A coincidência da vizinha

Um conto erótico de Moreno Selvagem Slz
Categoria: Heterossexual
Contém 2644 palavras
Data: 11/01/2026 09:08:51
Última revisão: 11/01/2026 09:12:40

Apresentação: Sou moreno, 29 anos, 1,70 m de altura, corpo normal (fortinho), dote médio e que sei usar bem (rsrs). Dizem que tenho um beijo que excita, uma pegada forte, um oral irresistível e outras coisinhas a mais.

Desde cedo, na adolescência, tive contato com contos eróticos através desse site. Dessa forma que descobri várias fantasias, situações excitantes, fetiches e como usar as palavras para excitar. Mais de 15 anos depois, hoje tenho muitas histórias dignas de se tornarem contos eróticos e atiçar novos leitores a despertarem suas fantasias. Também tenho um Instagram que uso para mostrar um pouco mais desse meu lado e para divulgar meus contos e confissões de seguidores, se quiserem entrar em contado basta pesquisar por @moreno_selvagemslz.

Apresentação feita, esse será o primeiro conto que posto aqui. Lembrando que todos os textos de autoria própria são histórias reais, por mais surreais que algumas possam parecer. A que vou contar ocorreu no começo de 2025 e foi a última aventura que vivi, iniciada através do perfil do Instagram – e definitivamente foi uma das coincidências mais gostosas que já tive.

Sempre gostei de contos/confissões e sigo perfis que postam esse conteúdo. Um desses possuía um grupo no Telegram para postar as histórias mais explícitas. De vez em quando entrava para ler alguns contos novos e logo saía.

Em um belo dia, vi nos comentários de algum conto do grupo alguém que me chamou atenção. Fui ver o perfil de quem comentou e era a foto de uma morena de cabelos pretos. A chamarei de Verônica (nome fictício) e seu nick era algo como “Veksma”. Não sei se foi o comentário que realmente me chamou a atenção ou apenas minha curiosidade que me fez mandar mensagem.

Enviei: “Oi, tudo bem? Desculpa a curiosidade, mas esse ‘ma’ no seu nick é de Maranhão”

Para minha surpresa, fui respondido: “Não, sou de Teresina. Por quê?”

Respondi meio que sem graça que foi apenas curiosidade mesmo, que tinha visto o comentário dela no grupo e me interessei. Até então, poderia ser apenas um fake. Ela já não era da minha cidade, por isso não pretendia prolongar muito a conversa.

Porém, percebi que seja lá quem fosse a pessoa do outro lado estava se mostrando interessada em continuar a conversa. Naquele momento quis tirar a dúvida se ao menos era uma mulher. No mesmo dia, houve algumas trocas de áudios para confirmar, me apresentei por foto normal e ela também. Na foto, vi que era uma morena de cabelos longos, tinha bochechas rosadas e lábios grandes, tinha um semblante sério, mas dava para ver que era uma mulher bonita.

Tudo aquilo parecia improvável demais. Eu chamei uma desconhecida de uma forma aleatória e estava recebendo uma atenção que eu mesmo não esperava.

Pensei: “Só pode ser fake ou golpe”

No outro dia, já estava decidido que a conversa tinha se encerrado, até que ela mandou mensagem de “bom dia”. Tentei fingir que não estava surpreso com o interesse que ela estava demonstrando. Os assuntos eram de apresentação no geral, do tipo: “Trabalha com o que?”, “Gosta de fazer o quê?”, “Tipo de música que curte?” etc.

Isso seguiu durante alguns dias, ela sempre mandava a mensagem puxando assunto. Eu tentava entender o que queria e em alguns momentos, arriscava uma investida, mas sempre percebia que Verônica esquivava. Até que um dia estávamos conversando após eu voltar de uma festa e o álcool deu um empurrãozinho nas investidas.

Durante a conversa um pouco mais atrevida, eis que ela finalmente solta a primeira safadeza. Uma que me deixou boquiaberto.

Perguntei algo do tipo: “E me conta um pouco o que você curte?”

Ela respondeu: “Fala em que sentido? Na cama?”

Continuei: “Isso rs”

Ela disse: “Tenho vergonha de dizer”

Então falei: “Não precisa ter vergonha. Duvido muito que seja algo que eu não conheça. E não vou te julgar. Mas fala apenas se quiser”

Eis que ela responde: “Eu gosto de ser submissa. Que me bata no rosto e pise na minha cabeça”

Bom, depois de ler isso eu fiquei sem reação. Mas estava contente que ela se soltou, só não esperava que aquela morena que estava tão retraída ao tratar desses assuntos iria revelar logo seu maior fetiche.

Daí em diante as conversas continuaram, mas já falando sobre fantasias, trocando algumas experiências, provocações. Ela já começava a demonstrar que me achava atraente e que já tinha imaginado uma ou outra dessas safadezas comigo.

Porém, só havia um problema, ela tinha namorado. Algo que ela me revelou um pouco depois de falar do que curtia. Claro, sem contar o problema da distância, mas como viajo bastante para Teresina, seria questão de tempo até termos uma oportunidade de nos vermos pessoalmente.

Com as conversas cada vez mais quentes, um dia trocamos fotos e vídeos mais ousados, aí consegui ter uma visão melhor dela. Era uma morena de seios médios, coxas grossas, uma bunda farta, tinha por volta de 1,55 m e corpo “fortinho”. Lembro de ter comentado algo que era uma pena não sermos da mesma cidade, pois estava doido querendo ver ela pessoalmente.

Então, Verônica que não se cansava de me surpreender, decidiu fazer isso novamente.

Ela revelou: “Então... Eu sou do Maranhão também. Neguei quando me perguntou por receio. Você acertou sobre o ‘ma’, o que achei bem esperto”

Eu, ainda não acreditando, respondi: “Sério mesmo? Acertei meu palpite? Kkk e de qual cidade você é?”

Ela respondeu: “Sou de São Luís também”

Eu não conseguia acreditar naquilo tudo, achava que devia ser golpe. Antes ela era de outro estado e agora tínhamos uma chance de se ver na mesma semana e tornar aquelas fantasias realidade. Novamente, nossa conversa mudou de foco, agora o objetivo era realizar esse encontro.

Eu sabia que não podia deixar a vontade esfriar, ela mostrava cada vez mais querer ficar comigo, mas tinha receios demais. De que eu conhecesse o namorado dela, de ser alguém ruim, entre outros.

Rapidamente, busquei tranquilizá-la, combinei que nosso encontro seria numa cafeteria de escolha dela. Lá iríamos conversar melhor, veríamos se ainda rolaria química, se me acharia atraente pessoalmente e vice-versa. De lá, iríamos para o motel caso ainda quisesse.

Essa parte do início das conversas picantes até marcarmos o encontro ocorreu em uma semana, tamanha era a vontade que ambos sentíamos. Chegou o dia e me arrumei bem para causar uma boa impressão, ela chegou primeiro na cafeteria e logo depois cheguei também.

Confesso que ao ver Verônica na mesa, eu ri um pouco internamente. Ela tinha a postura de alguém que estava foragida, usava óculos de sol grande escondendo parte do rosto, calça jeans e uma blusa de tecido grosso. Mas a notícia boa é que era real, uma morena tão bonita quanto nas fotos e mesmo com a expressão de preocupação, eu não deixava de reparar nas bochechas rosadas e lábios carnudos.

Pedi apenas um cappuccino e fui tentar deixá-la mais relaxada. O papo ocorreu mais ou menos, sentia que ela ainda estava muito travada, imaginava ser o receio de ver alguém conhecido. Porém não a deixei perceber que eu estava começando a ficar preocupado também. Nessa hora, perguntei para ela como estava sua impressão com tudo aquilo.

Ela disse que achou lá muito exposto e que queria logo sair dali, perguntei por mensagem se devia pedir a conta para irmos ao motel e ela respondeu rapidamente que sim. Agora mais aliviado, finalizei meu cappuccino, pedi a conta e fomos em direção ao motel. No carro, eu coloquei minha mão na sua perna e apertava algumas vezes durante o caminho. Percebi que ela estava nervosa, mas não rejeitava minha aproximação.

Chegando lá, nos primeiros segundos que entramos no quarto, já percebi que ela nunca tinha ido a um motel, mesmo sendo apenas 3 anos mais nova. Vi como ela olhava ao redor como se fosse uma descoberta. Também perguntou se havia câmeras ou porta secreta, logicamente eu não era o único com receios.

Procurei mostrar que ela estava segura, enquanto me aproximava e começava a conhecê-la com minhas mãos. Logo tivemos o primeiro beijo, foi um beijo lento, com culpa e desejo misturados. Ela começou a se entregar ali, conforme o beijo ficava mais envolvente, sentia cair as barreiras e a timidez daquela morena.

Já estávamos na cama quando de repente um flash de culpa veio nela e ela parou o beijo, dizendo que tinha namorado, que ele iria descobrir. Então novamente mostrei para ela que estávamos sozinhos, que ninguém saberia além de nós dois. Enquanto ia beijando o seu pescoço e sentia ela cada vez mais se derreter em meus braços. Perguntei se não era isso que ela queria e dei um tapa em seu rosto, naquele momento vi sua expressão mudar. Não havia mais a namorada de ninguém ali, apenas uma morena prestes a ser uma putinha para outro homem.

Novamente deitada na cama, comecei a despi-la e ao retirar a calça tive uma visão daquelas polpas fartas e macias sendo libertas do jeans apertado. Sendo o safado que sou, não resisti e logo o som de um tapa forte ecoou pelo quarto. Tive que mostrar que estava adorando aquela visão e o tapa foi seguido do primeiro e longo gemido dela. Por um momento eu apenas apreciei o som de como a última barreira entre a gente tinha acabado de cair.

Lembrei que ela gostava disso, de levar tapas, de ser submissa, de ser tratada como uma safada e naquele momento ela deixou claro o quanto isso mexia com ela. Dali em diante ela estava em minhas mãos.

Beijei e dei tapas naquela raba, admirei e provei daquela buceta carnuda que tinha, tirei a blusa e sutiã liberando aqueles seios que enchiam a mão, vi que tinha os bicos grandes e de tom marrom mais escuro. Logo comecei a chupá-los fazendo ela gemer e se soltar cada vez mais.

Dei mais um beijo nela, enquanto explorava o corpo dela com minhas mãos e me posicionava entre suas pernas e eis que ela sussurra tão baixo que peço para ela repetir.

Pergunto: “O que você disse?”

Ela responde: “Quero pica!”

Eu respondo: “Me mostra o quanto quer”

Logo após falar isso, fiquei em pé na cama e disse para ela tirar minha calça e cueca. Ela veio fazer isso enquanto me olhava como se estivesse adorando ser mandada daquela forma. Não demorou muito para que eu sentisse aquela boca macia me chupando, fazia de uma forma carinhosa, chupava da cabeça até as bolas, tentava colocar todo na boca, mas não conseguia. Controlei um pouco o movimento para lembrá-la quem estava no comando, também batia com o pau naquelas bochechas rosadas e tentava fazê-la engolir o máximo que conseguia.

Naquele momento, quem já não estava mais aguentando de tesão era eu. Logo peguei a camisinha, coloquei-a de bruços e lentamente comecei a penetrá-la. Era tão apertada e quente, chegou a me surpreender visto que ela tinha namorado. Fodemos por alguns minutos nessa posição, até ela pedir entre os gemidos para mudarmos pois estava indo muito fundo. Novamente me perguntei se não era acostumada a fazer sexo mesmo namorando, algo que só fui entender o motivo depois quando se sentiu mais confortável em se confessar para mim.

Eu pedi para que ela viesse por cima, podendo assim admirar a visão pelo espelho do teto dela cavalgando em mim, nessa posição ela tinha o controle e aproveitava para me beijar e se entregar mais aos desejos carnais de ambos.

Passado um tempo, ela veio ao meu ouvido e pediu para ser comida de quatro. A safada realmente adorava ficar em posições em que podia ser dominada. Nesse momento, ao me posicionar percebi algo que tive que questionar logo. Meus dedos estavam tão ensopados que parecia que ela estava no período fértil, perguntei para ela e tive a confirmação. Não sei explicar, mas saber disso me deixou ainda mais safado.

Posicionei ela de frente para um espelho do quarto de motel e comecei a fodê-la com força, com direito a tapas na bunda, puxão no cabelo longo dela e xingando ela do que queria ouvir. Por um momento olhei para o espelho para ver a expressão dela e me deparei com ela me olhando de volta e admirando a cena de ser devorada com vontade por mim (depois descobri que esse foi o momento preferido dela).

Os gemidos dela se intensificaram, bem como as contrações de sua buceta. Eu sabia que ela estava gozando, mesmo sendo tímida demais para falar alto. Depois disso, dei um descanso para ambos e fui buscar algo para bebermos.

Pedi para ela me chupar mais um pouco, mas não sem antes pressionar ela na parede fazendo-a gemer ao sentir mais um tapa forte meu. Logo que estava no ponto novamente, coloquei outra camisinha e dessa vez fui por cima. Ela parecia gostar de cada metida mais forte, tapa, beijo, chupada. Lembro dela segurar ambas as pernas para ficar o mais aberta possível para me receber. Nessa posição estava tão gostoso que parecia que ela estava perdendo o controle, perto de fazer algo que achava ser proibido.

Então pediu para que eu parasse. Novamente a culpa bateu, de estar sentindo prazer com outro homem. Nesse momento ela me confessou que eu era o terceiro homem que ela já tinha ido para a cama na vida.

O primeiro foi quem viciou ela em ser submissa, o segundo era o atual que pelo que me dizia não fazia ela gozar e nem sabia fazer do jeito que ela gosta, porém estavam juntos há muito tempo e agora ela estava ali traindo-o e se sentindo uma puta.

Eu escutei pacientemente, mas não sem continuar provocando. Logo ela estava gemendo novamente com meus beijos e sentindo meu pau por inteiro entrando e saindo enquanto ela estava de ladinho. Logo a culpa estava dando lugar ao prazer novamente. Sim, ela era uma puta, mas não da forma pejorativa como falou anteriormente, mas sim era a minha puta enquanto estivesse naquele quarto e fiz questão dela saber disso. E ninguém além de nós dois saberia daquela aventura.

Senti que estava próximo do climáx e pedi para ela ficar novamente de quatro na cama, mas dessa vez eu estava em pé. Aguentei por tempo demais, mas era o momento de gozar naquela morena e eu já sabia onde seria. O movimento se intensificou, bem como os nossos gemidos. Quando eu senti o orgasmo se aproximando tirei a camisinha e jorrei tudo em cima daquela bunda farta e macia, foi uma quantidade boa e fez uma bagunça. E ela sentiu cada gota jorrando nas suas polpas e costas.

Depois fomos tomar banho, onde mais alguns beijos e tapas ocorreram, mas agora tínhamos pressa para ir antes do namorado sentir falta. Nos arrumamos e quando achei que as surpresas tinham acabado, me deparo com mais uma. Ao perguntar um local próximo que poderia deixá-la, eis que Verônica me informa que morava no mesmo bairro que eu, algo em torno de 300 metros de distância. Mas combinamos que se um dia nos víssemos pela rua não iríamos falar um com o outro para jamais levantar suspeitas.

Epílogo: Nos dias seguintes, era difícil não lembrar de como a fiz de submissa e atendi seu fetiche mais íntimo, porém ela me confessou que tinha dois desejos que ainda queria muito que fizéssemos. Um que esqueci foi de pisar em sua cabeça como tinha dito que gostava. Para mim seria novidade também, mas ao saber que ela estava desejando especificamente isso, me convenci que teria que tentar. Já o segundo desejo foi algo que ela pensou ao me ver gozar fartamente na bunda dela, digamos que ela se perguntava qual seria a sensação de ter aquilo tudo em outro lugar. Quem sabe haja uma segunda parte desse conto, para dizer se esses desejos foram realizados e mais algumas descobertas que tive depois.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Moreno_selvagemslz a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários