Como eu disse nem tudo é flores e há também os espinhos!
A conversa foi tensa e o desenrolar da situação nem se fala! O plano foi bom, mas a minha estratégia no final nem tanto e para não ficar um relato composto de drama do início ao fim vou tentar resumir o máximo para que entendam e possam imaginar o que realmente eu vivi depois que a minha irmã ficou sabendo o que se passava entre eu e a minha mãe! Detalhe! A parte da orgia ela não ficou sabendo por ela, mas ela sabia de quem ela ouviria a verdade. Mas vamos começar a falar do dilúvio na minha casa e na minha vida!
Aquele sábado estava perfeito e depois daquele manhã maravilhosa e ao fecharmos a papelaria eu pedi pras meninas irem pra casa que só ia ver algo com a minha mãe e também já íamos embora. Minha mãe me olhou e apenas dei um sorriso e assim que saíram eu tranquei a porta por dentro esperando a pergunta da dona Sara.
- O que o meu filho está aprontando dessa vez? Eu me aproximei dela achando que me impediria devido aquele suspense, mas eu a abracei sem nenhuma resistência por parte dela.
- O seu filho está louco pra fazer molecagem proibida! Tô brincando dona Sara! Eu só queria passar uns minutinhos a mais com a pessoa que mais amo nesse mundo e eu sei que você está desconfortável, mas estamos sozinho e a porta está trancada.
- Você as vezes me faz sentir como uma adolescente! Mas ainda acho muito arriscado Samuel! Enquanto ela falava eu levei as mãos na sua bunda podendo vê-la toda amorosa se entregando aquele momento. A puxei pro fundo onde tinha um cômodo que era usado como estoque e ela me olhava toda perdida.
- Se sentir assim te deixa mais linda mamãe! E você sabe o que mais desejo nesse momento, mas vou respeitar se achar que não está confortável.
- Obrigado meu amor pelo elogio e se disser que não desejo o mesmo vou estar mentindo, mas não ficaria bem pra irmos embora por saber o que fizemos e por ir sentindo a minha calcinha melada. Mas podemos apenas namorar um pouquinho e se der sorte podemos ainda ficar um tempo sozinhos na nossa casa. Diante do que falou apenas nos beijamos por uns minutinhos e depois arrisquei pra termos sorte na nossa casa, mas não foi aquele dia. No fim apenas dei uns beijos escondido na minha mãe e na minha irmã durante os banhos das duas. A noite fomos pra pizzaria e como sempre foi uma noite agradável, mas tanto eu quanto a minha mãe estávamos um pouco aflitos e até angustiados devido com o que aconteceria no domingo. Nos despedimos e voltamos pra casa onde a nossa mãe foi se deitar por estar cansada depois de uma noite e uma manhã de sexo gostoso, e eu aproveitei pra curtir um pouquinho mais a minha irmã que depois de um tempo me puxou pra cozinha me fazendo um boquete delicioso e que eu não imaginava que aquele poderia ser o último. Nos deitamos e no domingo a nossa rotina foi normal na parte da manhã e depois de todos prontos fomos pra igreja e até chegarmos minha mãe não tinha mencionado da calcinha e eu também nem lembrava devido a ansiedade que tomava conta do meu corpo. Mas em um certo momento a dona Sara se aproximou de mim na igreja e se aproximando do meu ouvido me surpreendeu.
- Meu amor! Estava achando um jeito de te falar e só agora tive essa oportunidade! Mas fiz o que pediu e estou usando a calcinha e o sutiã que pediu. Aquilo foi inesperado e na hora tive que cobrir o meu pau pra que ninguém percebesse. – E pelo jeito aqui não era o melhor lugar pra te falar!
- Acho que fui pego de surpresa, mas achei que não usaria mamãe!
- Eu não ia, mas quis atender ao seu pedido pra ver se esquecia um pouco da conversa que vou ter com a sua irmã...
- E ajudou mamãe?
- Aqui não seria o lugar pra falarmos disso, mas você me fez sentir algo que nunca senti usando apenas uma roupa e acho que não preciso te dar detalhes agora Samuel. Mas me ajudou a deixar os pensamentos longe desse assunto que me incomodou e ainda me incomoda até resolvermos ele de uma vez.
- Lembre que estarei do seu lado e vou te apoiar independente do que venha a ocorrer mamãe. Ela me deu um sorriso e depois de fazer uma piadinha ela saiu com sorriso e eu fui no banheiro me acalmar pra que ninguém percebesse. Mas deu o horário de irmos pra casa e a tensão começou a aumentar pra dona Sara porque eu estava ciente que me sairia bem pelo que havia combinado com a minha irmã, mas naquele momento havia esquecido que não cumpri nosso acordo em cem por cento e não medi o seu ciúmes em relação ao nosso envolvimento. E ao chegarmos em casa ficou um silêncio e a minha irmã já foi perguntando e ali vinham as desculpas a deixando encucada e desconfiada, e me vendo tranquilo não forçava para que desse alguma explicação. Almoçamos, arrumamos tudo e após nos acordarmos na sala minha mãe olhou pra minha irmã e acendeu o pavio.
- Filha, você vem me perguntando o porque de eu estar diferente após voltarmos da igreja e acho que agora posso te explicar...
- Eu sabia que havia acontecido algo...
- E aconteceu e eu precisava achar um jeito de poder tocar nesse assunto e eu venho fazendo minhas orações pedindo orientações, e acho que hoje seria esse dia Tatá. Me desculpa te interromper, mas eu estou em pânico com esse assunto.
- Mamãe! Você está me deixando nervosa e parece que só nós duas estamos nessa situação...
- Eu vou pedir pro seu irmão dar uma volta e assim podemos conversar mais a vontade, e espero que você entenda o que está acontecendo. Nessa hora minha irmã me olhou de um jeito de que sabia qual seria o assunto me deixando apreensivo, e olhando pra minha mãe com um olhar tenso tentou falar algo, mas a dona Sara foi mais rápida. – Eu sei que está assustada e nervosa, mas preciso ficar sozinha com você filha! Ela me olhava e eu apenas fiz um gesto que a fez entender e concordou.
- Olha mamãe! Sem dúvida você me deixou nervosa e curiosa! E se quer que o Samuca de uma volta tudo bem! Mas não estou me sentindo a vontade com essa situação porque nunca tivemos uma conversa como a que vamos ter hoje devido a todo esse mistério envolvendo ela.
- Eu só espero que eu consiga ter essa conversa Tatá, e pode ir Samuca que depois eu te mando uma mensagem...
- Está tudo bem mesmo mamãe? Confesso que estou preocupado com essa conversa das duas...
- Está Samuel! Pode ir e eu te aviso quando terminarmos. Eu olhei pra minha irmã e podia ver seu desespero pelo que podia ouvir e depois que sai só fiquei sabendo dos detalhes conforme a Tatá vinha tirar satisfações comigo, e após as águas do dilúvio alagar a nossa casa parecia que não queria baixar o que passei a orar para acontecer. Então vou fazer um resumo diante do que soube das duas enquanto aguardávamos as águas baixarem e tudo voltar ao normal. E naquele início de conversa pelo que ouvi foi a minha irmã que começou sem medo de pressionar a nossa mãe. E diante do que ouvi vou tentar montar um diálogo entre as duas com algumas explicações.
- Pronto mamãe! Estamos sozinhas e você está me deixando nervosa com essa enrolação. Minha mãe vendo a minha irmã daquela jeito começou a chorar e numa explosão começou de uma maneira que ajudou a explicar o que a minha irmã já sabia em partes.
- Me desculpa filha! Mas eu não posso mais esconder isso de você e espero que entenda e que não faça algo que que comprometa nossa família e que não m julgue...
- Mamãe você está me deixando mais nervosa e se não falar eu não posso prometer nada...
- Você está certa! Depois fiquei sabendo pela minha mãe que não tinha sido fácil começar o assunto, mas que após vomitar tudo o que sentia em relação a nossa relação ficou mais aliviada. – E na verdade eu pedi pro seu irmão sair porque ele é o assunto...
- Sério mamãe? E o que ele fez pra te deixar nessa situação...
- Me perdoa filha! Mas eu não estou sendo uma boa mãe e não vou te culpar se me condenar pelas minhas atitudes. Como mencionei ela falou que não foi fácil até que deu o motivo principal.
- Mas perdoar! E o que tem o Samuel, e o que você fez pra afirmar que não está sendo uma boa mãe? Nesse início de conversa minha irmã não sabia se a minha mãe tinha descoberto algo e estava desesperada ou se meu plano tinha tido resultado. E após mais um tempo ela conseguiu falar.
- Eu e o seu irmão nos amamos muito filha...
- Isso é normal mamãe! Seria estranho se não se amassem! A Tatá me revelou que mesmo sabendo do plano que o seu ciúmes era tanto que não conseguia aceitar o que ouvia mesmo vendo que eu tinha conseguido. Mas até aí estava tudo bem e só piorou quando a dona Sara começou explicar os fatos de termos nos apaixonando.
- Seria se esse amor fosse apenas de mãe e filho e não de um homem e uma mulher Tamires. Nessa hora ela falou que sentiu ter levado uma paulada da nossa mãe por saber do plano, mas ela não tinha ideia de como estava realmente o envolvimento. Mas por ter ficado em choque deixou a minha mãe mais nervosa. – Me desculpa filha! Mas preciso ir para o meu quarto pensar sobre o que estou fazendo. Minha irmão me disse que tentava raciocinar, mas o ciúmes atrapalhava até que vendo a minha mãe se levantar conseguiu falar algo.
- Espera mamãe! Acho que não seria bom deixarmos essa conversa pra depois! Eu sei que a minha reação a deixou nervosa, mas eu estou tentando entender tudo isso! Eu tenho notado que vocês estão bem mais íntimos nos abraços e nas brincadeiras, mas não imaginava que poderia chegar a esse ponto...
- Você está certa e acho que preciso esquecer isso e me colocar novamente no papel de mãe...
- Não precisa entrar em m pânico mamãe! Sua revelação foi algo inesperado e só preciso entender o que realmente aconteceu pra chegarem a esse ponto! Quer dizer! O Samuca também está apaixonado por você?
- Está filha! E eu só vou continuar se você entender e concordar com a nossa relação. Um resuminho! Mesmo com o seu ciúmes explodindo ela se segurou e entraram num debate falando da igreja, do incesto e assim por diante com a minha irmã querendo descobrir até onde chegamos, e depois de encerrarem esse assunto a minha irmã insistiu na verdade que a minha mãe tentava esconder.
- Mamãe! Como viu eu não sou tão certinha nos ensinamentos e tenho as minhas dúvidas e também as minhas divergências. Mas se é certo ou errado não me interessa, mas você está tranquila mesmo sabendo que ele é seu filho? E como isso chegou a esse ponto? Outro resuminho! Nesse ponto da conversa a minha mãe expos sobre os sonhos, sobre nossas conversas e assim por diante como já leram. Nesse ponto da conversa minha mãe falou que a Tatá ouvia como que tentando digerir tudo aquilo ainda mais dos sonhos onde questionou o porque não falou com o pastor tendo a resposta onde ficou inconformada com a minha atitude por saber que eu escondia detalhes desse envolvimento.
- Tamires! Parece coisa do satanás, mas eu fazia as minhas orações, conversava com o seu irmão, refletia sobre tudo, além de fazer pesquisas pra achar alguma resposta, mas parecia que tudo estava girando pra que isso acontecesse. Pelo que ouvi das duas a minha irmã ficou paralisada com toda aquela explicação onde fazia perguntas não deixando de fazer a principal para a dona Sara.
- Eu não sei o que dizer de tudo isso mamãe! Eu percebia algo diferente nos dois, mas não esperava ouvir o que estou ouvindo! E porque escolheu ele em vez de mim que sou sua filha que com certeza você ficaria mais a vontade pra me dizer o que disse pra ele?
- Porque ele percebia que estava com algum problema e me chamava pra conversar filha. E ele me passava tanta confiança que no fim me abria com ele sem nenhum constrangimento. No fim a conversa foi bem tensa dos dois lados devido a minha mãe estar revelando seu maior segredo e da minha irmã estar descobrindo que tinha muita coisa que eu não lhe falei. E depois de chorarem a minha irmã pediu um tempo pra digerir tudo aquilo e também se ela podia me liberar na segunda pra que pudéssemos conversar e ela poder entender mais. E que se ela não se importasse que queria tomar um banho e ficar no seu quarto pensando e analisando tudo. Minha mãe estava arrasada por não saber o que realmente aconteceria, mas me mandou uma mensagem e quando eu entrei a minha irmã estava na cozinha e apenas me deu aquela olhada com lágrimas nos olhos e subiu pro seu quarto me fazendo se sentir um lixo. Já a minha mãe estava angustiada por ver a sua família se desmoronando devido a uma relação proibida. E quando fui conversar pra saber o que rolou, ela não quis entrar mais naquele assunto e me deixou tenso com a sua atitude.
- Mamãe! Acho que ela não aceitou muito bem a nossa relação...
- Samuel! Eu sei que devo explicações sobre o que conversamos, mas hoje não estou mais com cabeça para isso e amanhã você vai ficar em casa após o almoço porque ela quer conversar com você e após essa conversa discutimos esse assunto. Mesmo sentindo que ela quereria desabafar, ela foi fria como se protegendo para não piorar ainda mais a situação e assim como a minha irmã subiu, tomou o seu banho e se trancou no seu quarto. A minha noite foi daquele jeito e imaginava como seria ao acordar. E foi! Minha mãe estava me evitando e também não conversou muito me deixam ainda mais angustiado, mas depois me pediu desculpas por não ter dado a atenção que vinha me dando. Nossa manhã foi cheia de desconfiança, mas minha maior preocupação era a minha irmã porque já imaginava o que me esperava na hora do almoço. E quando fui pra casa e entrei ela já mostrou suas armas.
- Olá minha irmãzinha...
- Oi Samuel! Quando acabar de almoçar vou estar te esperando na sala porque você me deve muitas explicações! Já não foi fácil ficar ao lado da nossa mãe e agora novamente estava sendo evitado pela minha irmã. Podia ver sua fisionomia triste e de decepção com a minha atitude o que me deixou mais pra baixo diante daquela situação. Mas engoli umas garfadas e quando ia limpar só gritou pra andar logo que depois ela arrumava tudo. Fui no banheiro com aquela sensação de vazio no estômago e me sentei no sofá vendo ela triste e com lágrimas nos olhos.
- Tatá...
- Porque você não me falou tudo Samuel? Era por isso que estava confiante da nossa mãe se entregar pra você, não era! Tínhamos um acordo e você agiu como um moleque! O que mais aconteceu que eu não estou sabendo? Porque depois do que ouvi da nossa mãe é difícil acreditar que não teve mais nada além do que ela me falou! Ela ia fazendo perguntas e questionando a minha atitude, mas eu não sabia o que realmente elas conversaram e precisei ser cauteloso porque a vendo daquele jeito pude sentir o quanto a amava também e não queria perde-la. Mas vê-la chorando e se sentindo traída como demonstrava me fazia ver o quanto eu fui ingênuo por não ter falado tudo onde tentava concertar com argumentos, mas não foi fácil e tive que abrir o jogo.
- Me perdoa Tatá! Mas eu não te falei tudo porque achava que parte do que ouviu tinha que ser dito pela mamãe e no fim vejo que eu realmente fui um imbecil e estraguei tudo...
- Você não sabe o que passei nessa noite tentando entender ou imaginar o que fizeram nesses dias em que ficavam sozinhos nessa casa! E agora eu sei porque queria tanto que eu viajasse sozinha e saísse com a família da minha amiga! Você já estava mais que envolvido com a mamãe, não estava? Ela chorava e me apedreja até que não aguentei mais e falei o que tanto queria saber.
- Tamires! Eu não sei o que a mamãe te falou, mas vou falar como tudo aconteceu e se não bater com o que ouviu dela pode me questionar. Ela ficou branca ao ver que ouviria tudo e começou a friccionar os dedos de tão nervosa que estava. Em seguida expliquei como acontecia nas conversas após os sonhos e assim por diante! Falei como foi a evolução até chegar naquelas férias em que não fui viajar com ela que conforme ouvia o que já havia feito com a nossa mãe e ela tomada do seu ciúmes soltava os cachorros em cima de mim.
- Você é mesmo um pervertido Samuel! Por mais que desejasse isso para podermos ficar juntos eu não acreditava que isso realmente pudesse acontecer, mas você conseguiu! E deve estar se glorificando pela conquista! Como pode de fazer isso!? Isso é apenas uma explicação da discussão com ela que ficava cada vez mais calorosa e num desespero ela subiu pro seu quarto onde chorava devido a minha traição. Minha mãe chegou e ao me perguntar falei o que tinha conversado, mas que não conclui porque não falei que já tínhamos dormido juntos. Minha mãe respirou aliviada e com isso vi que ela também não tinha falado tudo. Aquela semana foi tensa e a Tatá apenas nos cumprimentava mantendo um silêncio querendo nos torturar pelo que havíamos feito. Mas se ela me amava como dizia até quanto ela ia ficar nesse jogo? Porque ou ela chegava e acabava com tudo ou então aceitasse a situação e continuávamos com o nosso plano. Mas seu silêncio era implacável e podia ver que a nossa mãe sofria mais do que eu. E na sexta ao ir almoçar eu a encontrei na sala e tomei uma atitude que faria ela mudar seus conceitos ou realmente chutar tudo e viveríamos cada a um a sua vida.
- Tatá! Eu não aguento mais esse seu silêncio e esse desprezo por mim e pela mamãe! Então vou apenas te falar uma coisa e depois você decide o que fazer. Eu sei que está sofrendo pelo que vivemos juntos, mas você havia concordado com esse meu plano independente de como ele ia proceder. Eu menti sim para você, mas foi mais por perceber que sentia ciúmes da mamãe comigo. E se tem um culpado nessa história sou eu e ninguém mais! Então fique a vontade pra me desprezar, mas não faça isso com a mamãe! Acho que ela não tem culpa dessa situação porque fui eu que aproveitei da situação. E se não quer falar comigo vou te ajudar e durante a semana vou deixar de vir almoçar em casa e como alguma coisa na rua. E mais uma vez me desculpa por ser esse pervertido que tanto vê em mim depois desse último domingo. Em seguida eu me virei e sai a deixando sozinha porque já estava num desespero e não conseguia olhar pra ela. A noite foi a mesma coisa e no sábado após fecharmos a papelaria eu falei que ia conversar com um amigo e que não teria hora pra ir pra casa. Minha irmã me olhou, mas apenas falei um tchau e sai andando. O que havia falado parece que surtiu efeito e as duas conversaram mais sobre o assunto, e a minha mãe me fodeu mais ainda com a minha irmã ao confirmar que eu a fazia feliz e que nunca sentiu algo tão especial como sentiu comigo mesmo sabendo o que estávamos fazendo. E quando a minha mãe me falou dessa conversa eu fiquei feliz por ela, mas sabia que estava mais fodido. Ainda bem que ainda não tinha aberto o jogo de vez! Mas o que mais me impressionou foi a atitude dela com a minha mãe que ao ouvir eu fiquei de queixo caído.
- Samuel, parece que a Tatá está melhorando por conversamos mais e o que mais me impressionou foi dela dizer que mesmo já tendo casos de incesto nas histórias bíblicas que ela não me condena por estar feliz, mas que precisa de um tempo pra digerir tudo isso e se acostumar caso realmente dermos continuidade nesse nosso relacionamento filho!
- Fico feliz por ela estar falando com você novamente mamãe! Mas até quando ela vai me ignorar?
- Da um tempo pra ela meu amor! Eu queria que isso se resolvesse logo porque estou morrendo de saudades dos nossos momentos, mas não me sinto bem em fazer algo sabendo que ela ainda não aceitou.
- E se ela não aceitar mamãe?
- Eu não sei filho! Acho que vou guardar nossos momentos no coração e voltar a ser apenas a sua mãe. Ouvir aquilo foi uma facada e ela percebeu a minha tristeza e tentou me alegrar o que era difícil, mas falei que aceitaria sua decisão. Os dias passavam e assim como eu ficava incomodado com a Tatá, ela ficava com as minhas ausências na casa. E passou maio entramos em junho e o clima ainda estava tenso e na igreja já começaram a desconfiar e a minha mãe precisou pedir pra minha irmã ser como como sempre a viram se comportando senão uma hora ia ter que inventar uma boa desculpa ou falar a verdade para eles. Mas o problema ainda era comigo e no começo do mês ela pediu pra ir almoçar em casa e até surgiu uma esperança, mas foi mais uma paulada e dessa vez eu também chutei o balde ao ficarmos frente a frente, e ela fazer apenas uma pergunta.
- Obrigada por vir Samuel!
- Você sabe que eu viria a qualquer momento que me chamasse Tamires! Mas confesso que estou tenso e nervoso nesse momento.
- Então vou ser rápida na conversa! Eu esperava que você me procurasse e terminasse de falar o que realmente fez com a mamãe, mas você ignorou e não tentou conversar, e apenas falou aquele monte por causa da mamãe, e até que você tinha razão. Mas agora me responda uma coisa! Mas quero que fale a verdade porque se eu descobrir que mentiu, aí sim vou esquecer o que vivemos e te tratar apenas como um irmão mentiroso.
- Se não te procurei foi por não saber o que você estava pensando devido as suas atitudes. Todos erramos e antes de jugar algo devemos analisar friamente a situação Tamires!
- Não vou entrar nessa discussão agora Samuel! Então me responda com sinceridade! Você já fodeu a mamãe? Porque ela não estaria nesse desespero se tivessem feito apenas o que me falou. Ela me olhava com raiva porque parecia que já sabia da resposta e no desespero eu respondi pra acabar com aquela agonia.
- Fodi Tamires! Se é isso que quer saber, eu a fodi sim! Pronto está aí a sua resposta! Ela mudou o seu semblante onde novamente eu vi lágrimas em seus olhos e na maior calma ela se levantou e subiu pro seu quarto. E ali se alastrava aquele clima tenso onde via a nossa mãe deixando todo aquele rolo afetar a sua vida fazendo a sua alegria ir embora ficando a tristeza, e ela percebia isso, e eu sabia que não era fácil ficar linda pra quem ama porque eu também estava passando por isso. Nossas conversas estavam todas picotadas, mas num sábado ela nos surpreendeu ao pedir pra nos reunirmos pra conversar e a noite após comermos uma pizza onde via a minha mãe mais calma, pelo menos era o que parecia, nós nos reunimos na sala e logo a minha irmã tocou no assunto.
- Filha! Não sei o que vai falar hoje, mas espero que consigamos resolver nossas vidas nessa casa. Já poderíamos ter resolvido, mas queria que fosse de uma maneira justa e não apenas pela emoção.
- Eu também mamãe! E Samuel! Não precisa ficar com essa cara que não sou tão ruim assim! Ela parecia querer quebrar o gelo mas estava difícil. Em seguida explicou sobre a nossa situação, falou que nesse tempo orou bastante, refletiu sobre a nossa relação e depois de dar toda a sua explicação veio a novidade.
- Eu também orei bastante filha para acabarmos com esse desentendimento e voltarmos a sermos felizes.
- E espero que isso se resolva com o que eu vou propor para os dois! Parecia tudo calmo mas nesse dia descobri como uma mulher ferida age para se vingar. – Eu aceito a relação dos dois, mas para isso tem umas condições!
- É sério filha! E quais condições?
- É sério mamãe! E as condições é apenas de por enquanto não ficarem juntos na minha frente e de também não dormirem juntos. Eu quero muito ver você feliz e que o Samuel volte a ser como antes. Mas também preciso de um tempo pra me acostumar com os dois.
- Fico feliz por tentar compreender Tamires! Mas suas condições não vai mudar em nada o que está acontecendo e apenas melhorar o nosso convívio. E se quer ver o Samuel de antes vou voltar a ser mesmo com essas suas condições sem nexo algum. Me desculpe mamãe! Mas vou seguir sua sugestão e voltar a ser apenas a Samuel filho e irmão. E se me dão licença eu vou subir pro meu quarto. As deixei sozinhas e depois fiquei sabendo que a minha mãe me defendeu e pediu pra minha irmã me dar um tempo pra eu me acostumar e que ela só ia aceitar e respeitar o que propôs se realmente estivesse sendo sincera. Como eu disse ela já não aguentava ficar longe de mim e tentou agilizar o lado dela, mas no fim eu dei uma invertida nela e no fim ficamos na mesma. Eu e a minha mãe não ficávamos juntos e ela de ouvir o que eu falei também recuou e apenas começamos a conversar sobre assuntos da família e deixamos o lado pervertido de lado até ela me domar através com o seu cuzinho. E foi num sábado após duas semanas dessa conversa que ela aproveitou que a nossa mãe foi dormir na casa de uma irmã pra fazer companhia para a mãe dela e combinando de no domingo almoçar lá para poder conversar um pouco, e assim espairecer um pouco os seus pensamentos. Nesse sábado eu fui ver um tênis no shopping e pela primeira vez não levei a minha irmã junto podendo ver sua decepção por não chama-la. Só sei que enrolei e só vi quando meu celular tocou perguntando se havia esquecido do seu compromisso e se ia deixar a minha irmã sozinha. Falei que não, que já estava indo embora e que ela podia ir sem problemas. Conversamos mais um pouco onde me pediu pra agir como aquele um irmão que sempre fui pra Tatá e pra ter paciência que uma hora tudo se resolvia. Falei que era o que mais esperava e ela que era para eu ir logo que ela já estava saindo pro seu compromisso. No fim peguei um ônibus e fui pra casa que ao entrar meu coração disparou por saber que novamente teria uma noite sem aquela alegria que tínhamos antes mesmo já estando mais friozinho devido a chegada do inverno. Mas eu subi imaginando que a minha irmã estaria trancada no seu quarto e aproveitei pra tomar o meu banho, só quando sai vestido com um shorts e uma camiseta encontro a Tatá sentada na minha cama com uma camisola sem sutiã que ao me ver já pude notar lágrimas nos seus olhos e como irmão eu tinha que fazer algo e fiz.
- Eu imagino o porque está assim Tatá! Falei isso esticando a minha mão a chamando para um abraço que naquele momento foi bom, mas também ruim devido a toda aquela situação.
- Me desculpa Samuca! Mas eu não aguento mais ficar sem você do meu lado! Eu sei que está muito chateado e bravo comigo, mas eu não consegui me controlar e o meu ciúmes estragou tudo! Fica comigo essa noite! Eu preciso muito de você e preciso por inteiro! Suas mãos percorriam minhas costas e sentir seu corpo cheiroso me fez pensar com a cabeça de baixo e ao olhar pra ela não resisti, e a beijei onde pude ver como ela me desejava naquele momento. E mesmo estando meio gelado não demorei pra soltar a sua camisola a deixando só de calcinha que nem me lembro qual que usava naquele dia, mas ela fez o mesmo me deixando pelado podendo sentir o meu pau latejando na sua mão. Ela conseguiu com que o meu tesão explodisse naquela noite e antes que ela me chupasse eu a coloquei de quatro em cima da minha cama tirando a sua calcinha e cai de boca na sua bucetinha que estava lisinha, e ficando bem melada. Minha língua percorria sua bucetinha e seu cuzinho, e não demorou pra eu encostar o dedão naquela cuzinho a fazendo explodir num orgasmo me fazendo entrar no jogo dela depois de me fazer derreter com o seu orgasmo.
- Que saudades desse cheiro e desse gosto de fêmea...
- Eu sei que fui uma irmãzinha malvada, mas se está com raiva dela, fode a sua putinha pra mostrar que é você que manda meu macho! Me faz gozar sentindo o seu pau no meu cuzinho porque eu não sei se ainda vai querer tirar a virgindade da sua irmãzinha e fazê-la ser mais puta ainda. Naquela noite eu não sei o que deu em mim, mas a saudade e um pouco da raiva por ela ter tido aquela reação com a nossa mãe onde quase colocou nosso plano no lixo, e vendo ela se entregando daquele jeito me fez perder o controle naquele momento.
- Seu macho está muito zangado com o que fez, mas você sabe ser muito putinha quando quer ser fodida! Então se prepara que vou arrombar seu cuzinho nessa noite! Eu peguei o gel dando aquela lubrificada e ela parecia possuída pelo satanás porque quando forcei o meu pau ela não parava de me atiçar.
- Isso meu macho enfia esse pau sem dó e mostra pra sua putinha que é você que manda nela! Soca bem gostoso, vai não para! Eu estava perdendo o controle e ia aumentando a força das estocadas vendo ela gemer segurando a colcha da cama forçando a sua bunda contra o meu pau mostrando que estava doendo, mas também que estava com muito tesão. E devido aquele tempo sem tê-las e sem me masturbar por causa daquela situação eu continuei socando até que gozei inundado aquele cuzinho a fazendo explodir em outro orgasmo, e agora eu também estava possuído, e a virando cai de boca nos seus peitos que gemia ao mesmo tempo que se masturbava, e se queria ser mais puta do que já foi eu me afastei a deixando sentada e segurando o meu pau eu puxei a sua cabeça e a fiz chupar sem me procurar sem estava com vestígios de coco ou não! Só sei que ela me olhou enquanto engolia o meu pau e em seguida começou a chupar igual uma putinha me levando na loucura.
- Não falou que queria ser tratada igual uma puta! Então chupa o meu pau bem gostoso que ainda não acabei de foder o seu cuzinho. E quando ele ficou duro eu me deitei na cama a puxando pra cima do meu corpo e com o meu pau encaixando na sua bucetinha nos beijávamos sem controle e nesse dia eu quase fiz a besteira, mas me segurei porque se não conseguisse seria uma bomba atômica naquele casa. E me olhando enquanto rebolava no meu pau o satanás a testava e me testava ao mesmo tempo.
- Me faz ser uma putinha por completo meu macho! Fode a minha bucetinha e deixa eu sentir esse pau arrombando ela igual você arrombou o meu cuzinho! Eu olhava pra ela e podia sentir a cabeça na sua entradinha me fazendo segura-lo e esfregar nela quase encaixando pra ela sentar e a bomba explodir.
- Mas é muito puta essa minha irmã...
- Só vou ser quando enfiar seu pau na minha bucetinha! Meu coração estava acelerado, a minha respiração daquela jeito e sentia ela na mesma situação. Mas surgiu uma luz onde a tirei de cima a fazendo ficar deitada ao contrário para fazermos um sessenta e nove e ao olhar pra sua bucetinha pude ainda ver vestígios da minha porra no seu cuzinho. Eu passei o dedo dando aquela limpada e cai de boca sentindo ela me chupar até que gozou mais uma vez e dei a ordem.
- Já gozou minha putinha! Então agora senta com esse cuzinho no meu pau e cavalga até eu gozar! E sem forças ela lambuzou o meu pau com gel e com a minha ajuda foi sentando até que entrou metade e ela começou a cavalgar gemendo. – Isso minha putinha! Senta no pau do seu macho! Não era isso que queria, então enterra ele inteiro nesse cuzinho...
- Você está me enlouquecendo! E se é isso que quer eu vou ser a sua putinha sempre que quiser, mas eu não consigo ficar sem você porque você me faz gozar gostoso meu macho. Fala que vai me foder em todas as semanas! Eu estava num transe e mesmo envolvido, ainda tinha a minha mãe que também sofria.
- É pra isso que está sendo a minha putinha hoje? Eu sabia que era muito putinha e muito safada! Mas ainda não sei se merece ter o meu pau como deseja! Ela estava exausta e eu estava sendo tão cachorro com ela, mas pude ver ela gozar mais uma vez soltando um gemido e desabando onde eu a segurei a deixando de lado e depois de lubrificar mais o meu pau eu enfiei novamente no seu cuzinho dando mais umas bombadas até que eu gozei soltando um gemido como se estivesse liberando aquele tesão vendo ela apagada do meu lado. Fui saindo e vendo que não se mexeu, cobri ela com uma coberta, apaguei a luz deixando a de um abajur acesa, peguei a minha roupa e sai fechando a porta onde tomei um banho e desci pedindo uma pizza que enquanto não chegava fiquei relembrando o que tínhamos feito no quarto e me bateu um arrependimento por tê-la tratado daquele jeito! E o seu cuzinho? Nem me preocupei em ver ou esperar pra perguntar se ela estava bem. Mas a pizza chegou, eu me acomodei na mesa da cozinha, comi uns três pedaços e depois me deitei no sofá tentando digerir tudo o que estava acontecendo naquela tarde. E por volta das oito da noite a minha irmã desce de banho tomado vestindo um pijama comportado e uma blusa meia estação o que me fez estranhar, mas diante da minha atitude eu faria o mesmo e podia ver novamente um ar de tristeza e medo ao se aproximar.
- Me desculpa Samuel...
- Está tudo bem Tatá...
- Como está tudo bem depois do que fizemos...
- Tamires! Respira e relaxa um pouco! Você deve estar com fome e eu vou esquentar a pizza pra você comer e depois conversamos sobre essa tarde. Resumindo! Enquanto ela comia falou o porque agiu daquele jeito e foi sincera em relação a saudade e o amor que sentia por mim. E que o seu tesão era tanto que ela se segurava por causa da nossa mãe e devido ao nosso distanciamento. Ali foi um desabafo onde colocou seus medos e toda sua angústia pelo que estava vivendo depois de ouvir a revelação da minha mãe sobre nosso envolvimento. A ouvi vendo chorar e se explicar até que foi se acalmando e eu a chamei pra irmos pra sala e ao me sentar me fez um pedido e não pude recusar.
- Samuca! Posso sentar no seu colo pra conversarmos? Eu preciso sentir o seu corpo pra me deixar mais tranquila e também pra matar a saudade. Se após essa conversa não acontecer mais de ficarmos juntos eu vou entender e não vou te culpar. Nessa hora eu podia falar que eu era o maior culpado, mas só ia prolongar a conversa.
- Tudo bem Tatá! Eu também senti a sua falta...
- Samuca! Deixa eu começar a explicar o porque das minha atitudes e depois você pode argumentar e fazer perguntas, mas eu tenho muitas pra te fazer e desejo muito que sejamos sinceros um com o outro.
- Você tem razão, mas antes preciso saber se não te machuquei pela forma que agi com você no meu quarto Tatá! Depois que sai te deixando sozinha me senti um lixo por não ter te dado atenção como devia.
- Acho que desse momento a maior culpada sou eu porque eu podia ter parado, mas como eu disse o meu tesão era tanto e ainda estou cheia de desejos. Mas você me fez gozar de uma maneira que me fez entender a diferença de prazeres numa relação sexual. Não sei te falar se realmente foi violento porque o meu corpo pegava fogo e eu estava fora de mim Samuel. E pode ficar tranquilo que só está um pouquinho dolorido.
- Fico aliviado Tatá! Mas parecia que eu também estava possuído e quanto mais você gozava querendo ser uma puta, mais alucinado eu ficava. Mas não vou mentir que meu orgasmo foi intenso, porque parecia que estava me libertando de algo.
- Pena que não pude apreciar esse momento porque estava apagada na cama. Mas o que eu quero explicar é sobre a minha atitude depois que a mamãe falou de vocêsÉ isso que não entendi Tatá! Nós tínhamos um plano e tínhamos combinado o que fazer quando ela se envolvesse comigo...
- Eu sei Samuel! Mas o meu amor por você é tanto que o meu ciúmes me possuiu naquela momento e a minha vontade era falar um monte pra mamãe, mas apenas me segurei tentando digerir algo que não esperava que ia acontecer, mas agora eu vejo que aconteceu e eu estraguei tudo...
- Eu sabia do seu ciúmes, mas não esperava que agiria dessa maneira. E está tão bagunçado que eu não sei o que fazer pra voltar tudo ao normal...
- Eu vou te ajudar Samuca! Mas agora quero que seja sincero e me fale o que mais aconteceu entre os dois, porque a mamãe não ia se declarar se não estivesse tão envolvida com você. Eu sei que não foi legal eu falar que você fodeu ela, mas eu sinto que esconde muita coisa dos dois e você prometeu que me deixaria a par de tudo que fizessem juntos. Ela tinha razão eu sabia que esse foi o meu maior erro por querer preserva-la devido ao seu ciúmes.
- Você está certa Tatá!
- Como assim...
- Deixa eu falar agora! Por favor! Ou melhor! Você tem certeza que hoje é o melhor dia pra falarmos desse assunto? Porque eu sei que depois do que ouvir pode me odiar e não tiro a sua razão. Ela me olhava nervosa, mas pediu pra não esconder nada. – Eu fui um traidor por não cumprir com o combinado Tatá! Mas tinha coisas que não podia te contar porque não sabia como seria a sua reação. Resumindo! Expliquei que os sonhos foram acontecendo e foi através deles que vi a oportunidade sugerindo pra ela de eu ficar também com a nossa mãe, falei detalhado como eram os pedidos que aos poucos ganhavam confiança com a nossa mãe onde também falava sobre a minha opinião de ficarmos juntos. Que vendo essa confiança passei a fazer massagem nos seus pés, depois nos ombros e que naquela vez que ela ficou sem falar comigo foi por causa do que sentiu na massagem e só fiquei sabendo porque a confiança fez com que ela falasse da sua intimidade para mim. E com os sonhos acontecendo ela me procurava pra conversarmos e voltamos a nossa relação mãe e filho na sua frente, mas quando estávamos sozinho nossos abraço eram mais envolventes. – Como eu disse te explicar sobre esse ponto seria complicado Tatá! Mas foi a partir daí que tudo desandou!
- Eu sabia que estavam bem íntimos, mas eu confiava em você pelo que falava pra mim e por me dizer da sua intenção pra ficarem juntos. Mas porque desandou depois Samuel? E imagino onde tudo isso vai chegar, mas preciso ouvir de você! E não vou discutir sobre essa parte da explicação porque seria algo pra mamã me explicar e acho que ela já fez isso.
- Como eu disse estávamos cada vez mais envolvidos e em nossas conversas falávamos de nossas intimidades sem medo e íamos conhecendo mais um ao outro sempre direcionado aos sonhos dela e dos meus. E quando viajou sozinha já pressentíamos que avançaríamos mais e avançamos...
- O que fizeram Samuel? Ela me olhava com os olhos cheios de lágrimas, mas permanecia no meu colo esperando toda a verdade.
- Parecia uma reedição de como começamos, mas com a mamãe foi mais rápido pela experiência que tem, por já conhecer desse prazer, e como previa ela sentia falta dele. Mas nunca forcei e sempre deixei ela tomar a iniciativa assim como fiz com você. E foi por isso que quando voltou do Sul ela estava estranha em casa. Ela queria continuar, mas te respeitava e se segurava...
- E você também queria continuar o que faziam? Cada pergunta dela era uma facada no peito.
- Sim Tatá! Eu queria e assim como ela senti falta dos nossos momentos, mesmo tendo você na minha vida.
- Você é muito safado Samuel! Você estava comendo as duas e ainda fala desse jeito...
- Não é bem assim Tatá! Acho melhor pararmos porque você já sofreu demais.
- Não se preocupa comigo Samuel! Eu quero saber de tudo e como aconteceu! Podia ver raiva no seu olhar, mas também o seu amor brigando com ela porque no fundo ela sabia que era complicado ficarmos juntos como queríamos sem a nossa mãe concordar.
- Você tem razão! E eu não estava comendo as duas escondidos! Com você tínhamos um cronograma pra ficarmos juntos e aproveitamos muito dele! Com a mamãe era apenas beijo e carícias mais profundas que voltamos a ter quando ficávamos sozinhos o que era raro porque era mais nos dias que dormia na casa de uma amiga ou saia com alguma. Mas como você sabe esse desejo vai aumentando e realmente queríamos mais, mas não tínhamos como tê-los...
- Até eu ir pro sítio no carnaval, acertei Samuel? Eu não queria ir, mas você insistiu pra que eu fosse pra você continuar tentando conquistar a mamãe, mas isso você já tinha feito! E porque você escondeu isso de mim? Você sabe que eu te amo Samuel!
- Por esse motivo Tamires! Eu temia essa sua reação, mas agora você já sabe de tudo e em vez de tentar se mostrar coerente você deixou seu ciúmes interferir e a mamãe está até agora esperando uma resposta sua porque eu falei que se você não aceitasse que conversaria com você e que você entenderia! Mas infelizmente o seu ciúmes atrapalhou e o que afirmei pra ela ficou como um mentira.
- Você transou com ela e quer que eu aja como se fosse algo normal? Novamente ela não queria aceitar e eu precisei dar uma de louco.
- Transei Tamires! Assim como tranzei com você! E hoje estou sendo castigado por essa minha atitude! E diante do que está acontecendo só tenho uma saída que é fazer algo que ia fazer quando falei do plano pra você e não fiz! Ela me olhou assustada vendo que estávamos saindo do controle e chorando pediu o que havia pedido, mas dessa vez estava desesperada.
- Não Samuel! Você não vai embora! Se isso acontecer eu não sei o que eu vou fazer e a mamãe vai me culpar por isso. Ela me abraçava e mesmo tentando faze-la entender eu me sentia culpado por tudo! Foi um bom tempo com ela chorando e no fim eu também chorei e ao acalmarmos ela me olhou e fez a pergunta que a machucou, mas que a fez compreender a minha situação.
- Samuca! Você ama e deseja a mamãe como me ama e me deseja? Porque se ama é por isso que não consegue resolver toda essa situação.
- Eu a amo e desejo assim como te amo e te desejo Tatá! Eu imaginei que seria diferente, mas hoje eu quero as duas na mesma proporção! Infelizmente a mamãe está apaixonada por mim igual você está! Por isso que a melhor solução é eu deixar as duas e viver a minha vida longe para não machuca-las mais. Ela viu a minha tristeza e ao ouvir que o amor das duas eram na mesma proporção ela se deu conta do estrago que ia ser se eu fosse embora. Sua tristeza era enorme e a minha não ficava atrás! Mas como comentei nem tudo era flores e ali eu estava colhendo os espinhos. Suas lamentações a resposta de eu deixa-las eram profundas e essa minha ameaça a deixou tão desesperada que após nos machucarmos com palavras ela propôs um acordo e se achava que poderia fazer nossas relações voltarem ao normal estava enganado, e parecia que as minhas atitudes faziam com que eu começasse a pagar com juros o que fiz com as duas. Mas o desespero era tanto que aceitei o acordo que vou resumir em poucas palavras.
- Samuca! Eu não quero que nos deixe e com certeza a mamãe também não aceitaria isso! Eu sei que eu compliquei a nossa situação e vendo você agora, eu vejo que você também sofre assim como eu, e se a mamãe souber dessa sua intenção sofrerá muito mais por ser.a sua mãe. Então se me der uma oportunidade eu vou deixar o meu ciúmes de lado e vou conversar com a mamãe e dar a minha opinião sobre o que acho da relação dos dois. Mas também queria te fazer um pedido por não saber mais o que pode acontecer entre nós dois.
- É o que ela mais quer de você Tatá! Que seja sincera sobre a sua opinião, e o que seria esse pedido?
- Quero que me faça sentir aquele prazer que sempre me fez sentir até a mamãe voltar e pra não ser injusta por saber realmente o que ela sente por você, no sábado eu vou dormir na casa da minha amiga e deixo vocês dois sozinhos porque no domingo a tarde eu vou dar realmente a minha opinião com os dois juntos. Aquilo me encheu de esperança, mas depois eu descobri que uma mulher apaixonada faz qualquer coisa pra ter o amor correspondido. E ao ver uma mudança no meu olhar ela me deu um sorriso contido e eu a abracei.
- Só de falar com ela já fico feliz Tatá! Porque eu havia falado que voltaria a ser o filho e o irmão de antes, só que depois eu percebi que não teria como voltar no passado, e o que falei agora seria a melhor saída caso não entrássemos num acordo sobre nossas relações. E mesmo depois da forma como te tratei a tarde você ainda quer ficar comigo?
- Eu provoquei aquilo Samuca! E como eu disse por mais que sentia raiva de você eu também sentia saudades do seu corpo colado ao meu! E se não acontecer como pretendo pelo menos tive uma despedida com o homem que mais amo e que ficará guardado no meu coração.
- Tatá acho que você se resolvendo com a mamãe, não seria uma despedida! Mas o que eu fiz a tarde me deixou muito mau e eu quase tirei a sua virgindade de uma maneira que poderia de machucar, mas também percebia esse seu desejo e analisando você queria que eu tirasse devido ao sentimento que vem sentindo por considerar que foi uma traição...
- Eu estava sem controle e precisa sentir você! Mas mesmo querendo muito fico aliviada de não ter indo em frente mesmo eu falado o que falei naquela momento. Mas queria apenas dormir com você e conversar mais sobre você e a mamãe! Acho que depois do que me falou não vou agir como vinha agindo. Podia ver ela mais calma e talvez carente daquele amor que demostrávamos um para o outro e cedi trazendo a sua boca ate a minha lhe dando um beijo onde já se aninhou no meu colo não demorando pra tirar a sua blusa e o seu sutiã mesmo eu tentando impedir por estar friozinho.
- Pelo que está vestindo imagino que pensou o pior irmãzinha? Mas não preciso tirar porque está gelado e você vai ficando com frio.
- Acordar sozinha na sua cama com o cuzinho ardendo e relembrar de tudo que aconteceu foi algo que me deixou abalada e não sabia como te encontraria aqui em baixo. E pra não ter surpresas achei melhor me vestir como se a mamãe estivesse em casa e eu sei que com você não sentirei frio irmãozinho.
- Eu sei que não vai ser fácil, mas vamos tentar esquecer esse episódio e aproveitar essa noite pra amenizar o que fizemos nessa tarde. Ela me beijou enquanto eu apertava a sua bunda e se levantando pediu pra esperar que queria apenas trocar de roupa e que não demoraria pra descer e me fazer companhia. Ela subiu e quando desceu veio em minha direção com o robe aberto vestindo um o bode branco podendo ver que tentava controlar seu corpo em relação a temperatura.
- Se é pra esquecermos quero que seja como antes! Ela sentou no meu colo encaixando a sua bucetinha no meu pau e vendo a sua entrega eu tirei o seu robe sentido aquela bunda perfeita e depois de vê-la bem excitada eu a fiz ficar em pé em cima do sofá e tendo a sua bucetinha bem na minha frente eu a beijei por cima do tecido e depois fui soltando os colchetes apoiando uma de suas pernas no encostado levando a minha boca naquela bucetinha que eu quase arrombei a tarde. Parecia que tínhamos deixando os acontecimentos para trás e nos curtíamos sem remorso.
- Que delícia irmãzinha! Eu também estava com saudades desses nossos momentos...
- Tá tão gostoso, mas depois do que fiz tenho medo de falar alguma coisa...
- Não tenha irmãzinha! Esquece e expresse como desejar que eu vou no seu ritmo.
- Então me chupa bem gostoso até eu gozar irmãozinho! Eu sei que ela está bem peluda, mas não consegui deixar lisinha porque me fazia lembrar muito de você meu amor! Samuca! Eu sempre vou te amar, não se esqueça disso! Mas me faz gozar! Sua bucetinha estava realmente bem peluda, mas eu a chupava como um lobo faminto e se ela queria como antes eu abria bem seus grandes lábios enfiando o que dava da minha língua na sua grutinha a levando aquele êxtase até que gozou tendo que segura-la a trazendo pro meu colo e nos beijamos com aquele tesão. E não tinha como não me entregar a ela pelo que sentia também! Nosso beijo foi intenso e depois de se recuperar ela se ajoelhou no tapete, puxou o meu shorts e a cueca podendo ver o meu pau duro e já todo melado como ela gostava. Ela o alisava me olhando até que me falou que devido a incerteza da nossa relação depois daquela noite que ia fazer algo que sempre ameaça fazer, mas nunca dava certo. E me olhando começou a me chupar como uma verdadeira putinha e o cachorrão já imaginava a dona Sara fazendo o mesmo. Mas sua boquinha era muito gostosa e nessa brincadeira não demorou pra eu gozar na sua boca que assim que ejaculei tudo ela se encaixou no meu pau e juntou a sua boca na minha que ao abrir a minha pude sentir uma boa quantidade da minha porra o que me fez sentir um tesão e retribuir o beijo a deixando mais acesa que ao se afastar ficou me olhando nervosa.
- Não precisa ficar assim...
- É que eu faço as coisas sem pensar e depois me arrependo...
- Se eu não tivesse gostado teria te empurrado no mesmo instante que senti a minha porra vindo pra minha boca. E se é minha, não tem o porque ficar com nojo, mas quanto ao gosto vou concordar com você.
- Obrigada por ser compressivo com as minhas atitudes meu amor! Mas ainda estou pegando fogo e só tem uma maneira de apagar esse meu fogo!
- Também depois desse tempo sem ficarmos juntos e pelo que te conheço, você deve estar subindo nas paredes! E tem certeza que está bem pra fazermos mais um anal?
- Tenho! Só vou subir pra me preparar e vou adorar te ver me esperando no meu quarto. Ela me deixou sozinho e mesmo conversando e resolvendo parcialmente a nossa situação eu ainda me sentia culpado por saber que a minha mãe também queria transar comigo devido ao nosso distanciamento e a todo aquele rolo que se não fosse o ciúme estaria mais amenizado. E mesmo desejando subir eu ficava pensando se naquele momento dar o que ela queria não era egoísmo da minha parte pelo que estávamos passando! Mas eu subi porque também sabia que ela queria conversar mais sobre a nossa relação. E ao subir, passei no meu quarto, vesti um shorts de pijama com uma camiseta, peguei o meu travesseiro e me acomodei na cama dela até que ela entrou vestida com o roupão que havia ganhado. Em seguida pegou uma coberta a estendendo sobre mim e foi abrindo o seu roupão me revelando aquele lingerie bem comportado, mas que a deixava muito gostosa.
- Tatá...
- Não fala nada Samuca! Apenas faça o que eu pedi, por favor! E por não saber o que vai acontecer entre nós três eu resolvi usar algo que nos leve ao início de tudo o que estamos vivendo. Em seguida tirou o seu roupão e se enfiou embaixo da coberta e começamos com beijos e em seguida eu tirei a minha camisa e aos poucos nossos corpos pegavam fogo, e eu já fui descendo a boca pelo seu corpo puxando o seu sutiã pra cima caindo de boca nos seus peitos até chegar no seu ventre onde a virei que vendo a sua bunda coberta por aquela calcinha eu comecei a beijar a sua bunda o que era algo que me remetia as duas por terem uma bunda quase parecidas! Tinha adorado a sua ideia, mas ela também me levava a pensar na nossa mãe. E vendo que a coberta estava atrapalhando, ela a puxou deixando seu corpo livre.
- Você vai ficar com frio...
- Então me faça pegar fogo e assim esse frio vai embora! Eu a coloquei de quatro e fui puxando a sua calcinha que ao tira-la encostei a minha mão na sua bucetinha, pude senti-la lisinha e babada além de ver que tremia um pouco, mas percebia que o seu tesão a aquecia. Por uma noite ela me fez voltar no tempo e lhe dar o que pediu! Eu a chupava como sempre a chupei percorrendo a língua pelo seu cuzinho e pela sua bucetinha ouvindo ela gemer e sussurrar até que gozou, mas quando eu afastei a boca ela se levantou me fazendo deitar e se deitou em cima do meu corpo para fazermos aquele sessenta e nove. Ela me chupava com tesão e depois eu descobri o porque dela querer me chupar como se fosse a última vez. Mas estava gostoso até que eu gozei na sua boca e ela gozou mais uma vez na minha e veio se aconchegar do meu lado onde me deu aquele beijo, mas dessa vez ela já tinha engolido a minha porra. Mas vendo ela se encolher eu puxei a coberta e nos ajeitamos um de frente pro outro, mas com uma perna sua em cima da minha. E depois de relembramos momentos inusitados onde demos risadas enquanto alisávamos nossos corpos e nos tocávamos ao mesmo tempo veio a primeira pergunta que a incomodava naquele momento após vê-la pensativa.
- O que foi irmãzinha? Achei que teríamos uma noite como sempre tivemos!
- Não é nada e vamos ter irmãozinho! Mas como eu disse queria também conversar mais com você e entender mais do seu relacionamento com a mamãe. E não se preocupe que a raiva já passou e mesmo tendo ciúmes eu sei que ela está passando pelo mesmo que eu. E lembra que eu falei que não acreditava que você conseguiria essa proeza!
- Lembro, mas só não confirmei que daria certo porque não queria mencionar os sonhos que era o que me fazia acreditar no meu êxito.
- Se eu soubesse deles teria acreditado como você acreditou. Mas depois que se envolveram foi fácil fazer sexo oral com ela? Porque nós falávamos disso e agora vendo o que aconteceu eu imagino ela chupando o seu pau e você a xotinha dela! Realmente ela perguntava como curiosa, mas a resposta foi um momento de felicidade pra ela.
- Eu esperava que perguntaria mais sobre a minha relação com a mamãe Tatá! E mesmo vendo nela esse desejo e também curiosidade por falarmos abertamente sobre sexo através das conversas tínhamos um limite. E quanto ao corpo dela como eu disse a xota...
- Xota?
- Se a sua é xotinha a dela tem que ser xota! Ela deu uma risadinha e eu continuei. – A xota dela foi a última que toquei e ainda foi por cima da calcinha! Os peitos foram também primeiro por cima do sutiã até que me deixou tira-los podendo toca-los como eu toco nos seus até que deixou tirar a sua calcinha e assim eu poder tocar na sua xota pela primeira vez. Acho que queria saber das suas reações, mas não vou mencionar e apenas dizer que a deixava feliz e satisfeita. Ela me olhava como digerindo o que ouvia. – E para a sua surpresa na masturbação ela fez primeiro em mim segurando direto no meu pau enquanto eu ainda só alisava a sua bunda.
- A mamãe pegou no seu pau sem se preocupar...
- O que você resistiu em fazer por não saber realmente como era a sensação algo que a mamãe já sabia! E o que você sentiu nesse dia ela já havia sentido com o papai e sabia o que ia sentir seguram o meu pau. Como eu disse a mamãe sentia falta desse prazer e quando passou a sentir comigo foi como despertar um vulcão. Mas esse vulcão ainda tem seus medos por ser algo tão diferente do que sentia com o nosso pai! E quanto ao sexo oral ela nunca fez, mas vejo essa curiosidade em fazer comigo.
- É sério! Você ainda não chupou a xota dela?
- Eu quase passei esse limite e se tivesse passado ela não teria me proibido naquele momento, mas você me conhece e eu cumpro meus acordos. Podia ver a sua alegria pelo fato de só ela ter me chupado. E ela me deu um abraço já sentindo o meu pau duro e me olhando apenas fez aquele pedido.
- Me desculpa a empolgação Samuca! Mas fiquei feliz por saber que foi só eu que te chupei até agora! Mas sentir o seu pau assim me faz querer sentir ele no meu cuzinho. Então pega o gel que quero de lado igual aquela dia sem nos preocupamos com o tempo. Sua bucetinha realmente estava melada e depois de um beijo eu fui rapidinho buscar o gel no meu quarto e ao voltar me enfiei embaixo da coberta, e como eu sempre faço comecei chupando um pouco a sua bucetinha e depois os seus peitinhos até deixá-la de lado pra lubrificar seu cuzinho e o meu pau pra começar a penetração nele. E devido aquela tarde estava meio receoso e não forçava como nas outras vezes até que a cabeça entrou lhe arrancar um gemido e agi como estivéssemos fazendo amor através do sexo anal. Ela ia se encaixou no meu corpo enquanto minhas mãos trabalhavam na sua bucetinha e nos seus peitinhos. Como ela havia pedido não tinha pressa e tirava e enfiava o meu pau devagar podendo sentir a sua excitação através dos seus gemidos. E vê-la novamente entregue me fez imaginar ainda mais como seria ficar sem ela ou sem as duas. Eram sentimentos diferentes, mas forte! E ela me fazia ficar com mais remorsos do que já tinha.
- Era assim que queria irmãzinha?
- Era irmãozinho! Tá tão gostoso e estou com tanto tesão que acho que vou gozar logo! Seu corpo ia se contorcendo e sua respiração ia se alterando até que ela me pediu. – Enfia mais rápido irmãozinho, que estou pra gozar! E ao fazer isso ela empurrou sua bunda contra o meu corpo soltando um gemido carregado de tesão e do prazer que sentia enquanto dava espasmos contraindo seu cuzinho e esmagando o meu pau tirando a minha mão da sua xotinha.
- Está tudo bem Tatá?
- Se está perguntando do meu cuzinho, pode ficar tranquilo que está e ainda quero mais porque você ainda não gozou. Meu pau latejava dentro dele e aos pouco fui tirando e ela se virando e me virando antes se sentou em cima do meu pau encaixando a sua bucetinha nele me fazem sentir um frio na barriga.
- Acho que ficar assim não está sendo uma boa ideia Tatá!
- Eu sei que está preocupado, mas não se preocupe que não vou forçar igual eu fiz a tarde. Ela esfregava sua bucetinha nele o que fazia aumentar ainda mais seu fogo e novamente tirou a coberta e pegou o gel lambuzando o meu pau, e dando aquele olhada ficou de costas e após encaixar a cabeça no seu cuzinho foi sentando e agora cavalgava se masturbando e parecia não querer parar, mas dava um tempinho com ele atolado dentro dela e depois começava de novo até que gozou mais uma vez.
- Você não mentiu quando ao seu fogo irmãzinha?
- Não Samuca! Mas agora me põe de quatro e goza no meu cuzinho pra descansarmos. Eu a ajudei a colocando de quatro e depois de mais um pouco de gel comecei a socar e naquela posição que vendo a sua bunda arrebitada podia novamente imaginar a da dona Sara quando ficava de quatro pra mim o que me deixava mais excitado vendo ela sem forças e se masturbando enquanto sentia o meu pau entrando e saindo até que falei que ia gozar.
- Eu vou gozar irmãzinha!
- Goza e enche o meu cuzinho como gosta de fazer meu homem! Aquilo foi a deixa pra me fazer explodir em mais um orgasmo fazendo ela ter mais um e dessa vez desabamos e não deixei de acomoda-la ao meu lado e nos cobrir enquanto nos recuperávamos. Nossos corpos estavam quentes e nossos corações disparados. E depois de um tempinho ela quebra o silêncio.
- Obrigada por essa noite Samuca! Eu não sei o que vai acontecer, mas dependendo do que se resolver nossa despedida foi muita gostosa.
- Não vou esconder que antes de subir estava apreensivo devido a todo esse rolo Tatá! Mas você está certa e foi incrível essa nossa noite! E acho que também encerramos esse assunto!
- Ainda não Samuca!
- Como não Tatá?
- Eu tenho uma última pergunta e depois dela encerramos de vez esse assunto.
- E o que quer saber que ainda não foi dito?
- Eu sei que não é certo, mas foi um acordo nosso e estou no meu direito de saber Samuca. E você explicou e falou quase tudo além de não esconder que já transaram! Eu só queria saber se também fizeram anal já que falou que a mamãe parecia um vulcão e como foi esses momentos? Realmente ela queria saber muita coisa, mas ponderei na resposta.
- Olha irmãzinha! Não tiro a sua razão e espero que essa minha resposta responda a sua pergunta. Sexo anal a mamãe também nunca fez e diferente do oral não tem certeza que faria e você sabe os motivos porque passou por isso. E quanto ao que fizemos quando transamos seria o mesmo que faço com você só que em vez de ser com o cuzinho é com a xota dela. Mas antes de argumentar sobre eu já ter provado de uma, lembre que foi você que praticamente tirou a minha virgindade. E como eu disse sou apaixonado pelas duas e cada uma tem o seu diferencial que me atrai cada vez mais. Então já sabe que independente do que acontecer eu sempre vou te amar.
- Eu também vou te amar Samuca! E sua resposta ajudou a entender o que faltava da relação dos dois. E espero que revertemos tudo isso e assim quem sabe você não faz aquele vulcão experimentar o seu pau naquele cuzinho igual eu experimentei no meu? Eu a olhei e dando risada e um beijo em seguida apenas completou. – Estou brincando irmãozinho! Mas eu sei que deseja muito isso com a nossa mãe e depois do que já fizemos, não podemos esconder mais nossos desejos. No fim dormirmos e ao acordarmos no domingo a tratei como antes onde tomamos um banho quente juntos e rápido e depois apenas com nossos roupões tomamos o nosso café e nos trocamos pra irmos pra igreja. E ao voltarmos passamos mais um tempo apenas namorando e conversando sobre possíveis resoluções sobre nossas situações. Aquela tarde estava gostosa e como a nossa mãe falou por volta das quatro da tarde ela retornou falando apenas um oi perguntando se estava tudo bem e vendo nós dois conversando eu respondi que sim e ela subiu pra tomar um banho descendo vestida com o seu roupão devido ao friozinho do final de tarde. Depois falou da sua ajuda e do almoço na casa daquela família e vendo que estávamos diferente foi preparar a nossa refeição onde nos reunimos e parecia que não tinha acontecido nada, mas depois de tudo arrumado preparei dois chás a deixando surpresa por fazer um tempo que não tomávamos chá juntos e com isso a minha irmã aproveitou o momento.
- Mamãe eu queria aproveitar esse momento e falar sobre essa situação que esta perturbando o sono de nós três. Eu sei que falar disso ainda é complicado, mas acho que precisamos ajustar tudo isso ainda mais depois daquela última conversa com aquela afirmação do Samuca onde percebi que mexeu com nossos sentimentos.
- Eu achei que já tínhamos encerrado Tamires...
- Mamãe! Deixa a Tatá se explicar e quem sabe não tiramos esse peso de nossas vidas.
- Tudo bem, já que os dois insistem tanto em algo que só nos trás problemas. O que tem pra falar agora filha?
- Essa sua ausência nos deu a oportunidade de conversarmos muito mamãe e o Samuca me explicou mais sobre a relação dos dois e percebi que as minhas condições realmente não mudou em nada. Mas eu combinei com ele que usaria dessa semana pra entender o que me foi dito e no próximo domingo eu dou o meu parecer sobre os dois. E pediria que esquecessem os acordos e apenas me respeitassem quando estivermos juntos. Minha mãe a ouvia e parecia mudar o seu semblante, mas ainda via sua tristeza.
- Fico feliz por entender mais sobre o que sentimos um pelo outro filha! Mas eu nunca te desrespeitei com minhas atitudes na sua frente. Eu sei que isso não vale pro que fizemos escondidos, mas eu só vou continuar se você realmente aprovar o que estamos vivendo.
- Mamãe! Se eu estivesse totalmente contra eu já tinha te falado um monte! Eu só preciso analisar melhor sobre toda essa mudança nas nossas vidas. Tente trazer um pouco daquela sua alegria e no domingo conversamos!
- Obrigada filha! Vou pensar sobre o que conversamos agora e fazer minhas orações e esperar o domingo pra ver o que vai nos dizer. Mas você me deixou mais aliviada com essa conversa. Isso foi um resumo da conversa com a nossa mãe, mas ela chegou a imaginar que eu tinha falado tudo o que já tínhamos feito, mas eu consegui dar um toque e ela se segurou e assim mantivemos como nas últimas conversas. Esse foi o resumo sobre as atitudes da minha irmã com a revelação a nossa mãe. E pra encerrar esse vou terminar falando da situação da minha mãe em relação a toda essa situação com a Tatá, mas com ela também parecendo querer se despedir depois dessa última conversa que tivemos entre os três. Então acho que esse vai ser um pouco mais longo! Mas para ajudar eu separei em duas partes!
