A travessia - PARTE 01

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1562 palavras
Data: 08/01/2026 22:33:35
Assuntos: Heterossexual

Era a realização de um sonho para alguns... A possibilidade de uma vida melhor para outros...

A travessia começou como tantas outras: um grupo pequeno de imigrantes reunidos num vilarejo poeirento perto de Tijuana, esperando os coyotes que prometiam levá-los aos Estados Unidos. O sol queimava impiedoso, o ar seco arranhava a garganta, e o medo pairava sobre todos. Entre os imigrantes, três mulheres brasileiras chamavam atenção imediatamente pelas curvas exuberantes e pela beleza que contrastava com a miséria ao redor.

Fernanda, 25 anos, era uma morena clara de 1,70m, natural de São Paulo, com cabelos loiros tingidos longos até a cintura, olhos castanhos penetrantes e um corpo escultural: seios fartos de 95 cm de busto, cintura fina de 65 cm e quadril de 105 cm, com uma bunda redonda, alta e durinha que balançava sedutoramente a cada passo. Ex-modelo fitness e influenciadora, ela carregava uma mochila leve e roupas justas que destacavam suas formas.

Karina era baixinha e a mais extrovertida do trio, com apenas 1,53m, pele branca leitosa que ficava rosada com o calor, cabelos loiros naturais lisos caindo até os ombros em camadas modernas. Aos 20 anos, tinha um corpo compacto e explosivo: seios pequenos e empinados, cintura fina de 60 cm e uma bunda grande e larga, redonda como um pêssego maduro, com covinhas laterais que apareciam quando ela se inclinava. Tatuagens marcavam sua pele clara – um sol no braço, “2013” no antebraço, frase discreta na costela e uma rosa com espinhos na coxa. Apesar da carinha de anjo, de anjo ela não tinha nada... gostava de falar de sexo e confessava nas conversas que era virgem de buceta, mas que dava o cu desde os 17 anos para um ex-namorado que tinha 20 cm de pau. “Eu aguento grossura e comprimento, meninas, relaxo rapidinho”, dizia ela rindo, como se fosse brincadeira.

Amanda era a mais provocante, uma verdadeira égua de raça e a responsável involuntária por tudo que viria a acontecer. Aos 21 anos, era branca como leite, com cabelos negros lisos e longuíssimo até abaixo da bunda, com mechas loiras grossas nas pontas e na frente que davam um ar de vadia safada. O rosto era puro deboche: sobrancelhas grossas arqueadas, olhos azuis claros com olhar semicerrado e malicioso, boca carnuda sempre com um sorrisinho de canto. Corpo todo malhado e compacto, com apenas 1,63m de altura, pernas grossas e definidas, seios médios firmes e siliconados, cintura de 60cm e uma bunda monumental de 115cm de quadril exageradamente arrebitada para traz e pra cima, bumbum na nuca – pesada, redonda, macia e firme, bem durinha que balançava em ondas hipnóticas, um rabão deliciosamente virgem, ela dizia nunca ter entrado nem um dedinho... Ela era safada e adorava provocar os homens sem medir consequências. (Amanda tinha um gosto peculiar, ela amava degustar o sêmen de seus namorados e ficantes, e não negava isso nas rodas de conversas).

Durante toda a travessia, Amanda usava shortinhos jeans curtíssimos, que mal cobriam metade da polpa da bunda, deixando a curva inferior de suas nádegas exposta propositalmente. A cada passo, a carne branca balançava, e ela ainda passava pelos coyotes com ar de deboche, rebolando mais forte e comentando alto: “Olha como esses mexicanos ficam doidos quando eu passo, né meninas?”. Os olhares famintos dos oito coyotes seguiam aquela bunda gigante como ímãs. O líder, conhecido como "Jumento", era bem forte, quase 1,92 m, corpo pesado e musculoso, pele morena escura, barba cheia, cicatrizes no rosto, olhos frios, sempre armado... Amanda chegou a comentar que não entendia o apelido, e se perguntava: "será que ele é burro ou retardado?"...

A travessia começou normal e deveria durar um dia como de costume: caminhões escondidos de dia, marcha à noite. As três brasileiras viraram amigas rápido, conversando sobre sonhos e rindo das provocações e ousadias de Amanda.

Ao meio dia, no coração do deserto, o grupo parou numa área isolada para “descansar”. O calor era insuportável. Jumento chamou Amanda para o lado, dizendo que precisava conversar sobre ela andar se exibindo o caminho todo e que iam dar uma lição pra ela aprender a se comportar. Ela foi, rebolando com deboche, achando que não dava nada ou que iria sair com uma bronca simples.

Atrás de uma rocha grande, longe dos olhares do grupo, Jumento a encurralou. Os dois ficaram se encarando por um momento, o silêncio pesado quebrado só pelo vento seco do deserto.

Jumento — Tu acha que pode vir pra cá, rebolando essa bunda na cara dos homens o dia todo, provocando todo mundo, e nada vai acontecer? — Jumento começou, voz grave e fria, cruzando os braços musculosos.

Amanda deu um sorrisinho de canto, tentando manter o ar de vadia.

Amanda — Ué, senhor, eu só tô andando normal. Se os homens olham, problema deles. Eu não tô fazendo nada errado.

Jumento — Nada errado? Tu passa do meu lado balançando essa carne branca, comentando alto pros teus amigos ouvirem, rindo da gente. Acha que a gente é bobo? Aqui no deserto, quem manda sou eu. E tu tá pedindo pra aprender uma lição.

Amanda — Lição? Tipo o quê? Me bater? Me deixar pra trás? Pode tentar, mas eu grito e todo mundo ouve.

Jumento riu baixo, aproximando-se mais, o corpo imenso bloqueando o sol.

Jumento — Grita o quanto quiser, puta. Aqui ninguém vai te salvar. Quem tentaria? Teus amigos brasileiros? Os outros imigrantes? Eles têm medo até de olhar pra mim. Tu provocou demais, agora vai pagar com esse rabo que tu tanto exibe.

Amanda — Pagar como? Eu não tenho mais dinheiro, já paguei a travessia.

Jumento — Dinheiro não. Com o corpo. Tu acha que pode desfilar essa bunda gigante e não dar pra ninguém? Hoje tu aprende a se comportar direito. Vai abrir esse cu pra mim, e vai aprender a respeitar.

Amanda perdeu um pouco o deboche, o coração acelerando.

Amanda — O Cu? Tá louco?... Não, senhor, por favor... eu sou virgem de anal, nunca dei o cu pra ninguém. Meu ex só comia minha buceta e eu chupava ele. Não precisa disso, eu... eu posso te chupar se quiser, mas o cu não.

Jumento — Virgem de cu? Melhor ainda. Tu vai estrear comigo. E vai ser agora. Para de enrolar, ou eu chamo os outros oito pra te arrombar em grupo.

Amanda — Por favor... eu não aguento sexo anal... meu ex não fazia anal cmg, nunca deixei... não me força a isso...

Jumento — Tu vai aguentar o que eu mandar. Tira esse shortinho ridículo, fica de quatro e empina essa bunda pra mim. Ou vai ser pior.

Amanda hesitou, seus olhos azuis marejados, mas o medo falou mais alto. Ela baixou o shortinho devagar, expondo uma minúscula calcinha preta atolada na bunda branca malhada, que exibia uma marquinha de bronzeado recente.

Jumento abriu a calça e tirou a rola semi-dura. Amanda arregalou os seus lindos olhos azuis espantada, o rosto pálido...

Amanda — Meu Deus... isso não é possível... nunca vi nada assim, parece meu antebraço... por favor, não moço, no cu não... é muito grande, vai me rasgar! Isso tem quantos centímetros? Parece ter mais de 20cm Não pode ser real... Por favor, me desculpa, eu vou me comportar...

Jumento — Cala la boca, puta brasileira. Tu provocou metade do caminho com essa bunda gigante. Agora vai me dar esse cu por bem ou por mau...

Ele puxou a calcinha dela pro lado, deu tapas fortes que ecoaram, deixando marcas vermelhas na carne macia. Amanda chorava, implorando:

Amanda — No cu não, por favor! Eu sou virgem ali! Nunca nem imaginei algo tão grande... vai doer!

Ela pensava: "Isso não pode estar acontecendo..."

Jumento cuspiu na mão, passou na cabeça enorme e encostou no cu apertado dela. Empurrou devagar no começo, só a cabeça, e Amanda gritou alto, pernas tremendo.

Amanda — Ai meu Deus, tá rasgando! Para, por favor! Eu faço qualquer coisa, mas não isso!

Jumento não parou. Deu uma estocada forte e foi forçando até entrar metade. Amanda urrou de dor, lágrimas escorrendo, corpo convulsionando. Ele bombava devagar, abrindo caminho, a bunda malhada de 115 cm engolia aos poucos aquele pau impossível. Depois de minutos de dor lancinante, o corpo dela começou a aceitar a penetração – o cu relaxou um pouco, e um calor estranho subiu. Ela começou a gemer baixo, odiando-se por isso.

Jumento — Tá vendo, puta? Teu cu tá pedindo mais — Jumento grunhiu.

Ele acelerou, socando fundo, bolas batendo na carne branca, ele enrabou Amanda por mais de horas e Gozou litros dentro dela, jatos grossos e quentes que transbordaram, escorrendo pelas coxas... Logo em seguida ele devorou a buceta dela com estocadas fortes, gozando dentro dela mais de uma vez.. Amanda gozou contra a vontade, corpo tremendo, buceta pulsando em volta do pau.

Quando voltou ao grupo, short sujo, marcas vermelhas de chupão e tapas pelo corpo, ela não disse nada sobre o ocorrido, conversou normalmente como se nada tivesse acontecido mas, estava bastante dolorida e mau conseguia se sentar...

Naquela noite o jumento mandou buscá-la para sua barraca, sozinha com Jumento na barraca dele, Amanda foi currada mais uma vez e a única coisa que a fez sentir um alívio foi quando o jumento gozou em sua boca e ele notou que ela gostava dessa prática...

Jumento riu e disse: Tu és só minha Amanda, ninguém vai te tocar mas... Amanhã às tuas amigas vão passar todo mundo, inclusive a mim...

CONTINUA...

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