Capítulo 4: Fogo no Quarto
Lucas não me dava sossego. Depois daquela noite na sala, com meu pênis de 23 cm gozando no tapete e ele me fodendo com tapas na cara, ele ficou completamente viciado. Aos 20 anos, com meus seios GG, bunda redonda e pernas torneadas, eu adorava ter aquele homem de 53 anos, grisalho, barba por fazer e um pau de 18 cm grosso, na palma da minha mão. Quando ele me mandou mensagem dizendo que precisava me ver de novo no apartamento dele, eu já senti o tesão subir. “Tô indo, velho,” respondi, escolhendo o vestido mais provocante que tinha.
Cheguei lá à noite, usando um vestido prateado curtíssimo que mal cobria a metade da minha bunda, decote profundo deixando quase tudo à mostra, e uma calcinha preta de renda tão fina que meu pênis, já meio duro só de pensar nele, marcava o tecido. Meus cabelos negros caíam soltos até a cintura, gloss rosa brilhando nos lábios carnudos. Bati na porta e Lucas abriu quase imediatamente, só de calça jeans, o peito peludo à mostra, o pau já duro marcando o zíper. “Porra, Sofia,” ele grunhiu, os olhos verdes me devorando, e me puxou pra dentro com uma mão firme na minha cintura.
Fomos direto pro quarto dele. A cama king-size com lençóis pretos, um abajur vermelho jogando luz fraca que refletia no espelho do teto, o ar já carregado com cheiro de sexo antigo. Ele fechou a porta com o pé e me empurrou contra a parede, a boca invadindo a minha, língua grossa girando com gosto de uísque e cigarro. Minhas mãos desceram, apertando aquele pau duro por cima da calça, sentindo as veias pulsarem. Ele gemeu na minha boca, cravando os dedos na minha bunda, rasgando a calcinha com um puxão bruto que fez o tecido se desfazer.
“Tira esse vestido, sua safada,” ordenou, a voz rouca de tesão. Obedeci devagar, deixando o tecido prateado deslizar pelo corpo, revelando meus seios GG empinados, mamilos rosados já duros, e o pênis completamente livre, 23 cm, grosso, a cabeça inchada pingando pré-gozo. Ele lambeu os lábios, o pau saltando dentro da calça. “Vem cá,” disse, me puxando pra cama.
Sentei no colo dele, os seios roçando o peito peludo, e beijei sua boca de novo, mordendo o lábio inferior. Minha mão desceu, abrindo o zíper, libertando aquele pau de 18 cm que eu já conhecia tão bem: veias grossas, cabeça rosada brilhando, saco pesado. “Quero sua boca,” ele grunhiu, empurrando minha cabeça pra baixo. Desci de joelhos na cama, o lençol macio sob a pele, e engoli inteiro de uma vez, a garganta apertando, os olhos lacrimejando. O som molhado da minha boca enchendo o pau dele era alto, a baba escorrendo pelos cantos, pingando no lençol preto. Minha língua girava na cabeça, lambendo cada veia, chupando as bolas pesadas.
Ele agarrou meu cabelo com força, puxando até o couro cabeludo arder, e cuspiu na minha cara — cuspe quente escorrendo pela bochecha, misturando-se com a baba. “Chupa direito, sua puta,” rosnou, e deu um tapa forte na minha cara. A dor explodiu, quente, deliciosa. “Mais,” pedi, a voz abafada pelo pau na garganta. Outro tapa, mais forte, fazendo minha bochecha arder e meus olhos marejarem de tesão. Chupei ainda mais fundo, a baba escorrendo pelos seios, o pênis dele batendo na minha garganta enquanto eu engasgava de propósito pra ele sentir.
Lucas me puxou pelos cabelos, jogando-me de costas na cama, os seios balançando com o impacto. “Quero te foder agora,” disse, rasgando o que restava da calcinha. Meu pênis pulou livre, duro como pedra, pingando pré-gozo no lençol. Ele cuspiu no meu cu, espalhando com dois dedos grossos, abrindo sem delicadeza, e enfiou o pau de uma vez, até o talo. Gritei, o som ecoando no quarto, enquanto ele socava com força, a cama rangendo alto, as cabeçadas batendo na parede. Minha mão agarrou meu próprio pênis, masturbando rápido, a cabeça inchada pingando.
Ele puxou meu cabelo com violência, jogando minha cabeça pra trás, e deu um tapa na bunda que estalou como chicote. “Porra, Sofia,” grunhiu, outro tapa, mais forte, fazendo minha bunda tremer e ficar vermelha. “Fode mais forte,” provoquei, empinando ainda mais. Ele obedeceu, socando tão fundo que eu via estrelas, o pau batendo no ponto certo, me levando ao limite.
Os tapas não paravam: na bunda, na cara, na coxa, cada um mais forte que o outro. Minha bunda ardia, meu rosto queimava, e meu pênis latejava pronto pra explodir. “Quero gozar na minha cara,” avisei, deitando o tronco na cama, o rosto virado pra cima, a boca aberta. Ele socava ainda mais bruto, o pau me rasgando, e eu gozei. Meu pênis jorrou com força absurda: jatos grossos, quentes, brancos, acertando minha testa, olhos, nariz, boca, queixo, até o cabelo. O gozo era farto, escorrendo pelo rosto, pingando nos seios, no lençol. Gemi alto, o corpo convulsionando, o cu apertando o pau dele enquanto eu gozava sem parar.
Lucas não aguentou. “Sua vadia,” grunhiu, saindo do meu cu com um som molhado. Me ajoelhei na frente dele, a cara já brilhando com meu próprio gozo. Ele masturbou o pau rápido, a cabeça inchada brilhando, e gozou com força: jatos grossos e quentes acertando minha boca, nariz, bochechas, misturando-se com o meu. O sêmen dele escorria pelo queixo, pingava nos seios, e eu lambi tudo que conseguia, o gosto salgado dos dois na minha língua.
Ele deu um último tapa na minha cara, leve, quase carinhoso, e caiu na cama, ofegante. “Você é um demônio, Sofia,” disse, rindo, o peito subindo e descendo rápido.
Eu me deitei ao lado dele, o rosto brilhando com gozo, a bunda ardendo dos tapas, o cabelo bagunçado, o corpo inteiro marcado. O quarto cheirava a sexo, suor, gozo e lubrificante. “Gostou, velho?” provoquei, lambendo o resto do sêmen do dedo. Ele riu, me puxando pra um beijo, a boca ainda com gosto do nosso gozo. “Você vai me matar um dia,” murmurou, a mão apertando minha coxa.
Passamos a noite inteira transando: na cama, no chão, contra a parede, no chuveiro, ele me fodendo de tudo que era jeito, gozando no meu cu, na minha boca, nos seios. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, jatos fartos manchando tudo. Quando o sol nasceu, estávamos exaustos, os lençóis destruídos, o quarto parecendo campo de batalha, nossos corpos colados, suados, satisfeitos.
E eu sabia que isso era só o começo
