Vacina, tesão e 24cm

Um conto erótico de ThomasBbC
Categoria: Heterossexual
Contém 1452 palavras
Data: 11/01/2026 04:30:47

Meu nome é Antônio, tenho hoje 65 anos e moro em Goiânia, no coração do Centro-Oeste brasileiro. Sou viúvo há uns cinco anos, desde que perdi minha esposa para um câncer. A vida segue, né? Trabalho como contador aposentado, passo os dias cuidando do jardim, jogando dominó com os amigos no bar da esquina e indo à academia pra manter a forma. Nunca fui de aventuras loucas, mas depois da pandemia, algo mudou na minha vida de um jeito que eu nunca imaginei. Vou contar tudo aqui, sem rodeios, porque esse site é pra isso mesmo. Se você curte histórias reais com um toque erótico, continua lendo. Ah, e tudo isso aconteceu de verdade, juro pela minha finada esposa.

Tudo começou em 2021, quando eu tomei a vacina da COVID. Eu era daqueles que ficava em casa, assistindo novela e comendo delivery pra não pegar o vírus. Meu filho insistiu: "Pai, vai tomar a vacina, é segura". Fui lá no posto de saúde, tomei a primeira dose da AstraZeneca, depois a segunda. No começo, nada de diferente. Uns dias de dor no braço, febre baixa, o de sempre. Mas umas semanas depois, comecei a notar algo esquisito. Meu pau, que sempre foi normalzinho – uns 12cm ereto, nada de impressionar – começou a ficar... inchado. Tipo, no estado flácido, ele parecia mais cheio, mais pesado. Achei que era coisa da idade, talvez uma inflamação ou algo assim. Marquei um urologista, mas o médico disse que tava tudo normal, só pra eu observar.

Os meses foram passando, e a mudança foi suave, gradual, como se meu corpo estivesse se adaptando a algo novo. Eu acordava de manhã e via que ele estava maior, pendendo mais na cueca. Medindo com uma régua velha que tinha em casa, vi que flácido ele chegou a 15cm, depois 16... até estabilizar em uns 18cm. E quando ereto? Meu Deus, aquilo virava um monstro de 24cm, grosso como um antebraço. Eu ficava olhando no espelho, sem acreditar. "Que porra é essa?", eu me perguntava. Li na internet sobre efeitos colaterais raros da vacina, mas nada oficial. Uns fóruns falavam de "aumento hormonal" ou algo assim, mas eu não sou cientista. Só sei que minha vida virou de cabeça pra baixo.

No começo, foi constrangedor. Eu moro num bairro simples aqui em Goiânia, perto do Setor Bueno, onde todo mundo se conhece. Ia no supermercado e sentia o volume na calça jeans apertada. As mulheres no caixa olhavam, disfarçavam, mas eu via os olhares. Uma vez, a caixa, uma morena de uns 40 anos chamada Sandra, me deu o troco e disse, sorrindo: "Ô, seu Antônio, o senhor tá bem disposto hoje, hein? Essa calça nova tá te deixando mais jovem". Eu ri, nervoso, e respondi: "Ah, Sandra, é a idade que engana. Mas obrigado pelo elogio". Ela piscou e falou: "Não é engano não, tá chamando atenção". Saí dali com o coração acelerado, sentindo ele pulsar na cueca.

Comecei a gostar da atenção. Como viúvo, eu tava sozinho há anos. Minha esposa era o amor da minha vida, mas o corpo sente falta, né? Resolvi experimentar. Não sou de expor nada diretamente – Deus me livre de ser preso por atentado ao pudor! – mas adotei um exibicionismo sutil. Comprei calças de moletom mais justas, aquelas de academia, que marcam o volume sem mostrar pele. Ia caminhar no Parque Flamboyant, que fica aqui perto, e via as mulheres correndo me olhando de soslaio. Uma delas, a Carla, uma vizinha divorciada de uns 50 anos, parou pra conversar um dia."Antônio, quanto tempo! Você tá ótimo, hein? Fazendo exercício?", ela disse, ofegante depois da corrida, com os olhos descendo pro meu colo sem disfarçar."

Tô sim, Carla. Preciso me manter ativo, né? A vida não para pros velhos como eu", respondi, me posicionando de lado pra que ela visse melhor o contorno.

Ela riu e tocou meu braço: "Velho nada! Olha só você, todo fortão. Me conta, qual o segredo? Academia todo dia?"

"Academia e uma ajudinha da natureza", eu disse, piscando. "Depois da vacina, parece que ganhei um up em tudo"."Ah, é? Que inveja! Meu ex-marido bem que precisava de um up desses", ela brincou, e nós rimos. Dali, marcamos de tomar um café. No dia seguinte, fomos pra uma padaria no setor. Eu usei uma bermuda fina, e o volume tava evidente. Carla não parava de olhar. "Antônio, posso te perguntar uma coisa pessoal? Você... mudou alguma coisa? Tipo, tá mais... confiante".

Eu sorri e me inclinei pra frente: "Mudou sim. Depois da vacina, meu corpo reagiu de um jeito estranho. Cresceu onde não esperava". Não entrei em detalhes, mas ela entendeu. Seus olhos brilharam. "Sério? Conta mais...".Não resisti e contei um pouco, sussurrando: "Flácido, 18cm. Ereto, 24. É verdade, juro". Ela engoliu em seco e disse: "Meu Deus, Antônio. Isso é... impressionante. Meu ex era metade disso". Dali, o papo esquentou, e acabamos no meu apartamento. Não foi nada forçado; foi natural. Ela tocou, admirou, e eu me senti vivo de novo. "Que delícia, Antônio. Nunca vi algo assim", ela gemeu enquanto explorávamos um ao outro no sofá. Foi erótico, suave, como redescobrir o prazer aos 60.

Mas não parou por aí. O exibicionismo virou vício. Na academia, aqui no Centro-Oeste, o calor é forte, então uso shorts de lycra que marcam tudo. Os caras do vestiário olham, alguns com inveja, outros curiosos. Um amigo meu, o Zé, um caminhoneiro aposentado, me puxou de lado um dia: "Ô, Tonho, que que você tá tomando, hein? Tá parecendo cavalo aí embaixo".

Eu ri: "Nada, Zé. Foi a vacina da COVID. Deu um efeito colateral bom pra caramba".Ele arregalou os olhos: "Sério? Eu tomei e nada mudou. Sortudo você! As mulheres devem tá doidas"."Tão sim, mas eu sou discreto", respondi. Mas discreto nada; eu adorava os olhares. Uma instrutora jovem, a Paula, de uns 30 anos, me ajudava nos exercícios e sempre roçava "acidentalmente". Um dia, no alongamento, ela disse: "Seu Antônio, você tem uma presença forte, hein? As alunas comentam"."Comentam o quê?", perguntei, fingindo inocência.

Ela corou: "Ah, nada... só que você é charmoso. E... bem dotado, pelo visto". Eu sorri e respondi: "Herança da vacina. Quer ver de perto?". Ela riu nervosa, mas aceitou um convite pra jantar. Em casa, mostrei tudo. "Meu Deus, é enorme mesmo", ela disse, tocando com cuidado. "Posso... experimentar?". Foi uma noite quente, com ela gemendo alto enquanto eu a preenchia. "Nunca senti algo assim, Antônio. Você me deixa louca".

Situações cotidianas viraram aventuras. No mercado, uma dona de casa chamada Maria, de uns 45 anos, tropeçou no carrinho e caiu perto de mim. Ao ajudar a levantar, ela roçou no volume. "Desculpa, seu Antônio... ai, que isso?", ela disse, vermelha.

"Nada, Maria. Só o pacote do dia", brinquei. Ela riu e sussurrou: "Pacote grande, hein? Meu marido bem que queria um desses". Dali, trocamos números. Encontramos num motel discreto na BR-153, saindo de Goiânia. "Mostra pra mim, por favor", ela pediu. Eu tirei a calça devagar, deixando o volume crescer. Flácido já impressionava. "18cm assim? Imagina duro...", ela disse, excitada. Fizemos amor devagar, ela gritando: "Me enche toda, Antônio! Que delícia esse seu pau gigante".

Com o tempo, comecei a frequentar praias fluviais no Araguaia, nos fins de semana. O Centro-Oeste tem rios lindos, e eu usava sungas que mal continham o 18cm flácido. As famílias olhavam, mas eu ficava na água, exibindo sem expor. Uma turista de Brasília, a Fernanda, de uns 55 anos, veio conversar: "Oi, você é daqui? Tô adorando Goiânia".

"Sou sim. Antônio, prazer", respondi, saindo da água com o volume evidente na sunga molhada.Ela olhou descaradamente: "Prazer é meu... uau, você é... bem equipado, né?".

"Herança da vacina", eu disse, rindo. "Quer tomar um suco e conversar mais?".

Aceitou. No quiosque, o papo virou erótico. "Meu marido faleceu há dois anos. Sinto falta de um homem de verdade", ela confessou. "Você parece ser um".

Levei ela pro meu carro, num cantinho escondido. "Toca, sente o tamanho", eu disse. Ela gemeu: "24cm ereto? Isso é um sonho". Transamos ali, com o rio ao fundo, ela cavalgando e dizendo: "Me fode com esse pau enorme, Antônio! Me faz gozar".

Hoje, aos 65, minha vida é assim: cotidiana, mas com esse toque erótico. Cuido da casa, vou ao banco, jogo bola com os netos – tudo normal. Mas o volume chama atenção, e eu adoto o exibicionismo sutil. Não exponho, mas marco presença. Já transei com umas dez mulheres desde a mudança, todas fascinadas. É como se a vacina tivesse me dado uma segunda juventude.

Se você leu até aqui, obrigado! Se for de Goiânia, quem sabe a gente se esbarra no parque. Beijos quentes do Antônio.

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