Meu nome é José e essa história é parte de uma série de contos curtos que vou publicar para aqueles que buscam uma história rápida e divertida. Se gostarem, deixe um comentário para eu saber que devo continuar.
Anos atrás, quando terminei a faculdade, eu morava sozinho em uma cidade onde consegui trabalho, porém ela ficava a mais de quinhentos quilômetros de onde minha família mora. Por conta disso, como eu não tinha carro na época, eu os visitava apenas nas férias, pegando um ônibus que sempre estava lotado na maior parte do caminho.
Por sorte, naquele ano, consegui comprar a passagem com antecedência e pude escolher o último banco, na janela (lugar que sempre gostei de viajar). O ônibus sairia à noite, por volta das 23:00 horas, mas como teriam muitas paradas (em várias cidades no caminho), ele demorava cerca de oito horas para chegar no meu destino (horas essas que eu esperava passar dormindo).
Quando entrei no ônibus e sentei em meu lugar, percebi um problema que não antecipei: o banheiro ficava logo ao lado, com aquela porta estreita que rangia a cada abertura, e o cheiro, que por sorte, exalava apenas produto de limpeza.
Poucos minutos depois, um rapaz com a idade parecida com a minha se aproxima, pede licença com a voz baixa e se senta ao meu lado.
Ele tinha o cabelo liso, com uma franja, algo que me lembrava aquela época "emo". Usava uma calça tipo moletom e uma camiseta simples, além de fones de ouvido. Não chegava a ser gordinho, mas tinha uma gordurinha distribuída.
Porém o que me chamou a atenção foi o jeito estranho que ele sentou, como se estivesse procurando uma posição ideal para ficar.
Como já era noite, as luzes do ônibus se apagaram rapidamente. Achei que dormiria rápido, porém nas primeira horas, quando começava a cochilar, alguém abria a porta do banheiro. Por isso fiquei com um sono leve, daqueles em que você está quase dormindo, mas acorda repentinamente.
Em um desses momentos, na madrugada, quando já estávamos na metade do caminho e o ônibus já estava quase vazio, percebi, no escuro, que a cabeça do rapaz estava inclinada para o meu lado. A lateral de seu braço encostada no meu. Achei que ele havia dormido naquela posição, mas então o ouvi puxando o ar baixinho, como se quisesse sentir meu cheiro, enquanto seu corpo remexia, apertando as pernas.
Eu fiquei imóvel, com os olhos semi-cerrados, apenas tentando entender a situação. Meu primeiro pensamento foi fazer algum som ou me mexer, mas fiquei com receio da reação do rapaz. Talvez eu estivesse entendendo errado (pensei). Então fiquei algum tempo apenas observando.
Olhando de lado, sem me mover e acobertado pela escuridão parcial, percebi que ele parecia estar sentado em cima da mão direita e um volume marcava sua calça de moletom. Naquela hora não tive dúvidas: ele estava excitado comigo.
Uma parte de mim pensou em me mexer, fingindo que acordou, mas... outra parte de mim, a parte safada, quis ver até onde ele iria.
Dei uma respirada profunda e me mexi como se procurasse uma posição para dormir, mexendo o corpo e deixando meu braço direito largado para o seu lado, com minha mão caindo em sua coxa. Eu respirava profundamente, como se estivesse em um sono profundo. O toque da minha mão em sua perna parece que causou uma reação positiva, pois ele respirou fundo, de forma contida, como se segurasse para não gemer.
Ele ficou imóvel por um tempo, então percebi que seu movimento com a mão direita (que ele estava sentado em cima) foi se intensificando. Nesta hora meu pensamento foi que ele talvez estivesse passando o dedo em seu cuzinho, o que talvez fosse verdade, pois via (com os olhos semi-cerrados) que o volume da sua calça (com um circulo molhado nesse momento) às vezes subia, indicando que ele estava piscando o cuzinho.
O problema (ou não...) foi que, ao vê-lo reagir na "brincadeira" , meu pau foi endurecendo, aumentando o volume na minha calça, até deixar bem marcado... e ele percebeu isso rapidinho...
Ele para por um momento, como se estivesse processando a situação, olha para mim no escuro, percebe que estou acordado e, sem pensar duas vezes, leva a mão esquerda em cima do volume da minha calça, apertando com gosto, me arrancando um suspiro baixo de tesão.
Eu respondo apertando sua coxa, com minha mão direita que já estava em cima dela. Ele contorce de tesão.
Então ele chega no meu ouvido e fala baixinho: "tô louco pra te mamar... você deixa?". Eu apenas aceno com a cabeça em confirmação.
Ele agilmente puxa o zíper da minha calça e o ajudo puxando ela para baixo. Eu levando o encosto de braço que separa as cadeiras, facilitando seu acesso. Então ele puxa minha cueca, que eu ajuda a abaixar, enquanto ele revela meu pau duro igual pedra, babando de tesão, pulsando sem parar.
Ele nem respira e cai de boca, seu corpo jogado sobre o meu, mamando loucamente, enquanto sua bunda se empina gostosamente. Eu, sem perder tempo, começo a alisa-la por cima de sua calça, quando percebo algo duro entre suas nádegas: ele estava comum plug anal o tempo todo, por isso ficava rebolando no banco.
Eu puxo suas calças, aliso sua bunda e seguro aquele plug anal, o mexendo em seu cuzinho, puxando e empurrando. Ele adorava, rebolando e gemendo baixinho enquanto se deliciava com meu pau, lambia minhas bolas, sentia meu gosto.
Em um determinado momento, depois de um tempo puxando e enfiando o plug, ele saiu todo, deixando seu cuzinho totalmente aberto, onde aproveitei para enfiar meus dedos. Ele então vira pra mim e fala baixinho: "quer colocar outra coisa no lugar?"
Ele da um sorriso sacana e aponta para o banheiro com a cabeça. Eu olho por cima do ônibus, já quase vazio e com todos os restantes dormindo, e concordo com a cabeça. Ele levanta, pega algo em uma bolsinha (que descobri ser um lubrificante) e bem silenciosamente vai até o banheiro, abre a porta com cuidado e acena para mim. Entramos devagar, observando se ninguém está olhando e fechamos a porta com cuidado.
O banheiro é bem apertado, quase não cabe nós dois. Ele se senta no vaso, abaixa minhas calças e começa a me chupar de novo. Uma língua deliciosa e eu começo a fuder sua boca sem perceber. Ele engasga algumas vezes, mas chupa como uma puta, explorando minhas bolas, apertando minha bunda para meu pau enfiar fundo. Eu seguro seu cabelo e faço movimentos de vai e vem, seguro meu pau e bato em sua cara e ele adora.
Ele então lambuza meu pau de lubrificante, tira as calças, passa em seu cuzinho, tenta se ajoelhar em cima do vazo, mas não da certo, então fica de costas pra mim, com uma perna de cada lado do vaso, com a bunda empinada e mãos na parede, e fala: "me come gostoso".
Eu não perco tempo, posiciono meu pau e começo a socar com vontade, seu cuzinho me engolindo todo, com desejo. Enfio minhas mãos por dentro de sua blusa e belisco seus mamilos, ele geme baixinho. Abraço seu corpo por trás enquanto o fodo com vontade, falando sacanagens em seu ouvido, o chamando de putinha gostosa, de minha fêmea, elogiando como seu cuzinho guloso é gostoso.
Sinto que meu tesão está próximo do clímax, então diminuo o ritmo, desço uma de minhas mãos, procurando seu pauzinho (que estava mole e babando muito). Começo a aperta-lo, massageando, falando em seu ouvido "vou te fazer gozar como uma putinha no cio". Seu pauzinho (que devia ter uns 12cm) começa a endurecer e eu o masturbo freneticamente enquanto fodo seu cuzinho e lambo seu pescoço, como se ele fosse minha presa e estou com muita fome.
Ele começa a rebolar mais e mais, gemendo baixinho. Seu pauzinho duro como pedra. Quando percebo que ele também está próximo do gozo eu aumento o ritmo da foda, socando com mais força, mais rápido, quase sem aguentar.
Eu então começo a gozar, sem aguentar mais segurar. Aperto seu corpo no meu, enfiando meu pau o mais fundo que consigo e começo a gozar forte, jatos que que não param, enchendo seu cuzinho de porra de quente. Meu corpo amolece, sem forças, caindo sobre o dele. Mas não tiro meu pau de seu cuzinho e volto a masturba-lo com gosto, sentido como ele treme de tesão.
Ele então começa a gozar, seu corpo enrijece e sinto seu cuzinho apertando meu pau, a porra começando a pingar. Ele goza gostosamente, seu pauzinho jorrando jatos de porra quente na parede do banheiro, seu corpo amolecendo, ficando sem forças.
Eu então o seguro firme, já com mais forças, puxo ele para trás, giramos, e sento no vazo, com ele sentando no meu colo de costas para mim. Nós dois suspirando sem muito folego. Ficamos ali um tempo, nos recuperando, vendo o dia nascer através da luz fraca que entra pela janelinha do banheiro.
Nos limpamos e voltamos para as poltronas sem fazer barulho. Queríamos foder mais, porém o dia estava começando a nascer, o ônibus ficando mais claro e provavelmente a chegada não demoraria.
Mas o safado ainda conseguiu me mamar e me fazer gozar mais uma vez antes de chegarmos.
Trocamos contato e, apesar de não termos voltado juntos, na mesma data, ainda tive oportunidade de fudermos juntos mais vezes.
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Espero que tenham gostado da história. E se gostaram, deixe um comentário e três estrelas para eu saber, pois isso vai me deixar muito feliz.
Se quiserem que eu conte outras histórias deste amigo, me falem nos comentários.
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