Entre irmãos - A Tentação - Parte 2

Da série Entre irmãos
Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 5154 palavras
Data: 08/01/2026 08:05:10
Última revisão: 08/01/2026 08:42:26

No dia seguinte tava tudo normal na superfície, mas por dentro a gente tava pegando fogo. Café da manhã com a família toda, mãe servindo pão e café, pai reclamando do trânsito, e eu e a Bia sentados lado a lado na mesa apertada da cozinha. Ela tava de saia curta florida, daquelas de verão que a mãe aprova, mas que deixa as pernas nuas roçando na madeira da cadeira. Eu sentia o cheiro dela forte no ar abafado: o shampoo de sempre, misturado com o suor leve da manhã quente, e um fundo mais doce que me lembrava da noite passada. Toda vez que eu pegava o saleiro, meu braço roçava no dela de leve, só a pele se tocando por um segundo, e ela olhava pro prato disfarçando um tremor nos lábios. Ninguém notava, mas pra gente era como uma faísca: proibido pra caralho, porque é irmão, porque se a mãe virasse e visse o olhar que a gente trocava ia perguntar "o que vocês dois tão tramando?", e aí o mundo desabava.

A mãe anunciou que ia no mercadinho do bairro comprar fruta fresca, e perguntou se alguém queria ir junto pra ajudar a carregar. Normalmente eu diria não, mas dessa vez eu e Bia nos olhamos rápido, um brilho nos olhos que só a gente entendia, e eu falei "vou sim, preciso de ar". Ela veio junto, claro, e no caminho a pé, com a mãe na frente carregando a bolsa, a gente andava lado a lado na calçada estreita. O sol batendo forte, o suor escorrendo devagar pelo pescoço dela, deixando a pele brilhante, e eu sentia o calor do braço dela perto do meu, quase tocando mas não. Num momento que a mãe parou pra cumprimentar uma vizinha, Bia encostou o quadril no meu de leve, só um roçar disfarçado como se fosse tropeço, e eu senti a maciez da bunda dela contra minha coxa, o tecido fino da saia não escondendo nada do calor que irradiava dali. Meu coração acelerou na hora, o pau começando a endurecer no short folgado, e eu pensei "porra, isso é loucura, a gente tá na rua, qualquer um pode ver", mas era exatamente esse medo que fazia tudo ficar mais intenso, mais errado, mais viciante.

No mercadinho lotado, com gente indo e vindo, barulho de conversa e cheiro de fruta madura misturado com peixe fresco, a mãe foi pro balcão de verduras e mandou a gente pegar banana e maçã na outra ponta. O lugar era apertado, prateleiras cheias, e a gente se espremeu num corredor estreito, corpos quase colados por necessidade. Ela na frente, escolhendo fruta devagar, e eu atrás, o peito roçando nas costas dela de leve toda vez que esticava o braço pra pegar algo. Senti o cheiro do cabelo dela bem perto, o suor descendo pela nuca, e quando ela se inclinou um pouquinho pra pegar uma maçã baixa, a bunda dela encostou na minha virilha por acidente – ou não – , sentindo o volume crescendo ali, duro contra o tecido. Ela não se afastou na hora, ficou um segundo a mais, rebolando de leve só pra sentir melhor, e eu apertei a mão na prateleira pra não gemer baixo. O coração batendo forte, suor frio na testa, pensando "se alguém virar agora, se a mãe chamar, a gente tá fodido, isso é incesto na cara dura, ninguém vai entender". Mas ela virou o rosto um pouquinho, os lábios entreabertos, sussurrando "cuidado..." com voz tremida, os olhos cheios de culpa e tesão ao mesmo tempo.

A tensão só crescia devagar, como um fogo baixo que não apaga: no caixa, fila grande, ela na frente e eu atrás, o corpo dela quase encostado no meu, sentindo a respiração dela acelerada contra meu peito. Uma mão minha escorregou "sem querer" pra cintura dela, só um toque leve por cima da blusa, sentindo a pele quente por baixo, e ela tremia inteira, mas não tirava. A mãe do lado falando do preço da banana, e a gente ali, colado em público, o proibido batendo na cabeça tipo martelo: isso não pode, é irmão, é errado, mas porra, como é bom esse risco de ser pego por um fio. Quando saímos dali, carregando as sacolas de volta pra casa, o sol batendo, suor escorrendo, ela me olhou de lado e murmurou baixinho "de noite... a gente continua". Eu assenti, o peito apertado de medo e vontade, sabendo que isso tava longe de acabar.

Naquela semana a mãe resolveu que a família inteira ia no cinema do shopping pra “desestressar”, tipo tradição de sexta à noite.

A gente chegou meio atrasado no cinema, como sempre, e as fileiras do meio já tavam lotadas de família e casal mais velho. A mãe e o pai acabaram ficando mais pra frente, numa fileira com espaço, e eu e a Bia subimos as escadas devagar, procurando lugar no fundo – aquelas fileiras de cima que todo mundo sabe que os mais novos preferem, mais escuras, mais afastadas, onde os casais adolescentes vão pra se pegar sem ninguém encher o saco.

Achamos dois lugares no canto da última fileira, parede de um lado, corredor do outro, e só uns poucos casais espalhados na mesma fileira, todos já grudados um no outro antes mesmo das luzes baixarem. O cheiro típico de cinema: pipoca doce, carpete velho, ar condicionado gelado que faz arrepiar a pele. Bia sentou primeiro, encostada na parede, eu do lado dela no corredor. Ela tava de saia rodada preta, blusinha fina de alça, cabelo solto caindo no ombro, e eu sentia o perfume dela já me batendo antes mesmo de sentar.

As luzes foram baixando devagar, a sala ficando quase preta, só o brilho da tela iluminando de vez em quando os rostos. O filme começou, mas ninguém ali no fundo tava prestando muita atenção de verdade. Uns dois casais mais pra esquerda já tavam se beijando devagar, barulhinho de respiração pesada misturado com o som alto dos alto-falantes. Isso deixava tudo mais natural, como se o que a gente ia fazer fosse só mais um segredinho normal daquela fileira.

Primeiro foi só o braço. Apoio de braço compartilhado, ela deixou o dela encostado no meu, pele quente contra pele fria do ar condicionado. Eu virei a mão devagar, palma pra cima, e os dedos dela vieram encontrar os meus, entrelaçando bem devagar, apertando de leve como quem testa se pode. O coração já batia mais forte, porque porra, era irmão, ali no meio de um monte de gente, mas ninguém olhava pra trás, todo mundo no seu próprio mundo.

Ela soltou minha mão e deixou a dela cair no colo, por cima da saia. Eu esperei um pouco, olhando a tela fingindo interesse, e depois desci minha mão devagar, encostando na coxa nua dela, logo abaixo da bainha. A pele tava quente, macia, arrepiada do frio, e quando eu subi um centímetro só, sentindo a carne mais macia da parte interna, ela abriu as pernas bem devagar, quase nada, só o suficiente pra me dar espaço. Meu dedo mindinho roçava pra cima e pra baixo, bem leve, traçando uma linha invisível, sentindo os pelinhos finos se eriçando.

Bia virou o rosto pro outro lado, fingindo ver o filme, mas eu via o reflexo da tela nos olhos dela: brilhando, semicerrados, respiração saindo mais lenta pela boca entreaberta. Ela desceu a mão dela por cima da minha, não pra tirar, mas pra guiar, apertando meus dedos contra a coxa dela, pedindo pra subir mais. Eu obedeci devagar, centímetro por centímetro, sentindo o calor crescer à medida que chegava mais perto da virilha. Quando a ponta dos meus dedos roçou a borda da calcinha de algodão, senti que já tava úmida, o tecido quente e grudado na pele. Ela soltou um suspiro baixinho, quase inaudível, e apertou mais forte minha mão, como quem diz “continua, mas devagar”.

Do outro lado da fileira, um casal mais novo tava se beijando com vontade, barulhinho de boca, e isso só fazia o risco parecer menor e maior ao mesmo tempo. Eu circulava o dedo bem de leve por cima da calcinha, sentindo o contorno dos lábios inchados, o clitóris marcando duro no tecido, e cada vez que eu passava ali ela tremia as coxas, fechando e abrindo de leve, o corpo todo tenso. O cheiro dela começava a subir, misturado com o da pipoca, aquele cheiro doce e salgado de excitação que só eu reconhecia.

Minha outra mão desceu pro meu colo, ajustando o pau que já tava duro pra caralho dentro do moletom, latejando toda vez que eu sentia ela molhar mais meus dedos. Ela percebeu, virou o rosto um pouquinho e desceu a mão dela pro meu lado, encostando por cima do tecido, apertando devagar, traçando o formato com a palma quente. A gente se tocava assim, lento, sem pressa, só mantendo o fogo aceso, sabendo que não ia rolar mais que isso ali – o perigo era grande demais, luz da tela iluminava de vez em quando, alguém podia levantar pra ir no banheiro e passar do lado, ou simplesmente virar a cabeça.

O filme inteiro foi uma tortura gostosa: toques leves, respirações pesadas, corpos tremendo de vontade e medo. Quando os créditos começaram a subir e as luzes foram acendendo devagar, a gente separou as mãos rápido, ela puxando a saia pra baixo, eu ajeitando o moletom pra esconder o volume. Saímos da fileira devagar, pernas meio bambas, rosto corado, e no corredor lotado ela encostou o ombro no meu de leve, sussurrando só pra mim enquanto a mãe vinha atrás: “em casa eu não aguento mais… hoje eu quero mais”.

Saímos do cinema com a família, o ar quente da noite batendo no rosto depois do frio da sala. Todo mundo falando do filme, rindo das partes engraçadas, mas eu e Bia mal conseguíamos responder direito. Minhas coxas ainda tremiam de leve, os dedos com o cheiro dela grudado na pele, e eu sentia o pau meio duro dentro do moletom, latejando toda vez que lembrava do toque dela no escuro.

No estacionamento, a mãe decidiu: “Eu dirijo, seu pai tá cansado”. Ela na frente sozinha, pai no banco do passageiro, e eu e Bia no banco de trás, bem no meio, juntinhos porque as sacolas de pipoca e refrigerante ocupavam os cantos. O carro era velho, banco de couro que gruda na perna no calor, e o ar condicionado demorou pra pegar. Porta fechada, luz interna apagou, só os faróis dos outros carros e o brilho fraco do painel iluminando de leve o rosto dela do meu lado.

A mãe ligou o rádio baixinho, uma música antiga que ela gosta, e saiu devagar do shopping. O carro balançava suave nas curvas, e a cada balanço a coxa nua da Bia encostava na minha, saía, encostava de novo. Primeiro parecia acidente. Depois não era mais. Ela deixou a perna encostada, pele quente na minha, e eu senti o suor fino entre nós, aquele calorzinho que não vem só do tempo. Nenhum dos dois mexia pra afastar.

Uns cinco minutos na estrada, trânsito lento, faróis vermelhos na frente. Ela desceu a mão devagar pro banco, entre a gente, e só apoiou ali, dorso da mão roçando de leve na minha coxa. Eu esperei, coração batendo no ouvido, e virei minha mão pra baixo, dedos encontrando os dela. Entrelaçamos bem devagar, polegar dela acariciando o meu, um carinho tão leve que parecia inocente. Mas não era. A palma da mão dela tava úmida de suor e de vontade, e eu apertava de volta, sentindo o pulso dela acelerado.

O pai resmungou alguma coisa sobre o trânsito e baixou o vidro um pouquinho. O vento da noite entrou, bagunçando o cabelo dela no meu ombro. Ela virou o rosto pro vidro, fingindo olhar a rua, mas apertou mais minha mão e guiou devagar, centímetro por centímetro, pra coxa dela. Coloquei a mão ali, por cima da saia rodada, sentindo o calor pulsar debaixo do tecido. Comecei a fazer um carinho bem leve, só a ponta dos dedos subindo e descendo na parte externa da coxa, nunca chegando perto demais. Ela abriu um pouquinho as pernas, o suficiente pro tecido da saia subir sozinho com o movimento do carro, e eu senti a pele nua de novo, quente, macia, arrepiada.

A mãe mudou de faixa, o carro deu um balanço mais forte, e a cabeça da Bia caiu de leve no meu ombro. Ela deixou ali. O cheiro do cabelo dela me invadiu: shampoo de morango, suor do cinema, e aquele fundo doce que só sai quando ela tá assim. Eu virei o rosto devagar, quase encostando o nariz no topo da cabeça dela, inspirando fundo, sentindo o pau endurecer de novo dentro do moletom. Ela percebeu, porque apertou minha mão e deslizou a dela livre pro meu colo, apoiando por cima do tecido, bem em cima do volume. Só apoiou. Sem mexer. Só o peso quente da palma dela ali, sentindo eu latejar de leve a cada batida do coração.

O risco era louco: retrovisor bem na frente, a mãe podia olhar a qualquer momento, o pai virar pra trás pra falar alguma coisa. Uma curva mais forte, um freio brusco, e a mão dela escorregava. Mas a gente não tirava. Era lento, quase parado, só calor, pressão, respiração pesada que a gente tentava disfarçar. Ela circulava o polegar bem devagar por cima do moletom, traçando a cabeça do pau, sentindo o tecido úmido de pré-gozo. Eu subi um pouquinho mais a mão na coxa dela, roçando a borda da calcinha com o mindinho, sentindo o molhado que já tinha encharcado tudo. Ela soltou um suspiro tão baixo que só eu ouvi, e apertou mais forte minha mão com a outra, como quem diz “não para, mas pelo amor de deus vai devagar”.

O caminho inteiro foi assim: balanços do carro, toques quase parados, suor escorrendo pela nuca, cheiro dos dois se misturando no ar fechado, coração na boca toda vez que a mãe olhava pro retrovisor. Quando finalmente entramos na rua de casa, ela tirou a mão devagar, ajeitou a saia, eu puxei o moletom pra baixo. A mãe estacionou na garagem, luz acesa, todo mundo saindo.

Dentro de casa, pai foi direto pro quarto “tô morto”, mãe falou que ia tomar banho rápido e dormir. A gente ficou na sala, fingindo arrumar as coisas do cinema, luz baixa da cozinha iluminando só um pouco. Bia passou do meu lado, encostou o quadril no meu de leve, e sussurrou tão baixo que mal saiu som: “me espera acordada… eu vou pro seu quarto quando a luz do corredor apagar”. Ela subiu as escadas devagar, o quadril balançando de propósito, e eu fiquei ali embaixo, sentindo o pau latejar, o corpo inteiro pegando fogo, esperando o barulho dos chuveiros pararem, o silêncio da casa, o momento de finalmente continuar o que a gente não conseguia mais segurar.

“Você tá assim desde o cinema, né?”, ela sussurrou, a voz rouca, quase inaudível. Não esperou resposta. Em vez disso, deslizou a mão devagar por cima do tecido, palma aberta, só apoiando o peso quente ali, sentindo o pulsar. Não apertou forte, não ainda. Só deixou a mão parada, o calor da palma se misturando com o meu, o pré-gozo já molhando o pano e grudando na pele dela. Eu soltei um suspiro baixo, involuntário, e ela apertou a outra mão na minha coxa, como quem diz “quieto”.

Ela começou a mexer os dedos bem devagar, traçando o contorno do pau por cima do boxer, da base até a cabeça, circulando a glande com o polegar, sentindo o tecido úmido escorregar. Cada volta era lenta, torturante, e eu sentia o corpo inteiro se contrair, os músculos da barriga tremendo. “Shhh…”, ela murmurou, os olhos brilhando no escuro, cheios de um misto de poder e culpa. “Se o pai acordar agora… se ele ouvir você gemendo assim…”

Ela desceu a mão um pouquinho mais, apertando de leve as bolas por cima do tecido, rolando elas na palma, sentindo o peso, o calor. Eu arqueei as costas sem querer, o lençol amassando embaixo de mim, e ela parou tudo na hora, tirando a mão, deixando o ar frio bater no lugar quente. “Não se mexe”, ela sussurrou, o tom quase mandão, mas tremendo também. “Se você fizer barulho, eu paro de vez.”

Voltei a respirar devagar, forçando o corpo a ficar quieto, e ela sorriu de leve, um sorrisinho malicioso misturado com medo. Colocou a mão de volta, dessa vez enfiando os dedos por baixo do elástico, só a pontinha, roçando a pele quente da base do pau, sentindo os pelos arrepiados. Subiu devagar, os dedos abertos, traçando veias que pulsavam forte, mas sem pegar de verdade, só roçando, só torturando. O cheiro de sexo já tava forte no ar, o meu suor misturado com o dela, e eu sentia o molhado escorrendo da cabeça, pingando devagar na barriga.

Ela se inclinou mais pra perto, o cabelo caindo no meu peito, o busto da camisola roçando na minha pele, os bicos duros marcando o tecido fino. Respirava quente no meu ouvido: “Você quer que eu tire isso tudo, né? Quer que eu pegue de verdade… mas se eu fizer, a gente não vai parar mais. E se a mãe entrar pra ver se a gente tá bem?”

Ela apertou de leve a base do pau com a mão toda, só uma vez, forte o suficiente pra eu sentir um choque subir pela espinha, e depois soltou de novo, voltando aos toques leves, circulares, lentos. O corpo inteiro meu tremia, suor escorrendo pelas costelas, e eu mordia o lábio pra não gemer alto. O risco batia na gente como onda: a porta não trancada direito, o pai tossindo no quarto ao lado, a mãe que podia levantar pra pegar água a qualquer momento.

Ela continuou assim, judiando devagar, controlando cada movimento, cada respiração minha, os dois presos naquele fio fino de tesão e pavor.

Ela se inclinou mais ainda, o cabelo caindo como uma cortina escura no meu rosto, bloqueando o pouco de luz que entrava pela janela. O nariz dela quase encostava no meu, a respiração quente batendo na minha boca enquanto falava baixinho, tão baixinho que era mais ar do que som.

“Você tá tremendo todo…”, sussurrou ela, os lábios roçando de leve na minha orelha, o hálito quente me arrepiando a nuca inteira. “Tá com medo de eu parar? Ou tá com medo de eu não parar?”

Eu engoli seco, sentindo a garganta seca, e ela continuou, a voz um fio de seda enrolado no meu ouvido: “Se eu tirar essa mão agora… você vai implorar pra eu voltar, né? Mas se eu continuar… e o pai acordar? Ele vai ouvir o barulhinho da cama, vai vir aqui ver o que tá acontecendo… e vai nos encontrar assim.

Ela apertou de leve por cima do boxer, só uma pressão lenta, sentindo o pau pulsar forte contra a palma, e depois soltou de novo, voltando aos toques circulares torturantes. O polegar dela traçava a cabeça devagar, espalhando o pré-gozo que já molhava tudo, o tecido ficando transparente, colando na pele.

“Olha como você tá molhado…”, murmurou ela, a voz tremendo um pouquinho de excitação e medo. “Desde o cinema, desde que eu toquei você lá no escuro… você não consegue mais pensar em outra coisa, né? Mas imagina se a mãe levanta pra pegar água agora… ela passa pelo corredor, vê a porta entreaberta… entra devagarinho e vê a gente aqui, eu com a mão dentro da sua cueca, você gemendo baixinho no travesseiro…”

Ela parou de falar um segundo, só respirando pesado contra meu pescoço, e depois continuou, mais rouca: “Eu devia parar… devia voltar pro meu quarto e fingir que nada aconteceu… mas eu não consigo. Porque eu sinto você latejando aqui, e eu tô molhada pra caralho também, só de imaginar o que a gente vai fazer se ninguém acordar.”

Os dedos dela deslizaram mais pra dentro do elástico, roçando a pele quente da base, subindo devagar, sentindo cada veia que pulsava, mas sem pegar de verdade, só roçando, só provocando. “Você quer que eu tire isso tudo, né? Quer que eu segure firme e aperte… mas se eu fizer, você vai gemer alto demais. E aí? O que a gente diz pra eles? Que foi só um sonho?”

Ela mordeu de leve o lóbulo da minha orelha, só um toque de dentes, e sussurrou ainda mais perto: “Fica quietinho… não se mexe… deixa eu judiar de você mais um pouquinho… porque se a gente for pro fundo agora, não tem volta. E eu quero ver você se contorcer, querendo mais, mas morrendo de medo de fazer barulho.”

O corpo inteiro meu tava tenso, suor escorrendo pelas costelas, o pau latejando tanto que doía, e ela continuava ali, sussurrando essas merdas no meu ouvido, cada palavra aumentando o fogo e o pavor ao mesmo tempo, os dois presos naquele jogo perigoso que a gente não sabia mais como parar.

"Você tá tão duro... tipo uma pedra quente na minha mão", murmurou ela, os lábios roçando na minha bochecha agora, o hálito quente me dando um arrepio que descia pela espinha toda. Eu sentia o cheiro dela mais forte, o suor misturado com o perfume que ela passou antes de vir, e o corpo dela colado no meu na beirada da cama, a camisola fina roçando na minha coxa nua. Ela apertou de leve de novo, só a palma pressionando o pau inteiro, sentindo o molhado do pré-gozo grudar no tecido, e depois soltou devagar, deixando o ar fresco bater e me fazer tremer mais ainda. "Eu nunca fiz isso direito... tipo, eu vi em filme, mas com você é diferente, é real, é errado pra caralho", sussurrou ela, a voz saindo rouca, como se estivesse confessando um pecado. Ela puxou o elástico do boxer devagarinho, só um pouquinho pra baixo, expondo a cabeça inchada, vermelha, brilhando no escuro com o molhado, e tocou ali com a ponta do dedo, circulando bem devagar, como quem tá explorando um território novo, sentindo a textura macia e quente, o pulsar forte contra a pele dela. Eu mordi o travesseiro pra não gemer alto, o corpo inteiro tenso, suor escorrendo pelas costas, e ela parou um segundo, olhando pra mim com os olhos grandes, cheios de curiosidade e medo, "isso dói? Ou é bom? Me diz o que fazer...".

Ela hesitou ali, a ponta do dedo ainda circulando devagar na cabeça do meu pau, sentindo o molhado escorrer um pouquinho mais, brilhando no escuro como se fosse algo novo e estranho pra ela. "Eu... eu não sei direito como fazer isso", sussurrou ela, a voz saindo fraquinha, tremendo de vergonha e curiosidade ao mesmo tempo, os olhos fixos ali embaixo como se estivesse vendo aquilo pela primeira vez de verdade, não só como irmã que já tinha espiado na infância. Ela nunca tinha ido tão longe com ninguém, eu sabia, só beijo e mão boba com uns caras da escola, mas nada assim, nada tão íntimo e proibido. "Me ensina... tipo, eu ponho a boca? Mas e se eu machucar você? E se for nojento?", murmurou ela, aproximando o rosto devagar, o nariz quase encostando na pele quente, inspirando o cheiro forte de sexo e suor que subia dali, misturado com o meu perfume de todo dia. Ela lambeu os lábios nervosamente, a língua rosada aparecendo rapidinho, e tocou a cabeça com a ponta dela, só um roçar leve, provando o gosto salgadinho e viscoso que grudou na boca dela. Parou de novo, arregalando os olhos, "é... é salgado, tipo suor mas diferente... é assim mesmo? Eu faço errado se eu engolir?", perguntou baixinho, a respiração dela batendo quente no pau, fazendo ele pulsar mais forte, quase doendo de tanto tesão acumulado. Ela abriu a boca devagar, insegura, os dentes aparecendo um pouquinho, e encostou os lábios na cabeça, só beijando de leve no começo, como quem tá testando água quente, sentindo a textura macia e quente contra a boca molhada. Sugou bem fraquinho, a língua saindo tímida pra lamber de novo, circulando devagar, explorando cada veia que latejava, mas parando toda hora pra olhar pra mim, "assim? Tá bom? Ou mais forte?", sussurrando com a voz rachada, as bochechas vermelhas de constrangimento, mas os olhos brilhando de uma excitação nova, como se estivesse descobrindo um segredo que ninguém ensinou. O corpo dela tremia na beirada da cama, a camisola colando mais no suor, e eu sentia o calor entre as coxas dela irradiando, molhada só de tentar aprender aquilo tudo, devagar, errando e acertando, os dois perdidos nesse jogo perigoso onde qualquer gemido alto podia acabar com tudo.

Eu tava com a respiração toda bagunçada, o pau latejando tão forte que quase doía, a cabeça brilhando com o molhado dela, e a boca dela ainda ali pertinho, hesitando, os lábios entreabertos tremendo de insegurança. "Fala pra mim...", ela sussurrou de novo, a voz saindo quase como um choramingo, o rosto corado no escuro, "me diz o que você gosta... eu quero fazer certo, mas eu não sei...".

Eu engoli seco, a garganta apertada, e consegui murmurar rouco, bem baixinho pra não vazar pro corredor: "devagar... começa só lambendo a cabeça, tipo como se fosse sorvete... usa a língua molhada, circula devagarinho... sem dente, só a parte macia...". Ela assentiu rápido, os olhos fixos nos meus como quem tá recebendo ordem sagrada, e abaixou o rosto de novo, a respiração quente batendo antes da boca encostar.

Primeiro foi só a ponta da língua, tímida, saindo devagar e tocando bem no meio da cabeça, lambendo o pré-gozo que tava escorrendo, provando de novo o gosto salgado. Ela fez uma careta leve no começo, como quem não esperava, mas logo lambeu mais uma vez, mais confiante, circulando devagar como eu falei, a língua achatada, molhada, quente, rodando em volta da glande inteira. "Assim?", sussurrou ela entre uma lambida e outra, olhando pra cima pra mim, a boca brilhando toda, os olhos pedindo aprovação.

"Sim... porra, assim mesmo...", eu respondi tremendo, a voz saindo falhada, "agora abre mais a boca... coloca só a cabeça dentro, chupa devagar, como se fosse um beijo... não desce muito ainda...". Ela obedeceu na hora, abrindo os lábios devagar, envolvendo só a cabeça com a boca quente, úmida, sugando bem fraquinho no começo, a língua ainda mexendo por baixo, pressionando a parte sensível. Eu senti um choque subir pela barriga, as coxas contraindo sem querer, e apertei o lençol com força pra não gemer alto.

Ela parou um segundo, a boca ainda ali, só sugando leve, e murmurou com a voz abafada: "tá bom assim? Eu sinto você pulsando na minha língua...". Eu assenti rápido, "continua... agora desce um pouquinho mais, só até onde você aguentar... usa a mão na base pra ajudar... aperta devagar". Ela tirou a boca um instante pra respirar, cuspiu na palma da mão nervosa, espalhando a saliva, e pegou a base do pau com os dedos trêmulos, apertando de leve, subindo e descendo bem devagar enquanto a boca voltava, descendo um pouco mais dessa vez, engolindo uns centímetros, a língua pressionando por baixo, os lábios esticados em volta.

Era desajeitado, inexperiente, ela engasgava de leve às vezes, subia rápido pra respirar, mas voltava obediente, olhando pra mim toda hora pra ver se tava certo, os olhos marejados de esforço e tesão, a camisola escorregando do ombro, o peito subindo rápido. "Mais rápido ou mais lento?", sussurrou ela tirando a boca um segundo, a mão ainda mexendo devagar na base, o pau todo brilhando de saliva dela agora. "Mais devagar ainda...", eu murmurei, "e chupa mais forte quando subir... assim... porra, Bia, assim mesmo...".

Ela obedecia cada palavra, aprendendo no ritmo que eu pedia, o medo de barulho ainda ali, os dois escutando qualquer rangido da casa, mas perdidos naquele aprendizado lento, quente, proibido, onde ela fazia exatamente o que eu queria, e eu guiava ela pra me levar à loucura sem pressa nenhuma.

O calor úmido da boca dela envolta em mim, a língua explorando cada veia latejante, o sugão que puxava o pré-gozo pra fora, salgado e viscoso grudando nos lábios dela, o cheiro de sexo enchendo o quarto misturado com o suor dos dois, meu pau inchando mais ainda, pulsando forte contra o céu da boca dela. "Porra, Bia, assim... não para, vai mais devagar na descida...", eu gemi baixinho, a voz tremendo, e ela obedeceu na hora, descendo lento pra caralho, quase engasgando mas não parando, os olhos marejados olhando pra cima pra mim, pedindo mais instrução, o corpo dela tremendo na beirada da cama, as coxas apertadas uma na outra como se estivesse segurando o próprio tesão. Eu sentia o gozo subindo devagar, aquela pressão no saco crescendo, as bolas apertando, o pau latejando tanto que doía gostoso, quase lá, quase explodindo na boca dela, mas eu segurei, mordendo o lábio até sangrar um pouquinho, o suor escorrendo pela barriga, pingando no cabelo dela. "Tira a boca agora... devagar... mas continua com a mão...", eu mandei rouco, e ela tirou, os lábios inchados, vermelhos, brilhando de saliva e pré-gozo, a mão ainda mexendo devagar, obediente, levando eu à beira do abismo sem cair.

Sentei na cama devagar, puxando ela pro meu colo sem barulho, as mãos nas coxas dela abrindo devagar, sentindo a pele quente, úmida de suor, a calcinha encharcada colando nos lábios inchados que eu sentia pulsar só de roçar. Deita de costas aqui, abre as pernas pra mim, mas não faz som nenhum", eu sussurrei no ouvido dela, mordendo de leve o pescoço, sentindo o gosto salgado da pele, o cheiro dela mais forte agora, doce e molhado subindo da virilha. Ela deitou tremendo, os olhos cheios de medo e vontade, as pernas abrindo devagar, a camisola subindo sozinha, expondo a calcinha fina, transparente de tanto molhado, os lábios marcando ali, o clitóris inchado pedindo toque. Eu enfiei a mão devagar por cima do tecido, só pressionando leve no clitóris, circulando lento, sentindo ela arquear as costas sem querer, mordendo o próprio punho pra não gemer alto, as coxas tremendo contra minhas mãos. "Não fecha as pernas... deixa eu judiar devagar... se você fechar, eu paro", eu mandei, e ela obedeceu, abrindo mais, o molhado escorrendo pela bunda dela, pingando no lençol, o cheiro forte me batendo no nariz, o corpo dela inteiro arrepiado, suor escorrendo entre os peitos, os bicos duros contra a camisola. Eu desci os dedos devagar, traçando os lábios por cima da calcinha, apertando de leve, sentindo ela pulsar em volta, quase gozando só com aquilo, mas eu tirava a mão toda vez que ela chegava perto, deixando ela vazia, ofegante, implorando com os olhos no escuro, os dois perdidos nesse jogo sensorial, o risco de um gemido alto acordar a casa inteira só aumentando o fogo...

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Foto de perfil genéricapcamargoContos: 50Seguidores: 50Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

Comentários

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Muito interessante seu estilo. É torturante como os melhores jogos de sedução conseguem ser, com expectativa, perigo e desejo.

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