Fui modelo nu para meu papai – Minha História Real de Incesto
Olá, pessoal! Me chamo Laura , tenho 18 anos hoje, sou magra (1,69m), rosto delicado e perfeito que todo mundo elogia, sorriso encantador que ilumina qualquer foto, cabelo castanho claro liso, as vezes , com ondas suaves nas pontas. Pele, clara, corpo definido de quem cuida (academia é minha segunda casa), seios médios naturais e firmes que preenchem perfeitamente um sutiã 36cm
Meu Insta pra quem quiser ver um pouquinho mais de mim: @laura18y188
Sempre fui viciada em ler contos eróticos – daqueles bem quentes, cheios de proibido. Ficava imaginando: “Será que um dia vou ter coragem de contar o que realmente vivi?” Pois é... chegou a hora. Vou contar tudo, sem filtro, uma história 100% real de incesto que mudou minha vida pra sempre.
Meu pai, Roberto, tem 37 anos, fotógrafo profissional renomado, cabelo preto curto e sempre bem cuidado, corpo atlético e definido (malha pesado, tem abdômen trincado), alto (1,85m), pele bronzeada, sorriso charmoso que faz qualquer mulher olhar duas vezes. Minha mãe, Mariana, cabelo preto longo, mesmo tom de pele que o meu, rosto tão parecido que as pessoas juram que somos irmãs – ela é linda, corpo escultural, sempre arrasando. Meus irmãos mais novos, Lucas e Matheus, são adolescentes bagunceiros.
Meu pai sempre me enchia de elogios: “Laura, você tem que ser modelo, filha! Esse rosto perfeito, esse corpo... você nasceu pra isso.” Eu corava, mas adorava ouvir.
O dia que tudo começou eu nunca vou esquecer. Minha mãe tinha saído com os meninos pra casa de amigas, deixando a casa só pra mim e pro papai. Ele estava no escritório editando fotos no computador. Passei pela porta entreaberta e congelei: na tela, fotos de modelos nuas ou só de lingerie – todas tiradas por ele, com a logomarca da empresa no canto. Eu era mais nova na época (já grandinha o suficiente pra entender tudo, mas ainda inocente em muitas coisas), e fiquei ali parada, espiando.
Vi a mão dele descer devagar, entrar por dentro da calça jeans e começar a se masturbar. A mão indo pra frente e pra trás, ritmo lento no início, depois mais rápido, enquanto ele rolava as fotos: peitos perfeitos, bundas empinadas, bucetas depiladas em close. Meu coração disparou, senti um calor subir entre as pernas. Ele soltou um gemido rouco baixo: “Aaaahhh...” e gozou forte, a porra escorrendo na mão. Fiquei em choque, mas excitada pra caralho.
Corri pro quarto, deitei na cama, mão por dentro da calcinha, tocando minha bucetinha já molhada, imaginando aquilo tudo. Cinco minutos depois, ele me chamou: “Laura, vem comer algo na cozinha, filha!” Desci tentando disfarçar, dei um sorriso grande. Ele me olhou com carinho: “Vem, faz companhia pro papai.”
Na cozinha tinha frutas, bolo, suco. Peguei uma maçã vermelha, dei uma mordida sensual sem querer. Ele pegou a câmera que estava na mesa: “Para tudo, filha! Fica assim!” Clique. Tirei outra mordida, ele clicou de novo. Eu de camisola rosa curta, sutiã e calcinha rosa por baixo, mamilos marcando levemente. Ele mostrou as fotos no visor: eu fiquei apaixonada por mim mesma – boca entreaberta, olhos brilhantes. “Vou passar pro pendrive e te mando depois.” Conversamos ali, ele perguntou sobre modelagem de novo: “Você vai se dar super bem, Laura. Tem que perder a vergonha.”
Eu, tímida: “Pai, eu tenho vergonha...” Ele sorriu: “Então deixa o papai te ajudar. Que tal uma sessão só nossa? Eu tiro suas fotos, você vai se soltando.” Aceitei na hora, coração acelerado.
Combinamos pra semana seguinte, numa mansão luxuosa que pertencia a um amigo dele – lugar perfeito pra ensaios, com quartos enormes, piscina, escadarias dramáticas. Minha mãe sabia (achava ótimo eu “tentar modelagem”), os irmãos ficaram em casa. Fomos só nós dois, ele carregando câmeras, luzes, refletores.
No carro, ele me deixou super à vontade, brincando, contando histórias de ensaios. Chegando lá, montei as roupas que levei: vestidos, shorts, mas esqueci variedades de lingerie. Ele montou o set na sala principal, luzes perfeitas.
Começamos inocente: poses de vestido vermelho colado, calcinha fio dental preta e sutiã preto por baixo. Ele dirigindo: “Olha pra câmera, filha... abre um sorriso... agora vira de lado.” Mas foi esquentando. Na escadaria, pediu: “Sobe uns degraus, abre bem as pernas... isso!” Clique de baixo pra cima – a foto pegava o volume da calcinha, quase mostrando os lábios. Eu tensa, ele percebeu: “Relaxa, amor, sou seu pai... é arte.”
Foi na cozinha pegar whisky pra “soltar”. Minha primeira vez bebendo destilado – desce queimando, mas depois aquece tudo. Tomamos uns goles sentados no balcão, rindo. Eu já alegrinha: “Pai, você já se apaixonou por alguma modelo?” Ele riu: “Já me encantei, sim. Adoro capturar a beleza feminina... os detalhes do corpo.” Olhou pra mim, mão no meu cabelo: “Você é a mais linda que já fotografei, Laura.” Eu ri, bêbada de tesão: “Você é gato pra caralho, pai... mamãe tem sorte.”
Voltamos pro ensaio. Ele: “Topless ou só de lingerie?” Eu, corajosa pelo whisky: “Vamos de lingerie.” Tirei o vestido devagar, ficando só de fio dental preto e sutiã. Corpo exposto pro meu próprio pai. Comecei as poses: de quatro no sofá, bunda empinada, abrindo as pernas, calcinha enterrada no meio, quase mostrando a bucetinha lisinha. Ele clicava sem parar, respiração pesada. Vi o volume na calça dele crescer – pau marcando forte, cabeçona inchada.
Em uma pose, não aguentei: abri mais as pernas, passei o dedinho devagar por cima da calcinha, traçando o grelo inchado, olhando direto pra câmera. Ouvi os cliques frenéticos. Minha bucetinha escorrendo, calcinha molhada marcando tudo.
No carro de volta, ele elogiando: “Você foi incrível, filha... uma profissional.” Eu, ainda meio bêbada, pernas no banco: “Qual foto gostou mais, pai?” Ele, voz rouca de tesão: “Aquela que você passou o dedinho na bucetinha... porra, Laura, ficou perfeita... me deixou louco.”
Imitei a pose ali no carro, dedo traçando a calcinha molhada: “Foi assim?” Ele mordeu o lábio: “Exato... sabe o que todo homem ama, filha?” “O quê, papai?” “O cheiro e o gosto de uma bucetinha jovem e doce como a sua.”
Eu, coração disparado: “Como assim?” Ele pegou minha mão, levou ao nariz, cheirou fundo: “Hummm... delícia.” Depois lambeu meu dedo devagar, chupando como se fosse pau: “Aaaaiii, filha... que gosto bom.” Fechei os olhos, gemendo baixo: “Aaaaiii pai...”.
Ele sorriu safado: “Você me faz pensar coisas erradas, Laura...” Vi a calça marcada, pau latejando. “Quer sentir o papai?” Eu hesitei: “É errado, pai...” Mas ele já estava passando o dedo por dentro da cueca, tirando babado de pré-gozo. Aproximou do meu nariz: cheiro forte, masculino, excitante. Abri a boca instintivamente, chupei os dedos dele: “Hummm... delícia, pai... quero mais.”
Ele, dirigindo com uma mão, tirou o cinto, abaixou a calça e cueca. O pau saltou: grosso, uns 18-19 cm, veias pulsando, cabeça vermelha babando. Mordi o lábio, cheirei a cabeça: “Hummm...” Passei a língua na glande, lambendo o líquido salgado, depois coloquei só a cabecinha na boca, sugando forte. “Aaaaiii filha... aaaaiii que boquinha quente...”, ele gemia. Desci mais, engolindo metade, mão geladinha batendo punheta devagar, subindo e descendo. “Aaaaiii Laura... aaaaiii continua... papai vai gozar... aaaaiiii!”
Acelerei a punheta, boca sugando a cabeça. Ele explodiu: “Aaaaaaaiiii filhaaaa... gozandooo!” Jatos quentes e grossos no meu rosto – testa, nariz, boca, queixo. Fechei os olhos sentindo o calor, o cheiro forte. Segundo, terceiro, quarto jato... eu gemendo de tesão: “Aaaaiii pai... que delícia...”.
Ele passou o dedo no meu rosto melado, colocou na minha boca: “Engole, filha... nosso segredinho.” Engoli tudo, gosto forte e viciante: “Sim, papai...”.
A semana seguinte foi estranha – evitávamos olhar nos olhos, mas o tesão queimava. Até que ele me chamou: “Quer outra sessão de fotos, Laura? Só nós dois de novo.” Eu sabia que não ia parar em fotos... e queria muito mais.
Continua...
Essa história é 100% real – não mudei nada, só vivi intensamente. Foi o começo de uma irmandade secreta de sexo que mudou tudo entre nós.
Espero que tenham gostado, que tenham se excitado tanto quanto eu me excito lembrando.
Beijos quentes da Laura
Insta: @laura18y188
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