Virando a putinha dos meus amigos

Um conto erótico de Thi
Categoria: Gay
Contém 12111 palavras
Data: 12/01/2026 08:07:22
Última revisão: 12/01/2026 21:49:19

Olá a todos.

Adoro o site e finalmente tomei coragem e resolvi contar todas as minhas aventuras e experiências, pois talvez algumas pessoas se identifiquem com minha história e sentimentos na época. Irei narrar os principais fatos que marcaram e mudaram a minha vida, e me transformaram em quem sou hoje. Em resumo, hoje sou bisexual, tenho uma namorada incrível e uma vida sexual que é uma loucura ou uma putaria sem freio.

Vou me apresentar rapidamente. Meu nome é Thiago e hoje tenho 18 anos. Sou branco, olhos e cabelos castanhos, tenho 1,78 de altura e uns 70kg. Sempre fui o menor dentre a minha turma de amigos, não que eles sejam altos, mas sempre fui o mais baixo e franzino. Eu tenho um pau normal, hoje com 18 cm, mas é bem gostoso. Uma característica marcante minha é a minha bunda, dizem que parece de uma garota, bem redonda, macia e gostosa, do tamanho certo. Logo vocês irão entender tudo isso. Para finalizar, sou liso, não tenho pelos no meu corpo. Apesar da aparência mais frágil que o normal, nunca tive o jeito afeminado ou delicado. Eu sempre fui tímido, com muita dificuldade de chegar em alguém. Geralmente eu deixo a situação rolar e coisas interessantes acabam acontecendo. Basicamente, quase tudo do que irei contar eu nunca havia imaginado antes ou cogitado a fazer, apenas foram acontecendo sem eu ter muito controle da situação, por qualquer motivo que seja, mas o principal é pela minha timidez. Acho que já conseguiram imaginar como eu sou, então, vamos ao início de tudo.

Vou tentar narrar tudo em ordem cronológica, como se estivesse lá na cena ainda, naquela época. Espero que gostem.

Eu tenho um grupo de amigos que conheço desde a infância e crescemos juntos na mesma rua, nossas mães se conhecem e inclusive são amigas. São eles: Lucas, Gabriel, Gustavo e Vini. Na nossa rua, não há outros garotos da mesma faixa de idade, então nossa amizade é bem forte. Não preciso falar que também não sabemos lidar muito bem com as garotas, afinal somos um bando de nerds. Fisicamente eles são praticamente iguais a mim, com um pouco mais de físico que eu, mas não muito. Do nosso grupo, apenas o Vini é loiro, os outros têm cabelos castanhos ou pretos.

Enfim, somos um bando de garotos que não querem saber de nada, apenas se divertir jogando videogame, vendo séries e filmes. Então depois da escola a gente sempre se reunia na casa de alguém para passar a tarde jogando vídeo game. Como os nossos pais trabalhavam até tarde, estávamos livres para isso, sem encheção de saco de nenhum adulto. Quando um de nós não podia comparecer, sabíamos que seus pais estavam em casa. Nós nunca nos reunimos para estudar, afinal tínhamos boas notas.

Neste dia em específico, os pais do Lucas iriam viajar e ele nos convidou para dormir na casa dele, como já tínhamos feito algumas vezes antes. Apenas a irmã mais velha dele, a Paula, de 22 anos estaria com ele, porém ela iria sair com as amigas dela, então iríamos ficar sozinhos. A farra estava armada. Compramos pizzas, lanches, batatinhas e refrigerantes, arrumamos o sótão da casa do Lucas e começamos a jogar e a bagunçar. Estava sendo uma noite incrível.

Quando a gente passava muitas horas jogando, era comum a gente fazer um campeonato e propor alguma aposta. Geralmente era pagar alguma coisa, tipo um lanche para os demais, porém neste dia, o Lucas propôs uma aposta ousada e ao meu ver absurda. Quem perdesse o maior número de partidas deveria sentar no colo dos outros e rebolar. Sinceramente eu não fazia ideia de onde ele tinha tirado aquela merda, mas para a minha surpresa todos concordaram. Bem, eu não aceitei e tentei persuadir os outros a fazer uma aposta mais normal, mas eles insistiram bastante.

Lucas: Vai Thi, pô, pega nada.

Eu: Ah, sei lá, isso já é um pouco demais, não acham?

Vini: Vai meu, todo mundo topou, só você vai estragar a brincadeira?

Eu: Hum, não sei, acho melhor não.

Gustavo: É só uma brincadeira entre amigos, nada de mais.

Gabriel: E tudo fica entre a gente. Combinado galera?

Todos concordaram juntos, mas eu ainda fiquei pensativo um tempo e eles continuaram insistindo, até que acabei concordando, não queria ser o chato do grupo.

Eu: Ah, tá bom, tá bom, eu topo.

Organizamos tudo e começamos a jogar. Como sempre a disputa era bem acirrada, geralmente eu sempre ganhava, mas neste dia, eu não sei o que aconteceu comigo, mas por muito pouco, muito pouco mesmo, acabei perdendo. Nunca fiquei com tanta raiva na vida de perder uma aposta, estava inconformado de verdade. Meus amigos começaram a me zoar muito.. Claro, de início eu não queria pagar nada, mas lógico que eles insistiram bastante.

Gabriel: Vai ter que pagar sim, aposta é aposta.

Gustavo: Nem vem, Thi. Vai ter que pagar, sim.

Lucas: Thi, é brincadeira, o que tem demais nisso, pô. Para de frescura.

Vini: E além disso, combinamos que tudo fica entre a gente.

Eu fiquei pensativo por muitos minutos, pois tinha muito receio da zueira. Não acho que eles iriam espalhar alguma coisa, pois iria pegar mal para eles também, mas fiquei com receio da zueira entre a gente mesmo. Claro, eles continuaram insistindo e como já estava ficando chato e eu não queria ser o chato, no fim topei fazer, mas desanimado e com muita vergonha.

Eu: Ta, tudo bem. Eu faço.

Estranhamento eles comemoraram bastante e claro, me zoaram bastante também. O sótão era grande, um enorme tapete felpudo, só deixamos sempre as luzes baixas, para jogar melhor. Havia muitos sofás e almofadas também, por isso era o melhor lugar para nós, pois ficava mais confortável pra gente jogar lá. O Lucas e o Gustavo sentaram no sofá maior, o Gabriel no menor e o Vini na poltrona.

Lucas: Eu sou o dono da casa e eu que tive a ideia, então eu tenho que ser o primeiro.

Todos concordaram. Com muita vergonha, tímido e cabisbaixo, me levantei e fui até ele, fiquei de costas e sentei em seu colo. Os outros riam e me zoavam.

Gabriel: Ahahaha… isso está hilário!

Vini: Vai Thi, começa a pagar. Rebola!

Gustavo: Rebola! Rebola! Rebola!

Sem alternativa, comecei a rebolar no colo do Lucas, que não dizia nada, parecia estar apreensivo também. Minha cabeça estava a mil, parecia que iria explodir de tão envergonhado que eu estava. Após um ou dois minutos, que mais pareceram uma eternidade para mim, comecei a sentir o pau do Lucas ficando duro. Eu olhei para ele surpreso e neste momento ele também me olhava surpreso, acredito que ele também não esperava isso. Ainda incentivado pelos outros, continuei rebolando e morrendo de vergonha, porém comecei a sentir algo diferente, um misto de sentimentos que não sei explicar, mas era algo que nunca havia sentido antes. Após mais alguns minutos, o Gabriel pediu:

Gabriel: Agora é minha vez. Pode vir que eu também quero ahahaha.

Então me levantei e de cabeça baixa, olhei para o Lucas com um olhar “não acredito que você estava de pau duro”. Ele pareceu entender e também sentiu um pouco de vergonha, mas logo começou a me zuar também para disfarçar.

Lucas: Nossa, foi um tesão, em ahahaha...

Eu sentei no colo do Gabriel e me surpreendi, ele já estava de pau duro. O Lucas viu minha cara de surpresa e começou a rir, tenho certeza que ele sabia o que havia acontecido. Fiquei imóvel um tempo, pois aquele sentimento esquisito parece que havia aumentado. Então Gabriel deu um tapa na minha bunda, arrancando gargalhada dos outros e dizendo:

Gabriel: Vai, rebola Thi.

Ainda mais vermelho de vergonha, comecei a rebolar no seu colo. Conforme eu rebolava, o pau de Gabriel parecia ficar ainda mais duro. Os outros também continuavam rindo e me provocando. Eu ficava cada vez mais tímido e tentava entender aquele sentimento estranho dentro de mim. Uns cinco minutos se passaram, então o Gustavo segurou o pau duro por cima do shorts e disse:

Gustavo: Aí Thi, olha onde você vai vir rebolar agora, ahahahah. Pode vir, pode vir!

Eu queria morrer, mas sem alternativa fui até o Gustavo e sentei no seu colo, bem em cima do pau duro dele e comecei a pagar, rebolando minha bunda nele. Conforme eu fazia, eles me zoavam cada vez mais:

Gustavo: Isso Thi, rebola gostoso pra mim ahahaha…

Vini: Ta parecendo uma putinha em, ahahahah...

Lucas: Parece que ele pegou o jeito, ahahahah…

Pensando bem, talvez ele estava certo, mas não esperava por isso. Na verdade eu fiquei ainda mais tímido, mas continuei pagando a aposta como eu devia. Novamente, mais cinco minutos eternos se passaram e eu me levantei e fui até o Vini e ele não perdeu a chance de me zuar.

Vini: Ta querendo em ahahahah veio sem eu chamar ahahahah…

Eu: Eu quero acabar logo com isso.

Sentei no colo dele e comecei a rebolar um pouco mais rápido agora, pois estava realmente bravo e queria de alguma forma acabar com aquilo logo. Claro que o Vini também estava de pau duro, mas se surpreendeu com meus movimentos.

Vini: Caralho, Thi!

Gabriel: Pegou o jeito mesmo em Thi… ahahaha

Cinco minutos se passaram e eu me levantei vermelho e muito puto.

Eu: Pronto! Tá pago!

Lucas: Muito bem!!! Rebolou direitinho!

Gustavo: Igual uma putinha agora em!

Gabriel: Ahahaha calma ai pessoal, a aposta está paga. Fica entre a gente em.

O Vini não falava nada e de alguma forma parecia constrangido também. Eu acabei saindo e fui em direção ao banheiro. Lavei meu rosto e fiquei me olhando no espelho tentando entender o que havia acontecido, eu estava quase chorando de raiva e vergonha..

Eu (em pensamento): “Não é possível que eu rebolei no colo dos meus amigos e ainda senti o pau duro deles na minha bunda. Por que eu fiz isso. Que raiva! Agora eles vão me zoar a vida toda. Que merda eu fiz! E porque eu estava daquele jeito, mas que porra!”

Eu queria morrer de vergonha, sumir, segurava para não chorar. Fiquei lá um bom tempo criando coragem para voltar, pois a noite seria muito mais longa do que o planejado, pelo menos para mim, pois eu sabia que eles iriam me zoar a noite toda. Voltei para o sótão morrendo de vergonha e lá voltamos a jogar video game novamente. Eu não conseguia me concentrar no jogo, só ficava pensando em tudo o que tinha acontecido, completamente confuso. Também nem ouvia a zueira deles, até que o Vini conseguiu minha atenção:

Vini: Thi, mas sem zueira agora, tava da hora você rebolando daquele jeito no meu pau, em!

Todo mundo olhou pra ele com cara de surpreso, pois ninguém esperava um comentário tão sincero assim. Realmente ele não estava zoando e acho que isso motivou os outros a fazerem comentários mais sinceros. Mas logo ele foi seguido pelos outros:

Gabriel: Pior que estava mesmo, não dá para negar.

Gustavo: Também, com uma bunda gostosa igual a sua.

Vini: Parece a bunda das minas da minha escola.

Lucas: Melhor que a sua bunda, só a bunda da sua mãe, ahahaha…

Eu só consegui balançar a cabeça de forma negativa e submissa. Voltamos a jogar mas novamente eu nem conseguia prestar atenção, pra falar a verdade nem sei como eu conseguia jogar. Eles até tinham parado a zueira, mas minha cabeça estava a mil e eu estava morrendo de vergonha. Após uns 30 minutos mais ou menos, foi a vez do Lucas ousar em mais um comentário sincero:

Lucas: Falando sério Thi, tem a moral de fazer de novo?

Eu olhei muito surpreso para ele e parece que o comentário desencadeou uma série de pedidos, pois logo ele foi seguido do Vini:

Vini: É sério, tava da hora daquele jeito que você fez em mim.

Eu olhava para eles sem acreditar no que estavam me pedindo. Mas minha surpresa foi maior quando Gabriel e Gustavo também pediram, dizendo que também haviam gostado. Eu estava tímido, envergonhado e sem muita reação a tudo isso.

Eu: É sério mesmo que vocês querem que eu faça de novo?

Os quatro seguiram pedindo e insistindo, sempre alegando a mesma coisa, que sentiram muito tesão e que gostaram muito e que tudo era uma brincadeira entre amigos e que ficaria em segredo, apenas entre nós. Após alguns minutos de insistências, de cabeça baixa, envergonhado e gaguejando, eu disse:

Eu: Tá… tá bem… eu… eu faço (em pensamento: “por que eu disse isso?!?!?!”).

Eles não acreditaram e comemoraram como nunca dessa vez. Eles decidiram que deveria ser na mesma ordem, assim aqueles que receberam por último não seriam beneficiados e dessa vez estabeleceram um tempo cronometrado, pois perceberam que eu fiquei um pouco mais de tempo em um que em outro. Pra mim pouco importava, eu ainda estava tentando entender porquê eu disse aquilo enquanto caminhava até o Lucas. Acredito que eles perceberam a minha passividade, por conta da vergonha que eu estava sentindo e resolveram continuar ousando no pedido.

Gustavo: Thi… por que você não faz sem roupa?

Eu: O… o que?

Gustavo: É… faz sem roupa agora.

Vini: Boa! Sua bunda deve ser bem gostosa, faz sem roupa pra gente ver, pô.

Eu: É sério isso?

Claro que eles reforçaram que queriam isso e foram seguidos pelo Lucas e o Gabriel. Envergonhado e desanimado, respondi de cabeça baixa:

Eu: Tá… tá bom.

O pior de tudo, é que nem eu acreditava mais nas minhas respostas. Então comecei a tirar a minha roupa e logo estava pelado. Eles também seguiram o mesmo movimento que eu e ficaram pelados.

Gabriel: Vamos ficar pelados também, assim você não fica constrangido.

Eu: Ah… ok!

Como se isso iria reverter alguma coisa, mas o Gabriel estava tentando mostrar um pouco de amizade neste momento. Mas eu fiquei tão frustrado que realmente tinha ligado o automático nas respostas.

Após todos ficarem pelados e se sentarem fui em direção ao Lucas, que também parecia apreensivo. Eu me virei de costas, respirei fundo e sentei em seu colo. Pude sentir o pau dele, que já estava duro, bem no meio da minha bunda. Eu queria evitar o contato visual com os outros, então fiquei de cabeça baixa.

Lucas: Faz igual você fez com o Vini antes, tá?

Eu: Tá… tá bom!

Comecei a me mexer, a rebolar no colo dele, tentando fazer no mesmo ritmo que fiz antes no Vini. Conforme eu rebolava, eu sentia todo o pau dele bem no meio da minha bunda se movimentando. Eu sentia coisas estranhas, um calor, uma vergonha, uma mistura de coisas que me deixava cada vez mais confuso. Mesmo assim continuei rebolando no colo dele.

Eu: Assim… assim está bom?

Lucas: Tá! Caralho, isso é bom demais! Continua!

Continuei fazendo como ele pediu. Em dado momento eu acabei olhando para os outros e novamente o que vi mexeu comigo. Vini, Gustavo e Gabriel estavam batendo punheta, devagar, olhando eu rebolar no Lucas. Acho que eles também nem perceberam o que estavam fazendo. Eu não consigo dizer o que estava acontecendo comigo. Eu ainda estava com vergonha, claro, mas aquele sentimento estranho estava mais forte do que nunca e além disso eu comecei a sentir uma vontade estranha de querer agradar os meus amigos. Eu rebolava e olhava para os três, que continuavam batendo punheta devagar. E o que antes parecia uma eternidade, agora passou rápido demais para mim e o cronômetro tocou.

Lucas: Não, não, não!!! Porra, não é possível que já terminou!

Gabriel: Acabou sim, pode ver. Agora é minha vez. Vem logo Thi, to morrendo de tesão aqui.

Eu me levantei e fui em direção ao Gabriel e fiz a mesma coisa, sentei de costas para ele e comecei a rebolar. O pau dele ficou bem encaixado no meio da minha bunda e também pude sentir ele bem duro. Tentei fazer no mesmo ritmo para agradar a todos por igual.

Eu: Acha que assim tá bom?

Gabriel: Está ótimo!! Minha nossa! Ah… caralho!

Continuei e percebi que as coisas estavam mudando para mim, a vergonha já não era tanta como antes, agora queria que eles gostassem do que eu estava fazendo, queria agradar eles. Percebi que comecei a gostar desse novo sentimento. Ainda sim era uma luta constante dentro de mim, mas já percebia o que estava ganhando. Eu olhava para os outros que continuavam batendo punheta mas agora eles estavam totalmente vidrados na cena. Novamente o tempo passou muito rápido.

Gabriel: Tá errado isso ai! Não é possível.

Lucas: Tá vendo. Falei pra você.

Gustavo: Ah, não quero nem saber. Também quero sentir essa bunda gostosa!

Fiquei um pouco tímido com o comentário direto do Gustavo, mas foi diferente de antes. Então, fui até ele e fiz o mesmo. Dessa vez, fiquei alternando entre rebolar devagar e rápido. Em pensamento eu me questionava: “Por que to fazendo isso? Não é possível que eu estou gostando disso. Nossa, mas isso aqui está bom, não dá pra negar”. Continuei fazendo e acabei escutando um cochicho: “Ele fechou os olhos. Tá gostando. Olha lá, olha lá”.

Não consegui entender quem disse isso, mas eu nem percebi que eu tinha fechado os olhos. Minha cabeça estava a mil. Além de começar a gostar de uma coisa que eu nunca pensei em fazer antes, ainda não conseguia esconder isso. Começou uma tortura no meu pensamento que logo foi interrompida com o cronômetro tocando mais uma vez.

Gustavo: Caralho, não é possível que já tenha terminado!

Vini: Finalmente! Minha vez!

Me levantei e fui até o Vini, virei de costa para ele e sentei devagar em seu colo. Pude sentir seu pau certinho no meio da minha bunda. Fiquei uns segundos parado e então comecei a mexer. Eu rebola alternando o ritmo, assim como tinha feito no Gustavo, devagar e rápido, de um lado para o outro e para frente e para trás. Enquanto eu fazia, sentia a pele do pau dele mexendo no meio da minha bunda. O Lucas e Gabriel continuavam batendo punheta sem tirar os olhos no que eu estava fazendo e o Gustavo fez o mesmo. Enquanto eu fazia, dessa vez eu percebia que às vezes fechava os olhos e até mordia os lábios, mas quando eu percebia eu abria tentando disfarçar, mas já era mais que evidente que eu estava gostando de sentir o pau dos meus amigos bem no meio da minha bunda enquanto eu rebolava, mas isso ainda me dava um pouco de vergonha.

Vini: Puta que pariu, Thi, que bunda gostosa!

Ele disse isso e em seguida me deu um tapa na bunda, igual fez na primeira vez, porém dessa vez deixei escapar alguns gemidos e fiquei ofegante também.

Eu: hummm… ah… ah…. humm

Fiquei surpreso comigo mesmo, meu pau devia estar duro há muito tempo e o que eu estava sentindo era muito diferente. Mesmo lutando para negar, eu estava gostando daquilo. Como eu disse, o tempo estava passando muito rápido e ouvi o cronômetro tocando, mas dessa vez eu não parei.

Vini: Não para, Thi, por favor! Continua!

Eu: Con… Continuar?

Vini: É… continua… eu vou gozar… não para, por favor, continua.

Eu: Tá… tá bom… humm… continuar assim?

Vini: Isso… meu… deus… que tesão

Eu intensifiquei as reboladas, sentindo ainda mais o pau do Vini mexendo no meio da minha bunda, aquilo estava muito bom, melhor do que antes e eu não queria mais parar. Não liguei para o tempo e só rebolava, agora com vontade, eu não sei dizer, mas eu queria agradar o meu amigo. E parece que consegui isso em pouco tempo, pois logo o Vini começou a gemer muito.

Vini: Ah… Ah… Ah…caralho!

Ele estava gozando e eu senti o pau dele pulsando bem no meio da minha bunda. Eu estava apenas sentado no colo dele rebolando e ele gozou com isso. Acho que como ficou batendo punheta mais tempo que os outros, ele não aguentou, sei lá. Eu sai de cima dele e nós conseguimos ver a porra na sua barriga. Todos pararam de bater punheta para ver também. Sentei no sofá ao lado dele e fiquei olhando o Vini e fiquei até impressionado com o tanto de porra que ele tinha na barriga (claro, não deveria ser muito, mas a gente não tinha noção direito das coisas).

Lucas: Nossa, isso foi foda em!!

Gustavo: Nem me fala! Eu tive que me segurar pra não gozar quando ele fazia em mim.

Gabriel: Pô… espera… não é justo.

Eu: O que não é justo?

Gabriel: A gente merece gozar também.

Eu: Mas eu não tive culpa, fiz igual em todo mundo.

Gabriel: Mas quando o tempo acabou você continuou fazendo só pra ele gozar.

Gustavo: É verdade, você continuou até ele gozar.

Lucas: Não é justo. Você tem que fazer a gente gozar também.

Eles continuaram insistindo bastante que eu deveria fazer eles gozarem também. Eu fiquei tímido novamente, aquela excitação de antes minha estava começando a diminuir e comecei a ficar envergonhado de novo. Foi quando sem pensar direito eu disse.

Eu: Tá… tá bom… eu faço (mas eu já estava com receio de novo)

Lucas: Beleza! Faz com a mão, então.

Eu: Com… com a mão? Bater punheta em vocês?

Lucas: É… assim é mais rápido pra você e pra gente, pô!

Gustavo: Isso, bate pra gente! Certeza que assim a gente goza mais rápido também.

Eu: Eu não sei… isso já é demais! Acho melhor não.

Realmente o sentimento de vergonha e arrependimento já estava tomando conta de mim novamente e os três perceberam, então agiram rápido antes que eu desistisse. Devagar os três se levantaram e foram na minha direção.

Gustavo: Você já rebolou no nosso pau, o que tem de mais fazer isso?

Eu: Bem… isso é verdade, mas… bem… eu… eu… sei lá… acho melhor não.

Lucas: Vai cara! Não é nada de mais! Quebra essa pra gente!

Os três já estavam bem na minha frente com os paus duros, bem próximos a mim. Eu olhava para os paus deles e continuava negando as insistência, mas já em dúvida. A luta de sentimentos dentro de mim estava muito conflitante fazendo eu chegar a até tremer de ansiedade, nervosismo ou qualquer outra coisa.

Gabriel: Vai Thi, não se preocupe. Tudo vai ficar entre a gente! De boas!

Eu: Tem… tem certeza… mesmo?

Gabriel: Claro, meu! Somos seus amigos.

Lucas: E é só uma brincadeira, não vamos falar nada. Morre aqui.

Gustavo: Tudo entre amigos, Thi!

Eu: Mesmo...? Bem… ta bom… eu faço!

Eu acabei concordando mesmo morrendo de vergonha. Eles se aproximaram ainda mais de mim, deixando os paus bem perto do meu rosto. Tremendo, eu peguei no pau do Gabriel e comecei a bater punheta pra ele devagar. Com a outra mão, peguei o pau do Lucas e fiz o mesmo. Os três me tranquilizaram e me incentivavam.

Gabriel: Nossa, isso é muito bom! Está ótimo!

Lucas: Nossa, que mão macia.

Gabriel: Viu, de boas, mano. Fica entre a gente.

Eu comecei a bater para os dois devagar e conforme ia fazendo, conforme o tempo ia passando, eu ia ficando mais calmo e a vergonha aos poucos foi passando. Eu batia pra dois ao mesmo tempo e depois ficava revezando entre eles. Mas pouco tempo depois, o Vini, que estava se recuperando da gozada que deu, também ficou em pé na minha frente, deixando o pau junto ao dos outros para que eu fizesse nele também. Eu olhei pra ele tímido e comecei a bater punheta para ele também. Fiquei revezando entre os quatro agora. Eu estava nervoso, sentia meu corpo todo tremer sem saber direito o que estava sentido.

Eu: Es… está bom assim? Estão gostando?

Eu estava agora preocupado em agradar eles. Os quatro responderam que sim e disseram para eu continuar, que aquilo estava muito bom. Eu já não conseguia pensar em mais nada, estava concentrado batendo punheta para eles. Eu também ficava olhando todos os paus. O tempo agora parecia devagar para mim, fazendo eu aproveitar cada segundo. Eu não havia percebido, mas sempre que eu trocava o pau para bater a punheta, eles se aproximavam de mim, aos poucos e devagar. Um tempo passou e os quatro paus estavam bem perto do meu rosto. Quando notei, não reagi, mas acho que comecei a querer que estivessem mais perto ainda.

Em um momento, virei meu rosto para olhar e o pau do Vini quase encostou nos meus lábios. Olhei para o Vini, com uma cara que não sei explicar, já de boca aberta e respirando ofegante, parecia que eu estava em transe, me tremendo todo. Então ele tomou a iniciativa e logo foi seguido pelos outros.

Vini: Thi… dá uma chupadinha (já oferecendo o pau pra mim, deixando ele quase encostado na minha boca)

Eu: O… o que? (eu parecia estar em transe, meio perdido).

Lucas: É…Isso, chupa a gente! Vai ser da hora isso também!

Eu: Chu… chupar… vocês? (olhando para os dois paus).

Gabriel: Vai Thi… só uma chupadinha, não pega nada! E fica tudo entre a gente.

Gustavo: Só uma brincadeira! Morre aqui!

Eu: Prometem… mesmo…? (ainda ofegante e já olhando com desejo)

Vini: Claro, pô! A gente é amigo.

Eu: bem… se for assim, acho que dá pra fazer isso, também.

Então em uma mistura de timidez e vontade, devagar fui colocando o pau do Vini na minha boca e comecei a chupar. Eu sentia cada centímetro do pau dele entrar e sair da minha boca. Eu não tinha experiência nenhuma naquilo, mas minha boca salivava muito, então fui deixando o pau dele cada vez mais molhado. E aos poucos eu fui chupando com um pouco mais de jeito e vontade.

Vini: Caralhooo… que delícia!

Eu: uhmm… uhmm… sério… uhmm… uhmm… tá gostando… uhmm… mesmo?.... uhmm.

Vini: To sim… é muito bom isso!

Eu estava tão concentrado chupando o pau do Vini que não mexia as mãos, apenas segurava os paus dos outros, mas logo eles começaram a movimentar minha mãe para lembrar deles. Eu chupava o pau do Vini enquanto tentava bater punheta para o Lucas e o Gustavo, mas eu estava um pouco descoordenado nisso. Logo o Gabriel também chegou com o pau perto da minha boca pedindo para eu chupar ele:

Gabriel: Chupa o meu também, Thi!

Eu: uhum… uhum… ta… bom… uhum… uhmm…

Comecei a chupar o pau do Gabriel também do mesmo jeito que fazia no Vini. E então comecei a revezar entre os dois. Fiquei um tempo assim e logo o Gustavo e o Lucas também pediram pra eu chupar os paus deles. Então eu troquei. Batia punheta para o Vini e o Gabriel, enquanto revezava em chupar o Lucas e o Gustavo.

Eu: Uhmm… uhmmm… está bom assim?

Lucas: Nossa, que gostoso!

Eu: Uhmm… uhmm… sério… uhmm… uhmm..

Gustavo: Sim, é uma delícia.

Minha cabeça estava um turbilhão. Eu não acreditava no que estava fazendo e queria sair de lá, mas por outro lado eu queria continuar chupando os paus deles e saber se estavam gostando. Eu continuava e agora revezava entre chupar e bater punheta para todos eles.

Eu (em pensamento): “Não acredito que estou chupando o pau deles. Mas é bom! Por que estou fazendo isso? Eu preciso parar! Mas é bom!”

Mesmo nervoso, sem jeito e tremendo, eu chupava cada pau com vontade, sentindo eles entrarem bem fundo na minha boca. Eu ouvia eles gemendo e parecia que isso me dava ainda mais vontade de chupar os paus deles. Depois de um tempo o Gustavo foi o primeiro a não conseguir aguentar.

Gustavo: Caralho, Thi! Você vai me fazer gozar assim.

Eu: Uhmm… uhmmm… sério?

Gustavo: Sério! Deixa eu gozar na sua boca?

Eu: Uhmm… uhmmm… na minha boca? uhmmm… uhmmm…

Gustavo: É… caralho!!! Não aguento mais… deixa?

Eu: uhmm… uhmmm… tá bom… uhmmm… uhmmm… vai…

Eu mal terminei de falar e comecei a sentir os jatos da porra dele na minha boca. Eu não acreditava no que estava acontecendo, mas o pau dele gozando na minha boca estava me deixando louco. Sei que pela idade a gente não gozava muito, mas parecia bastante para mim naquele momento. Quando terminou de gozar, o Gustavo praticamente perdeu as forças e caiu no chão. Percebendo isso, os outros não aguentaram de tesão e também falaram que iam gozar também. O Lucas e o Gabriel se aproximaram mais e começaram a gozar praticamente juntos na minha boca. Abri a minha boca para tentar receber o máximo possível. Quando terminaram eu comecei a lamber e a chupar os paus dos dois com muita vontade. Faltava apenas o Vini a gozar e ele pediu para eu fazer ele gozar:

Vini: Ahm… Faz eu gozar de novo, Thi!

Eu: uhm… uhm… tá bom… eu… faço… uhm… uhm…

Vini: Continua… continua…

Eu: Uhm… uhm… assim? uhm…

Chupei com maiv vontade e o Vini começou a gozar na minha boca, mas assim que senti os jatos da porra dele na minha boca, não aguentei de tesão e acabei gozando também, sem ao menos tocar no meu pau. Minha mente estava muito confusa, eu tinha acabado de chupar meus amigos e engolido a porra deles. Eu não acreditava no que eu tinha acabado de fazer.

Os quatro estavam no chão com as pernas tremendo e ofegantes, eu me joguei no sofá, tremendo e ofegante também. Eles também não acreditavam no que tinha acabado de acontecer.

Gabriel: Caralho! Eu não acredito nisso!

Gustavo: A gente gozou na boca do Thi!

Vini: Puta que pariu, que tesão da porra!

Lucas: Caralho!! Caralho!!! Que foda!

Eu fiquei jogado no sofá sem acreditar no que tinha acabado de fazer. “Caralho! O que eu fiz?! Acabei de chupar os meus amigos e deixei eles gozar na minha boca!”. Minha mente estava uma confusão. Depois de um tempo, consegui me levantar e fui pegar as minhas roupas, ainda muito confuso sobre tudo. Comecei a ajeitar tudo, mas quando olhei para trás, vi os quatro sentados no chão batendo punheta de novo.

Eu: O… o que vocês tão fazendo? (falei bem surpreso)

Vini: A gente não resistiu.

Eu: Como assim?

Gustavo: Sua bunda é muito gostosa

Eu: Minha… minha bunda?

Lucas: É bonita, lisinha, redondinha. Gostosa de ver.

Eu: Sério? (falei tímido)

Vini: Deixa a gente ver um pouco mais ela

Gabriel: É… mostra ela melhor pra gente.

Eu: Mostrar? Mostrar como?

Lucas: Vira de costas pra gente

Eu: De costas? Tipo assim?

Fiquei de costas para eles novamente exibindo minha bunda. Eles estavam alucinados batendo punheta e pedia para eu mexer ela de um lado para o outro, abrir ela com as mãos e mostrar o cu pra eles, pediram para eu me debruçar e empinar a bunda. Eu fazia o que eles pediam e perguntava se era daquele jeito, se estava bom. Eles também iam pedindo para eu me aproximar mais deles para eles verem melhor. Por último, me ajoelhei no chão e debrucei meu corpo no sofá, ficando com a bunda virada para eles.

Vini: Deixa a gente sentir ela de novo, Thi?

Lucas: É… deixa a gente te encoxar agora?

Eu: Sen… sentir de novo? (eu continuava nervoso)

Gabriel: Deixa, pô. Você sentiu nosso pau antes, deixa agora a gente sentir a sua bunda.

Eu: E… Vai ser segredo isso também, né?

Gustavo: Claro que vai. Fica entre a gente.

Eu: Bem… se é assim. Tá bom!

O Lucas foi o primeiro a chegar perto de mim, parece que tinha ganhado uma corrida. Ele segurou minha cintura e ficou passando o pau dele no meio da minha bunda. Pude sentir a cabeça do pau dele roçando bem no meu cuzinho. Agora era ele que fazia os movimentos como se tivesse me comendo. Eu estava ansioso de certa forma, pois não via o que fazia, apenas sentia, então a tremedeira voltou a tomar conta de mim de novo

Lucas: Caralho, isso aqui é muito tesão.

Eu: Ahm… tá gostando mesmo?

Lucas: Sim, é bom demais.

Lucas continuou um tempo, mas logo o Gabriel pediu a vez e fez a mesma coisa, me segurava pela cintura e passava o pau bem no meio da minha bunda. O Gabriel agarrava e apertava minha bunda também. O próximo foi o Gustavo. Enquanto os outros batiam punheta vendo ele esfregar o pau na minha bunda. Mas ele focava mais em passar a cabeça do pau no meu cuzinho. Minha mente estava em branco, mesmo com toda a confusão mental, eu acabei deixando alguns gemidos escaparem a cada vez que a cintura dele batia na minha bunda.

Eu: Ahnn… Ahnn…

Gustavo: Tá… tá gostando de sentir meu pau na entrada do seu cuzinho, Thi?

Eu: Eu… Eu não sei (eu tentava negar)

Gustavo: Tá gostando sim. Sente meu pau então (ele esfregou ainda mais)

Eu: Ahnn… ahnn… é bom… ahnn…

Eu apenas ficava cada vez mais ofegante enquanto o Gustavo me provocava com o pau na entrada do meu cuzinho e fazia os movimentos como se estivesse me comendo, batendo o quadril na minha bunda. Logo foi a vez do Vini. Ele não perdeu tempo e fez o mesmo que os outros, mas em pouco tempo ele queria mais.

Vini: Caralho Thi… tá muito gostoso isso aqui.

Eu: Ahn… tá gostando, mesmo?

Vini: To sim… bastante. E você, tá gostando também?

Eu: Ahm… to sim… é… é bom… ahn

Vini: Thi… deixa eu colocar? (já pressionando a cabeça do pau dele na entrada do meu cuzinho).

Eu: Ahm… colocar?... colocar seu pau…?

Vini: Isso… deixa? To com muito tesão

Eu: Ahn… eu… eu não sei… ahn… (eu estava ofegante, nervoso e um pouco inseguro)

Vini: Vai… só um pouco? (ele continuava pressionando o pau no meu cuzinho)

Eu: Ahn… só um… pouco? ahn…

Vini: É… só… um pouquinho…

Eu: Ahn… ahn… tá bom… só um pouco… ahn… ahn…

Falei isso e o Vini pressionou ainda mais a cabeça do pau dele no meu cuzinho quando comecei a sentir ele entrando em mim devagar. Eu senti um pouco de dor, mas aos poucos o pau dele foi entrando cada vez mais, até que senti o quadril dele encostando na minha bunda. O pau dele já estava todo dentro do meu cuzinho. Os outros assistiam com atenção.

Eu: Ahgrrr… ahm… ahgrrr…

Vini: Ta doendo muito, Thi?

Eu: Ta sim… ain… ahn… ahn… !

Vini: Quer que eu tire?

Eu: Ahm… não… espera um pouco… ahm…

Vini ficou um tempo parado enquanto eu estava ofegante ainda sentindo dor, mas ele estava ansioso e então devagar começou a se mexer, tirando e depois colocando devagar. Eu continuava ofegante, a sensação era muito estranha, mas boa. Conforme o Vini ia mexendo devagar, aos poucos a dor foi passando.

Eu: Ahm… ai… ai… ahm… ai…

Vini: Quer que eu pare?

Eu: Não… ahn… continua… ahm… mas devagar… continua… ahm…

Vini: Assim?

Eu: Ahn… isso… assim… ahn… ai… ai… ahn…

Ele continuou devagar como eu havia pedido e foi ficando bom, muito bom na verdade. Em pouco tempo o Vini já tinha aumentado o ritmo e já estava me comendo de verdade, eu sentia o quadril dele batendo na minha bunda enquanto seu pau entrava e saia do meu cuzinho. Os outros olhavam sem acreditar que o Vini estava me comendo de verdade e eu gemendo feito uma puta.

Gustavo: Eu não acredito… O Vini está mesmo comendo o Thi.

Lucas: Puta que pariu! Que tesão da porra!

Eu: Ahm… ahm… ain… ain… ain… hum… ahm…

Gabriel: Tá gostoso, Vini?

Vini: Bastante! Isso é bom demais.

Gabriel: E como é?

Vini: É muito apertado… mas que cuzinho gostoso.

Eu: Ahm… ain… ain… ahm… hum… hum… ahm…

Gabriel: Thi… tá gostando?

Eu: Ahm… to… ain… ain… to gostando sim… ahm… ain… … ahm… ahm…

O Vini continuou me comendo um bom tempo, pois já tinha gozado duas vezes. Eu sentia o pau dele entrando e saindo do meu cuzinho rápido até que ele começou a gozar e eu pude sentir o pau dele pulsando forte lá dentro. Ele ficou debruçado em cima de mim ofegante, ainda com o pau dentro de mim.

Vini: Caralho!!! isso foi incrível

Eu: Ahn… Ahn… mesmo?

Vini: Sim, foi muito bom!

Gustavo: É minha vez agora.

Quando o Vini tirou o pau de dentro de mim, senti um vazio, mas logo foi preenchido de novo, pois o Gustavo tomou o lugar dele e como meu cuzinho já estava bem melado pela porra do Vini, o Gustavo não teve dificuldades. Enquanto ele me comia, o Gabriel e o Lucas deram seus paus para eu chupar.

Gustavo: Nossa! Isso é um tesão

Vini: Não disse

Eu: Ain… Ain… que delícia… ain… ain…

Lucas: Chupa meu pau Thi

Gabriel: O meu também

Eu: Ain… Ain… tá bom… ain… uhmmm… uhmmm…

Ficamos assim um bom tempo, o Gustavo me comendo de quatro enquanto eu revezava entre chupar o pau do Lucas e do Gabriel. O Gustavo me comeu até gozar dentro do meu cuzinho também. Depois foi a vez do Gabriel. Ele ficou atrás de mim, segurou minha cintura e enfiou seu pau e começou a me comer. Enquanto isso eu chupava o Lucas. O Vini já tinha recuperado, decidiu elevar o nível da brincadeira e me provocar, os outros também entraram na pilha. Mas eu não conseguia pensar direito e caí direitinho na armadilha deles.

Vini: Caralho Thi, você está gemendo igual uma putinha safada.

Eu: Ain… humm… hum… ahm… eu?... ain… hum… hum… (eu tinha os gemidos abafados pelo pau do Lucas em minha boca.

Vini: Sim, você. Você vai ser nossa putinha agora. Vamos te comer todos os dias.

Eu: Ain… uhmm… uhmm… eu?

Lucas: É! Só de brincadeira entre amigos!

Eu: Ain… hum… hum… brincadeira… ain… ain…

Lucas: Isso… fica entre a gente!

Eu: Ain… Ain… tá bom… só… uhm… uhm… de brincadeira… ain… ain… (eu não conseguia responder direito, pois o Gabriel começou a me comer mais rápido)

Gabriel: Quer ser nossa putinha, Thi? Diz pra gente, diz?

Eu: ahm… hum… hum… ain… ain… q… quero… hum… hum… hum…

Gustavo: Então diz que você quer ser nossa putinha, fala, vai!

Eu: Hum… ai… eu quero… ain… ain… quero ser a putinha de vocês… ahm… ahm… ain… ain…

Lucas: Então pede pra gente te comer, vai.

Eu: Ahm… ahm… ai… me come… ain… ain… me come…

Gabriel: Pede pra gente comer seu cuzinho.

Eu: Ahm… hum… come… ain… ain… ain… come meu cuzinho… ahm… ahm…

Como eu disse, eu entrei no clima da “brincadeira” e me comportava como uma putinha, igual eles pediam e provocavam, eu estava aceitando tudo. O Gabriel me comeu até gozar dentro do meu cuzinho também. Depois foi o Lucas, que me deitou no chão de ladinho e começou a comer meu cuzinho assim. Eu nem tive tempo de gemer, pois o Vini já estava enfiando o pau dele na minha boca.

E assim eles foram me comendo a noite toda, de todos os jeitos possíveis e várias e várias vezes. Eu não tinha tempo de recuperar o fôlego. Quando um gozava o outro tomava o lugar e enfiava o pau na minha bunda e começava a me comer, enquanto eu chupava e punhetava os outros. Me comeram em várias posições, de lado, frango assado, pediram pra eu sentar e rebolar, mas agora com o pau deles dentro do meu cuzinho, e principalmente me comeram bastante de quatro. Por várias vezes O Vini batia punheta pra mim enquanto alguém me comia, pois ele queria ver eu gozando enquanto era fodido e claro me provocavam brincando quando eu gozava, “Olha, a putinha está gostando de dar pra gente”, “Goza, pra gente putinha, goza”. Eles também gozaram várias vezes na minha bunda, boca e corpo, acho que chegou uma hora que não saia mais nada, eu sentia apenas o pau deles pulsando dentro de mim. Eles me comeram até ficarem exaustos e eu também. Acabamos dormindo jogados cada um de um lado e eu com o corpo melado de porra. Eu fiquei deitado no tapete, ofegante, ainda sem acreditar que tinha sido comido várias vezes pelos meus amigos. Então, depois de um tempo, apaguei.

No dia seguinte fui o primeiro a acordar com a luz do Sol batendo no meu rosto. Eu achei que tudo tinha sido um sonho, mas quando olhei ao redor pude comprovar. Meus amigos ainda estavam dormindo pesadamente e nus. Olhei para o meu corpo e estava cheio de porra. Me levantei e fui tomar um banho. Embaixo do chuveiro não acreditava no que havia acontecido. Aquilo foi tão intenso que eu ainda sentia a sensação dos paus dos meus amigos entrando e saindo da minha bunda e da minha boca. Minha cabeça estava uma confusão, “Cara, eu não acredito que deixei meus amigos me comerem. O que eu tinha na cabeça pra deixar tudo aquilo acontecer. Eles vão me zuar pra sempre. Vão querer de novo. E por que eu gostei de dar pra eles?”.

Depois do banho me vesti e fui na cozinha comer alguma coisa. E ao chegar lá, levei um susto ao encontrar Paula, a irmã mais velha de Lucas, sentada no balcão da cozinha. Ela tinha saído com as amigas e pelo jeito já tinha voltado. Ela me viu, mas mostrou certa indiferença, como sempre.

Eu: Ah… oi Paula.

Paula: Oi.

Eu peguei as coisas para tomar meu café da manhã e me sentei no balcão em frente a Paula. Após um tempo, ela solta uma pequena risada e me pergunta.

Paula: Ah… Então vocês dormiram aqui essa noite, né?

Eu: Sim, dormimos. Ficamos jogando vídeo game até cansar e depois dormimos.

Paula: Que bom. E você, conseguiu dormir bem depois de “jogar” bastante, putinha?

Meu coração parou e meu corpo gelou. Eu tentei disfarçar, mas ela continuava sarcástica comigo jogando na minha cara que sabia o que tinha acontecido na noite anterior.

Eu: O… o que? Eu… eu não entendi… não sei do que você tá falando.

Paula: Não sabe é? “Ai… isso… me come igual uma putinha”.

Paula disse uma das frases que eu havia dito em algum momento enquanto meus amigos me comiam. Eu gelei ainda mais e fiquei branco, paralizado. Paula ria e continuava sarcástica.

Paula: Ahahaha… vocês fizeram muito barulho. Eu escutei tudo do meu quarto.

Eu: Paula… por favor… não fala nada… (já com cara de choro).

Paula: Eu não acredito ahahahaha… seus amigos te comeram ahahaha.

Eu: Paula… por favor… não fala nada… por favor, por favor (desesperado e já com lágrimas nos olhos).

Paula: Ahahaha… tá bom… tá bom… calma, calma. Não precisa chorar. Eu só estava te zuando. Vamos pro meu quarto conversar melhor.

Eu estava muito abalado e ela foi me conduzindo até o quarto dela. Chegando lá, Paula trancou a porta, se sentou na cama e pediu que eu sentasse ao seu lado. Agora com um tom muito curioso ela me pediu para contar em detalhes o que aconteceu na noite anterior. Ingenuamente eu ainda tentei negar, mas ela me zuou de novo e insistiu, ao mesmo tempo que conseguiu me acalmar.

Paula: Pronto, estamos sozinhos. Agora me conta tudo o que aconteceu.

Eu: Não aconteceu nada de mais. Foi só um filme que assistimos (ainda tentei negar, ingenuamente).

Paula: Jura que vai mentir mesmo?. “Vai Thi, geme igual uma putinha, dá o cuzinho pra gente”. Esse filme era bem interativo pelo jeito, né… Ahahahah.

Eu: Não, Paula… não faz isso… por favor…

Paula: Então me conta tudo e não me esconde nada. Estou curiosa.

Eu: Tá… tá bom… eu conto.

Choramingando eu comecei a contar como tudo havia começado. Ela estava atenta, prestando atenção em cada palavra que eu dizia. Curiosa, às vezes ela perguntava alguns detalhes. Eu hesitava em dizer, mas ela insistia e no fim eu acabava falando. Quando eu terminei de contar tudo, ela estava chocada.

Paula: Minha nossa. Se eu não tivesse ouvido aquelas coisas todas eu não iria acreditar.

Eu: Paula, por favor, não conta pra ninguém.

Paula: Relaxa, eu não vou contar nada. Mas você já conseguiu pensar no que vai acontecer de agora em diante?

Eu: Na verdade eu ainda não pensei em nada, ainda.

Paula: Bem… você sabe que eles irão querer te comer de novo, né?

Eu: Se… Sério?

Paula: Claro que sim, seu bobo. Nessa idade vocês querem gozar e agora que eles te veem como a putinha da turma, irão querer te comer sempre.

Eu: Mas… eles disseram que seria segredo… não iria sair dalí (disse eu com cara de choro).

Paula: Segredo pode até ser… mas que irão querer repetir, isso eles vão querer sim. Você precisa estar preparado.

Eu: E… e o que eu faço quando pedirem?

Paula: Ué… você gostou de dar pra eles? Fala a verdade.

Eu: Eu… eu não sei.

Paula: “Me come, me come igual uma putinha” (novamente ela me imitou).

Eu: Tá bom, tá bom… para! eu… eu gostei.

Paula: Então é simples… quando eles pedirem pra te comer de novo, você aceita e se diverte.

Eu: Me divertir?

Paula: Aproveita a experiência, bobo.

Eu: E… e se eles contarem para alguém?

Paulo: Bem… se quiser se divertir você vai ter que arriscar… além disso, pelo o que eu ouvi, você gostou bastante… então se eles espalharem, pode até ter mais gente querendo te comer… ahahah

Eu: Paula… não fala isso… por favor… (eu choramingava)

Paula: Calma… só estou te zuando. Aproveita a experiência pra ver se você gosta mesmo.

Nós continuamos conversando por mais um tempo e eu não sabia se estava mais calmo ou mais desesperado. Quando terminamos de conversar, fui para minha casa e fiquei no meu quarto, quieto, sem atender ligações ou responder mensagens. No fim do dia, jantando com minha mãe, ela percebeu que eu estava muito mais quieto que o normal e perguntou se estava tudo bem. Menti descaradamente para ela e quando terminei de comer novamente me tranquei no meu quarto. Demorei muito para dormir, pois minha cabeça estava um inferno, mas consegui. Porém, logo já tinha que acordar para ir para a escola.

Quando cheguei na escola, encontrei meus amigos e fiquei morrendo de vergonha. Eles me trataram normalmente, como se nada tivesse acontecido. Fiquei de certa forma aliviado, mas durante o dia, me mantive quieto, na minha, sem ânimo e muito apreensivo, mas nada demais aconteceu. Então os dias foram se passando dessa forma e aos poucos, minha vida foi voltando ao normal e eu já até tinha esquecido o que havia acontecido.

Mas um dia, na quadra que sempre ficamos conversando, eles tocaram no assunto. Primeiro de forma discreta e depois mais direta, pedindo para me comerem de novo. Eu tentei desconversar, mas não consegui.

Lucas: Pois é… mas o difícil de esquecer mesmo foi aquele dia na minha casa.

Gustavo: Confesso que pensei bastante nas coisas que fizemos e não consigo esquecer.

Gabriel: Eu também não esqueço. E você, Thi?

Eu: Bem… eu não sei do que vocês estão falando

Gabriel: Qual é… vai negar mesmo?

Eu: Vocês disseram que seria segredo.

Vini: Mas é segredo. Olha, só tem a gente aqui.

Gustavo: Então… você também ficou lembrando daquele dia?

Eu: Não… eu… eu só deixei pra lá.

Gustavo: Então você tem sorte, porque eu não consegui esquecer.

Lucas: Você esqueceu, mas gostou também né?

Eu: Eu… eu não sei direito tá.

Vini: Claro que gostou. Lembra das coisas que você dizia.

Eu: Eu estava só entrando na brincadeira, tá bom.

Vini: Confessa que gostou. Não tem nada de mais. Eu gostei bastante

Gabriel: Eu gostei!

Lucas: Eu também gostei!

Gustavo: Eu também!

Eu: Tá bom… tá bom… eu… eu gostei também.

Vini: Viu… pega nada, pô!

Lucas: E tipo… você topa fazer de novo?

Eu: Não vou nem responder.

Lucas: Qual é?

Eu: Já disse, vou deixar isso pra lá.

Gustavo: Beleza, não vamos te encher.

Gabriel: Mas que foi bom, foi ahahah.

Eu: Idiota ahahaha

Vini: Por que não vamos lá pra casa, jogar um pouco de videogame?

Todos aceitaram a proposta do Vini, então fomos para a casa dele. No caminho eu fiquei um pouco apreensivo pois via eles cochichando um com o outro, então imaginei que iriam tentar novamente.

Mas, chegando na casa do Vini, ficamos na sala para jogar como sempre fazíamos e tudo acontecia normalmente, por algumas horas. Mas em dado momento, eles voltaram a tocar no assunto e insistiram para que eu fizesse algo para eles.

Vini: Thi, bem que você poderia fazer aquela brincadeira de novo né?

Eu: Qual… qual brincadeira? (eu já havia ficado nervoso e estava tentando disfarçar).

Vini: Ah, você sabe. Ser a nossa putinha.

Eu: Ah, sei lá… meio complicado isso. Melhor deixar pra lá.

Gabriel: Pô, quebra essa pra gente, só mais essa vez.

Lucas: A gente ficou com muito tesão naquele dia, é difícil esquecer.

Gustavo: E ficou só entre a gente, você sabe. Nem te zuamos nem nada, nós cumprimos a nossa palavra.

Eu: É… eu sei. Mas sei lá, dá vergonha, sabe.

Eles continuaram insistindo, por mais um tempo, alegando que gostaram muito, que tudo ia ficar em segredo de novo, aquelas coisas. E eu continuava receoso. Mas em dado momento acabei cedendo.

Vini: A gente entende, mas pelo menos deixa a gente bater uma olhando para sua bunda.

Gustavo: É! isso já alivia a gente.

Lucas: Sua bunda é bem gostosa, parece a de uma garota.

Gabriel: E vai ficar entre a gente mesmo, Thi. Entre amigos.

Eu: Bem… se for só olhar… acho que dá pra fazer.

Eles ficaram animados, claro. Então me levantei e fiquei no centro da sala, eles ficaram sentados nos sofás. Tirei meu shorts e fiquei de costas para eles, para que pudessem ver minha bunda. Claro, eles já tiraram os paus e ficaram batendo punheta. Eu mexia minha bunda de um lado para o outro e também me inclinava, deixando ela empinada para eles. Às vezes eu olhava para eles e via que estavam bem vidrados.

Vini: Thi, fica igual aquele dia, debruçado no sofá.

Gabriel: Isso! Aquela posição dava muito tesão.

Eu: De quatro no sofá? Assim?

Lucas: Isso! Nossa, é ótimo assim.

Gustavo: Abre a bunda pra gente ver melhor?

Eu: Abrir… assim?

Vini: Isso! Nossa que tesão.

Lucas: Cara, eu não vou conseguir segurar muito tempo.

Gabriel: Eu também não. Thi, deixa a gente gozar na sua bunda.

Eu: Gozar… na minha bunda?

Lucas: Vai… deixa? Não to mais aguentando.

Eu: Tá… tá bom!

Eu estava um pouco envergonhado em fazer tudo aqui, um pouco apreensivo, mas também com aquela sensação estranha, boa, claro, mas estranha. Então por isso fui fazendo o que me pediam. Era difícil dizer não. Então o Lucas se aproximou e em poucos segundos começou a gozar. Eu sentia os jatos de porra dele indo direto na entrada do meu cuzinho. O Gabriel também não estava aguentando e gozou praticamente junto com o Lucas. Mas essa cena deixou o Gustavo com mais tesão ainda e em seguida ele correu para gozar na minha bunda. Sentindo o gozo dos três, eu também fiquei com muito tesão. Mas me levantei e o Vini reclamou.

Vini: Ei, espera! Onde você vai, ainda falta eu.

Eu: Eu já venho.

Fui no banheiro para limpar a porra deles e fiquei me olhando no espelho, ainda sem acreditar que eu estava novamente deixando eles fazerem aquelas coisas comigo. Aquela mistura de sentimentos já tinha tomado conta de mim, mas agora a vergonha estava se sobressaindo, superando até o tesão. Mas neste momento eu me lembrei da conversa que tive com a Paula, a irmã mais velha do Lucas, quando ela disse para eu aproveitar a experiência, pois quem sabe eu poderia acabar me divertindo muito. Fiquei muito pensativo quanto a isso, mas as palavras dela estavam batendo muito forte em minha mente:

Eu (pensando): “Aproveitar. Experiência. Se divertir”. Será mesmo? Aquela vez foi muito bom e eles realmente não contaram pra ninguém e não me zuaram. Foi mesmo uma coisa entre amigos. A Paula é mais bem mais velha que eu, ela deve saber o que está falando. E… foi bom sentir aquelas coisas. Eu também estava gostando agora. Bem… acho que eu não tenho motivos pra não fazer de novo. E se eu aproveitar, como ela disse? Vai ser mesmo uma brincadeira entre amigos, já que eles não falaram nada. Tá! Então vamos lá!

Com uma coragem que até hoje eu não sei de onde tirei, voltei para a sala. O Vini estava sentado no sofá ainda batendo punheta e ele já ia reclamar dizendo que não era justo e que só faltava ele gozar.

Vini: Pô, Thi. Só faltava eu pra gozar… faz de…

Então, ainda cheio de coragem, eu mal deixei ele terminar de falar e me ajoelhei em frente a ele e sem pensar fui com minha boca em direção ao pau dele e comecei a chupar com vontade. Ele e os outros não acreditaram.

Vini: Caralho!!! Porra Thi… isso… foi… porra!

Eu: Mmm… Mmmm… tá bom?… Mmm… Mmm…

Vini: Muito!

Lucas: Eita porra! O que foi isso?

Gustavo: Ele tá mesmo chupando o Vini daquele jeito?

Gabriel: Está sim! Porra, que tesão!

Eu: Slurp… hummm… hummm… slurp… slurp… hummm… hummm

Os outros já tinham gozado antes, mas ficaram cheios de tesão novamente me vendo chupar o pau do Vini daquele jeito e seus paus estavam duros de novo. Vendo isso, eu chamei eles para perto de mim. Assim que chegaram já com os paus duros, não pensei duas vezes e comecei a chupar eles, revezando entre todos. Os paus do Lucas, Gabriel e do Gustavo ainda estavam melados de porra, mas aquilo me encheu ainda mais de tesão.

Eu: Hummm… hummm…. slurp…. slurp…

Gabriel: Caralho, Thi! Tá chupando com vontade

Lucas: Nossa! Está mais forte do que aquela vez.

Eu: Hummm… hummm… está bom assim?

Gustavo: Está ótimo!!! Muito tesão!

Eu: Humm… slurp… que bom… hummm… hummm…

Gabriel: E você, Thi? Tá gostando de chupar a gente de novo.

Eu: Slurp… hummm… hummm… to… slurp… to sim… hummm… hummmm

Lucas: Está muito gostoso isso!

Vini: A gente podia fazer aquela brincadeira de novo, né? De você ser nossa putinha. O que acha?

Eu: Hummm… hummmm… de novo?... hummmm…. hummm…

Gustavo: Sim! De novo! Você quer?

Eu: Hummm… quero… hummm… hummm…. quero sim…. hummm… hummmm…. muito… hummm… hummm…

Gabriel: Sério mesmo?

Eu: Hummmm…. sim…. quero sim…. hummm… hummmm…

Vini: Está gostando também, né?

Eu: Humm… slurp… to sim… muito…. hummm…

Lucas: Então continua chupando nosso pau! Está muito gostoso!

Eu: Humm… slurp… slurp… humm… hummm…

Eu continuei chupando eles por um bom tempo, revezando entre cada pau. Enquanto chupava um eu batia punheta para os outros. Dessa vez eu chupava com mais vontade que aquele dia. As palavras de Paula estavam batendo forte na minha cabeça, para eu aproveitar a experiência, então estava me entregando ao momento. Mas eu queria experimentar mais, estava com vontade de sentir tudo aquilo de novo. Como o Vini era o único que ainda não tinha gozado, ele estava aguentando bem, me enchi de coragem e fui em direção ao outro sofá, fiquei de quatro de novo e com as mãos abri minha bunda para eles.

Eu: Vem Vini… Me come!

Vini: O que?… Eu?

Eu: É… Vem… me come!

Vini: Vai mesmo fazer aquela brincadeira de ser nossa putinha?

Eu: Vou sim… vem… me come…

Vini: Caralho! Não acredito que vou te comer de novo

Eu: Nem eu!

Logo o Vini se posicionou atrás de mim e colocou o pau na entrada do meu cuzinho e aos poucos ele foi empurrando. Fui sentindo o pau dele entrando devagar até entrar tudo. Aquilo estava muito bom e eu comecei a ficar ofegante e passei a gemer.

Eu: Hummm… ain… ain… hum… (eu gemia sentindo o pau dele entrando no meu cuzinho)

Vini: Caralho! Tá apertado!!! Que gostoso!

Eu: Ain… humm… tá… tá gostando… ain…

Vini: Muito!!! E você?

Eu: Hum… to sim… ain… ain… tá muito bom!!!

Vini: Entrou tudo!!! Nossa que quente!

Eu: Hum… hum… ain… hum… (eu apenas gemia sentindo o pau do Vini dentro de mim, ainda parado)

Vini: Tá doendo?

Eu: Hum… não… tá gostoso… hummm…

Vini: Posso começar a comer, então?

Eu: Aham… pode sim… hummm… ain… ain…

Então o Vini começou a me comer devagar, fazendo o pau dele sair e entrar. Eu sentia o quadril dele bater na minha bunda e isso fazia eu gemer ainda mais. Os outros batiam punheta olhando a cena. Mas logo começaram a me provocar com a brincadeira de ser a putinha da turma enquanto o Vini me comia. Estava muito bom aquilo, as sensações que senti daquela vez tinham voltado e eu queria que aquilo continuasse.

Eu: Ain… ain… hummm… hum….

Vini: Tá gostando de ser nossa putinha?

Eu: hum… ain… tô… tô sim… ain… hummm…

Lucas: Vai ser nossa putinha sempre, Thi?

Eu: Ain… vou… ain… ain… hummm…

Gabriel: Então vira nossa putinha, vira.

Eu: Ain… ain… me come… hummm… hummmm… me come mais!

Gustavo: Caralho! Que tesão, Thi. Continua pedindo por mais!

Eu: Ain… Ain… vai Vini… me come… ain… ain… ain… (ele agora metia com mais vontade, rápido, me fazendo gemer feito uma puta mesmo)

Vini: Caralho!!! Continua falando isso que eu vou gozar

Eu: Ain.. ain… ain… vai… me come mais… goza em mim… ain… ain… ain… me come…

Nós continuamos a brincadeira por mais um tempinho e então o Vini começou a gozar dentro do meu cuzinho. Eu sentia o pau dele pulsando e os jatos de porra também. Como foi bom aquilo. Acho que ele gozou mais que os outros. Ele ainda deixou o pau dele dentro de mim por um tempo, enquanto ele e eu recuperamos o fôlego. Depois o Gabriel pediu pra eu deitar de costas, pois ele queria muito me comer. Eu deitei e levantei minhas pernas e pedi para ele colocar o pau no meu cuzinho. Fui sentindo cada centímetro do pau dele entrando e fui gemendo, quando entrou tudo, pedi para ele me comer gostoso. Depois chamei o Lucas e o Gustavo para que eu pudesse chupar os paus deles enquanto o Gabriel me comia.

Gabriel: Thi, deita aqui pra eu te comer.

Eu: Assim? Quer me comer assim?

Gabriel: Isso! Nossa, deu muito tesão ver você dando daquele jeito.

Eu: É mesmo? Então enfia seu pau em mim, devagar.

Gabriel: Assim? Nossa… tá entrando tudo. Que quente!

Eu: Ain… ain… ain… isso… ain… ain…

Gabriel: Tá doendo?

Eu: Ain… ain… não… ain… tá gostoso… ain… ain… me come… ain… me come…

Gabriel: Assim? (já fazendo os movimentos e me comendo rápido);

Eu: Ain… ain… isso… ain… ain… vai… me come…

Gabriel: Toma sua putinha!! Toma!!

Eu: Ain… ain… isso… vem cá… (disse chamando o Lucas e o Gustavo que entenderam o que eu queria). Ain… ain… me come… ain… ain…. humm… hummm… hummm… (meus gemidos já estavam abafados por causa do pau do Lucas na minha boca)

Lucas: Caralho! Tá chupando ainda mais forte, Thi!

Gustavo: Vai ser nossa putinha, né?

Eu: Hummm… hummmm.. vou sim… ain… ain… hummm…. hummm…

Gustavo: Vai deixar a gente te comer todos os dias?

Eu: Humm… hummm… ain… ain… vou sim… humm… hummm

O Gabriel continuou me comendo rápido. Estava muito bom sentir o pau dele entrando e saindo de dentro de mim rápido daquele jeito enquanto eu chupava o pau do Lucas e do Gustavo. Ele ficavam me provocando com a brincadeira de ser a putinha deles e eu entrava no clima e respondia e me comportava como uma. Eu também estava gostando bastante das brincadeiras. Eu lembrava do que a Paula me disse, para eu aproveitar e assim eu fazia.

Eu estava sentindo muito tesão, então meu pau já estava duro a bastante tempo. O Gabriel me comia enquanto eu chupava o Lucas e o Gustavo e ainda era provocado. Não tinha como não ficar daquele jeito. O Vini voltou para a brincadeira e sem frescura, segurou meu pau e começou a bater punheta pra mim, me provocando. Então, em pouco tempo eu comecei a gozar.

Vini: Quem quer ver nossa putinha gozando? (já pegando no meu pau)

Eu: hummm… hummm… Vini… ain… ain… não faz… isso… ain… ain…

Gustavo: Vai mesmo fazer isso, Vini?

Vini: O que tem de mais? Olha o que ele faz pra gente. Pega nada.

Lucas: É… também quero ver nossa putinha gozando pra saber se está gostando mesmo.

Eu: Vini… ain… ain… ain… eu… não vou… ain… ain..ain… hummm… hummm…

Vini: Vai Gabriel, come ele mais rápido pra ele gozar.

Gabriel: Caralho!! Goza no meu pau Thi. Goza putinha.

Eu: Ain… ain… ain… não… não… não para… ain… ain… ain…

Lucas: Vai Gabriel! Ele tá pedindo mais!

Vini: Viu pessoal, nossa putinha está gostando.

Gustavo: Pede mais, Thi! Pede!

Eu: Ain… ain… não para…. ain… ain… me come… ain.. ain… eu… vou…

Gabriel: Goza Thi! Eu também vou gozar! Ahhhh… aaaahhhhhh…

Eu: Ain… ain… to… gozando… ain… ain…

Assim que senti o Gabriel gozando dentro de mim e com o Vini me estimulando batendo punheta em mim, eu não consegui aguentar e comecei a gozar também. Eu acabei gozando muito. Foi tão intenso que minhas pernas tremiam e eu estava sem fôlego. O Gabriel também gozou bastante, mesmo já tendo gozado antes, e caiu para trás logo em seguida. Cansado eu apenas me revirei para tentar me levantar, mas eu estava sem forças. Mas o Gustavo não perdeu tempo e logo ficou atrás de mim para me comer. Eu ainda tentei pedir um tempo, mas ele foi tão rápido que mesmo de lado, me segurou pela cintura e enfiou o pau dele dentro de mim de uma vez, arrancando um gemido alto de mim e já começou a me comer com força. Eu ainda tentei mais uma vez pedir para ir devagar e com calma, mas o Lucas enfiou o pau na minha boca, o que me deixou ainda mais sem fôlego.

Gustavo: Onde você vai, Thi! Espera aí, eu também quero te comer!

Eu: Ah… ah… eu só preciso de um tempo… espera…

Gustavo: Deixa eu te comer rapidinho (já me segurando pela cintura e direcionando o pau para o meu cuzinho)

Eu: Calma, Gusta! Deixa eu… OHHH… OHHHH… AINNN… calma!!! (já sentindo o pau dele entrando de uma vez em mim)

Gustavo: Rapidinho!! Que cuzinho gostoso! Toma! Tomaa!!

Eu: Ain… ain… calma Gusta… deixa eu… hummm… hummmm…

Lucas: Vai, continua me chupando! Vai! (Enfiando o pau fundo na minha boca e metendo logo em seguida).

O Lucas parecia que estava comendo minha boca. O Gustavo e o Lucas pareciam que estavam em sincronia e metiam rápido e fundo em mim, um na minha boca e outro no meu cuzinho. Eles ainda diziam o quanto aquilo estava bom e ainda me provocavam com a brincadeira. Mas eu não conseguia responder, pois o pau do Lucas entrava e saia fundo na minha boca. Eu também sentia o pau do Gustavo bem fundo no meu cuzinho, o que fazia eu delirar e revirar os olhos. O Vini percebeu que eu estava gostando muito daquilo e novamente pegou no meu pau e começou a bater punheta em mim pra eu gozar de novo.

Gustavo: Caralho!!! Esse cuzinho está melhor que antes!

Lucas: Tá gostando de dar pra gente, Thi! Tá gostando de ser nossa putinha!

Eu: hmmm… hmmmm… hmmmm…

Gustavo: Toma, bem fundo! Sente meu pau, Thi!

Eu: hmmm…. hmmmmm…. hmmmmm…

Lucas: Mama meu pau… mama!

Eu: hmmm… hmmmm… hmmm…

Vini: O Thi já está de pau duro de novo! (já pegando no meu pau de batendo puheta)

Lucas: Faz ele gozar de novo! Come ele mais rápido Gustavo!

Gustavo: Vai gozar no meu pau agora, putinha!

Eu: Hmmm… hmmmm… hmm… hmm… hmm…

Vini: Estando mesmo de ser nossa putinha, em! Goza pra gente ver de novo

O Gustavo meteu ainda mais forte e rápido no meu cuzinho e assim ele começou a gozar lá dentro. Eu senti o pau dele pulsando e os jatos de porra e com o Vini batendo punheta no meu pau, eu não aguentei e comecei a gozar de novo. Os sons foram abafados pelo pau do Lucas na minha boca que disse que se segurou para não gozar, pois eu acabei chupando ele ainda mais forte. Eu estava exausto e queria descansar. Mas ainda faltava o Lucas me comer. Então reuni forças e engatinhei novamente para o sofá, ficando debruçado e de quatro dele, tentando recuperar o fôlego, mas consegui falar para o Lucas me comer também.

Lucas: E eu, não vou te comer não?

Eu: Ah… ah… pera… (engatinhando em direção ao sofá). Pronto… vem… me come também.

Lucas: Caralho! Assim você me deixa louco

O Lucas já chegou enfiando o pau dentro de mim, rápido e fundo, fazendo eu gemer alto. E, igual ao Gustavo, ele ficou metendo rápido e forte, fazendo eu sentir os trancos da cintura dele batendo em minha bunda. Ele não meteu muito tempo, pois já estava afim de gozar. Então em pouco tempo ele começou a gozar na minha bunda.

Lucas: Seu cuzinho está muito gostoso, Thi.

Eu: Ain… ain… é… ain… mesmo?... ain.. ain… ain…

Lucas: Sim. A gente quer te comer todos os dias.

Eu: Ain… ain… então… me come… ain… ain… me come gostoso… ain… ain…

Lucas: Eu quero gozar. Faz eu gozar, Thi!

Eu: Ain… ain… goza Lucas… ain… goza no meu cuzinho… ain… ain…

Lucas: Putinha da turma! Continua. Diz o que você quer! Me faz gozar.

Eu: Ain… ain… me come… ain… ain… continua… me come todos os dias… ain… ain… goza… ain…

Lucas: Carllhoooo!!!

Quando o Lucas gozou ele também ficou um tempo dentro de mim e depois saiu, ficando sentado no chão junto com os outros. Mesmo os outros tendo gozado antes, estavam cansados também. Eu continuava debruçado de quatro no sofá, recuperando o fôlego e pensando o quanto tudo aquilo foi bom. Eles perguntaram se eu estava bem, mas estava tão cansado que apenas levantei o braço e fiz um joinha para eles, fazendo eles rirem. Os outros queriam mais, mas o Vini estava preocupado com o horário, pois como demoramos para ir para a casa dele, já estava próximo da mão dele chegar.

Gabriel: Eu quero te comer de novo.

Eu: Ah… ah… é mesmo, é?

Vini: Cara, minha mãe já vai chegar, não vai dar tempo.

Gabriel: Pô, rapidinho!

Gustavo: Eu também quero!

Vini: Vocês tão loucos. Ela deve estar chegando. Deixa pra amanhã.

Lucas: E se ele não der amanhã?

Gustavo: Ele vai dar sim, disse que podia ser nossa putinha.

Vini: Ele também gostou da brincadeira.

Gabriel: E aí, Thi? Vai ser mesmo a nossa putinha.

Eu: Vou… vou sim.

Vini: Também gostou da brincadeira, né?

Eu: Sim… gostei bastante.

Então o Gustavo, Lucas e o Gabriel se arrumaram e foram embora. O Vini me ajudou a ir até o banheiro e lá pude me limpar. Também pensei melhor nas coisas que tinha acabado de fazer.

Eu (pensando): Nossa, foi muito bom aquilo. A Paula tinha razão. Mas será mesmo que eles irão querer me comer sempre? Bem… deixa pra lá. Melhor só curtir quando acontecer. Caramba, minhas pernas estão bambas. Poxa… foi muito bom, mesmo.

Quando saí me arrumei e fiquei um pouco sentado. O Vini perguntou se estava tudo bem, eu disse pra ele que só queria descansar um pouco, pois minhas pernas estavam tremendo. Ele riu e disse que não tinha problema e ficamos conversando um pouco.

Vini: Cara, posso te perguntar uma coisa?

Eu: Pode sim.

Vini: Eu sei que na brincadeira a gente fala umas coisas, mas você vai mesmo fazer de novo?

Eu: É… eu sei… mas eu vou sim… estava gostoso, sabe.

Vini: É… sei sim. Estava muito bom.

Eu: Mas… vocês vão manter segredo, né.

Vini: Claro! Não tem motivos pra te zuar.

Eu: Ufa! Eu estava preocupado com isso desde a outra vez.

Vini: Relaxa, ninguém vai falar nada.

Eu: Que bom! Eu posso te perguntar uma coisa?

Vini: Pode sim.

Eu: Por… por que você gosta de fazer eu gozar?

Vini: Poxa!

Eu: É que tipo… só você faz isso, sabe.

Vini: Sei lá… a gente é amigo né. Tipo, eu e você sempre estivemos juntos mais que os outros, então achei justo.

Eu: Entendi. Bem… obrigado por isso então ahahaha

Vini: Ahahaha idiota.

Eu: Falando em ser justo. Bem… você só gozou uma vez né.

Vini: Pois é… fiquei segurando na esperança de te comer.

Eu: Acha que consegue gozar rápido, antes da sua mãe chegar?

Vini: Tem só uns cinco minutos.

Eu me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar o pau dele. Depois de um tempinho ele começou a bater punheta rápido se concentrando para gozar. Eu fiquei de boca aberta e com a língua pra fora, para poder receber a porra dele. Então, em pouco tempo ele disse que iria gozar. Eu rapidamente coloquei minha boca no pau dele e comecei a sentir os jatos de porra na minha boca. Um calor subiu em mim de novo. Fiquei manando o pau dele um tempinho e acabamos esquecendo da hora e logo escutamos o barulho da porta da casa dele. A mãe do Vini, Dona Cíntia, tinha acabado de chegar e ela começou a chamar por ele e se aproximar do quarto. Começamos a nos arrumar como doidos, eu mal tive tempo de engolir a porra dele, ainda estava limpando a baba em volta de minha boca e também não tivemos tempo de colocar a camiseta quando ela entrou no quarto.

Dona Cíntia: Filho eu… ah, oi Thi. Quanto tempo!

Eu: É… oi… oi Dona Cíntia.

Dona Cíntia: Tudo bem por aqui Vini? Nossa, como vocês estão vermelhos, está muito calor aqui.

Vini: Ah mãe… a gente acabou de entrar, estávamos chutando bola lá fora.

Dona Cíntia: Entendi.

Ela começou a falar com o Vini coisas deles que eu não prestei muita atenção, estava morrendo de vergonha, pois ela também olhava para mim com uma cara estranha. Ela me convidou para jantar, mas eu recusei e disse que iria voltar para casa, pois minha mãe já iria chegar. Enquanto Vini foi tomar banho ela me acompanhou até a porta.

Dona Cíntia: Não quer mesmo jantar com a gente?

Eu: Não precisa, Dona Cíntia. Eu vou jantar com a minha mãe.

Dona Cíntia: Está bem (me dando um beijo no rosto e abraço). Dá um beijo na sua mãe por mim.

Eu: Pode deixar.

Mas eu achei alguma coisa estranha no olhar dela, não sei dizer o que era, mas fiquei com bastante receio. Minha cara era na mesma rua, então cheguei em casa praticamente junto com a minha mãe. Dei só um oi rápido e fui correndo para o banheiro para que ela não tivesse tempo de suspeitar de nada.

No jantar, eu estava diferente da outra vez. Não tinha aquela culpa de antes, aquele medo. Fiquei conversando coisas banais com minha mãe e ela até estranhou. Loco o telefone dela toca, era Cíntia, a mãe do Vini.

Mãe: Filho, você foi lá no Vini hoje?

Eu: Ah, sim, fui sim mãe.

Mãe: E como estão as coisas entre vocês?

Eu: Ah, tudo certo, ué (meu coração estava na boca, mas acho que por bobagem minha mesmo).

O resto da noite passou rápido. Fiquei jogando online com eles e como prometeram, não falaram nada sobre o que fizemos. No dia seguinte na escola, também foi tudo normal. E após a aula, novamente na quadra, jogando conversa fora aconteceu de novo, mas agora de forma mais direta e sem muita cerimônia.

Vini: E ai, Thi? Tá afim de fazer de novo.

Eu: Vocês querem me comer de novo, é?

Lucas: Claro! Estava ótimo ontem.

Gustavo: É muito bom te comer?

Gabriel: Quer brincar de ser a putinha de novo?

Eu: Quero sim. Vamos?

Dessa vez seguimos para a casa do Gabriel. Lá novamente chupei todos e dei também, dessa vez mais de uma vez para cada um, já que chegamos cedo. Eles me comeram bastante de quatro, de frango assado, de ladinho, mas dessa vez pude sentar no pau deles também, pulando e rebolando bastante, entrando totalmente no clima da brincadeira de ser a putinha da turma. E depois desses dias, meus quatro amigos passaram a me comer sempre, praticamente todos os dias, sempre os quatro juntos, por muitos meses. Depois de um tempo, isso virou uma rotina gostosa e às vezes até banal, pois às vezes enquanto três jogavam, eu ficava debruçado no sofá enquanto um deles me comia.

Depois eu volto para contar como eu acabei fazendo novas amizades e também, descuidado que sou, acabei sendo flagrado.

Abraço a todos e espero que tenham gostado.

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