**Ícaro narrando**
Quando entramos no quarto de hóspedes, Lucas foi logo tirando as roupas, ficando de cueca, e se jogando na cama. Sobrou os colchões no chão para mim e para Alex.
– Agora somos só nós dois. – Falou Alex me olhando com uma expressão de predador.
Pensei em dividir a cama com Lucas, era menos arriscado do que dormir no chão perto de Alex, mas Lucas se esparramou todo na cama. Não havia espaço para mim ali. Fui obrigado a me render. Tirei a camisa e a bermuda. Alex olhava para o meu corpo como um carnívoro olhando para uma carne.
– O que foi? – Perguntei.
– Nada não. Passei o dia todo querendo saber que sabor você tem.
– Ah, para de onda vai.
Lucas observava a gente da cama. Ele sempre estava pronto para colocar lenha na fogueira.
– Tudo bem para vocês se eu dormir nu, né? – Perguntou Lucas. – É que a cueca aperta o meus ovos.
Alex desviou os olhos de mim direcionando a atenção para Lucas.
– Claro, pode dormir como você quiser. – Respondeu Alex. – Aproveita e mostra para gente se você é isso tudo mesmo.
– Ué, mas vocês já me viram nu hoje no banho. Sabem como eu sou. – Lucas fez uma cara de confuso.
– Não deu para ver nada naquele banheiro apertado. Mostra aí pra gente. Ou você não se garante? – Alex desafiou.
Por que ele estava insistindo nisso? Era estranho ver Alex tão interessado nos nossos corpos. Ele era o que mais aparentava ser macho entre todos nós do grupo. Eu não esperava esse comportamento dele.
– Tá, se vocês duvidam tanto assim.
Lucas se levantou da cama, olhou para mim e para Alex e abaixou a cueca. O que pulou para fora da cueca dele era um membro bem avantajado mesmo ainda estando mole.
Lucas perguntou: – E aí, o que acharam?
Quando olhei para o rosto de Alex vi que ele parecia hipnotizado. Toquei em seu ombro para tirá-lo daquele transe.
– É... Realmente parece grandinho. – Disse Alex meio sem jeito.
– Eu tô te falando. A mulherada não aguenta nem a ponta disso. – Disse Lucas já voltando para cama e se enrolando com o lençol. – Bom, eu vou nessa. O dia foi bem longo e eu já estou cansado. Se vocês forem se pegar de madrugada, vê se me acordam para eu receber um boquete, okay?
Alex brincou: – Vai sonhando, ordenhador de macho.
– Falou o bezerrinho que bebe leite direto da fonte. – Devolveu Lucas, já se virando de costas para ir dormir.
Agora sobrava apenas eu para entreter Alex. Ele se virou para mim e falou:
– Falta você.
– Falta eu para quê?
– Ah, você sabe. Mostra aí para mim o que você tem.
– Eu mesmo não. – Já fui deitando no colchão e me enrolando em um lençol.
Alex ainda estava de pé. Pensei que ele ia dormir como estava, todo vestido. Ele ficou parado me olhando por alguns segundos e depois começou a tirar sua própria roupa. Tirou a camisa, revelando um peitoral forrado de pelos. Ele estava em forma e bem definido. Depois tirou o short mostrando as coxas grossas. Sua cueca parecia bem recheada. Pensei que ia parar por aí e dormir de cueca. Mas ele também tirou ela.
– É que eu gosto de dormir nu, sabe. – Disse ele, se justificando. Achei uma desculpa bem fraca.
– Tudo bem – respondi baixinho.
O quarto não estava muito iluminado, mas dava para ver o membro dele muito bem. Era grosso e moreno. A base era cheia de pentelhos. Ele não é do tipo que se depila e isso dá um ar de virilidade a ele.
Ele se deitou no colchão ao meu lado e ficou me encarando. Nossos rostos ficaram próximos um do outro. Dava para ver o castanho de seus olhos.
– Gostou do que viu? – Ele perguntou.
– Não é a minha praia – respondi.
– Mas hoje de tarde você se deleitou com Dani batendo uma pra você.
– Foi coisa de momento. Falando nisso, por que você ficou tão mudo naquela hora? Nem parecia o Alex que eu conheço.
Vi o olhar dele se distanciar por uns segundos, mas ele voltou e me respondeu:
– Parte de mim queria participar de tudo aquilo e uma outra parte ficou com medo do que vocês poderiam pensar de mim. Já basta o que aconteceu no porão.
Me apressei em dizer: – Nós somos os seus amigos. A gente nunca faria nada para te prejudicar.
– Eu sei. Mesmo assim ainda fiquei preocupado. – Ele parecia pensativo, mas sua expressão mudou quando ele falou: – Já você se divertiu bastante.
Acompanhei a empolgação dele: – Eu não gozava bem assim faz um bom tempo.
Alex ficou mais à vontade e disse:
– Pena que eu não consegui gozar também. Ficou tudo acumulado. Meu saco está pesado e doendo.
– Não gozou porque não quis. Teve sua oportunidade.
– Como se fosse fácil assim.
– E não é?
– Deve ser fácil para você. A sua geração cresceu com toda a liberdade do mundo. Já a minha teve que reprimir os próprios desejos e seguir um roteiro já pré-programado para nós.
– Acha que eu não sei o que é sentir o peso das expectativas dos outros? Olha para mim, todo mundo deduz que eu sou gay só de reparar no meu jeito, tiram conclusões sem me perguntar nada. Se eu tivesse a sua aparência, ninguém iria duvidar de mim. Todos achariam que eu sou um homem com H maiúsculo!
– Homem com H maiúsculo? – Alex deu risada. – É isso que você pensa de mim?
– Eu meio que te invejo. Você parece ter uma vida perfeita.
– Ícaro... – Alex estendeu a mão e tocou com carinho em meu rosto. Eu nunca tinha visto ele ser tão gentil assim. – Tenho que confessar que eu também te invejo. Se eu tivesse em sua pele, eu aproveitaria cada momento da minha vida sem me reprimir em nada.
Olhei para ele. A gente sabia exatamente o que fazer para deixar nós dois satisfeitos. Alex olhou para a cama para ver se Lucas ainda estava acordado. Provavelmente ele já tinha capotado de cansaço.
– Vem comigo. – disse Alex se levantando.
Eu me levantei também, mas estava escuro. Alex pegou na minha mão e foi me guiando até a porta do quarto. Senti um choque assim que a mão dele tocou a minha. Saímos do quarto, passamos pela sala e fomos em direção ao porão. Paramos na frente da porta e abrimos ela com todo cuidado do mundo para não fazer barulho. Entramos e fechamos a porta atrás de nós. Agora era só eu e ele naquele lugar. Quando ele acendeu a luz do porão, vi o seu corpo completamente nu. Ele é o que eu imagino de um homem ideal. É alto, tem ombros largos, seu corpo é peludo, seu pau é grosso, até a sua bunda é durinha e redonda. Ninguém duvidaria que ele é um autêntico macho.
– Aqui podemos fazer o que quiser, não é? Ser nós mesmos. – Disse ele.
Vê a bunda durinha dele estava mexendo comigo.
– O que você deseja fazer, Ícaro?
Não consegui controlar a ereção. Ouvir a voz dele falando o meu nome e ver o seu corpo todo perfeito na minha frente me deixou excitado. Usei minhas mãos para esconder meu volume. Eu ainda me sentia um pouco acanhado. Alex percebeu isso e se aproximou de mim.
– Relaxa. – Sua voz parecia um sussurro sedutor. – Deixa eu ver o que você esconde aí.
Tirei as mãos da frente e eu já estava tão duro que chegava a pulsar dentro da cueca. Alex se agachou à minha frente, ficando na altura da minha virilha. Ele tocou o elástico da minha cueca e olhou para cima procurando os meus olhos.
– Posso? – Ele perguntou pedindo a minha autorização.
– Fique à vontade. – Respondi.
Ele baixou minha cueca e meu pau pulou para fora. Um líquido transparente já lambuzava toda a cabecinha. “Uau”, exclamou Alex, mordendo os lábios. Não era tão grande nem tão grosso, mas eu gostava da aparência. Era branquinho e tinha a cabeça rosada. Dava para ver nos olhos de Alex que ele estava doido por isso.
– Pode abocanhar se quiser. – Dei a permissão.
Alex não perdeu tempo e caiu de boca. Engoliu tudo de uma só vez com meu pau indo na sua garganta e eu indo ao paraíso de tanto prazer. Foi isso que Daniel sentiu hoje de tarde? A boca de Alex era macia e quente, toda molhada por dentro. Meu pau deslizava sem nenhum esforço. Alex conseguia colocar ele inteiro na boca e também sugar as minhas bolas. Isso me deixou louco de tesão.
– Espera, espera... – Interrompi meio a contra gosto. – Você disse que ainda não gozou.
– É verdade – Alex concordou olhando para o seu próprio pau.
– Deixa eu te dar prazer então.
Vi um sorriso se abrir no rosto dele.
– Você já está me dando prazer, Ícaro. – Ele estendeu a mão e tocou em mim. Uma mão calejada que não era nem de perto tão macia quanto sua boca.
– Eu quero te dar mais prazer. Fique de quatro.
Era um pedido estranho, mas ele não questionou e ficou de quatro com a bunda virada para mim. Eu me agachei atrás dele, coloquei uma mão em cada banda da bunda dele e afastei para ver o seu buraquinho. Ele piscou para mim como se tivesse ansiando pelo meu toque
– Você está pronto? – Perguntei para Alex.
– Vá com tudo.
Eu não sabia se começava devagar dando beijos por toda a sua bunda ou se ia direto para o principal. Era a primeira vez que eu estava fazendo isso. Resolvi ir com tudo como ele pediu. Meti minha língua bem no buraquinho dele e fui dando voltas com a língua entorno daquele cuzinho que piscava e tentava fisgar a minha língua. Tirei uma das mãos da bunda dele e comecei a bater uma para mim, mas lembrei que era para dar prazer a ele. Então segurei o pau dele e comecei a ordenhá-lo enquanto chupava o seu cuzinho. Não era para fazermos barulho, mas ele começou a gemer. Seus gemidos iam de sons baixos a uivos graves e longos. Isso me deixou louco de tesão.
Enfiei a língua dentro do seu buraco que já parecia bem amaciado e querendo se abrir. Ele meio que me implorava por ser penetrado. Eu podia usar os meus dedos, mas eu estava tão louco de tesão que não pensei muito. Me levantei e passei a cabeça do meu pau no buraquinho dele. Seu cuzinho piscava incontrolavelmente, quase abocanhando o meu cacete. Sem aviso nem nada, só fui empurrando de vez. Não entrou de primeira. Pelo visto ele ainda era virgem ali atrás. Era uma honra para mim tirar a virgindade do meu amigo. Dessa vez fui mais devagar e tentei colocar só a cabeça para dentro. Quando entrou a cabeça, fui empurrando o resto bem devagarinho. Alex se contorcia e gemia. Eu não sabia se era de prazer ou de dor. Como ele não reclamou nem pediu para eu parar, só continuei. Depois de enfiar tudo até chegar nas bolas, fiquei uns segundos parado esperando o cuzinho dele se acostumar com o meu pau. Achei que estava seco demais e passei um pouco de cuspe ali na região. Olhei para o meu amigo, eu queria ver a cara que ele estava fazendo. Será que ele estava mordendo os lábios daquele jeito que só ele sabe fazer? Quando senti que o cuzinho dele se acostumou e relaxou mais, comecei a empurrar num vai e vem. Eu metia até as bolas e depois puxava quase tudo, mas sem tirar de dentro. Conforme Alex pedia mais fui aumentando a velocidade e a força. Para a primeira vez dele recebendo rola, até que ele estava aguentando bem. Imagino quanto tempo ele passou esperando por isso. Quantas vezes ele fantasiou recebendo rola. Será que ele se dedava enquanto batia uma? Realizar o sonho do meu amigo era o meu maior prazer. Eu não estava pensando na inversão de poder: Alex sendo mais forte e maior do que eu e mesmo assim sendo o passivo. Eu só pensava no quanto eu gostava daquele cara e quanto carinho e admiração eu tinha por ele. Por muito tempo eu desejei ser ele, ter a masculinidade que ele tinha e não ser questionado por ninguém. Mas agora eu estava metendo nele e ouvindo os seus gemidos e o seu pedido por mais. Aumentei a velocidade e comecei a urrar junto com Alex e acabei gozando dentro dele. Um jorro como um rio saiu de dentro de mim para o cuzinho do meu amigo. Larguei tudo lá dentro.
Tirei o pau. Eu estava todo suado. Sentei no chão para recuperar o fôlego. Alex continuava de quatro.
– Pode descansar agora. – Avisei a ele.
Ele se virou para mim e vi o seu rosto todo vermelho e suado. Ele parecia um pouco tímido. Será que já estava se arrependendo? A vergonha de ter feito isso já estava vindo com tudo?
– O que foi? – Perguntei.
– Eu quero mais. – Ele respondeu.
Caralho. Esse homem é insaciável.
– Deixa eu ver como ficou aí atrás.
Ele virou a bunda para o meu rosto. Seu buraquinho ficou do formato do meu pau. Sua bunda estava toda lambuzada com o meu leite. O que ele precisava era de uma punheta. Eu não era muito fã de bater para outra pessoa, na verdade eu nunca fiz isso para ninguém além de mim, mas iria abrir um exceção. Com a bunda ainda virada para mim, peguei no pau dele e fiz um movimento de sobe e desce. Vi que o seu cuzinho piscava involuntariamente. Não consegui me controlar e coloquei dois dedos de uma vez dentro dele. Entrei sem fazer muito esforço, já estava tudo lubrificado com meu leite e bem larguinho pelo meu pau. Enquanto ordenhava ele, eu metia e tirava meus dedos do seu cuzinho. Enfiei dois, depois três, quatro. Quando vi já estava metendo os cinco dedos, tentando fazer a minha mão passar por aquele buraco tão apertado. Ele gemia e se contorcia todo. A outra mão que batia uma para ele começou a ficar frenética. Eu empurrava a mão no cuzinho dele, mas sabia que não ia entrar. Seu buraquinho só ia ficando cada vez mais largo. Empurrei mais um pouco. Quando pensei que conseguiria empurrar tudo até o meu punho, ele gozou gostoso na minha mão. Jorrou um leite grosso e espesso. Melou o chão todo.
Tirei a mão do buraquinho dele e larguei o seu pau. Agora ele estava satisfeito?
Olhei para o rosto dele. Agora sim ele parecia exausto.
– Gostou? – Perguntei.
– Melhor punheta da minha vida. – Ele respondeu.
Ele engatinhou até mim, deitou sobre o meu colo e abraçou a minha cintura, como se eu fosse o seu travesseiro.
– Você tem um cheiro tão bom. – Ele comentou enquanto fechava os olhos de tão exausto. – Acho que vou ficar viciado no seu cheiro.
Era estranho ver um homem daquele tamanho todo mansinho deitado no meu colo e comentando sobre o meu cheiro. Não resisti e fiz cafuné em sua cabeça.
– E se você deixar, eu vou ficar viciado nesse seu cuzinho.
Ele sorriu em resposta.
CONTINUA...