O paraíso dos homens – Penúltima Parte

Um conto erótico de Escritor Anônimo
Categoria: Grupal
Contém 3308 palavras
Data: 09/01/2026 20:50:01
Última revisão: 09/01/2026 23:04:00

**Daniel narrando**

Pensei que o projeto de transformar o meu porão em um paraíso para os homens era só fogo de palha, que toda a animação dos primeiros dois dias acabaria ali mesmo. Mas os rapazes me motivaram a continuar e se mostraram disponíveis nos fins de semana para ajudar.

A primeira coisa que fizemos foi trocar a porta do porão. Substituímos ela por outra mais pesada e mais grossa que impedia o som de escapar. Qualquer conversa que teríamos ficaria preso ali dentro. Dei uma chave para cada um dos meus amigos e fiquei com uma. Só nós teríamos acesso e permissão para entrar ali. Nem a minha mulher teve direito a uma chave.

Depois resolvemos mobiliar o lugar. Colocamos um sofá e umas poltronas, uma geladeira também, instalamos até um ar-condicionado para não ficar mais com calor. A minha esposa se empolgou com a gente e resolveu nos presentear com uma decoração. Ela me deu uma cabeça falsa de urso para eu pendurar na parede. A cabeça era bizarra, mas ela disse que daria um ar de masculinidade ao local.

Considerei comprar uma mesa de sinuca também para que pudéssemos nos distrair, mas por enquanto isso estava fora do orçamento.

Por último, mas não menos importante, coloquei uma placa do lado de fora da porta que dizia: O Paraíso dos Homens. Aquele era um lugar sagrado onde podíamos ser e fazer o que quiséssemos sem preocupações ou cobranças. O que acontecesse ali dentro ficaria ali dentro. Era oficial. Um lugar só nosso.

Marquei o dia da inauguração para um fim de semana que todos estivessem de folga. Enchi a geladeira do porão com cervejas e pedi para minha esposa preparar uns petiscos.

Eu fui o primeiro a entrar no local depois de tudo pronto. Ainda podia melhorar muito, mas por enquanto eu estava satisfeito. Logo em seguida veio Lucas com seu sorriso brincalhão no rosto. Ele me entregou uma sacola escura que estava cheia de revistas de mulheres nuas. Eu tinha dito a ele que não via essas coisas desde que eu tinha me casado, por isso ele resolveu me presentear com essas revistas. Coloquei o presente em cima da mesa de centro e lhe entreguei uma latinha, mas ele recusou dizendo que ia esperar os outros rapazes.

Depois apareceu Ícaro. Tinha alguma coisa de diferente nele. Ele parecia confiante, andava e se movia como se fosse o dono do mundo. Por último e um pouco atrasado surgiu Alex. Só de olhar em seu rosto dava para ver que tinha alguma coisa de errado. Eu perguntei o que foi e ele respondeu que a mulher quase não tinha deixado ele ir. Era dia de culto e ela queria que eles dois fossem para a igreja juntos. Ele tentou convencer ela de todos os jeitos que era só um fim de semana com os amigos, que não teria problema nenhum nisso. De tanto ele insistir, ela cedeu, mas nenhum pouco satisfeita.

Peguei uma cerveja e ofereci a ele, mas ele recusou. Não queria chegar cheirando a cerveja em casa. A esposa já estava uma fera, se ele chegasse bêbado em casa, ela nunca deixaria eles se verem de novo.

Ícaro não queria beber porque não era a praia dele. Para Lucas era um tanto faz. No fim, até eu perdi a vontade. Eu pensei que a gente ia passar o dia bebendo e resenhando. Sem isso, o que é que a gente ia fazer para se distrair?

Eu e Lucas nos sentamos nas poltronas. Ícaro e Alex se sentaram no sofá, cada um em uma extremidade, mantendo uma boa distância entre eles. Tinha alguma coisa de errado aí.

– Então... – Comecei. – Se a gente não vai beber, o que a gente vai fazer para passar o tempo?

– Podemos conversar. – Sugeriu Ícaro.

– Boa ideia. Alguém tem alguma pergunta? Gostariam de saber alguma coisa um do outro? Aqui podemos ser sinceros sobre nós mesmos, sem nenhum filtro.

– Eu tenho uma pergunta. – Disse Lucas, empolgado. – É para Alex. Por que você se casou com alguém que não tem nada em comum com você? Ela não gosta de te ver bebendo e você não gosta de ir para igreja com ela. Meio que são dois opostos.

Lucas levou a sério a parte de ser sem filtro, ele foi direto demais em sua pergunta, sem rodeios. Alex não pareceu se incomodar com isso e respondeu:

– É uma pergunta interessante. Na época que eu pedi a mão dela em casamento me pareceu uma boa ideia seguir o roteiro de uma vida estável e segura. Éramos jovens impulsivos e ela nem sempre foi essa chata que vocês conhecem hoje. Ela era mais carismática.

Lucas quis saber: – Pelos menos o sexo é bom?

Eu duvido muito. Os cristãos devem ser caretas na hora H.

– Na primeira vez que fizemos, sim. Ela era virgem. Eu lembro que na nossa lua de mel eu chupei sua bucetinha para deixar ela bem lubrificada. Ela gemia e se contorcia toda. Depois tentei colocar nela bem devagar, mas como não estava entrando eu fui de vez para acabar com seu sofrimento. A gente passou a noite gemendo e suando por todos os nossos poros. A gente amava fazer sexo, mas depois de um tempo pareceu repetitivo demais, não variava em nada, era só meter e gozar e até mesmo ela parecia entediada com isso. Mas sempre que eu tentava algo novo, ela rejeitava a ideia, dizia que não era mulher promíscua para ficar fazendo essas "libertinagens". Chegou um momento que eu só parei de tentar inovar.

Eu meio que entendia ele. Minha esposa também parecia entediada no sexo. Tive medo de que a chama da paixão tivesse se apagado sem eu perceber.

– Minha vez. – Disse Ícaro com uma certa animação na voz. Acho que ele queria elevar o astral do grupo. – Lucas, quantos centímetros você tem de piroca?

A gente deu risada da pergunta. Não parecia uma pergunta séria.

– Acho que tenho uns vinte e poucos.

– Eu duvido! – Ícaro reagiu desacreditado.

– Eu tô falando sério. Mole ele tem uns dezessete, mas duro chega a uns vinte e poucos.

– Se isso for verdade, você é um pedaço de cavalo e tem o maior pau daqui do grupo.

– Eu tenho uma pergunta também. – Interrompi. – Ícaro, a gente sempre quis saber se você era gay mesmo ou não. Então...

– Bom, eu não me identifico como gay, mas não adianta eu falar isso porque vocês vão continuar achando que eu sou.

– Se identifica com o que então? – Insisti.

– Eu não sei. Eu preciso mesmo de uma definição para o que eu sou? Eu só queria existir sem precisar me explicar para os outros o tempo todo. É pedir muito?

– Não é. Fica tranquilo. – Tentei consolar ele.

Era a primeira vez que ele falava abertamente sobre isso conosco. Eu meio que queria abraçá-lo e demonstrar o meu apoio. Ele podia apenas ser ele mesmo quando estivesse com a gente.

– Minha pergunta é para Daniel. – Dessa vez quem falou foi Alex. – Você fez isso tudo acontecer porque sentia falta de si mesmo. De qual parte exatamente?

– Então, quando eu me casei eu passei a ser o marido perfeito. Não andei em festas, não dei a ela motivos para sentir ciúmes ou reclamar de mim. Parecia que eu tinha entrado em um personagem e que não era eu mesmo dentro desse casamento. Eu queria redescobrir do que eu gosto e meu ponto de partida foi vocês, meus amigos verdadeiros.

– Posso ser sincero com você? – Alex perguntou de um modo sério.

– Claro, fique à vontade. – Senti medo do que ele ia falar.

– Você já parecia bem perdido antes de se casar. Era aquele tipo de pessoa que vaga pelo mundo sem saber exatamente o que quer. Sua esposa só foi uma oportunidade que apareceu em seu caminho e você a agarrou como se fosse um bote salva-vidas. Mas agora se deu conta que precisa de mais, que ainda se sente perdido. Eu estou errado sobre isso?

– Acho que não. Então se o problema não é o casamento...

– Sempre foi você, Dani. Por que não conversa com a sua esposa sobre como se sente?

– Eu não sei como fazer isso, sinceramente. Por que é tão difícil conversar com a pessoa que escolhemos nos casar?

– Relaxa, você vai encontrar um jeito. Daqui até lá, terá a gente do seu lado sempre.

E o clima voltou a ficar denso. Parecia que a gente tinha feito um desabafo, algo que a gente segurava dentro de nós por muito tempo, mas que finalmente poderia compartilhar com alguém.

– Minha última pergunta. – Falei para tentar melhorar o clima. – Se vocês pudessem fazer qualquer coisa no mundo, o que vocês fariam?

O primeiro a reagir foi Alex. Ele olhou para Ícaro pela primeira vez hoje. Vi um sorriso se abrindo em seu rosto. Ele se deitou no sofá e colocou a cabeça em cima das pernas de Ícaro.

– Meio que o eu queria fazer já fiz e foi muito bom – respondeu Alex.

Não entendi muito bem a resposta dele. O que ele queria dizer? A vibração entre ele e Ícaro parecia estranha. Era como se oscilasse entre afastamento e aproximação íntima. Será que eles tinham feito alguma coisa que eu não sabia? Algo que deixava eles com vergonha, mas querendo um pouco mais?

Não dei muita bola e voltei a minha atenção para Lucas. Fiquei curioso com o que ele ia responder. Todos ali pareciam ter algum tipo de conflito. Qual era o drama da vida de Lucas?

– Eu faria sexo. Muito sexo. – Respondeu ele.

– Ué, e você não faz isso sempre que pode? – Perguntei.

– Com um instrumento como o meu, eu acabo machucando as mulheres. Faz um bom tempo que eu não tento nada para não sair frustrado no final. Eu tenho uma benção que também é uma maldição.

– Já tentou fazer com os gays? – Ícaro perguntou, estendendo a mão para fazer cafuné na cabeça de Alex. – Eles tem cara de que aguentam tudo.

Lucas respondeu: – Os únicos homens com quem eu faria alguma coisa sexual são vocês. Não sinto mais nada por homem nenhum.

Olhei para ele e senti um pouco de dó. Todo homem merecia ser satisfeito sexualmente. Acho que eu podia dar uma mão amiga para ele nessa parte, mas fiquei em dúvida se seria estranho fazer isso na frente de Alex e Ícaro. Olhei para eles dois e senti que tinha alguma coisa rolando ali. Talvez eles não se importassem de assistir o que ia acontecer.

– Bem... Acho que eu posso te ajudar com isso. Você me ajudou no banho outro dia, posso te retribuir o favor te ajudando a se aliviar. O que acha?

Em resposta ele se levantou da poltrona e veio na minha direção. Sua mão já estava na braguilha da bermuda. Ele não perdia tempo nunca. Estava sempre disponível para uma boa diversão entre amigos.

Segurei sua mão e falei: – Calma. Quero que você aproveite o momento.

– Como assim? – Ele perguntou, me olhando confuso.

Lembrei de uma vez que a minha esposa tinha dito que os homens são todos falocêntricos. É por isso que eles são tão pouco criativos na hora do sexo.

– Vem cá que eu te mostro. – Puxei ele para mais perto.

Ele se sentou no meu colo e colocou as pernas em volta da minha cintura. Coloquei a mão atrás do seu pescoço e trouxe o seu rosto para perto do meu.

– Já beijou um homem alguma vez na vida? – Perguntei, olhando no fundo dos seus olhos negros.

– Ainda não – ele respondeu.

– Então essa vai ser a primeira vez de nós dois.

Estiquei o pescoço e toquei os meus lábios nos dele. Era um beijo macio e suave. Não havia língua nem nada. Era só os meus lábios se encontrando com os dele. Eu pensei de sentir alguma coisa, um formigamento talvez, mas eu não senti nada. Me afastei e voltei a olhar em seus olhos.

– E aí? Sentiu alguma coisa? – Perguntei.

Ele deu de ombros como resposta.

– Tá bom. Vamos ir mais longe.

Encostei meus lábios nos dele de novo, mas dessa vez com a boca aberta. Capturei o seu lábio com os meus dentes, fiz ele abrir a boca, usei minha língua para envolver a língua dele. Comecei a sentir o formigamento dentro de mim. Um arrepio subiu pelas minhas costas. Segurei o pescoço dele com mais força. Nunca pensei que sua boca seria tão gostosa, que nos encaixaríamos tão bem um no outro. Ele estendeu suas mãos e tocou nos meus ombros. Eu não sabia se ele queria parar ou continuar. Sua pele se arrepiava junto com a minha. Meu fôlego estava quase desaparecendo. Afastei meu rosto outra vez e vi que ele ficou ofegante.

– E agora? – Perguntei.

– É meio gay se eu falar que gostei?

Dei risada.

– Vamos continuar então.

Tirei a camisa dele. Seu cabelo ficou bagunçado, mas tentei ajeitar com as mãos. O sorriso em seu rosto mexia comigo. Voltei a beijá-lo, mas o beijo foi interrompido para que ele tirasse a minha camisa também. Faíscas se acendiam quando nossos lábios se tocavam. Uma chama gritava dentro de mim. Eu não sabia que poderia encontrar prazer desse jeito em meu amigo. Ele se mexia muito em cima do meu colo e isso só piorava tudo. Correção: isso só melhorava tudo.

Fui dos seus lábios para o seu pescoço. Eu gostava do chupar essa parte do corpo, mas sabia que isso deixava marca e era feio pra caramba. Só dei delicados beijos em seu pescoço e em seu ombro. Desci os lábios para sua clavícula e de lá fui para os seus mamilos. Eu amava chupar mamilos. Era tão deliciosos. Como algo tão simples me dava tanto prazer? Eu me deixei levar. Queria explorar cada parte do corpo do meu amigo e assim fiz. Levei meu nariz para sua axila, dei uma boa fungada ali, seus pelos estavam com cheiro de desodorante. Voltei para os seus mamilos e mordisquei eles. Ouvi Lucas dá um gritinho de susto.

Parafraseei o que a minha esposa tinha me dito uma vez: – Tem mais no corpo de uma pessoa do que boca, pau, buceta e bunda. Sabia disso? Tudo deve ser aproveitado e saboreado com vontade.

– O que mais tem no corpo de uma pessoa? – Lucas me perguntou olhando no fundo dos meus olhos.

Eu me levantei com ele grudado no meu colo, com suas pernas envolta da minha cintura. Deitei ele no chão e fiquei por cima. Fui direto no lóbulo da sua orelha. Mordi e chupei. Eu queria arrancar a sua orelha com os meus dentes de tão possesso que eu estava, mas me controlei. Fiz uma trilha de beijos indo do seu rosto, descendo pelo seu pescoço, peitoral, abdômen e umbigo. Parei ali, bem em cima do caminho da perdição. Eu sabia que ele estava sedento e desejoso. Mas eu queria provocá-lo. Queria fazer ele arder em pura ânsia. Olhei em seus olhos enquanto abria o zíper da sua bermuda. Ele tentou segurar minha cabeça e empurrar contra a sua virilha, mas tirei a mão dele e disse que era eu quem iria conduzir o nosso ritmo. Tirei sua bermuda sem muito esforço, deixando ele de cueca. Era uma cueca cinza box. Até que bonitinha. Estava meio afogada no corpo dele, mas dava para ver um volume ali querendo crescer ainda mais e já tinha uma parte um pouco mais escura na cueca onde ficava a cabecinha da rola. Meu amigo já estava babando só com as preliminares. Tirei minha bermuda também, ficando de cueca e em vez de chupá-lo, voltei a beijá-lo. Esfreguei o meu corpo contra o dele. Senti o seu volume contra o meu. Senti a maciez da sua pele, o sabor dos seus lábios, o arrepio que o seu toque causava em mim. Me deixei levar por tudo que havia nele, cada parte em seu corpo que se conectava a mim. Eu o queria, eu o desejava. Isso tudo deve ter surgido hoje porque eu nunca tinha sentido isso antes por ele. Eu gemia entre os nossos beijos, eu pedia que ele não parasse, implorava por mais. Ele mordeu o meu pescoço, eu chupei o seu, ele lambeu a minha orelha, eu apertei a sua bunda, sua mão deslizou dentro da minha cueca, direto para os meus pentelhos e depois ele subiu a mão e sentiu o meu cheiro aproximando a mão do seu nariz. Eu estava louco de tesão e ele também. Eu não queria que aquilo acabasse nunca.

Me preparei para satisfazê-lo. Se continuássemos nas preliminares era capaz de ele gozar sem encostar em si mesmo. Não era isso que a gente queria. Segurei ele firme contra o chão e desci o meu rosto até a altura da sua virilha. O seu pau já estava pulsando dentro da cueca. Eu não acredito que ia colocar aquilo dentro da boca. Era a primeira vez que iria fazer isso. Tirei a cueca dele devagarinho. Ele já estava todo babado. A cabecinha do pau já estava toda lambuzada. Era nojento chupar um pau todo melado de pré-gozo? Que gosto será que tinha? Espero que não tenha gosto de nada. Segurei firme naquele mastro, dava para sentir as veias e o sangue circulando ali. Era pesado e grosso. Até mais que o meu. Tomei coragem, respirei fundo e coloquei a boca. No início não sabia o que fazer. Só fiquei com aquilo dentro da minha boca, parado, sem fazer nenhum movimento. Mas aí eu senti o gosto. Era meio salgado e muito molhado. Passei a língua pela cabeça limpando todo o pré-gozo, toda a babinha que escorria cada vez mais. Até que era delicioso. Tentei me lembrar como é que a minha esposa me dava um boquete e fiz o mesmo em Lucas. Enfiei o pau dele o mais fundo que eu conseguia dentro da minha boca. Não chegava até a minha garganta, eu não ia até o fim, mas preenchia todo o interior da minha boca. Era muito grosso e largo. Resolvi ficar no vai e vem, enfiando e tirando da boca enquanto punhetava ele usando as duas mãos. Se aquilo não estava nem entrando direito em mim, imagina em uma bucetinha. Não ia ter mulher que aguentasse. Ouvi Lucas começar a gemer. Isso era um bom sinal, né? Eu não queria que ele gozasse na minha boca ao mesmo tempo que queria que ele chegasse no êxtase. Eu queria que ele se derretesse e se desaguasse enquanto eu o chupava. Quando ele não aguentou segurar mais, ele deu um urro e jorrou dentro da minha boca. Seu leite saiu grosso e farto. Eu não deixei que uma gota sequer escapasse e engoli tudo até não sobrar mais nada. Suguei a cabeça do seu pau enquanto ele se contorcia e gemia, eu sabia que isso causava uma sensação intensa, que era uma mistura de prazer e dor ser chupado depois de gozar. Com a língua limpei todo o seu pau e engoli o seu elixir. Só assim fiquei satisfeito.

Larguei o membro dele e fui em direção ao seu rosto.

– E aí, gostou?

Como resposta ele deu um beijo suave em meus lábios.

– Foi a melhor coisa que alguém já fez por mim.

Olhei para Ícaro e para Alex. Alex estava mordendo os lábios como se desejasse participar daquilo. Ícaro parecia interessado também.

– Gostaram do show? – Perguntei para eles.

– Seria melhor se todos nós tivéssemos participado. – Respondeu Alex.

– Qual a demora então?

Alex olhou para o rosto de Ícaro. Eles pareciam apaixonados um pelo outro. O jeito como Alex olhava para Ícaro era de alguém perdidamente seduzido. Eles passaram de amigos que se pirraçavam para amantes?

– O que você acha? – Alex perguntou para Ícaro.

– Se ajoelhe diante de mim. – Ícaro ordenou em resposta.

Alex se levantou do sofá e se ajoelhou na frente de Ícaro sem questionar suas ordens.

– Você já sabe o que fazer. – Disse Ícaro.

CONTINUA...

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