súplica – me paralisou. "Deixe-me provar você, só um pouco", murmurou, ajoelhando-se e beijando minha pele exposta.
Minha mente gritava que aquilo era errado, que minha aliança reluzente no dedo era um lembrete de lealdade. Mas o toque de sua língua, quente e precisa, dissolveu minhas defesas. Fechei os olhos, entregando-me ao prazer inesperado, minhas mãos enfiando-se em seus cabelos. "Isso... não pode acontecer", gemi, mas meu corpo traía as palavras, arqueando-se para ele.
Luca se levantou, posicionando-se entre minhas pernas. "Você é irresistível, Elena. Sempre soube que por trás dessa fachada de esposa perfeita, há uma mulher selvagem." Ele entrou em mim devagar, e eu mordi o lábio para conter um gemido. Dois minutos de movimentos ritmados, e eu já me sentia perdida. Então, ele me virou de costas, minhas mãos apoiadas na bancada. "Mostre-me tudo, Elena. Deixe-me ver o quão aventureira você pode ser."
"Não sou assim", protestei fracamente, mas uma parte de mim ansiava por mais. Ele não forçou; em vez disso, persuadiu com palavras suaves. "Só um pouco, e eu paro." Cedi, arqueando as costas, sentindo o ar fresco em minha pele. O som de nossos corpos se unindo ecoava na cozinha, misturado ao meu próprio desejo crescente. "Rebole para mim", pediu, e eu obedeci, mentindo para mim mesma que era só para acabar logo.
Mas o prazer era inegável. Meu corpo respondia, lubrificando cada estocada, até que o clímax me atingiu como uma onda. Luca não parou; em vez disso, me guiou para a sala de estar, onde o sofá nos esperava. "Quero mais de você", disse, seus olhos famintos. Hesitei, pensando em Marco, mas a excitação venceu. "No sofá? Aqui?", perguntei, mas já me posicionava de joelhos, oferecendo-me a ele.
Ele explorou com cuidado, sua língua traçando caminhos proibidos, e eu relaxei, guiando-o com minhas próprias mãos. "Faça devagar", sussurrei, sentindo-o entrar em um território que Marco raramente visitava. A dor inicial deu lugar a um êxtase profundo, e eu me movi com ele, gozando novamente enquanto ele preenchia cada centímetro.
Quando terminou, o arrependimento veio como um soco. Corri para o banheiro, ligando o chuveiro para lavar os vestígios. Mas Luca me seguiu, seu olhar ainda cheio de desejo. "Não fique assim, Elena. Você foi incrível." Seus elogios quebraram minha barreira, e eu me vi ajoelhando, limpando-o com a boca, saboreando o resíduo de nossa loucura. Ele gozou novamente, cobrindo-me com sua essência, e eu ri, limpando o rosto com as mãos trêmulas.
Saímos do banheiro, e o telefone tocou – era Marco, checando as tortas. Com Luca ainda ali, respondi casualmente, mas meu corpo ansiava por mais. Tampei o fone e sussurrei para Luca: "Uma última vez, antes que ele volte." Apoiei-me na cama, deixando-o me tomar novamente, gemendo baixinho enquanto conversava banalidades com meu marido. Foi o ápice da ousadia – trair no nosso leito conjugal, com Marco a minutos de distância.
Luca partiu logo após, e eu finalizei a ligação com Marco, testando as águas: "E se eu te fizesse de corno, amor? Você ficaria manso?" Silêncio, então sua voz excitada: "Contanto que eu saiba de tudo..." Confessei tudo, esperando o pior. Em vez disso, ele chegou em casa com um desejo voraz, pedindo detalhes enquanto me beijava, cheirava, lambia os resquícios. "Você me excita assim", murmurou, tomando-me com uma paixão renovada.
Aquela noite marcou o início de uma nova era. No dia seguinte, na festa, Marco sussurrou: "Convide Luca de novo. Eu chego depois." E assim, o ciclo começou...
A Festa della Vendemmia pulsava com vida naquela tarde quente, o ar carregado do perfume de uvas maduras e risadas ecoando pelas ruas empedradas. Eu circulava entre as barracas, vestida com um sundress leve que roçava minhas coxas, sentindo os olhares dos homens como toques invisíveis. Marco estava ocupado no estande do café, distribuindo amostras de tiramisu e cappuccinos, mas seus olhos me seguiam, cheios de uma cumplicidade recém-descoberta. "Faça o que quiser, Elena", ele havia dito antes de sairmos de casa, sua mão apertando a minha com uma urgência que me arrepiava. "Só me conte depois, com todos os detalhes suculentos."
Encontrei Luca perto da fonte central, seu sorriso predatório iluminado pelo sol poente. "Marco fica até o fim", sussurrei, roçando meu corpo no dele ao passar. "A porta de casa estará entreaberta." Ele assentiu, os olhos devorando o decote do meu vestido, e eu senti um formigamento familiar entre as pernas – o thrill da caçada, do segredo que não era mais tão secreto.
Duas horas depois, Luca cruzou o limiar da nossa porta, seu corpo cheirando a vinho e desejo. Não perdemos tempo com preliminares vazias; ele me prensou contra a parede do corredor, as mãos erguendo minha saia enquanto sua boca reclamava a minha. "Você é viciante", murmurou, os dedos traçando caminhos úmidos pela minha pele. Eu o guiei para o quarto, despindo-me devagar, deixando que ele admirasse cada curva exposta. Deitei na cama que dividia com Marco, abrindo as pernas em convite silencioso, e Luca mergulhou, sua língua dançando sobre mim como um artista habilidoso. Meus gemidos ecoavam baixos, o prazer construindo em ondas que me faziam arquear as costas.
Ele me possuiu ali, com estocadas profundas e ritmadas, meu corpo respondendo como se fosse feito para aquilo. "Mais forte", pedi, cravando as unhas em suas costas, sentindo o anel de casamento pressionar contra sua pele – um lembrete erótico da minha ousadia. Gozei primeiro, tremendo em seus braços, e ele seguiu, preenchendo-me com um calor que me deixava ofegante. Depois, no chuveiro, lavei os vestígios, mas não o desejo; ele me seguiu novamente, e eu o tomei na boca, saboreando cada gota até que ele implorasse por misericórdia.
Quando Marco chegou, horas mais tarde, eu o esperava nua na cama, o quarto ainda impregnado do aroma de nossa transgressão. "Provei o proibido de novo", confessei, guiando sua cabeça entre minhas pernas. Seus olhos brilhavam de excitação enquanto lambia, gemendo contra minha pele. "Conte-me tudo", pediu, sua voz rouca. Descrevi cada toque, cada sussurro, e ele me tomou com uma ferocidade que nos deixou exaustos, gozando múltiplas vezes como se fosse nossa primeira noite.
Os dias seguintes viraram um torvelinho de aventuras. Luca se tornou um visitante regular, mas logo a namorada dele, Sofia, entrou no jogo. Ela me confidenciou, em um café discreto, que Luca era o "rei dos chifres" em seu mundo – um homem que adorava ser traído tanto quanto trair. "Vamos trocar segredos?", propôs ela, os olhos piscando com malícia. Através dela, conheci outros: um pintor boêmio que me levou para seu ateliê, pintando meu corpo nu antes de me devorar sobre as telas; um músico de rua que me fez cantar de prazer em um hotel escondido.
Marco impôs regras suaves – nada de vizinhos próximos, para que ele pudesse observar de longe, da janela do café, sua mão trabalhando em si mesmo enquanto eu saía com um sorriso cúmplice. "Você me torna vivo", confessava ele à noite, depois de me reclamar como sua. Nossa cama se tornou palco de reconciliações ardentes, onde eu narrava minhas escapadas e ele as revivia em mim, seu desejo alimentado pelo fogo da imaginação.
Mas o verdadeiro ápice veio em uma noite chuvosa, quando convidei Luca e Sofia para jantar em casa. Marco serviu o vinho, seus olhos dançando sobre nós quatro. "Brindemos às liberdades", toastou ele, e o ar crepitava de tensão. Após a sobremesa, as roupas caíram, e o que se seguiu foi uma sinfonia de corpos entrelaçados – toques exploradores, bocas famintas, prazer compartilhado sem inibições. Marco assistiu primeiro, depois se juntou, sua excitação culminando em um êxtase coletivo que nos uniu como nunca.
Agora, nossa vida é um equilíbrio delicado de amor e luxúria, onde os chifres de Marco são coroas de desejo mútuo. E eu? Eu sou Elena, a mulher que descobriu o êxtase na ousadia, pronta para mais.