Ansioso pela volta da sobrinha e cunhado, Lucas foi correndo abrir a porta. Mas era outra vusita, sua filha, uma visitinha de surpresa. Ana Carla, morava com a mãe, mas sempre vinha visitá-lo.
Ficou surpreso com a visita da filha , sem avisar, geralmente a mãe avisava. Abraçou a filha com carinho, já pensando o que fazer quando o cunhado e a sobrinha chegassem. Pra sua sorte, ou não, Lauro liga e avisa que não poderia vir. Lucia tinha jogos a tarde toda no colégio; Mas a presença da filha o deixava radiante. Aninha como ele a chamava era muito apegada a ele, adorava os momentos juntos com a filha.
Aninha viu a maca no meio da sala, previamente preparada para massagens, perguntou ao pai:
Vai fazer massagem em alguém? Lucas respondeu rápido:
Ia fazer massagem na sua prima, a Lucia, mas o Lauro ligou avisando que não vão poder vir hoje.
Hummm, respondeu Ana, que a safada tem?
Um desconforto nas coxas, ela pratica muito esporte, acho que exagerou um pouco.
Aninha deu um tempinho e falou quase gritando:
Pai, faz uma massagem em mim, mamãe diz que você é muito bom nisso, e já foi se encaminhado pra maca, ela tinha
Ela tinha vindo com roupa de banha pra tomar banho na piscina, só tava com a canga e o biquine. Já foi deitando na maca de costas.
O pai pego de surpresa foi chegando devagar na beirada da maca, abriu o óleo de massagem e foi puxando a canga, deixando o corpo de Aninha descoberto, ela falou brincando:
vai me deixar nua?
Lucas sorriu:
Não posso massagear por cima do pano. Ficou contemplando o corpo da filha. Que linda! Que tesãozinha! Se conteve pra não tirar tudo. Derramou óleo nas costas dela e foi massageando, puxou uma toalhinha do lado e cobriu a cabeça dela: pra diminuir um pouco a claridade, filhinha.
Foi massageando as costas, em círculo, depois descendo os dedos pela coluna até próximo o reguinho da bunda.
Vou desamarrar aqui pra espalhar melhor o óleo filha. Tá?
Huruuuum. Sim.
Foi massagendo com calma, controlado, chegou nas nádegas dela, passou óleo e foi dando batidinhas e depois espalmando, sentiu um gemidinho de Aninha, desceu um pouco na maca, abriu as pernas dela e foi massageando as coxas por dentro. Aninha gemia um gemidinho gostoso, adorando o toque de seu pai. Seu corpo pedia mais, seus seios já estavam durinhos.
Lucas virou ela com cuidado em cima da maca, a deixando de barriga pra cima, pegou pedacinhos de gelo e tocou em sua barriga, ela deu um suspiro, annnnn. Ele foi subindo , descobriu os seios dela, e tocou os dois com gelos nas mãos, Aninha gemeu mais lascívia, entregue, não pensava nada, só desejava... algo que ela não sabia exatamente o que era, mas queria, e como queria.
Lucas desceu passando o gelo pela barriga, a filha já descontrolada, murmurava: bom, gostoso, vai. Vai..
Lucas desamarou o biquini, descobriu a buceta dela, foi massageando entre as coxas. Subiu na maca, levou as mãos nos seios dela com gelo e tocou a lingua na buceta. Aninha gemeu fundo: annnnnnn, papai.
evou as duas mãos por baixo da bunda da filha e levavantou um pouco da maca. A bucetinha de Ana ficou estufada, o grelinho exposto. Ele foi xupando como um faminto.
Xupou com forca por alguns minutos, Aninha se contorcia como uma cobrinha ferida, não falaca nada, só gemia, derepente abriu a boca e anunciou seu gozo, num gemido profundo e prolongado:
Ahhhhhhhhhhhhh.
Lucas esperou ela se recuperar e a colocou de costas, deitou por cima dela, enfiou as duas mãos por baixo, pegou nis seios, apertou os biquinhos, foi massageando a nuca dela com o queixo, enquanto o pau duro tocava entre as coxas de Aninha... ela mexia a bunda tentando tentando encaixar a cabeça do pau em sua fendinha, afoita levou as mãos por baixo agarrou na pica do pai e encostou na fendinha, molhada e quente. Lucas pensou um pouquinho, sim ou não.
Foi sim.
Deu uma forçadinha, a cabeça escorregou pra dentro. Ahnnnnnnnnnn, papaaai.
Cabacinho rompido, Lucas se posicionou pra fuder a filhinha com força...
A pica foi entrando devagarzinho, a tesão em aninha era maior que a dor. Ela, abria as pernas, tentando agasalhar a pica do pai, que . Lucas enterrou, : toma filhinha.
Aninha ficou esperando que o pai fosse socar com força, mas Lucas foi retirando devagar. Deixa dentro papai, deixa! Lucas sussurrou em seu ouvido:
Papai vai te colocar de frente e fuder te beijando. Tá gostando princesinha?
Muito. Muiiito papai.
Com Aninha de frente ele introduziu o pau na buceta agora mais aberta da filha e foi entrando até enterra tudo.
Começou a cutucar como Aninha sonhava. Foi acelererando aos poucos até está estucando com rapidez, entrando e saindo. Ia beijando a filhinha e fudendo. Já perto de gozar ele foi chupando o pescoço dela. Papai te ama. Papai vai sempre te fuder. Aninha apertava seu braços em volta do pescoço do pai:
METE, METE, me faz mulher, suas pernas foram alçadas sobre o pai com rapidez. Como dois tentáculos, ela apertou com força e gritou: ahhhhhhhhhhhhhhh. Lucas falou: isso filhinha, goza, goza no pau do papai, ela foi se acalmando: annnn , annnn papai. Ele a beijou com ternuras, as pernas dela foram se desgarando, a pica de Lucas ainda vomitava dentro da bucetinha da filha, quando ele finalmente tirou , um pouco do esperma escorreu no vértice dos lábios da buceta mais gostosa que ele já comera.
Pegou a filha em seus braços fortes e a levou ao banheiro. Ajudou ela tomar banho. Depois de banhados, ele pediu pra ela se ajoelhar, encostou o pau nos labios dela e disse com voz rouca de tesão: mama Bebê. Aninha foi recebendo a vara entre os lábios e olhando nos olhos do pai, como pedindo aprovação. Lucas sussurrava. isso filha, engole, ahhh, engole. Segurou ela pelos cabelos e foi socando e tirando, controlando pra ela não engasgar, até que soltou o gozo no fundo da garganta dela, foi tirando o pau, passou ele melado no rosto dela. Pegou Aninha no colo mais uma vez e a levou pro quarto.
Ficaram abraçados, vendo tv. Lucas colocou um filme pornô, onde o homem metia sem dó no cú da namorada, em pouco tempo sua vara tava dura de novo. Aninha olhava encantada vendo o rosto da mulher demonstrando dor, mesmo assim ela pedia pro parceiros: Mete, mete. Tuuuudo.
Lucas perguntou a filha, quer fazer assim. De 4, igual a moça. O cuzinho de Aninha parecia dizer: sim. Ela respondeu: eu quero.
Tem certeza filhinha, quando começar o papai não vai poder ter dó, porque aí não consigo meter. Vai doer um pouco. Pensou com ele mesmo: pouco não, muito cadelinha do papai.
Ficou abraçado com ela, apalpando a bunda e a beijando, foi na cabeceira da cama e pegou lubrificante, colocou ela de costas, enfiou a lingua no cuzinho.
Aninha se arrepiou toda, cheia de tesão, ele foi com o lubrificante no reguinho dilacerando um pouco com o dedo, sabia por experiência que tinha que pegar com força, entrar duma vez. Depois de bem lubrificado, um tapa estralou na bunda da filha, tirando ela daquela sensação gostosa:
de quatro Ana Lúcia, ela empinou meio automatica: paizinho Lucas retrucou: agora eu sou seu macho. Encostou o pau no reguinho dela e forçou: aiiiiiiiiii ahhhhhh.
a segurou com uma mão nos cabelos, a outra na anca direita e gritou: vem cadelinha, foi indo e falando: vem, vem. Toma. Toma. Aninha foi da dor ao delirio.
Lucas gritou:
quem tá te enrabando Ana Lúcia?
Meu macho, meu macho, ahhhhhhh põe, põe. Ahhhhhhh. As cutucadas do pai foram ficando cada vez mais rápidas. Vem cadela, vem, vem.. curvou sobre ela e xupou o pescoço da filhinha, cutucando cada vez mais forte:
Dança putinha, DANÇA, cadeeeeelaaass. Gozou com os dentes cravados no pescocinho dela.
Ficaram ali abraçados exaustos, até Lucas lembrar que tinha que ajudar ela ir ao banheiro...