Capítulo 5: Inversão de Papéis
Sofia me tinha na palma da mão, e eu sabia disso. Depois daquela noite no meu quarto, com o rosto dela brilhando de gozo e a bunda ardendo dos tapas, eu não conseguia parar de pensar nela. Aos 53 anos, grisalho, que ainda dava conta, eu nunca imaginei que uma garota trans de 20 anos, com seios GG, bunda redonda, me faria perder o chão assim. Quando ela sugeriu um fim de semana num hotel, dizendo que queria “experimentar algo novo”, meu pau endureceu na hora. “Tô dentro,” respondi, sem nem perguntar o que ela planejava.
A semana passou arrastada, a ansiedade de um adolescente me tomou nos dias que antecederam aquele sábado. Chegamos ao hotel no sábado, um lugar caro com um quarto que parecia feito pra foder. Cama king-size, espelhos no teto e nas paredes, luz fraca de um abajur vermelho. Sofia entrou na minha frente, num vestido verde curtíssimo, o tecido esticando na bunda, os cabelos negros soltos, o gloss rosa brilhando nos lábios o andar sexy, com um ar de promessas de desejos. “Tira a roupa, velho,” ela mandou, a voz provocante, e eu obedeci,tirando e jogando a camisa e a calça no chão, meu pau já duro, veias pulsando, coração acelerado.
Ela se aproximou, os seios quase pulando do decote, e me beijou, a língua quente girando na minha boca, com gosto de licor e tesão. “Hoje eu mando", disse, empurrando-me na cama. Fiquei deitado, o espelho no teto mostrando meu peito peludo e o pau apontando pro alto. Ela tirou o vestido, revelando os seios grandes, firmes e perfeitos, uma calcinha preta de renda que mal segurava a rola dela, dura e brilhante, a cabeça bulbosa pingando pré-gozo, as veias saltadas. Rasgou a calcinha com um gesto cruel , e o pênis pulou livre, balançando. Meu coração disparou — eu sabia o que vinha, e, caralho, eu queria, por incrível que pareça, queria experimentar.
Sofia pegou um tubo de lubrificante na bolsa, jogando na cama. “De quatro,” ordenou, e eu obedeci, a bunda pro alto, o espelho refletindo minha posição vulnerável. Ela riu, dando um tapa forte na minha bunda, o som estalando, a pele ardendo. “Relaxa, Lucas,” disse, esguichando lubrificante nos dedos, na minha bunda, no pau dela, o gel frio escorrendo no meu cu, causando um arrepio. Ela enfiou um dedo no meu rabo, depois dois, abrindo-me devagar, o calor dos dedos me fazendo gemer. Meu pau pulsava, pingando no lençol, e eu sentia o cheiro do perfume dela, de sexo e lubrificante no ar.
“Pronto pra mim?” ela perguntou, e antes que eu respondesse, senti a cabeça do pênis dela na entrada. Era grande, quente, e quando ela empurrou, a dor veio primeiro, queimando. “Porra,” grunhi, mas ela segurou meus quadris, depois mais forte, mais rápido, mais fundo. A cama balançava, eu gritava o nome dela, o cu apertando aquele pau grosso a cada estocada” mantendo o ritmo. “Aguenta, velho,” provocou, e entrou mais fundo, cada centímetro me esticando. A dor virou prazer, uma onda estranha e intensa, e eu gemi alto, o som ecoando. O espelho mostrava ela atrás de mim, os seios balançando, o pênis desaparecendo no meu cu, os cabelos negros grudados na pele suada.
Ela socava com força, o ritmo bruto, a cama rangendo. Minha bunda ardia, o penis dela batendo fundo, e meu pau balançava, duro como pedra. “Tá gostando, né?” ela disse, dando outro tapa na bunda, a palma estalando. Eu assenti, ofegante, e ela puxou meu cabelo, jogando minha cabeça pra trás, o couro cabeludo ardendo. “Fala, Lucas,” mandou, e eu grunhi: “Fode, sua safada.” Ela riu, socando mais forte, o som da pele batendo enchendo o quarto, estocadas firmes e profundas, num ritmo alucinante.
Meu corpo tremia, o prazer subindo, e eu sabia que ela estava no limite. “Vou gozar,” ela avisou, a voz rouca, e acelerou, “Quero gozar dentro de você,” avisou. Assenti, louco, o ritmo, socando com violência, a cama quase quebrando. Senti o gozo dela subir, o saco dela apertar. Então senti — jatos quentes, grossos, me enchendo, o gozo dela farto, escorrendo pelo meu cu enquanto ela gemia alto. Era quente, pegajoso, e me levou ao edge. Toquei meu pau, masturbando rápido, e gozei no lençol, jatos brancos manchando o tecido, meu corpo convulsionando, por um instante tudo sumiu, só havia eu e ela envoltos num mar de prazer e orgasmo.
Ela saiu de mim, o gozo pingando na minha coxa, e eu caí na cama, ofegante. Mas Sofia não terminou. “Ainda não, velho,” disse, puxando minha bunda pro alto de novo. Antes que eu pudesse reagir, senti a língua dela no meu cu, quente e molhada, lambendo o gozo dela que escorria. Caralho, era sujo, intenso, a língua girando na entrada, chupando com força, o som molhado me deixando louco. Meu pau, que mal tinha amolecido, endureceu de novo, pulsando contra o lençol. Ela chupava como se quisesse cada gota, os seios roçando minhas coxas, os cabelos tickleando minha pele. “Porra, Sofia,” gemi, o prazer tão forte que quase doía. Ela segurou meu pau e chupou minhas bolas, parecia querer ordenhar até a última gota de porra do meu saco, então chupou meu pau me levando a gozar novamente na boca dela.
Ela finalmente parou, lambendo os lábios, o rosto brilhando com suor e um traço do próprio gozo. “Gostou?” perguntou, deitando ao lado, o pênis ainda meio duro, brilhando com lubrificante. Eu ri, o peito subindo e descendo, a bunda ardendo dos tapas e da foda. “Você é um demônio,” disse, puxando ela pra um beijo, o gosto do gozo dela na boca. O quarto cheirava a sexo, suor e lubrificante, o espelho refletindo nossos corpos suados, marcados pelo prazer.
Passamos o resto da noite alternando: eu fodendo ela com raiva, ela me fodendo com mais raiva ainda, tapas, mordidas, cusparadas, gozadas dentro, fora, na cara, no corpo. Quando o sol nasceu, estávamos destruídos, suados, marcados, o quarto fedendo a sexo e gozo, os lençóis encharcados
