De calcinha novamente II

Um conto erótico de Branquinho de Calcinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1897 palavras
Data: 08/01/2026 10:35:54

Continuando os relatos anteriores, devo acrescentar que sou um homem comum. Não tenho nenhuma qualidade física sobressalente: sou branco, magro, de estatura mediana, malho um pouco. Relatei nos contos anteriores um período da minha vida que surgiu de forma totalmente inesperada.

Naquela época eu devia ter entre 23 e 24 anos de idade. Era muito jovem. Havia passado em um concurso público para trabalhar em uma cidade do interior, bem próxima da cidade onde moro, capital do estado. Levava cerca de 50 minutos de carro para chegar a essa localidade, e foi lá que transcorreram os fatos que narrei.

Eu havia me casado também muito jovem, com cerca de 20 anos. Tinha uma vida tranquila, pacata. Possuía as comodidades básicas da vida: tinha carro, uma casa própria e saía para me divertir às vezes. Não possuía filhos.

Depois dos últimos acontecimentos, passaram-se novamente algumas semanas. Aquele sentimento de ojeriza em relação à minha situação havia diminuído um pouco. Digo: aquela minha aversão àqueles momentos de prazer tinha diminuído. Passei a rememorar aqueles fatos e a hesitar, bati várias punhetas pensando neles. Outra mudança considerável foi o fato de eu passar a usar calcinha de forma cotidiana. Não usava mais cueca. Tomava banho e já colocava uma calcinha e um short, e ficava assim. Parei de me importar com a opinião da minha esposa em relação a isso.

Nunca conversamos sobre o assunto. Fato é que passou a ser algo “normal” na minha vida. Evidentemente, ao sair na rua, eu ainda tomava todas as medidas possíveis para evitar que outras pessoas percebessem. E assim a vida ia transcorrendo.

Aquele homem que havia me visto de calcinha era um senhor jovem, na faixa dos 50 anos, levemente barrigudo, moreno, cabelos brancos. Havia se aposentado cedo por alguns problemas de saúde. Não conversamos sobre quais seriam esses problemas, e também não peguei seu telefone, assim como ele não se interessou por isso. Nosso contato era unicamente quando eu me dirigia à casa dele. Ele jamais me procurou no meu local de trabalho. Quando minhas necessidades falavam mais alto, era eu quem me dirigia à casa dele.

Passados cerca de dois meses, novamente rodeado por aquele tesão imensurável, as punhetas não davam conta. Assim, mais uma vez me senti empurrado para aquela casa.

Certo dia, indo para o trabalho, com o tesão aflorando, parei o carro em um posto de gasolina, baixei a calça, coloquei o pau para fora e fiquei batendo uma punheta dentro do carro. Devido à movimentação constante, não achei seguro e voltei a dirigir, mas continuei do mesmo jeito, com o pau para fora, e segui viagem. O tesão só aumentava. Parei mais uma vez em um posto de gasolina, um pouco afastado, e fiquei me punhetando. Os vidros escuros evitavam que qualquer pessoa percebesse.

Decidi, então, que aquele dia eu não iria trabalhar. Iria logo cedo para aquela casa. Queria ser devorado o dia todo. E assim fiz. Esperei mais de uma hora ali naquele posto. Por volta das 8h liguei o carro e segui.

Ao entrar na rua, aquelas sensações voltaram com força: medo, tesão, ansiedade. Eu transpirava, o coração batia forte. Muitos sentimentos, muitas emoções conflitantes. Ao longe vi uma pessoa na porta da casa. Me aproximei. Era aquele outro homem que havia me comido, o amigo do “meu homem”. Passei a chamá-lo de Beto.

Parei o carro, abaixei o vidro e conversamos. Perguntei se meu homem estava. Ao proferir aquelas palavras — “meu homem” — ele deu um sorriso, mordeu os lábios e passou a mão no pau. Fiquei sem graça. Olhei ao redor; não havia ninguém. Ele disse que tinha combinado com o meu homem de irem à capital, que estava chamando, mas ninguém respondia, e que já estava ali esperando havia uns 30 minutos. Fiquei decepcionado. Parecia que nada iria acontecer. Eu estava frustrado; o tesão me consumia.

Depois de mais alguns minutos conversando, decidi ir embora. Voltaria para casa, não conseguiria trabalhar. Disse isso a ele, e imediatamente ele pediu uma carona. Concordei. Ele entrou no carro e partimos.

Durante o caminho fomos conversando amenidades. Ele disse que morava naquela cidade, mas que o pai havia alugado um pequeno apartamento na capital e o matriculado em uma faculdade; queria que ele se formasse em algo. Ele tinha por volta de 27 ou 28 anos. Não queria compromisso nem obrigação com nada. Sua família tinha posses, e ele sempre usufruiu de uma vida tranquila. Gostava muito da farra; bebidas e mulheres eram seu fraco. Era um homem moreno de sol, alto, magro, com braços fortes e uma barriguinha de cerveja. Tinha um papo legal, agradável, um sorriso muito bonito, e assim transcorria a viagem.

Em dado momento, enquanto falava das situações que o excitavam, ele mencionou que tinha gostado muito de ter me comido e que o pau dele estava latejando só de me ver. Enquanto falava isso, eu dirigia. Vi a movimentação dele: abaixou o short, tirou o pau para fora. Olhei. Estava duro, apontando para cima. Ele acariciava, punhetava. Pediu para eu pegar. Resistir, dizendo que não podia, estava dirigindo. Ele pegou minha mão e a levou até o pau dele. Peguei. Estava quente, bem duro. Punhetei um pouco. Ele pediu para continuar, disse que estava gostando.

A estrada estava tranquila. Eu permanecia olhando para frente e punhetando. Ele perguntou se eu estava de calcinha. Disse que sim. Mandou eu parar o carro e abaixar a calça. Assim fiz. Voltamos para a estrada. Eu dirigia de calcinha, calça arriada, batendo uma punheta para o Beto. Passamos alguns minutos assim. Estava bom. Eu também estava de pau duro. Meu pau havia saído de lado da calcinha. Ele dava tapas nele, mandava abaixar, me chamava de puta, vadia, cachorra, gostosa. Eu estava adorando aquilo. Ele apoiou o braço no encosto do banco, puxou meu cabelo e o segurou. Dava tapas no meu rosto. Eu adorava aquilo, mas precisava continuar atento ao trânsito. Estávamos nos aproximando da cidade.

Perguntei onde poderia deixá-lo. Ele disse o bairro, o endereço; era em um sentido completamente oposto ao da minha casa. Protestei. Ele puxou meu cabelo com mais força, deu um tapa forte e disse que puta não tinha que reclamar, mandando eu levá-lo até a casa dele.

Enquanto eu dirigia, ele puxava cada vez mais a calcinha para cima, até ficar totalmente atolada na minha bunda. Quando puxou meus mamilos, dei um gemido leve e fino. Ele gargalhou, me chamou de puta e outros nomes. Tomei mais um tapa no rosto. Meu rosto ardia, meus mamilos doíam. Meu pau não cedia; estava muito duro. Aquela situação me torturava.

Chegamos ao local. Ele mandou estacionar e subir. Disse que iria me comer. Era o que eu queria ouvir. Me ajeitei como pude e subimos para o apartamento.

No elevador, ele me olhava e dizia que iria me comer com força. Passava a mão no pau, mantendo certa distância por causa das câmeras. Chegamos.

Era um apartamento pequeno, tipo quitinete: um quarto, um banheiro, uma lavanderia minúscula e uma área que servia como sala e cozinha. Só isso.

Ao entrarmos e fechar a porta, levei o primeiro tapa na bunda. Mandou eu ficar só de calcinha. Obedeci imediatamente. Não havia constrangimento algum; eu estava entregue. Ele também tirou a roupa. Estava pelado, com o pau em riste, me observando.

Ele me puxou com força, colou o corpo no meu. Sentia sua respiração ofegante, seu pau entre minhas pernas. Segurou minha cintura, forçou o corpo contra o meu. Chupava meu pescoço, mordia minha orelha.

Assim agarrados, ele foi me direcionando para o quarto. Chegando lá, me empurrou na cama. Apoiei os braços, fiquei de quatro. Mais sessões de tapas. Mexeu no meu anelzinho, puxou a calcinha para o lado, enfiou um dedo. Apoiei os joelhos na beira da cama, relaxei, abri bem as pernas. Queria ser enrabado. Gemia baixinho. Ele puxava meu cabelo, segurava minha cabeça. Peguei meu pau e comecei a me punhetar. Outro dedo invadiu meu anelzinho. Sendo devorado pelos dedos dele, gozei. Um gozo diferente, sem jato forte; minha porra apenas escorria. Meu pau se tornara secundário. O prazer vinha do meu cu.

Quando ele tirou os dedos, ao me ver gozar, vieram mais tapas. Ainda em transe, sem aviso, veio a penetração: uma estocada forte, dolorosa. Deixei aliviar. Ele segurou meus ombros, apoiou firme e começou a bombar vigorosamente. Minhas pernas fraquejavam. O ritmo aumentava. Doía. Eu sentia que estava sendo rasgado.

Olhei para o lado e me vi no espelho. Pela primeira vez me via sendo enrabado. Ali, de quatro, sendo penetrado com força, entregue. Que tesão.

Procurei no espelho o rosto do meu algoz. A fisionomia dele perdia qualquer traço de controle, entregue a um momento puramente sensorial. Sobrancelhas franzidas, pálpebras cerradas, mandíbula tensa, respiração quente e ruidosa. Vulnerabilidade crua. Suor na têmpora. Desejo voraz e entrega absoluta.

Não sei quanto tempo passou dilacerando meu cu. Pareceu uma eternidade — prazerosa e sofrida. Meu cu reclamava do suplício, enquanto minha mente contrabalançava com um prazer jamais vivido.

Ele acelerou as bombadas. O gozo veio forte. Urrava de prazer. Senti o líquido quente dentro de mim. Em todo esse tempo permaneci encarando-o pelo espelho. Ver aquela expressão de dominação contrastando com minha submissão me causava um prazer imensurável.

As bombadas diminuíram. Ele desabou sobre minhas costas, ainda com o pau dentro de mim. Respiração pesada, suor colado ao meu corpo. Ficamos assim alguns minutos, em silêncio. Apenas nossas respirações. O pau foi saindo aos poucos.

Quando saiu completamente, ele mordiscou minha orelha, chupou meu pescoço e sussurrou que eu era muito gostosa, que seria sua puta.

Levantou e me ajudou a levantar. Perguntou se eu havia gostado. Disse que havia adorado. Fomos para o banheiro. Sentei no vaso, forcei; apenas o líquido dele saiu de mim. Ele observava. Entramos no banho.

Entregou o sabonete e mandou limpar o pau dele. Limpei com calma, o saco, as pernas, agachado. Ele segurou minha cabeça, mandou olhar para ele, me chamou de puta, disse que eu tinha nascido para isso e que dali em diante teria um homem para me dominar. Não protestei. Recebi um tapa forte. Olhei para o lado. Outro tapa. Aprendi.

No banho, ele me entregou uma maquininha e mandou depilar todo o corpo. Fiz. Tirei todo resquício de pelo. Passei um creme corporal. Minha pele ficou macia. Algo novo, bom.

Depois, ele tirou uma calcinha azul de renda, fio dental, e um sutiã. Mandou vestir. Ao me ver no espelho, senti prazer, encantamento. Era estranho, mas bom.

Saí do quarto e o encontrei no sofá. Era 11h45. Sentei ao lado dele, deitei a cabeça em seu peito, cruzei as pernas. Ele aprovou. Disse que eu era sua mulher ali, que deveria falar no feminino. Assenti.

Pediu comida. Mandou eu buscar. Fui, com medo e constrangimento. Peguei rápido. Ele ria. Disse que eu deveria me acostumar.

Almoçamos em silêncio. Refleti. A poucas horas eu era um homem. Agora era fêmea entregue ao macho. Ele riu e disse que eu era dele.

Lavei os pratos, arrumei a casa enquanto ele jogava videogame. Já era quase 14h. Disse que precisava ir. Ele me beijou com força. Depois mandou chupar. Ajoelhei. Chupei enquanto ele jogava. Depois me fodeu a boca com brutalidade. Recebi tapas. Engoli tudo. Limpei tudo.

Troquei de roupa. Queria ficar. Saí rumo à normalidade, após mais tapas, encoxadas e chupadas.

Meu dia havia sido maravilhoso.

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