Não Foi Traição: A Puta Estuprou Meu Pau Com a Boca! - Parte 1

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 1383 palavras
Data: 08/01/2026 22:25:37

"Bom dia. Gostaria de marcar uma vasectomia, por favor."

Jeito abrupto de começar uma história, então vou voltar e dar um contexto. Meu nome é João Silva. Tenho trinta e nove anos. Tenho um filho do primeiro casamento que não vejo há muitos anos e que vive sabe Deus onde.

Estou casado com minha segunda esposa, Maria, há dez anos. Nosso casamento é sólido como uma rocha; somos almas gêmeas e nos completamos em todos os sentidos. Temos três filhas juntos. Meu único arrependimento é que elas não conhecem o meio-irmão. Algumas pessoas já sugeriram que Maria e eu tentássemos mais um, um menino nosso dessa vez, mas a fábrica fechou. Não queremos mais filhos. Nos últimos dois anos, temos usado proteção rigorosamente, mas estou de saco cheio de ter que parar o rala e rola no meio pra encapar o menino. Quero voltar a transar no pelo. Comentei isso com a Maria ontem à noite na cama e ela topou na hora.

Ficamos acordados até as duas da manhã discutindo e concordamos: eu faria a vasectomia. Tínhamos uma grana guardada para fazer particular — rápido, sem a fila do SUS ou a burocracia do convênio. Assim que eu estivesse estéril, estaríamos livres. Logo depois do café, liguei para a clínica. Atendimento rápido, paguei o sinal via Pix e marquei para dali a duas semanas. A recepcionista passou o roteiro: raspar tudo e lavar bem as "partes" antes de ir. Desliguei aliviado. Duas semanas e eu estaria atirando festim.

Mentiria se dissesse que as semanas seguintes não foram de ansiedade pura. Nenhum homem fica feliz com a ideia de um bisturi perto do saco, nem de um estranho manuseando suas bolas com a intimidade de um quinto encontro. O medo de não funcionar, de doer ou de eu me arrepender martelava minha cabeça. Passei noites no Google pesquisando coisas paranoicas como "impotência pós-vasectomia", achando apenas respostas vagas.

O dia chegou. Maria não dirige, então peguei um Uber até a clínica no centro. Estava nervoso, mas decidido. Cheguei à recepção e me anunciei. A recepcionista me olhou com aquela cara de quem vai dar notícia ruim.

— Ah, Sr. Silva... tentamos ligar para o senhor. — Gelei. Tateei os bolsos e percebi que estavam vazios.

— Esqueci o celular em casa na pressa — menti, torcendo para colar. — Qual o problema?

— Não é exatamente um problema... mas o Dr. Roberto adoeceu hoje cedo. Podemos fazer o procedimento com a Dra. Soares, mas a maioria dos pacientes preferiu remarcar para quando o Dr. Roberto voltar.

Franzi a testa.

— Por quê?

— A Dra. Soares é mulher — ela explicou, meio sem graça.

Hesitei. Já estava desconfortável com um homem mexendo no meu pau, mas uma mulher? Pesei o fato de já estar ali, depilado e preparado mentalmente. Queria acabar logo com isso.

— Pode ser com a Dra. Soares — decidi.

Esperei dez minutos até ser chamado. Bati na porta e entrei no consultório. A Dra. Soares se virou. Era uma morena espetacular, com sardas no nariz e olhos cor de mel inteligentes. Ela travou quando me viu.

— João? — perguntou, com certeza absoluta.

Fiquei parado, processando, até que a ficha caiu.

— Alice?

Ela sorriu e estendeu a mão. Apertamos. Nos conhecíamos da época da faculdade, embora de cursos diferentes. Não éramos íntimos, mas da mesma galera. Tive uma queda forte por ela no último ano, mas ela namorou meu melhor amigo por um tempo, nos formamos e perdemos contato total. Aparentemente, virou urologista. E agora, ia cortar minhas bolas. Fiquei vermelho igual um pimentão.

Alice foi super profissional, puxou a ficha e sorriu para quebrar o gelo.

— Relaxa, João. É rápido. Todo mundo cancelou hoje quando soube que era uma mulher, então temos tempo.

Ficamos meia hora conversando, atualizando quase vinte anos de vida enquanto preenchíamos a papelada. Contei da minha família, do casamento. Ela contou que estava divorciada, sem filhos, focada na carreira. Confirmou se eu tinha certeza da cirurgia. Então, veio a parte constrangedora.

— Olha, é vital ejacular com frequência depois do procedimento para limpar os canais. Recomendamos várias ejaculações antes do exame de contagem, quanto mais, melhor.

Assenti, mudo. Assinamos os termos e ela se levantou.

— Ok. Pode tirar a calça e a cueca e deitar na maca, por favor.

Com uma careta interna, respirei fundo. Abaixei a calça e a cueca num movimento só, expondo meu pau mole e o saco depilado para o ar condicionado frio.

Foi nesse exato segundo que o inferno começou.

Uma sirene ensurdecedora disparou no teto.

***TRIMMMMMM!***

A luz de emergência começou a piscar. O rosto da Alice se contorceu de susto.

— Alarme de incêndio! — ela gritou sobre o barulho. — Não é teste! Vamos, rápido!

Entrei em pânico. Eu estava literalmente com as calças nos tornozelos. Puxei tudo para cima de qualquer jeito, quase caindo, sem nem abotoar a calça jeans, e corri atrás dela pelo corredor, descendo as escadas de emergência junto com enfermeiras e outros pacientes assustados até o estacionamento.

Lá fora, a chuva caía torrencialmente. E lá estava eu, molhado, segurando as calças, sem vasectomia.

*Filho da puta!*, pensei, furioso.

Descobrimos depois de meia hora que não havia fogo. Algum imbecil tentou fumar escondido no banheiro masculino e disparou o sensor de fumaça. O prédio foi evacuado por causa de um cigarro. Alice, encharcada e com o jaleco grudado no corpo, me pediu mil desculpas e ofereceu me encaixar em um horário especial dali a dois dias, na sexta-feira. Aceitei. Eu poderia ter esperado o Dr. Roberto, mas quando ela me olhou com aqueles olhos de mel pidões na chuva... não consegui negar.

Voltei para casa frustrado. Contei para a Maria sobre o "imprevisto técnico" e o remarco, mas omiti que a médica era uma mulher, e muito menos que era a Alice, minha antiga paixão platônica. Não costumo esconder coisas da minha esposa, mas aquilo parecia perigoso demais para compartilhar.

Naquela noite, Maria dormiu cedo. Fiquei na cama, rolando o feed do Instagram, até que meus dedos, traidores, digitaram: *Alice Soares*.

Perfil aberto. Achei fácil. Fiquei horas stalkeando a vida dela. Formatura, casamento, ex-marido com cara de babaca. Posts amargos de divórcio há uns seis anos. Depois, fotos de viagens, academia, vida de solteira. Meus olhos travaram numa sequência de fotos dela em Porto de Galinhas, usando um biquíni fio-dental minúsculo.

Senti meu pau ganhar vida embaixo do edredom, pulsando forte.

*Para com isso, João*, pensei. Desliguei o celular e forcei o sono.

Mas a mente é traiçoeira. Acordei no dia seguinte com um pau duro de rasgar o pijama e a imagem da Alice de quatro na areia gravada na retina. Corri para o banho gelado antes que a Maria visse. Passei o dia seguinte (minha folga estendida) fazendo reparos na casa, tentando não pensar na Dra. Soares. Amanhã eu faria o serviço e nunca mais a veria.

Sexta-feira de manhã. Maria me beijou na porta e apertou meu pacote por cima da calça.

— Boa sorte, amor. Seja forte — sussurrou.

Saí me sentindo um lixo, mas excitado. O caminho até a clínica foi tenso. Cheguei lá e a recepção estava vazia. Silêncio total. O horário da minha consulta chegou e nada. Toquei a campainha do balcão.

A porta do consultório se abriu e Alice saiu. Estava linda, de pijama cirúrgico azul, mas parecia exausta. O rosto dela se iluminou ao me ver.

— João! Que bom que veio. Desculpa a recepção vazia. A recepcionista pegou a mesma virose do Dr. Roberto, e as enfermeiras também. Um caos. Só tem eu aqui hoje. Mas como não atendemos sexta à tarde, você é meu único paciente. Abri a clínica só pra você.

Ela sorriu, e aquele sorriso me desmontou.

— Vamos entrar?

Ela abriu a porta do consultório e esperou eu passar. O cheiro do perfume dela era inebriante. Ouvi a porta se fechar atrás de nós e a tranca girar com um clique seco, ecoando no silêncio absoluto do prédio vazio.

Estávamos sozinhos. Completamente sozinhos.

***

>> Parte 2 nos próximos dias! Vai ser 2 ou 3 partes ao todo aqui!

>> Só pra dar uma relaxada da série “Terceira Opção”, as coisas por lá tão tensas demais, rsrs. Queria escrever algo um pouquinho mais leve pra dar uma respirada! Obs: mas logo logo eu publico a continuação dela! Pra quem não leu ainda, entra no meu perfil e acessa os contos! Beijinhos, meus lindos 😍❤️

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Comentários

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Delícia de conto!! Maldade parar logo na melhor parte!!! Hahahaha

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