Peguei minha cunhada no flagra – parte 1

Um conto erótico de Diego
Categoria: Heterossexual
Contém 1193 palavras
Data: 09/01/2026 22:29:19
Última revisão: 11/01/2026 03:45:06

Oi, pessoal. Me chamo Diego, 28 anos, moro em Fortaleza e tô com a Alice há quase 4 anos. A gente se conheceu num evento de marketing aqui na cidade — ela subiu no palco falando de redes sociais, eu fui só pra fazer networking e tentar arrumar uns contatos em TI. Começamos a conversa zoando uns memes idiotas, e foi um clique imediato, tipo daqueles que você sente na hora que “porra, é isso”.

Há uns dois anos a gente mora junto num apê legal no Meireles. Vida estabilizada: ela trabalha numa agência de marketing, viaja de vez em quando com a equipe pra cobrir evento ou gravar conteúdo. Ela cuida das finanças, da organização da casa (é organizada pra caralho, tudo no lugar), e a gente divide os rolês, as viagens e as contas. Nosso namoro é daqueles tranquilos, sem briga feia — a gente ri das mesmas piadas, transa pra caralho com frequência e intensidade, e pros amigos somos o “casal perfeito”. (Obs.: nomes e lugares fictícios pra não dar ruim).

A irmã mais nova dela, Gabriele, tem 22 anos, 1,60m, corpinho pequeno mas bem desenhado, cabelo castanho na altura dos ombros. Namora o Lucas há uns dois anos — cara gente boa, já veio aqui em casa várias vezes, churrasco, jantar em família, tudo. Ele é daqueles dedicados, manda mensagem carinhosa todo dia, e os pais da Alice adoram o moleque. A Gabriele sempre foi a cunhada de boa comigo, vem passar uns dias aqui de vez em quando porque os pais moram longe da faculdade onde ela estuda. Dessa vez veio ficar uma semana pra resolver umas paradas de facul e trabalho. Eu tratava ela normal, zero segundas intenções, e o Lucas até brincava comigo: “Cuida bem da minha menina, hein, Diego?”.

E aí tem o Carlos, amigo da Alice desde o ensino médio. Eles eram inseparáveis na escola: ele ajudava ela na matemática, ela arrastava ele pros rolês e festas. Alto (1,80m fácil), corpo de quem malha todo dia, o cara animado do grupo, sempre no meio dos churrascos, viagens e bagunça. Todo mundo curte ele — eu, o Lucas, a galera toda. Ele é leal pra caralho, já ajudou a Alice quando ela perdeu o emprego uns anos atrás, indicou vaga e tudo. Ela sempre fala que ele é “como um irmão”, e eu nunca tive ciúme porque o cara respeitava nosso rolê. Ele até me dava dica de presente pro aniversário dela, e a gente já viajou em grupo sem drama nenhum.

Só que com a Gabriele… o Carlos sempre deu uma de interesse velado. Nos encontros em grupo, quando o Lucas não tava por perto, ele soltava uns elogios exagerados tipo “Gabriele, você tá cada dia mais gata, hein?”, ou piadas safadas que faziam todo mundo rir, como se fosse só zoeira. Tocava no braço, no ombro, coisas casuais, e ela ria junto, devolvia na brincadeira. A gente achava que era só o jeito extrovertido dele, nada que ameaçasse o namoro dela com o Lucas.

Enfim… vou contar o que rolou.

Era uma tarde quente pra caralho em Fortaleza, sol daqueles que faz o ar tremer e o asfalto derreter. Saí mais cedo do trampo sem avisar ninguém, louco pra chegar em casa, tomar uma ducha gelada e relaxar — Alice tava viajando, então o plano era curtir o silêncio do apê sozinho, talvez jogar um game ou preparar algo pro jantar dela amanhã.

Mal abri a porta, já ouvi uns gemidos abafados vindo do quarto de hóspedes. Gemidos daqueles que não deixam dúvida: alguém tava transando ali. Meu coração disparou na hora. Primeiro pensamento: “Que porra é essa? O Lucas veio fazer surpresa pra Gabriele sem avisar?”.

Mas em vez de chamar ou bater na porta, a curiosidade misturada com um frio na espinha me fez ir devagar, pé ante pé, e espiar pela fresta que tava entreaberta.

A cena me congelou.

Gabriele de quatro na cama toda bagunçada, só de calcinha preta puxada pro lado, cabelo grudado nas costas de suor, empinando o quadril como se implorasse por mais. Atrás dela, o Carlos. Sem camisa, calça jeans aberta, mãos firmes na cintura fina dela, metendo com força, ritmo pesado. O corpo grande dele contrastava demais com o corpinho dela — parecia que ele podia partir ela ao meio, mas ela tava claramente adorando cada segundo.

O quarto já cheirava a sexo forte, suor, tesão acumulado. A cama rangia alto, parecia que ia quebrar. Gabriele gemia sem vergonha: “Ah, sim… mais forte, vai!”. Carlos grunhia rouco, acelerando, músculos das costas contraindo a cada estocada funda.

No começo era mais lento, quase carinhoso de tão intenso. Ele puxava o cabelo dela pra trás, expunha o pescoço, dava beijos mordidos enquanto continuava metendo. Ela virava o rosto, mordendo o lábio, olhos semicerrados: “Você me fode tão bem…”. Ele ria baixo, voz safada: “E você adora, né, sua putinha?”. Ficaram uns minutos assim, se provocando, até que pegou fogo de verdade.

Ele começou a bater. Primeiro na bunda — tapas estalados que deixavam marca vermelha na hora. Gabriele gemia mais alto a cada um, corpo tremendo: “Gosta assim, né?”. “Amo… me bate mais”, ela respondia ofegante. Depois veio tapa na cara. Um tapa firme que fez a pele avermelhar na hora. Em vez de reclamar, ela sorriu, olhos brilhando de tesão puro: “Mais… por favor”. Ele repetiu, alternando bunda e rosto, enquanto mantinha o ritmo forte, socando fundo.

Trocaram de posição umas duas vezes nesses 20 minutos que pareceram uma eternidade pra mim. Primeiro ela de bruços, pernas bem abertas, ele por cima cobrindo o corpinho dela inteiro — ela sumia embaixo dele, mas empurrava o quadril pra cima encontrando cada movimento. “Tá me matando de tesão… não para”, ela pedia. Depois ele sentou na beira da cama e puxou ela pro colo. Gabriele cavalgou com vontade, mãos nos ombros largos dele, subindo e descendo rápido, se beijando com fome, línguas se enroscando.

No final, ele avisou rouco: “Vou gozar… onde você quer?”. Ela, tremendo toda: “Dentro… me enche”. Ele deu um último tapa forte na cara dela, Gabriele gozou gritando, corpo convulsionando nos braços dele. Carlos veio logo depois, enterrado até o talo, os dois caindo suados e ofegantes na cama.

Saí dali sem fazer barulho, coração na boca, ninguém me viu. Saí de casa de novo, andei pela rua sem rumo, tentando processar a merda toda. Gabriele traindo o Lucas — o cara que todo mundo via como o namorado perfeito, que já falava em casamento com a família — com o Carlos, o melhor amigo da minha namorada, dentro do nosso apartamento. Como isso fode minha relação com a Alice? Ela confia tanto nele… e eu, que via o Carlos como brother, agora questiono tudo. O pior: Gabriele adorando ser dominada, levar tapa na cara, na bunda, ser chamada de putinha… tudo com um cara bem maior que ela, enquanto o Lucas provavelmente tava em casa achando que ela só tava “resolvendo coisas de faculdade”. Isso tudo me deixou enfurecido, com uma raiva que queimava por dentro. E com a Alice só voltando amanhã à noite, eu tinha o resto do dia pra decidir o que fazer.

Continuo na parte 2...

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Comentários

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O curioso é que vc não menciona o namorado dela no decorrer do conto,apenas no final avisa que ela namora. Ou vc esqueceu,ou esse namorado é irrelevante,ou então vc falou isso só pra apimentar mais o flagra.

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Bem observado, amigo. É a primeira vez que estou trazendo um conto, então acabei me enrolando em explicar alguns detalhes. Irei atualizar e em breve adicionar a parte 2 com mais cuidado.

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Se o cara pega sua cunhada sabendo que ela tem namorado,ele provavelmente pega a sua também, ele já mostrou que não é confiável e não tem respeito.

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Vixi, melhor amigo da sua namorada? Com certeza ele come ela também,cara,tu é corno e não sabe,esse negocio de melhor amigo é furada,

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