Ruivinha capitulo 1

Da série Ruivinha
Um conto erótico de henrique casado
Categoria: Heterossexual
Contém 1068 palavras
Data: 12/01/2026 10:26:37

Oi, tudo bem? Sou novo aqui e vou tentar contar um pouco da minha vida com minha esposa.

Bom, vamos às apresentações, né? kkk

Sou o Henrique, 1,75m, 76 kg, bonito, mas não sou galã, kkkk.

Ela é linda: 1,60m, 51 kg, cabelos ruivos naturais, estilo Marina Ruy Barbosa, sabe? Com aquela carinha de princesa.

Bom, vamos lá. Nos conhecemos muito cedo: eu com 17, ela com 15. Dois anos depois, já estávamos casados. Como era de igreja, e a criação dela era muito rígida, nosso sexo era muito básico no começo. Por dois anos, ela nem boquete fazia em mim, e chupar era raro, kkkk. Mas, com o tempo, ela foi se soltando, aprendeu a chupar e posso dizer que foi o melhor boquete da minha vida. Sabe aquele boquete que você percebe que a pessoa está com tesão em fazer? Ela é assim. Ela curte que eu goze na boca, mas ama se sujar com porra.

Nossa vida sexual foi melhorando muito. Saí da igreja por alguns problemas (roubo, kkkk) e acabei ficando mais aberto a coisas sexuais. Um dia, vi uma entrevista de um casal no site da UOL (Universa), um casal onde o marido curtia ver a esposa com outro – o famoso "corno manso". Lá, eles relatavam tudo: como começou, algumas coisas que faziam... Confesso que, a princípio, fiquei meio horrorizado. Que absurdo, sua esposa trepando com outro e você deixando? Isso ficou na minha cabeça. Tempo depois, já estava com certo tesão nisso.

Comecei a pesquisar sobre o assunto, ler contos, ver pornô... Um ano depois de ver aquela reportagem, já tinha certeza de que queria ser um corno manso. Aí, veio o dilema: como falar disso com uma mulher recatada como a minha, que nem roupa curta usava?

Bom, por mais dois anos, só fiquei com isso pra mim. Aí, vendo alguns relatos de casais, comecei aos poucos a falar com ela. Tipo, que adorava quando ela se arrumava de forma mais sexy... E assim foi. Teve uma noite que sonhei que ela saía sozinha para uma baladinha e ficava com outro. E, à noite, falei com ela sobre o sonho. Ela ficou brava, disse que nunca faria aquilo. Aí, tranquilizei-a, disse que não fiquei bravo, que, de forma estranha (o famoso "migue"), acordei com tesão e não entendia aquilo. E assim foi por mais um ano. O que mudou mais foi nosso sexo: sempre brincava com ela na cama para ela imaginar que estava chupando outro pau. Ela não falava nada, mas chupava com mais vontade, ficava toda molhada e gemia com meu pau na boca.

E, com isso, ela começou a falar de algumas fantasias, tipo me chupar no carro ou em lugar com algum perigo – sempre envolvendo boquete, não sei por quê, kkk.

Depois desse pequeno resumo, vamos ao fato interessante. Neste último final de semana, o time da minha cidade jogou com o Atlético Mineiro. Como gosto de futebol (mais sou corintiano, kkk), resolvi ir ver o time da minha cidade. Sei lá por que, ela quis ir junto, mesmo não gostando. Ela estava linda: shortinho jeans, body vermelho, muito gostosinha. Fomos mais cedo para achar lugar para o carro e, por milagre, achei vaga rápido. Aí, ficamos no carro conversando até dar a hora de ir para a entrada. E, vendo ela toda linda, pedi um beijo, que logo virou uma pegação. Até segurou no meu pau, a safada. Aí, começou a passar muita gente. Paramos e fomos para o jogo. Ela pediu para ir ao banheiro e, quando passamos por uma salinha daquelas de guardar material esportivo do estádio, na volta, a safada me puxou para dentro e começamos nos amassos. Logo, ela tirou meu pau para fora e começou a chupar. Gente, ela mal tinha começado e a porta da sala abriu. Era um PM.

Ele entrou e a ruivinha ficou paralisada de joelhos. Eu broxei na hora, kkk. Ele falou: "Pouca-vergonha essa! Isso é atentado ao pudor. Vou levar vocês para a delegacia." Falei: "Por favor, deixa a gente sair, esquece isso." Ele olhou para a ruiva e disse: "Deixo com uma condição." Perguntei: "Qual?" Ele respondeu: "Quero que ela me chupe." Cara, eu fiquei puto, mas não podia falar nada. Aí, ele já com cara de safado, sabe, falou: "E aí? Essa vagabunda vai chupar ou vai para a cadeia?" Antes de eu falar qualquer coisa, ela respondeu, tadinha, com voz de choro: "Tá bom, eu faço." "Que bom", ele disse, FDP. Olhou para mim e falou: "E você fecha a porta."

Cara, a princípio, fiquei com muita raiva dele. Minha ruivinha estava com lágrimas nos olhos. Esqueci de descrever o FDP: era bem alto, meio com uma barriga de pai, sabe? Aparentava uns 40 anos, moreno. Ele abaixou as calças e deixou um pau maior que o meu (mas nada exagerado), com um sacão bem grande e torto para a direita, kkk. Ainda estava mole. Minha linda ruiva se ajoelhou e, com cara de nojo, começou a chupar a cabeça do pau dele, que foi ficando bem duro. Depois de uns 2 minutos de boquete, ela me surpreendeu: começou a chupar cada vez com mais vontade, arrancando gemidos do PM, o FDP. Nessa hora, ela já enfiava o máximo que podia na boca, chupava as bolas dele e soltava gemidos baixos. Em nenhum momento ela olhou para mim; só chupava a rola dele. Depois de uns dez minutos, ele começou a gozar, enchendo a boca, rosto e cabelos dela de porra. Lembrando agora, ela ficou linda assim.

Bom, depois de gozar, ele olhou para ela e disse: "Sai da minha frente, vagabunda, e leva esse corno com você." Ela se levantou e, sem olhar para o meu rosto, pegou na minha mão e saiu me puxando. Passamos por umas cem pessoas e fomos direto para o carro. Dentro do carro, peguei um paninho para ela se limpar. Ela olhou bem nos meus olhos, com aquele rostinho lindo cheio de porra, e falou: "Te amo", e me beijou. Foi o melhor beijo da minha vida. Fomos correndo para casa, onde tivemos a melhor noite de amor da nossa vida. Ela dormiu a noite inteira com a porra dele no corpo.

No outro dia, acordou, tomou banho como se nada tivesse acontecido e não tocou no assunto até hoje.

Amigos, espero que tenham gostado. Assim que acontecerem novas experiências, venho aqui contar.

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