Capítulo 3: A Revelação na Sala
Eu não conseguia tirar Sofia da cabeça. Depois daquele beco, o jeito que ela empinou a bunda pro alto, o calor do cu dela apertando meu pau, o vestido preto manchado com o gozo dela — caralho, eu estava obcecado. Aos 53 anos, já vi de tudo, mas aquela garota de 20 anos, com seios enormes, bunda redonda e pernas que não acabavam, me deixou no chão. Mandei mensagens, liguei, até mandei flores pro endereço que ela me deu, meio evasiva. Ela hesitava, respondia com provocações, mas não marcava nada. “Talvez eu esteja ocupada,” dizia, e eu quase podia ver o sorriso safado nos lábios vermelhos dela. Mas eu sou teimoso, sempre fui. Ex-militar, executivo, não desisto fácil. Insisti até ela ceder. “Tá bom, Lucas, passo na sua casa amanhã,” escreveu, e meu pau já endureceu só de imaginar.
Preparei tudo no meu apartamento, um lugar amplo com vista pra cidade. A sala tinha sofás de couro, uma lareira crepitando e uma garrafa de vinho tinto caro na mesa de centro. Eu vesti uma camisa preta, mangas dobradas, e uma calça que marcava o que eu tinha pra oferecer. Quando a campainha tocou, meu coração deu um pulo. Abri a porta, e lá estava ela: Sofia, num vestido roxo curtíssimo, o tecido brilhando como se fosse líquido, abraçando os seios GG que pareciam prontos pra pular, a bunda redonda esticando o pano, as pernas torneadas brilhando com algum óleo. Os cabelos negros caíam soltos, e os olhos azuis me encaravam com aquele mistério que me deixava louco. “Tô aqui, velho,” ela disse, rindo, e entrou rebolando, o salto alto clicando no piso de madeira.
Sentamos no sofá, o vinho fluindo como água. Ela ria das minhas histórias, mas eu notava uma tensão nela, como se estivesse segurando algo. Bebemos uma garrafa, depois outra, e o ar ficou pesado, o cheiro de vinho misturado com o perfume floral dela. Eu me aproximei, a mão na coxa dela, sentindo a pele macia e quente. “Você tá me matando com esse vestido,” murmurei, e ela sorriu, inclinando-se pra me beijar. A boca dela era quente, a língua doce, girando na minha com uma fome que me fez gemer. Meu pau, 18 cm, já estava duro, pulsando na calça, e ela sabia disso.
De repente, ela deslizou do sofá, ajoelhando entre minhas pernas. “Deixa eu te mostrar uma coisa,” sussurrou, os olhos brilhando. Abriu meu zíper com um som seco, e meu pau saltou pra fora, grosso, veias pulsando, a cabeça rosada brilhando com pré-gozo. Ela lambeu os lábios, o gloss vermelho refletindo a luz da lareira, e me engoliu inteiro. Caralho, a boca dela era um inferno de tão quente, molhada, a garganta apertando meu pau como se fosse feito pra ela. O som era molhado, baba escorrendo pelos cantos, pingando na coxa dela. Ela chupava com força, a língua girando na cabeça, descendo pros lados, lambendo cada veia. Agarrei os cabelos negros, puxando com força, e ela gemeu, o som vibrando no meu pau. “Safada,” grunhi, e dei um tapa leve na bochecha dela, o som estalando na sala. Ela riu, os olhos faiscando. “Mais forte,” provocou, e eu obedeci, o tapa mais firme deixando a pele dela vermelha. Ela voltou a chupar, ainda mais fundo, a baba agora molhando o vestido.
Eu estava quase gozando, o prazer subindo como uma onda, mas ela parou, levantando-se devagar. “Quero te mostrar tudo,” disse, a voz rouca, e começou a tirar o vestido. O tecido deslizou, revelando os seios enormes, mamilos rosados duros, a cintura fina, a bunda redonda que eu já conhecia. Mas então, quando o vestido caiu no chão, eu vi. Um pênis. Grande, uns 23 cm, duro como pedra, a cabeça bulbosa brilhando, veias pulsando, apontando pra mim. Meu coração parou. “Você... você é...” balbuciei, o choque me deixando sem ar. Ela sorriu, confiante, sem recuar. “Sou uma mulher, Lucas. Só um pouco diferente.” Meus olhos não desgrudavam do pênis dela, tão excitada quanto eu, e, pra minha surpresa, meu pau não amoleceu. Pelo contrário, pulsava mais forte.
Eu não sei o que me deu. Talvez o vinho, talvez o tesão, talvez ela. “Vem cá,” grunhi, puxando ela pro sofá. Ela riu, montando em mim, os seios balançando na minha cara. Beijei a boca dela, sentindo o gosto da baba e do vinho, enquanto minha mão descia, hesitante, tocando o pênis dela. Era quente, duro, e ela gemeu quando apertei. “Você é louca,” murmurei, e ela riu, descendo pra chupar meu pau de novo, só pra me deixar no ponto. Então se levantou, virou de costas, empinando a bunda pro alto, o cu brilhando com lubrificante que ela deve ter passado antes.
Eu me posicionei atrás, o pau na entrada, e entrei com força. O cu dela era apertado, quente, engolindo cada centímetro. Ela gemeu alto, as mãos agarrando o encosto do sofá. “Fode forte,” pediu, e eu obedeci, socando com tudo, o som da pele batendo ecoando na sala. Minha mão desceu na bunda dela, um tapa forte que deixou a pele vermelha, e ela gritou, pedindo mais. “Isso, seu velho safado,” provocou, e eu dei outro tapa, mais forte, a bunda balançando com cada estocada. Meu pau entrava e saía, o calor dela me levando à loucura. O pênis dela balançava, batendo na barriga, e eu vi, fascinado, como ele pulsava, tão duro quanto o meu.
“Quero te ver gozar,” grunhi, e dei um tapa na cara dela, leve mas firme, enquanto segurava o quadril com a outra mão. Ela riu, os olhos brilhando, e disse: “Então fode direito.” Aumentei o ritmo, socando tão fundo que o sofá rangia. O pênis dela começou a tremer, e então ela gozou, sem nem tocar. Jatos grossos, brancos, dispararam com força, acertando o tapete, o sofá, até o braço dela, o gozo escorrendo como uma porra de cachoeira. Era um espetáculo, e ela gemia, o corpo tremendo, o cu apertando meu pau ainda mais.
Eu não aguentei. Gozei logo depois, o sêmen jorrando dentro dela, quente e farto, enquanto eu segurava a bunda vermelha com as duas mãos. “Caralho, Sofia,” gemi, caindo no sofá, ofegante, o peito peludo brilhando de suor. Ela se virou, o pênis ainda meio duro, o gozo pingando na coxa, e sorriu, lambendo os lábios. “E aí, gostou da surpresa?” perguntou, a voz provocante. Eu ri, ainda sem acreditar no que tinha acontecido. “Você é um furacão,” disse, puxando ela pra um beijo, o gosto do gozo dela ainda na boca.
A lareira crepitava, o vinho derramado no tapete, o cheiro de sexo e perfume enchendo o ar. Eu sabia que minha vida tinha virado de cabeça pra baixo, mas, olhando pra aquele corpo perfeito, os seios brilhando, a bunda marcada pelos meus tapas, eu não me importava. Sofia era mais do que eu esperava, e eu queria tudo o que ela tinha pra oferecer.
