Era quase meio-dia quando acordei com a cabeça latejando da bebida da noite anterior. O quarto de hóspedes tava bagunçado pra caralho, lençóis amassados e o cheiro de sexo ainda no ar. Gabriele tava do meu lado, enrolada no lençol fino, dormindo de lado como se nada tivesse rolado. As marcas vermelhas na bunda e no rosto dela eram prova viva da loucura. Não falei nada no começo, só levantei devagar e vesti a cueca e a calça que tavam no chão.
Ela abriu os olhos devagar, piscou confusa e sentou na cama, puxando o lençol pra cobrir os peitos.
“Que horas são?”
“Quase meio-dia. A Alice chega hoje à noite. Você vai embora amanhã, né?” Ela assentiu, olhos baixos, como se a ficha tivesse caído.
“Ontem foi foda. Mas fica entre a gente. Promete?”
“Prometo. Agora levanta, arruma isso aqui antes que ela chegue. Não pode ficar rastro nenhum.”
O resto do dia foi uma tensão do caralho. Limpamos o apê juntos, fingindo normalidade, mas mal trocávamos olhares. O ar tava pesado de culpa, tesão residual e aquela raiva que ainda queimava no peito. Eu cozinhava almoço, ela arrumava a sala, e o silêncio era quebrado só por frases curtas tipo “Passa o pano aí”. Toda hora eu pensava na Alice chegando, no Carlos, na traição dela que a Gabriele tinha jogado na minha cara.
Às sete da noite, a porta abriu. Alice entrou sorridente, arrastando a mala com uma mão e segurando uma garrafa de vinho na outra.
“Amor! Cheguei mais cedo!” Me deu um beijo rápido na boca, depois abraçou a irmã forte. “Gabriele, que saudades, mana! Trouxe um vinho top pra gente comemorar. Ganhei uma promoção na agência! Agora sou coordenadora de equipe, porra!” Ela tava radiante, olhos brilhando de felicidade, o cabelo bagunçado da viagem.
“Parabéns, amor! Merecido pra caralho. Vamos abrir isso.”
Brindamos na sala, abrimos o vinho e depois pegamos mais uma garrafa que tinha em casa. Conversamos besteira por horas: ela contando da viagem, dos clientes chatos, da promoção que veio com aumento e tudo. Gabriele ria junto, mas eu via o olhar dela pra mim — cúmplice, nervoso, como se esperasse a bomba explodir a qualquer momento. A bebida subiu rápido em nós três, o vinho descendo fácil no calor de Fortaleza.
Alice tava animada pra caralho, contando detalhes da promoção, rindo alto. Eu bebia mais que o normal, tentando afogar a raiva que borbulhava desde ontem. O Carlos. Ela com o Carlos. As palavras da Gabriele ecoando na minha cabeça o tempo todo. Depois da segunda garrafa, todo mundo tava bêbado de verdade. Risos soltos, abraços apertados, a Gabriele até dançando um pouco com a irmã na sala. Ela disse que ia pro quarto dormir, mas Alice insistiu:
“Fica mais um pouco, mana! A noite tá boa!”
Bebemos mais um pouco. Alice se encostou em mim no sofá, mão subindo na minha coxa por baixo do lençol, aproveitando que estava escuro – somente com a luz da tv ligada. “Te amo, amor. Vamos comemorar direito depois?” Falou bem baixinho e piscou safada bem de perto, voz arrastada do álcool. A raiva misturou com um tesão sujo. Levantei de repente, puxei ela pela mão.
“Vamos pro quarto agora.” Gabriele ficou na sala, sozinha com o resto do vinho, olhando pra gente meio disfarçada com um misto de alívio e ciúme.
No quarto, fechei a porta com força. Alice riu cambaleante, tropeçando no tapete. “Ansioso, hein? Gosto assim.”
Não respondi nada. Joguei ela na cama com mais força que o normal, ela caiu de costas rindo ainda, mas os olhos arregalados por um segundo. “Gosta assim, né? Selvagem.” Arranquei a roupa dela rápido — blusa voando, saia pro lado, deixei-a somente com a calcinha preta que ela usava. Sem preliminar nenhuma, calcinha pro lado e entrei nela de uma vez, forte, agressivo, socando fundo como se quisesse punir.
Ela gemeu alto, mãos no meu peito. “Porra, Diego… devagar!” Mas o corpo dela reagiu na hora, empinando o quadril, pedindo mais. Meti com raiva pura, mãos apertando os quadris dela com força, deixando marcas. “Você é uma vadia. Sua cachorra do caralho.” Ela riu rouca, bêbada, olhos semicerrados. “Fala mais… me xinga, vai.” Dei o primeiro tapa na bunda, forte, ecoando no quarto. Marca vermelha na hora. Ela gemeu: “Aaain amor… mais!”
Virei ela de bruços rápido. De quatro, exatamente como vi a irmã ontem. Diferente da irmã, Alice é mais encorpada. Gostosa pra caralho por ter um rabo maior que o da irmã, só que com um pouco menos de cintura. Ainda assim, de quatro empinada parecia um grande coração pedindo por rola, porrada e soco. E ela adorava. Meti de novo, puxando o cabelo com uma mão. “Você gosta de uma pica entrando, não é? Sempre gostou, sua vagabunda do caralho.”
“Fode mais forte… fode essa vagabunda, amor!” Acelerei o ritmo, tapas alternados na bunda e socos na costela, a pele dela avermelhando. Ela gozou gritando, corpo tremendo inteiro, molhando tudo.
Continuei sem parar, raiva pura guiando cada movimento. Mudei posições: ela por cima, cavalgando com força, mãos nos meus ombros; depois de lado, minha mão no pescoço dela, firme, me controlando para não enforcar ela de verdade, mas o suficiente pra ela gemer mais alto. Ela gozou de novo, ofegante, voz rouca: “Puta que pariu, amor… não aguento mais!” Mas eu não gozei. A raiva tava forte demais, bloqueando tudo. Ela caiu exausta na cama, bêbada pra caralho, e dormiu em minutos, roncando alto como se nada tivesse acontecido.
Esperei uns minutos pra ter certeza que ela tava apagada. Peguei o celular dela da mesinha de cabeceira. Bloqueado por digital. Ela tava tão porre que nem sentiu quando peguei a mão dela devagar e pressionei o dedo no sensor. Desbloqueou na hora. Vasculhei quieto, coração acelerado. Primeiro o Google Photos. Fotos antigas pipocando – nudes dela, pelada em frente ao espelho, poses safadas com os peitos de fora, bunda empinada. Algumas com datas de dois anos atrás presente em álbuns do whatsapp. Coincidência, amigos? Acho que nessa hora eu já estava convicto de que era um grande corno.
Prints de conversas antigas – ela mandando em visualização única dizendo “Pra você não esquecer kk”, ele respondendo com foto do pau – provavelmente já que na mensagem dele era algo como “Olha o que você faz comigo.” Ela devolvendo: “Delícia..”.
Mais prints: conversas quentes, planos de viagens “profissionais” que eram só desculpa pra transar, descrições de como ele metia nela, gozava dentro. Mas no WhatsApp atual, nada de mais. Conversa com o Carlos: só memes, piadas de amigos, planos de churrasco em grupo. Nada suspeito agora, como se fosse passado enterrado.
A raiva subiu mais quente, misturada com uma tristeza que apertava o peito. Saí do quarto devagar, deixando ela dormindo pesada. Na sala, Gabriele ainda tava lá, luz baixa do abajur, bebendo sozinha o resto do vinho direto da garrafa. Ela me viu chegando, olhos nervosos e curiosos.
“O que foi? Tá tudo bem?” Sentei do lado dela no sofá, voz baixa. “Descobri tudo. Vasculhei o celular dela. Nudes, prints de conversas antigas, foto do... pau do Carlos, eu acho… tudo lá, confirmando o que você disse.”
Ela congelou, copo parado na mão. “Porra, Diego.. Você vai confrontar ela?”
“Agora? Tô destruído pra caralho.” Ela tocou meu braço de leve, voz sussurrada, os dedos quentes na minha pele como um consolo inesperado. “Eu ouvi vocês dois. Os gemidos dela… tava alto pra caralho, ecoando na casa toda. Tive medo que você fizesse alguma merda. Você tava com tanta raiva… e só eu sabia o porquê, porra.”
Olhei pra ela e nos encaramos por um tempo longo, o abajur jogando sombras suaves no rosto dela, destacando os lábios cheios e os olhos que pareciam me puxar pra dentro. De alguma forma eu a via como uma pessoa muito doce naquele momento — vulnerável, quase inocente, apesar de toda a bagunça. Não sei se era o álcool nublando minha cabeça, se era a carência apertando o peito depois da traição da Alice. Mas sei que eu queria ela mais que tudo naquele momento, como se ela fosse o único porto seguro nessa tempestade de merda. E acho que ela queria o mesmo, porque o olhar dela se suavizou, carregado de um desejo quieto e profundo.
Ela mordeu o lábio inferior devagar, olhos brilhando no escuro como estrelas proibidas. “Deixa eu te ajudar… de novo. Deixa eu te mostrar que você não tá sozinho nisso.” Puxei ela pro meu colo sem pensar duas vezes, as mãos firmes na cintura fina, sentindo o calor do corpo dela contra o meu. Ela montou em mim no sofá, saia levantada com urgência, calcinha afastada com pressa, o tecido úmido roçando na minha pele. Entrou devagar no começo, gemendo baixo pra não acordar a irmã, os quadris se movendo em um ritmo lento e torturante.
“Isso, Diego. Eu tô aqui pra você… só pra você.” Comecei a mover os quadris, mãos na cintura fina dela, puxando forte, mas com uma ternura misturada à bruteza, como se quisesse possuir e proteger ao mesmo tempo.
Ela subiu e desceu no ritmo acelerado, peitos balançando sob a regata fina, o suor começando a brilhar na pele dela como gotas de orvalho. “Você fode tão bem… melhor que o Carlos, se quer saber.” Ria safada, provocando de propósito, mas com um tom carinhoso, como se cada palavra fosse um beijo disfarçado.
“Me enche, vai… goza dentro da sua cunhada enquanto a vadia dorme. Eu sempre tive uma leve vontade de te ter assim, desde a primeira vez que te vi.” Apertei a bunda dela forte, dedos afundando na carne macia, sentindo ela tremer de prazer. “Sua vadia… vocês duas.” Ela acelerou mais, mãos nos meus ombros, unhas cravando levemente, os gemidos virando sussurros apaixonados. “Sim… me faz tua, Diego. Me fode com força.”
Virei ela de repente, colocando-a de quatro no sofá, o corpinho pequeno empinado pra mim, a saia amassada na cintura. O ar tava carregado de um tesão romântico e brutal, como se cada toque fosse uma declaração e uma punição ao mesmo tempo. Entrei nela de novo, devagar no começo, sentindo ela se abrir pra mim, sua buceta me apertando como um abraço quente. “Você é linda assim..” Ela arqueou as costas, gemendo baixinho, os cabelos caindo como uma cascata castanha. Enfiei um dedo no cuzinho dela devagar, lubrificado pelo suor e pelo tesão, sentindo a resistência inicial. Ela reclamou rouca, corpo tenso:
“Ai, Diego… devagar aí, tá doendo um pouco…” Dei um tapa firme na cara dela, não forte demais, mas o suficiente pra calar a reclamação e acender o fogo nos olhos dela. “Cala a boca e sente, sua putinha. Você vai adorar isso por bem ou por mal.” Ela sorriu safada, olhos semicerrados, empinando mais: “Tá bom… mas cuidado.”
Discretamente, peguei o celular do bolso da calça no chão, liguei a câmera sem ela perceber. Gravei uns segundos daquilo — eu metendo fundo, o corpo dela se movendo em ondas sensuais, os gemidos abafados misturados com sussurros de “isso... delícia de homem..” que escapavam dela. Parei antes que ela notasse, guardando o vídeo como um segredo sujo e romântico, algo que me faria lembrar da loucura e da conexão. Acelerei o ritmo, mãos nos quadris, o tapa ecoando de novo na bunda, misturando dor e prazer em uma dança brutal e apaixonada.
As palavras sujas me levaram ao limite, gasolina no fogo da raiva e do tesão. Gozei fundo dentro dela, forte, enchendo tudo enquanto ela gozava junto, gemendo alto demais pro risco: “Porra… me encheu toda, Diego!” Caímos ofegantes no sofá, suor grudando as roupas, corpos entrelaçados. Mas não acabou aí. Levantei ela nos braços, carregando pro banheiro como se fosse uma noiva proibida, o coração batendo forte de um misto de fúria e afeto. Liguei o chuveiro, a água quente caindo como uma chuva purificadora, lavando o suor e o pecado.
Debaixo da água, encostei ela na parede fria, beijando o pescoço molhado, as mãos explorando o corpo dela com uma urgência romântica. Entrei nela de novo, devagar dessa vez, os corpos escorregadios se movendo em um ritmo lento e profundo, como se o mundo lá fora não existisse. “Você é minha agora… só minha.” Ela gemeu contra a minha boca, pernas enroscadas na minha cintura, a água escorrendo pelos rostos. “Sim… me fode devagar, amor… me faz esquecer tudo.” Meti com uma bruteza controlada, mordendo o ombro dela, sentindo ela tremer de prazer, os gemidos ecoando no azulejo como uma sinfonia proibida.
Depois, saímos do chuveiro, nos secamos devagar, trocando olhares cheios de cumplicidade e confusão. Sentamos na cama do quarto de hóspedes, ainda nus, nos beijando suave, línguas dançando com uma ternura que contrastava com a selvageria de antes. “Gabriele… tô pensando no que fazer com tudo isso. A Alice, o Carlos… é uma bagunça do caralho. Mas uma coisa eu sei: quero que você termine com o Lucas. Ele não te merece, e eu não quero te dividir. Não quero ver você falando com o Carlos nunca mais.” Ela assentiu, olhos marejados, beijando meu peito. “Tudo bem, Diego.. Pelo que a gente tem aqui… isso é real. Mas e a Alice? O que você vai fazer?” Suspirei, puxando ela pro meu colo de novo, só pra sentir o calor. “Ainda não sei. Mas com você do meu lado, talvez eu consiga encarar essa merda toda.” Nos beijamos mais uma vez, longo e profundo, como se o futuro fosse incerto, mas o momento fosse eterno.
A próxima parte será o desfecho final desse conto.