Sempre fui um sujeito fixado em mulheres casadas. Mais ainda quando comi uma na frente do marido dela. Foi tão trilegal que nem acreditei ter acontecido. Desde então, passei a campear casais liberais. Quase sempre não dá em nada, porém, nas poucas vezes que fui bem sucedido, foi realmente demais!
Por outro lado, ter comido mulher de outros e ver o tesão que os maridos sentiam em ver sua esposa gozando na minha rola, fez mudar conceitos em mim. Me abrindo a cabeça para aceitar que nossa parceira poderia ser compartilhada com outros machos. Que com camisinha, não haveria nada demais.
Há pouco mantive contato com um casal liberal. Trocamos mensagens e nos mostramos na cam. Eles casados há cinco anos. Na faixa dos trinta e pouco, proprietários de um pequeno comercio. O marido tem uma tara de chupar a buceta da esposa com a porra de outro.
Só aceitavam parceiro seguro e perguntaram se eu podia fazer um teste de HIV. Que era para foder no pelo mesmo! Ela tomava pílulas e gravidez não era problema. Como bom comedor, fiz o teste e enviei o resultado negativo para eles. O marido sempre elogiando meu pau, o que era meio esquisito.
Com o tempo ele abriu o jogo. Disse que eles tinha lido meu conto ¨Ela gosta de anal, mas, o marido não come¨ e visto vídeo. Ele queria filmar ela dando pra outro, mas, o comedor fixo dela recusou por ser casado e a mulher não saber das escapadas dele. Perguntou se eu aceitaria e acabei topando com a condição de que iria publicar também na plataforma da video island.
Chasque feito, nos encontramos na praça de alimentação do shopping. A mulher era gostosinha, castanha clara quase loira. Parecia bem à vontade, demonstrando ser acostumada com a vida liberal. Conversamos como velhos amigos. O cara parecia bem entusiasmado com a ideia de filmar sua prenda levando rola de outro. Dali fomos para casa deles.
Enquanto ficamos na sala, ela foi tomar uma ducha. Apareceu só com uma camisola curta e disse que a água estava ótima, sugerindo para eu e o marido irmos tirar o melado do corpo. O calor estava mesmo castigando. O marido foi primeiro e voltou só com a toalha enrolada no quadril.
A esposa trouxe uma toalha para mim. Tomei a ducha lavando bem o precioso e quando sai, ela me convidou para ir ao quarto. O marido sentando num banquinho. Ela sem cerimônia me abraçou e ofereceu os lábios para um beijo. O que começou num selinho tímido, logo acabou num beijo molhado e libidinoso.
Ela pegou no meu pau que nessa hora estava a ponto de estourar de tesão. O momento delicioso que antecede a chance de comer a mulher de outro. Falou pro marido que era grosso, se abaixou e beijou a glande. Depois, abocanhou meu pau iniciando um boquete safado, olhando para mim de baixo para cima.
A sensação foi demais, a ponto de fazer com que eu cerrasse as pálpebras. Minha pica até latejou dentro daquela boquinha. Olhei para o esposo que mexia no pau endurecido. Quem já participou de um menage sabe como é a sensação. A ansiedade de viver esses momentos.
Ela foi para a cama e deitou na beirada com as pernas abertas. Ao ver aqueles lábios escuros que emolduravam sua vulva, foi minha vez de cair de boca iniciando um oral entusiasmado. Beijava, chupava, lambia, enfiava a língua e sugava a xoxota suculenta. Ele pegou o celular e se aproximou.
Falou para ela ficar de quatro onde poderia registrar a penetração. Ela se acomodou na beirada da cama e eu me aproximei com o caralho em riste. Ele em cima da cama tentando pegar todos detalhes. Pincelei a vara e tentei meter. Comecei a colocar despacito e deu para sentir que ela era bem apertadinha, o pau entrando forçado.
Segurei na bunda redonda carcando firme. Minha rola foi sumindo dentro das carnes dela, o marido inclinado pra frente filmando sem parar. Até que vencida a resistência inicial, o pau escorregou entrando fundo. Ela virou o rosto olhando a cara do corno enquanto expressava o prazer que sentia.
Quando passei a meter mais rápido e forte, ela passou a gemer soltando gemidos abafados, as vezes gritando:
- Aaaaai, aaaaaai....
Que mulher gostosa, tchê! Da minha boca fechada escapava sons roucos de macho possuindo uma fêmea entregue. Seus gritos ao ritmo das minhas socadas chamou atenção do marido que preocupado, perguntou alguma coisa pra ela. Não entendi direito, muito menos o que ela falou.
Senti que o gozo estava vindo e para segurar, passei a pensar em futebol, no meu Colorado que quase foi rebaixado no brasileirão e só se salvou por milagre na ultima rodada. Ainda bem que ela teve seu orgasmo. Percebi quando ela retesou todo o corpo e depois, caiu amolecida ficando em silêncio, meio desfalecida.
Mais aliviado, concentrei na foda e logo gozei dando uma estocada funda. Fiquei assim engatado enquanto meu pau pulsava dentro da buceta dela, soltando jatos de porra. Enfraquecido, me espraiaiei sobre ela curtindo aquele momento sublime. Meio refeito, notei que o marido tinha parado de filmar e estava se masturbando.
Mal saí dela, para minha surpresa, o corno caiu de boca na xana melada, dando uma chupada sentindo o gosto da minha gala. Primeira vez que vi tal fetiche. Lamber a porra de outro usando a buceta da esposa como recipiente. Enfim, cada um com sua mania...
Ainda bem que agradei a parceira. Eles ficaram de me chamar novamente. Acho que vou virar o comedor fixo numero dois delaVÍDEO: Já aviso que o vídeo não ficou lá aquelas coisas. Isto porque é amador e caseiro. Mas quem quiser ver, é só deixar e-mail no comentário que a Island envia.
