Ei, gente, é a Tainá de novo aqui, com mais uma confissão daquelas que eu nunca imaginei que ia contar pra ninguém, muito menos pra um monte de estranhos na internet. Mas depois de contar sobre o Rafael, aquele diretor safado que me pagou pra sair com ele e acabou virando uma loucura de fim de semana inteiro, eu tô me sentindo mais solta pra desabafar. Lembram que no final eu mencionei que isso virou um vício, tipo, pela aventura? Pois é, aconteceu mais duas vezes, e uma delas foi com um cara que ninguém ia imaginar: um pedreiro da obra que eu tava supervisionando. Sim, um pedreiro! Folgado pra caralho inclusive. Vou contar tudo com detalhes, porque foi uma das experiências mais intensas e sujas que eu já vivi.
Pra contextualizar, isso aconteceu uns meses depois da trepada com o Rafael. Eu tava no auge da carreira, tipo, plena na firma, lidando com projetos grandes. Um deles era a reforma de um prédio antigo no centro de São Paulo, daqueles casarões velhos que viram apartamentos modernos. Eu era a arquiteta responsável pela supervisão da obra, ia lá toda semana pra checar o andamento, discutir com o engenheiro, cobrar os prazos. A obra era uma bagunça: atrasos constantes, material faltando, e os pedreiros fazendo corpo mole o tempo todo. Eles chegavam atrasados, almoçavam por horas, e no final do dia deixavam tudo pela metade. Eu ficava puta da vida, porque o cliente era daqueles ricos impacientes, e se atrasasse mais, ia sobrar pro meu lado.
O pior de todos era o Carlinhos. Um cara de uns 35 anos, moreno escuro, forte pra caralho – daqueles que trabalham sem camisa o dia todo, suados, músculos definidos de carregar saco de cimento e bater massa. Ele era o líder informal da turma, o mais folgado, sempre com um cigarro no canto da boca, rindo alto pros outros. Mas o problema mesmo era comigo: ele não admitia prestar contas pra mim. "Mulherzinha nova mandando em homem feito? Ah, vai tomar no cu", era o que ele murmurava pros colegas quando eu chegava. Eu ouvia tudo, fingia que não, mas aquilo me corroía.
Ele era machista pra porra, me provocava o tempo inteiro porque eu sou branca, loirinha. Pra ele, eu era "a branquinha metida que acha que sabe tudo". E pior: ele me provocava descaradamente, tipo, "Ei, gata, quando você vai me mostrar como se usa essa régua direito?" ou "Tá calor hoje, hein? Tira essa blusa que eu ajudo a refrescar". Eu cortava na hora, falava "Respeito, Carlinhos, tá pensando que é quem?", mas ele ria e continuava.
A obra tava um caos por causa dele. Ele sabotava de leve: deixava paredes tortas de propósito, demorava pra rebocar, e os outros seguiam o exemplo. Eu discutia com o engenheiro, que era um bundão e não peitava os caras. "Eles respeitam mais homem", ele dizia. Eu ficava furiosa, mas sozinha não dava conta. Os meus supervisores começaram a cobrar, afinal todos os pequenos prazos e as pequenas metas estavam saindo do prazo. Uma das diretoras de lá até chegou para mim e perguntou "Tainá, você acha que dá conta? Porque eu entendo que é um novo desafio para você..." Eu tinha sido promovida recentemente e essa chamada era basicamente ela me dizendo "talvez tenha sido um erro te promover agora, você não tá pronta". Mas eu não ia abaixar a cabeça, respondi que ia dar um jeito e que o prazo mais importante de todos, que era a entrega final mesmo, ia ser entregue como combinado!
Então um dia, numa quinta-feira chuvosa, eu cheguei na obra bem cedo, tipo 8h, pra pegar eles no pulo. A maioria ainda não tinha chegado, só o Carlinhos e mais dois, trabalhando devagar no segundo andar. Eu subi a escada improvisada, vestida como sempre: calça jeans branca justa (porque é prático na obra), blusa soltinha, tênis, capacete na cabeça. Ele me viu chegando e já soltou: "Olha só a patroa aí! Veio cedo pra me ver, né, branquinha?".
Eu ignorei e fui direto: "Carlos, a parede do banheiro tá uma merda, torta pra caralho. Refaz agora, senão eu chamo o chefe de vocês e mando demitir, chega de palhaçada". Ele parou o que tava fazendo, jogou a colher de pedreiro no chão e veio na minha direção cheirando a cigarro e poeira. Os outros dois saíram de fininho, tipo "vou pegar material lá embaixo". Ficamos sozinhos no andar vazio, só com pilhas de tijolos, baldes e ferramentas espalhadas. Ele se aproximou, alto pra caralho (uns 1,88m), me encurralando contra uma parede inacabada. "Ah é? Você manda em mim agora, é? Mulherzinha metida... acha que pode vir aqui e dar ordem? Eu que mando nessa porra de obra, entendeu?"
"Manda porra nenhuma! Se essa obra não andar eu é que vou ficar sem emprego, então antes você do que eu!"
O Carlinhos tava com uma camisa bem usada e apesar de que ele ainda nem tinha começado o serviço direito, já tava bem suado. Ele olhou na minha cara, se virou e tirou a camisa. Nessa hora não pude deixar de olhar para seu torso negro. Os peitos eram bem grandes e ele tinha um corpo HIPER definido, de fato nunca tinha ficado com alguém como ele, nem negro, nem fortão, nem altão como ele, esse era o pensamento que vinha até mim naquele momento.
Ele percebeu que eu tava olhando "Branquinha. Se você quer que eu faça direito, vai ter que me dar um incentivo, gata. Senão, a obra para de vez".
Meu coração acelerou, mas não era só medo – tinha um tesão misturado, porque ele era gato de um jeito bruto, com barba por fazer, olhos pretos intensos.
"Que incentivo, Carlinhos? Dinheiro? Eu não vou subornar você", eu disse, tentando ser firme, mas a voz tremia. Ele riu e se aproximou de mim "Dinheiro? Nah, branquinha. Eu quero você. Quero foder essa bucetinha apertada que você esconde nessa calça. Faz tempo que tô de pau duro por você. Me dá isso, e eu entrego a obra no prazo, direitinho, sem frescura. Senão... boa sorte pra achar outro pedreiro que aguente sua chatice".
Eu gelei, mas o corpo traía: sentia a calcinha úmida, os mamilos endurecendo. Pensei no prazo apertado, no cliente puto, no meu emprego em risco. E na aventura – puta merda, era loucura, mas excitante. "Você tá louco? Eu namoro, Carlinhos. E isso é assédio".
Ele sorriu safado, mão na minha cintura, apertando. "Namora? Tenho certeza que ele não te fode direito, né? Eu sei, gata. Se não você não vinha aqui me encher tanto o saco. Mulher bem comida é outra coisa." Eu fiquei olhando para o corpo dele e depois para o rosto dele, ele avançou e eu recuei devagar. "Carlinhos, isso tá errado, você precisa me respeitar..." Ele continuou avançando e eu andando para trás.
"Você não disse que pode perder o emprego?" e eu assenti com a cabeça "Pois é, não quer manter o emprego? Não faria qualquer coisa?Vamos, só uma rapidinha aqui na obra. Ninguém vai vê". Ele me prensou de vez, não tinha mais para onde eu andar para trás, ele colocou a boca no meu pescoço, lambendo suado, mão descendo pro zíper da minha calça. Eu empurrei fraco, mas cedi: "Calma Carlinhos." Nessa hora ele pegou na minha bunda com as duas mãos fazendo eu levantar levemente do chão. "Tá bom... mas só pra você parar de frescura e entregar a obra. Mas ninguém pode saber. E depois de hoje não quero nunca mais ver corpo mole e tu vai me respeitar".
Ele não perdeu tempo. "Depois que eu te der um trato, quem vai me respeitar é você!" eu segurei seu boca "Eu tô falando sério, preciso da sua palavra que você vai entregar tudo no prazo". Nisso ele abriu o botão da minha caixa e disse "Temos um trato!" e puxou com tanta força a calça para baixo que parecia que ia rasgar. Nisso ele deixou minha calcinha exposta. Eu tive que tirar o tênis que tava usando para conseguir tirar o resto da minha calça e fiquei de meia só, porque não deu tempo de tirar, porque do mesmo jeito que ele puxou a calça ele puxou a minha calcinha logo em seguida. Não deu outra, ele simplesmente rasgou a minha calcinha em duas deixando minha bucetinha exposta, depiladinha, já molhada pra caralho. "Porra, olha isso..." Carlinhos olhou para mim e disse "Falei branquinha, hoje você vai ser comida por um homem de verdade.
Eu corei, mas gemi quando ele enfiou dois dedos grossos lá dentro, sem cerimônia, esticando as paredes, bombando rápido. "Tá encharcada, hein? Gosta de pedreiro folgado, é? Vou te foder até você não aguentar mais". Ele abriu o zíper dele, e puta que pariu, o pau saltou pra fora: enorme, uns 24cm fácil, grosso como uma lata de cerveja, veias saltadas, cabeça vermelha inchada, babando pré-gozo. "Olha o que você fez, branquinha. Agora aguenta".
Ele nem chegou a tirar a minha camisa, ele realmente só queria me FODER, bem essa palavra mesmo, ele queria meter o pau enorme dele, até eu não aguentar mais, satisfazer ele e foda-se.
Ele me virou de costas, empinando minha bunda contra a parede áspera "E a camisinha, Carlinhos!?" Ele soltou uma risada e disse "Aqui vai ser no pelo" pincelou seu pau na entrada e depois meteu de uma vez, sem aviso. "Aaaah, porra!", eu gritei, sentindo aquela rola grossa me rasgando, enchendo tudo, batendo no fundo da buceta. Ele riu: "Grita mesmo, safada. Toma pau de verdade". Começou a bombar forte, mãos nas minhas nádegas, abrindo, estocadas profundas, o saco batendo na minha bunda a cada socada. "Que bucetinha apertada, caralho! Aperta mais, vai, leiteia esse pau". Eu me apoiei na parede, pernas tremendo, gemendo alto: "Quero ver Carlinhos, se você é tudo isso mesmo. Mais forte... fode essa branca!". Ele acelerou, uma mão no meu cabelo, puxando como rédea, a outra no meu clitóris, esfregando rápido. "Você vai gozar no meu pau! Goza, porra, aperta essa rola grossa, tenho certeza que você nunca viu nada parecido". E então ele começou a meter a língua dele na minha orelha e ficou alternando entre meu pescoço e minha orelha.
Eu gozei primeiro, convulsionando, a buceta piscando em volta dele, jorrando molho. Ele não parou: "Boa menina... agora é minha vez". Virou-me de frente, ergueu uma perna minha no ombro dele, e meteu de novo, missionário em pé, olhos nos meus "Você é flexível hein branquinha, quero ver se vai aguentar até o final!"
Depois ele se soltou de mim e falou para eu me ajoelhar, mas o chão ainda nem tinha revestimento, tava todo sujo e sabia que ia machucar minha pele "No chão não dá Carlinhos, tá todo sujo" e então ele pegou minha cara e apertou um pouco "Foda-se, hoje você vai fazer tudo o que eu quero. Vou te comer como e onde eu quero, ajoelha!"
Nisso eu fiquei de joelho. Ele colocou o pau na minha cara e eu comecei a chupar. Ou tentei chupar. Porque realmente era tão grande que na boca quase não cabia. Ele empurrava até que devagar, mas lembro de esticar bem a minha boca para tentar aguentar aquilo tudo.
De vez em quando ele tirava da minha boca e esfregava o pau na minha cara inteira, batia no meu rosto, e depois voltava a enfiar na minha boca.
Até que ele me jogou de lado, me fazendo deitar naquele chão todo sujo.
Aí ele entrou e começou a bombear sua rola dentro de mim. Eu lembro que nessa hora eu tentava ao máximo deixar minhas pernas bem abertas para conseguir deixar o caminho livre para ele entrar e sair de minha, mas doía bastante nessa posição, não só pelo tamanho da rola dele, mas pelo chão que tava com aquelas pedrinhas bem pequenas, sabe?
Eu levantava meu rosto de vez em quando, só para ver o pau dele entrando e saindo de mim, e olhava para o rosto dele tentando entender se ele já estava perto de gozar ou não. Nessa hora até cheguei a pensar em Lucas, meu namorado, e tentei lembrar de alguma vez que fui comida daquele jeito por ele, e claro que não consegui lembrar.
Carlinhos já tava grunhindo alto como um animal, e não parava de empurrar sua rola com força.
Cada bombada dele me provocava um suspiro "Você..Ooh...está...Ooh..indo... bem fundo."
E em vez de apenas alguns minutos, que é o que meu namorado normalmente levaria, Carlinhos não parava. PUTA QUE PARIU, eu não aguentava mais.
Ele levantou seu tronco, sem parar de meter, segurou minhas pernas para o alto, vendo que ainda tava de meia ele arrancou e jogou longe.
Nessa hora ele cruzou as minhas duas pernas e continuou metendo, pelo ângulo que ele colocou minhas pernas, meio cruzadas, parece que deixou minha buceta ainda mais fechadinha, o que fez o pau dele parecer ainda maior e puta merda, tava me arrombando. Esse é o termo, ele estava ARREGAÇANDO minha buceta, literalmente. A minha expressão nessa hora era de espanto, porque ele não parava, acho que ele tava descontando meses de raiva, de tantas chamadas de atenção, em mim... ou melhor, na minha buceta.
Dentro de mais alguns minutos ele começou a gemer diferente "Olha pra mim enquanto eu te encho, safada". Bombadas curtas e rápidas, o pau pulsando, veias latejando dentro de mim. "Toma leitinho quente, branquinha... aaaah!". E em pouco tempo ele empurrou seu pau todo para dentro e ejaculou todo seu esperma quente em espasmos longos e altos.
Ficamos jogados no chão sujo da obra, ofegantes e suados. Eu nunca tinha deixado outro homem além de Lucas gozar dentro de mim, pensei que Rafael era a exceção, mas Carlinhos nem avisou e nem nada, tacou o foda-se e gozou tudo dentro de mim.
Ele me olhou com aquele sorriso de macho satisfeito e disse: “Agora vai embora, branquinha. Amanhã você volta pra cobrar o serviço, e eu cobro o meu”. Eu busquei os pedaços da minha calcinha que estavam espalhados, vi que meu corpo tava todo machudado e arranhado pelas pedras do chão. Peguei e vesti a minha calça branca que tava toda suja, tentei achar as minhas meias, mas acabei perdendo um par, então vesti meu tênis sem a meia mesmo.
Ajeitei o cabelo bagunçado, coloquei o capacete de volta e desci as escadas como se nada tivesse acontecido.
Lá embaixo, os outros pedreiros tavam todos olhando torto. Uns três ou quatro pararam o que tavam fazendo, me encarando de cima a baixo – sabiam que algo tinha rolado, dava pra ver na cara deles.
Eu passei reto, coração na boca, fingindo que tava tudo normal. Entrei no carro, dirigi pra casa com a buceta latejando, sentindo o molho dele misturado com o meu escorrendo na calcinha. Cheguei em casa, tomei banho demorado, e fiquei pensando: “caralho, eu fiz isso mesmo”. Mas no dia seguinte, a obra já tava mais adiantada. O Carlinhos cumpriu a palavra.
Uns dias depois, eu voltei pra obra numa terça-feira à tarde. Dessa vez, me arrumei diferente: saia preta um pouco mais curta do que o normal (chegava no meio da coxa), blusa branca justa que marcava os peitinhos pequenos, bota porque era obra, não queria ele destruindo mais roupas minhas, então procurei usar algo que permitiria um acesso mais fácil, pois sabia que ele ia cobrar. Cheguei lá por volta das 16h, o sol ainda quente, os caras suando pra caralho. Fui direto cobrar o progresso: “Carlinhos, a laje do terceiro andar tá atrasada. Quero ver isso andando hoje ainda”.
Ele largou a colher de pedreiro, limpou o suor da testa com o antebraço e veio na minha direção com aquele olhar de predador. “Tá cobrando mesmo, patroa? Então vem comigo que eu te mostro como eu tô trabalhando direitinho”. Me puxou pelo braço pro banheiro improvisado da obra – uma salinha apertada com azulejo quebrado, um chuveiro simples de cano exposto, um banco de madeira e um espelho rachado. Trancou a porta com um cadeado velho, mas a porta não ficava toda fechada, uma fresta expunha tudo que ia rolar alí dentro.
Mal fechou, ele já me prensou na parede fria e úmida: “Tira essa saia, branquinha. Quero ver essa bucetinha de novo”. Eu obedeci, coração disparado. Levantei a saia, abaixei a calcinha preta rendada até os tornozelos. Ele abriu a calça, o pau já duro, grosso, pulsando. “De joelho, puta. Chupa esse pau suado do dia inteiro”. Eu ajoelhei no chão sujo, boca na rola dele. Cheirava a homem, suor, cimento e tesão. Lambi da base até a cabeça, engoli devagar, sentindo as veias grossas na língua. “Isso, engole tudo, patricinha. Boquete de elite pra pedreiro folgado… delícia”. Ele segurou meu cabelo, fodeu minha boca devagar no começo, depois mais fundo, até eu engasgar, baba escorrendo pelo queixo. “Isso, engasga nessa rola, vai. Tá gostando, né, safada?”.
Endureceu ainda mais na minha boca. Aí ele me levantou, me virou de costas, empinou minha bunda contra a pia quebrada. “Abre as pernas, branquinha”. Meti os dedos na minha buceta primeiro, dois grossos, bombando rápido, me deixando molhada pra caralho. “Tá pingando, porra. Quer essa rola grossa de novo, né?”. Ele meteu de uma vez, em pé, socando forte, o corpo suado colado no meu. “Toma, sua puta branca… me sente te arrombando”. Eu gemia alto, tentando abafar na mão: “Fode mais, seu safado… me enche de novo!”. Ele acelerou, uma mão no meu clitóris esfregando, a outra apertando meu peito por cima da blusa. Gozei tremendo, buceta apertando ele, e ele veio logo depois, jorrando porra quente lá dentro, gemendo rouco no meu ouvido: “Boa menina… agora se manda para eu poder trabalhar”. Me deu um tapão na bunda enquanto me arrumava.
Ele abriu a porta com cadeado antes mesmo de eu ficar completamente arrumada e se mandou.
Saí dali com as pernas bambas, a saia amassada. Os outros pedreiros nem olharam dessa vez – acho que já sabiam que a “patroa” tava sendo bem atendida.
Quando cheguei no carro, vi que tinha porra escorrendo na minha perna, não tinha percebido, limpei na mão e no banco do carro mesmo e meti marcha. Ironicamente, tinha um encontro com Lucas mais tarde.
Na sexta seguinte, quase uma semana depois. Eu cheguei na obra no fim da tarde, quando a maioria já tava indo embora. Só restavam uns dois ajudantes e o Carlinhos, terminando uns detalhes. Eu tava nervosa pra caralho, porque sabia que ele ia querer mais.
Dessa vez, vesti uma calça legging preta bem justa, que marcava a bundinha empinadinha, e uma blusinha cropped branca que mostrava um pedacinho da barriga. Ele me viu chegando e já sorriu safado.
“Veio cobrar o resto, branquinha? Hoje é dia especial”. Me levou de novo pro banheiro improvisado, mas dessa vez ligou o chuveiro frio de propósito. “Tira tudo, quero te ver pelada debaixo d’água”. Tirei a roupa devagar, ficando completamente nua, água caindo no meu corpo, arrepiando a pele. Ele tirou a calça, o pau já duro, imenso, brilhando. “De joelho primeiro, limpa ele”. Ajoelhei na água, chupei devagar, lambendo cada veia, engolindo até a garganta. Ele gemeu: “Porra, que boca gostosa… mas hoje eu quero o resto”.
Me pegou no colo e começou a me comer no ar, eu tinha as pernas envoltas na cintura dele, água escorrendo pelos nossos corpos. Tava com bastante tesão nessa hora.
Depois ele me colocou no chão e disso “Agora no cuzinho, hein? Quero tudo de você”. Eu protestei fraco: “Carlos, é virgem aí, nem fudendo”. Ele riu baixo: “Melhor ainda. Relaxa, safada. Vou te abrir direitinho”. Cuspiu na mão, esfregou na cabeça grossa da rola, depois no meu anelzinho apertado. Posicionou e forçou devagar, centímetro por centímetro. Doeu pra caralho no começo, eu mordi o ombro dele, gemendo: “Ai, devagar… tá rasgando!”. Ele foi paciente, parando pra eu me acostumar, beijando meu pescoço. “Isso, abre pro pau do teu pedreiro… relaxa essa bundinha branca”.
Quando entrou todo, eu soltei um gemido longo, mistura de dor e prazer. Ele começou a bombar devagar, saindo quase todo e voltando fundo, água escorrendo, o pau grosso esticando meu cu ao limite. “Porra, que cuzinho apertado! Aperta mais, vai, branquinha”. Acelerei aos poucos, socadas mais fortes, uma mão na minha buceta, dois dedos enfiados, dedando rápido enquanto metia no cu. “Toma rola no rabo, sua puta… goza assim, vai!”. O sentimento era novo, não sabia se ia conseguir gozar, então comecei a esfregar meus dedos na buceta, em poucos minutos gozei, tremendo toda, o corpo convulsionando, o cu piscando em volta dele. Ele acelerou mais, grunhindo: “Agora toma leitinho quente no cu… aaaah, caralho!”. Gozou forte, enchendo meu cuzinho de porra quente, pulsando dentro de mim até escorrer misturado com a água.
Foi bruto, sujo, errado… mas foi uma das melhores aventuras da minha vida.
Saímos dali exaustos, eu me vesti tremendo, pernas fracas. "Agora você entrega a obra no prazo, hein?", eu disse. Ele sorriu: "Pode deixar, patroa".
Toda visita à obra, ele me encurralava em algum canto, me fodia bruto, com palavras sujas, me chamando de puta branca, safada metida. Eu cedia tudo – boquete no almoxarifado, trepada no andaime vazio, até anal no carro dele no estacionamento. A obra andou, entreguei no prazo, mas o vício ficou.
Se quiserem a outra história, com o parente do Lucas, que foi outra loucura, comentem aí. Beijos, Tainá.