Corno - desejos proibidos II

Da série Corno
Um conto erótico de Safadaecorninho
Categoria: Heterossexual
Contém 3054 palavras
Data: 08/01/2026 17:17:41

Depois da farra no bar, a todo momento disponível a gente transava lembrando dos acontecimentos, Fernanda passou a pedir para que eu apertasse seu pescoço durante as fodas, pedia puxão no cabelo, tapas na bunda e na cara, chegou pedir que eu a mordesse nos seios, onde ela gozou que chegou a se tremer toda. Ela me confidenciou que cada vez mais gostava de se sentir subjugada, e sempre lembrava das palavras do dono bar, Sr. Carlos me chamando de corno e frouxo, e ficava com mais tesão ainda, tanto ela quanto eu. Assim passamos a planejar voltar no bar dele para novamente aprontar, e com sorte encontrar alguém que fosse bruto. Fernanda já tinha feito seu show em vários bares, mas nunca tinha ido aos finalmentes como da última vez (vide conto anterior).

O bar do Sr. Carlos era bem afastado da cidade, quase na cidade vizinha, estrada de terra sem iluminação pública somente um poste solitário na frente do bar, era mais voltado a atender o pessoal daquela localidade mesmo, tinha um minimercado junto com o bar, com umas coisas básicas somente, e a casa do Sr. Carlos nos fundos. Depois que anoitecia só ficava o pessoal bebendo e jogando sinuca, dominó, bem pouco movimento, e uns frequentadores padrão para esses locais, perfeito para atender o nosso fetiche de sermos subjugados como casal, eu como corninho manso de homens sem instrução e rústicos e ela de ser uma mulher de porte social, dominada e currada por homens assim. Ao contrário da posição que ocupávamos na sociedade. Eu como gerente respeitado de uma empresa grande da área de logística, e ela com status de mulher troféu, vivia para cuidar de si e das coisas da casa, frequentávamos jantares de negócios da empresa, íamos a restaurantes finos, mas em nossos íntimos gostamos de ser dominados.

Em uma sexta feira cheguei em casa por voltas das 18:00hrs e Fernanda não se encontrava, estranhei pois ela não tinha me avisado de nenhum compromisso, liguei pra ela e não atendeu, mandei mensagem, porém não visualizou, passados uns 10 minutos chega um áudio de Fernanda dizendo:

- Amor, logo chego estou ocupada agora não se preocupe.

No áudio ela parecia cansada, pensei que ela pudesse estar na academia, mesmo sabendo que ela prefere malhar de manhã, passaram-se quase uma hora e nada, quando já estava ficando preocupado ouço o portão se abrindo e vejo o carro entrando, então me tranquilizo e vou até a porta para recebê-la. Quando ela desce do carro, com um vestido bem solto de verão que vai até os pés, vejo a maquiagem dos seus olhos borrada, como se tivesse chorado, já me aproximo perguntando o que aconteceu, se ela está bem, Fernanda abre um sorriso dizendo que está ótima e me beija, o que de pronto me acalma, porém sinto cheiro de sexo no seu rosto e questiono onde ela estava.

Fernanda – Entra amor que te conto tudo, ela fala rindo.

Ela me faz sentar no sofá, coloca um pé sobre o mesmo, levanta seu vestido até na cintura e vejo que ela tem porra escorrida até um pouco abaixo dos joelhos e está sem calcinha, sua bucetinha que é pequena e bem fechadinha, está com os lábios pra fora e bem vermelha, denunciando o que ela estava fazendo.

Fernanda – tira a roupa amor, fica pelado pra mim que preciso te pedir algo.

Tiro minha roupa e ela me pede pra sentar novamente no sofá, ela tira seu vestido, e vejo seus peitos com marcas vermelhas fortes, ela monta sobre mim e encaixa meu pau na entrada de sua bucetinha, mas não senta. Consigo sentir o calor e o quanto ela está melada. Então Fernanda senta devagar até entrar tudo, abraça meu pescoço e fala no meu ouvido sussurrando:

Fernanda – Devagar amor, bem devagar porque o Sr. Carlos acabou com minha bucetinha hoje durante a tarde toda.

Pedro – Sério sua cachorra, era isso que você estava fazendo?

Fernanda – Sim meu corninho, quer que eu te conte como foi?

Pedro – Quero sim minha putinha, conta pra mim.

Fernanda - Então não se mexe muito, porque não quero que meu corninho goze, e minha bucetinha está muito ardida.

Fernanda - Saí de casa logo depois do almoço e fui até o bar do Sr. Carlos, cheguei lá ainda estava fechado, fiquei dentro do carro esperando, esperei uns 15 minutos e ele abriu, nem olhou pra fora direito. Fiquei me questionando se era isso mesmo que eu queria, tomei coragem e entrei, assim que entrei ele sorriu atras do balcão e falou:

Carlos – Veio cedo hoje moça, e o marido ficou no carro? Os teus amigos só chegam à noite kkkkkk, ele falou rindo alto.

Fernanda – Meu marido está no trabalho, e vim mais cedo porque antes de eu ir embora na semana passada, o senhor fez uma proposta, vim ver se era verdade.

Carlos – Não brinca com fogo menina, da pra ver que o frouxo do teu marido não dá conta de ti. Mas eu sou sozinho aqui, não tenho com quem deixar o bar, e se chegar cliente, vai encontrar fechado numa sexta a tarde?

Fernanda – Não fala do meu marido, ele é o meu homem e está trabalhando pra nos dar do bom e do melhor, mas quero mais do que conforto, se e que me entende? E imaginei que o senhor iria arrumar alguma desculpa mesmo.

Carlos – Acha que é desculpa mocinha? Vem comigo deixa eu te oferecer algo, pelo menos uma água e a gente conversa melhor lá atras.

Sr. Carlos era um homem parrudo, cerca de 1,95 nem gordo nem magro, mas um homem forte, tinha uns 55 anos de idade, usava uma bermuda jeans e uma camisa social com metade dos botões abertos, mostrando o peito largo bem peludo, tinha uma barriguinha mas nada muito saliente, até bem em forma para um senhor dessa idade, ele é muito maior que Fernanda com seus 1,65 e seus 55kg . Vou relatar o que Fernanda me contou enquanto estava montada em mim no sofá, rebolando bem devagar enquanto falava detalhes no meu ouvido.

Fernanda – Assim que chegamos nos fundos, onde era a casa dele, era simples, mas bem arrumado até pra um homem que mora sozinho, chegamos na sala ele sem falar nada me imprensou contra a parede me segurando pela cintura e me perguntou:

Carlos- O que a putinha quer aqui me provocando desse jeito?

Fernanda – Vim pro senhor cumprir a promessa, de me devolver pro meu maridinho com o fogo apagado, mas não sei se vai conseguir.

Carlos – Tu sabe que pode chegar gente a qualquer momento lá na frente né? Está aberto, e sempre vem alguém comprar algo. Aqui ninguém mexe, mas vão me chamar.

Fernanda – Eu acho que isso tudo é desculpa pra não passar vergonha, talvez eu devesse voltar a noite mesmo e esperar meus amiguinhos como o senhor falou.

Nisso Carlos me deu um tapa na cara me chamando de vagabunda que chegou a ficar vermelho, me empurrou pra dentro do quarto, caí deitada na cama e ele veio pra cima de mim, já foi deitando em cima de mim me beijando afoito, com aquele tamanho todo eu sumia debaixo dele, assim ele levantou meu vestido e já o tirou por cima da minha cabeça, assim que percebeu que eu estava sem calcinha e sem sutiã ele ficou louco, desceu e começou a me chupar, já estava molhada desde a hora que saí de casa.

A cama era velha dessas com cabeceira de metal, rangia bastante. Ele me chupou maravilhosamente bem, lambia meu clitóris enquanto enfiava o dedo na minha bucetinha, tive que me segurar pra não gozar, nisso começam a chamar ele lá na frente no bar. Ele levanta assustado, e diz que já volta. Não dá 5 minutos e ele retorna, diz que era um moleque pra comprar refrigerante. Mas na hora eu reclamo, e digo que não vou ficar esperando toda vez que alguém chamar. Mas ele vem por cima de mim novamente me beija com força e diz que eu só saio dali depois que matar toda a vontade dele, deitado sobre mim, uma mão segurando no meu cabelo, com a outra ele abre o shorts, e tenta baixar o mesmo, mas só baixa um pouco e por estar nua, sinto que ele tirou o pau pra fora, sem cerimônia, enquanto ele me beija com a outra mão ele segura seu pau na base e esfrega na minha bucetinha molhada, e sem falar nada mete até o fundo. Quase gritei, ele tapou minha boca, porque o pau dele é muito grande, chegou até onde poucos tinham chegado, me senti rasgada mesmo estando muito molhada, ele foi até o fundo e ficou parado, falando:

Carlos – Que buceta apertadaaaa, e que quente que ela é. Vou te arregaçar sua putinha. Dá pra ver que aquele corno frouxo não te come direito, senão não seria assim apertada.

Fernanda – não fala do meu maridinho seu safado.

Carlos – Falo sim sua vagabunda.

Com uma mão ele segura meu cabelo e com a outra ele me dá mais um tapa na cara e estala.

Carlos – Você é uma puta e teu marido é um frouxo, e vou repetir quantas vezes precisar.

Fernanda – Já disse pra não falar do meu marido se cachorro, e para de me bater se puto.

Falei isso brava e começando a espernear pra sair debaixo dele, ele ainda estava com aquele pau enorme enfiado até as bolas em mim. Nisso ele soltou meu cabelo e segurou minhas mãos, me mandando parar quieta, continuei esperneando, até que ele deitou todo seu peso sobre mim, me segurou firme e socou mais seu pau, parei na hora e soltei um gemido forte, ele não parou mais de bombar, estava doendo, mas era muito gostoso, minha bucetinha devia estar esticada ao máximo para acomodar aquele pau, ele tentava me beijar e eu virava a cara e dizia pra ele me soltar, e torcendo pra ele não soltar rsrsrs, afinal eu queria muito aquilo, só estava me fazendo de difícil.

Eu gemia no seu ouvido e choramingava, pedindo para me soltar, me mexia embaixo dele fazendo meu quadril ir de encontro ao dele, e ao mesmo tempo empurrava ele, ele foi ficando cada vez mais violento com as estocadas e me apertando cada vez mais, estava louca quase gozando naquele pau.

Até que puxo ele pra um beijo, seguro ele pela nuca e mando ele me enforcar, a mão grande dele quase dá a volta no meu pescoço, ele aperta e eu quase sem sair a voz digo, é só isso que tu consegues filho da puta, assim não vai conseguir apagar meu fogo, enquanto abro o máximo que consigo minhas pernas para receber aquele homem. Com a provocação ele aperta ainda mais meu pescoço e me dá outro tapa com a outra mão, enquanto soca de forma violenta na minha bucetinha, parece que a cama vai desmontar, eu tento reclamar que estou ficando sem ar mas a voz não sai, só consegui grunhir, mas apesar da situação eu estava quase gozando, segurei seu pulso e tentei com toda força tirar a mão dele sem nem mexer do lugar, mas ele estava metendo transtornado pelo tesão que nem percebeu, tentei bater pra ele parar, minhas pernas tremiam anunciando um orgasmo que igual nunca tive antes, quando começo a gozar, se ar do nada apaguei.

Quando acordei eu estava sozinha no quarto, com as duas mãos juntas amarradas na cabeceira da cama, e os pés também. Quando recobrei a consciência, olhei ao redor, olhei minha barriga e a testa da minha bucetinha estavam cheias de porra, ele deve ter tirado pra gozar, e pensei que o filho da puta terminou mesmo comigo apagada.

Nesse momento ele chega no quarto:

Carlos – acordou princesa?

Fernanda – Que porra é essa? Quis me matar é?

Carlos – na verdade você gozou e apagou, mijou minha cama toda sua putinha safada.

Fernanda - E por que estou amarrada?

Carlos – tive que ir atender um cliente, e não quis que fugisse quando acordasse kkk. Mas se você acha que já acabei com você está enganada.

Ele tirou a roupa, ficou nu, que homem grande, todo coberto de pelos grisalhos, e então pude ver o tamanho do pau dele, devi ter perto de 20cm, mas bem grosso, quase como uma lata de coca. Carlos montou sobre mim na altura dos meus peitos, e me mandou chupar ele, quase não conseguia abrir a boca suficiente, com as mão e pés amarrados, não conseguia guiar o boquete, era conforme ele empurrava. Ele segurava minha cabeça e empurrava até eu afogar, daí tirava, depois de quase 5 minutos sofrendo, ele meio que deitou em cima da minha cabeça e ficou fodendo minha boca, eu afogada quase apaguei de novo quando ele tirou, por isso minha maquiagem borrada.

Então ele soltou meus pés, mas manteve as mãos amarradas na cama, e me virou com a bunda pra cima, mas me deixou deitada, quis ficar de 4 mas ele me fez deitar de novo, abriu minhas pernas e começou a me chupar, a passar a língua no meu cuzinho, já fiquei com medo porque não iria aguentar aquele pau no cuzinho. Carlos deitou em cima de mim, passou o braço em volta do meu pescoço como se fosse uma gravata, e segurou o pau pincelou sobre meu cuzinho, gritei com ele falando que não, e ele então meteu na bucetinha, ele apertava meu pescoço, e lambia minha orelha e meu rosto, e metia com força, embaixo dele eu empinava minha bunda o máximo que conseguia pra receber ele dentro de mim, ele foi aumentando o ritmo e cada vez mais apertando meu pescoço, com a gravata encaixada, e eu sem ar e novamente gozando, mas dessa vez consegui desfrutar do meu gozo com aquele mastro dentro da minha buceta bombando, assim que gozei ele apertou mais ainda e socou forte que apaguei de novo. Quando voltei a si, ele estava quieto em cima de mim ainda me segurando, mas assim que me mexi senti muita dor, ele estava dentro do meu cuzinho amor, enquanto apaguei ele aproveitou pra enfiar no meu cuzinho sem resistência. Chorei, pedi para tirar, mas não teve jeito, ele foi mexendo devagar, um bom tempo beijando meu rosto minha orelha, virou meu rosto e me beijou na boca. Assim aumentou um pouco o ritmo, mas tive que reclamar, ele diminuiu de novo e ficou devagar se mexendo e falando no meu ouvido.

Carlos – Que delícia de cuzinho, dá ele pra mim dá

Fernanda – Dói, para por favor, é muito grande.

Carlos – Dá ele pra mim vai, deixa eu aumentar o ritmo e encher ele de leite deixa.

Fernanda - Eu não aguento, aiaiai, dói.

Carlos – só um pouco mais, depois deixo você voltar pro se corninho frouxo.

Fernanda – Vai me soltar é? Então vai devagar vai, goza no meu cuzinho então, mas não pode ser rápido.

Carlos – Aisshh que delícia esse cú, empina ele pra mim vai.

Fernanda – Assim? Bem empinadinho, come a tua menininha come, enche meu cuzinho de leite.

Carlos – Quer leite do teu paizinho quer? Me chama de paizinho que te encho vai minha putinha.

Fernanda – Quero sim paizinho, sou a putinha do meu maridinho e do meu paizinho, mas o paizinho me judia, me dá leitinho no cuzinho papai, vai.

E no meio dessa putaria ele empurrou até o talo e gozou no fundo. Apesar de doer eu gostei muito e quase gozei pelo cu. Depois que ele saiu senti um vazio e um alívio rsrsrs. Ele me soltou e ficamos deitados conversando bastante, inclusive a gente fez planos que depois te conto.

Depois fomos para o banho, quase não cabia no chuveiro com ele rsrsrs nem me lavei direito, na volta nos vestimos, ele me ofereceu um café, mas eu decidi vir embora. Quando fomos sair que percebi que quando ele me amarrou ele tinha fechado o bar, e já tinha gente lá fora esperando ele abrir. Falei que não daria pra sair no meio deles, na frente do bar tinha uns 10 homens esperando. Então ele disse que era pra eu sair pelos fundos, e quando fui espiar pela fresta da porta do bar pela ultima vez pra ver se eu conhecia alguém que estava ali na frente, ele me encoxou por trás, levantou meu vestido ate na cintura e enfiou aquele pauzão devagar em mim, tive que segurar pra não gemer alto, foi quando você me ligou e mandou mensagem, como não atendi, ele mandou eu responder, quando mandei o áudio pra você ele aumentou o ritmo, por isso eu parecia cansada rsrsrs, ele bombou mais um pouco e socou até o talo, gozou dentro da minha bucetinha dessa vez, então disse que era pra eu trazer de lembrança pra você meu corninho.

Assim que ela terminou de me contar ela aumentou os movimentos e eu como estava me segurando a muito tempo gozei rápido. Ela me beijou apaixonada e disse:

Fernanda – Viu como eu sempre te defendo meu amor?

Pedro – Vi sim, minha linda, mas fiquei muito preocupado com tudo isso, você desmaiar duas vezes sozinha nas mãos de um estranho. E se passa do ponto arrebenta o teu cuzinho, ou até pior?

Fernanda – Eu sei vida, depois enquanto a gente conversava falei disso com ele, ele se desculpou e disse que vai cuidar mais das próximas vezes.

Pedro – Como assim das próximas vezes?

Fernanda – Então isso é os planos que a gente fez. Amanhã a noite ele disse que vai deixar um sobrinho dele e a irmã dele cuidando do bar, e ele vem aqui em casa.

Pedro – Sério amor? Não acha que vamos arrumar problemas?

Fernanda – Ai amor, deixa, eu adorei ele, tem tudo que a gente gosta num comedor padrão pra gente, vai ser bom.

Acabei aceitando, fomos pro banho onde ficamos nos acariciando, pude ver o estrago feito no cuzinho da Nanda, estava quase do avesso.

A visita do Sr. Carlos fica para o próximo conto para não alongar muito. Grande abraço a todos, espero que tenham gostado. Como sempre gosto de destacar, por ser um conto que retrata o que vivemos, tem pontos que não vão agradar a todos, mas procuro me manter fiel aos acontecimentos e assim tentar transmitir o máximo do que sentimos e vivemos. Abraços.

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Comentários

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Nossa que tesão de conto, sua Esposa deve ser um tesão e muito gostosa, ela merece ser comida com força e subjugada na cama até gozar muito.

Adoraria saber mais sobre suas aventuras Wezz3588SP@yahoo.com

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Eu e minha esposa vivemos procurando caras rústicos assim pra ela, mas é muito difícil achar. Sempre nos respeitam demais, infelizmente.

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A gente só consegue assim, quando já beberam um pouco a mais, e nesses lugares. Mas é ótimo quando acha, precisa arriscar, as vezes ela sozinha eles tomam atitude.

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