Eu moro numa república com duas minas. Não conheço nenhuma das duas tão bem assim, mas acabei de me formar na faculdade e precisava de um lugar barato pra morar na cidade. A Rebeca é gente boa, mas bem sem graça, e aí tem a Nicole, que é basicamente o oposto completo. A mina é gostosa pra caralho—alta, com aquela pele morena incrível que parece sempre bronzeada—mas é uma chata insuportável. Sabe aquele tipo de mina que é neurótica demais com limpeza, pira se eu deixo a tampa do vaso levantada e não consegue levar uma brincadeira na esportiva? Eu nem ligo mais pra como ela é gostosa porque é um pesadelo morar com ela.
No fim de semana, as duas minas iam viajar. Eu também ia, mas sabendo que ia ter a casa só pra mim, voltei mais cedo no domingo. Fiz o que qualquer cara sozinho faria—fui pra sala e botei um pornô bem alto. Tava um dia quente pra caralho e eu tirei toda a roupa. Também é bom bater uma completamente pelado, né? Então eu tava lá me divertindo quando ouvi aquela voz reclamona: "Dá pra abaixar isso aí?"
A Nicole tava parada ali na minha frente, só de calcinha. Puta merda, o corpo dela era sensacional. Completamente lisinha, os peitos empinadinhos—não eram os maiores, mas perfeitamente proporcionados. Ela até tinha um piercing no mamilo, coisa que eu nunca imaginei que alguém tão certinha faria. Atrás dela eu vi a porta da varanda aberta e deduzi que ela devia estar tomando sol de topless. De novo, achei improvável pra uma mina tão certinha, mas imagino que se ela ficasse deitada ninguém ia ver nada. Então aquilo devia ser constrangedor pros dois, mas pior pra mim considerando que eu também tava com um pau duro da porra. Decidi ir no deboche e só falei: "peitos bonitos, hein".
Ela só suspirou, virou as costas e voltou pra varanda. Eu sabia que se eu fosse ter alguma chance com ela, seria agora—ela tinha vindo até mim de peito de fora, talvez só quisesse me provocar, mas eu tinha que arriscar. Fui pra varanda atrás dela, me deitei do lado dela. Ela não disse nada por um tempo, mas eu via ela dando olhadas pra mim de canto de olho: "Seu pau tá me distraindo, vai bater uma ou sei lá" ela finalmente disse.
Fiquei meio surpreso dela ter mencionado meu pau, mas era verdade, não tinha murchado nem um pouco. Na real, a situação toda com a Nicole tava me deixando ainda mais excitado que o pornô. Eu tinha que ser ousado. Tava nervoso pra caralho, mas fui na fé: "Bom, você me interrompeu. Talvez você pudesse me ajudar aqui?" e deslizei minha mão na coxa dela. Teve um momento que achei que ela ia me bater, mas em vez disso a mão dela lentamente se moveu e roçou no meu pau. Ela agarrou com firmeza e começou a me punhetar enquanto a gente se encarava.
Caralho, eu não acreditava que aquilo tava acontecendo e tinha tanta coisa que eu queria fazer com ela. Segurei o rosto dela com as mãos e beijei, fui rolando devagar pra ficar por cima dela. Ela soltou meu pau mas eu não tava nem aí porque comecei a esfregar contra a buceta dela. Beijei ela com vontade enquanto nossas mãos exploravam um ao outro. Eu queria provar mais dela, sentia que ela tava molhada e minha boca salivou. Fui descendo pelo corpo dela, parando pra focar no pescoço, nos peitos—brincando com o piercing dela com a língua. Ela gemia gostoso pra caralho e dava pra ver que ela sentia muito prazer nos mamilos.
Cheguei na calcinha dela, arranquei rapidinho pra revelar uma buceta moreninha completamente depilada. Levantei as pernas dela e ela já tava molhada demais quando enfiei dois dedos. Minha língua começou a trabalhar no clitóris dela. Cara, ela era barulhenta pra cacete e eu não conseguia parar de pensar se as pessoas na rua conseguiam ouvir a gente, meio que esperava que conseguissem. Ela era bem vocal—me dizendo o que fazer e eu queria fazer ela gozar, mas também queria foder ela. Meu pau tava tão duro que achei que ia explodir e eu queria entrar nela. Tirei a cabeça e dava pra ver que ela não queria que eu parasse, mas subi e beijei ela, deixando ela sentir o gosto dela e ela se contorceu nos meus dedos.
Mandei ela levantar e se apoiar no parapeito. Desde que me mudei pra cá eu queria foder alguém na varanda, dar um show. Ela fez o que eu mandei e puxei a bunda dela na minha direção. Enfiei meu pau direto na buceta molhada que tava me esperando. O ritmo foi rápido desde o começo, eu queria manter o embalo de ter chupado ela. Ela começou a esfregar o próprio clitóris enquanto eu comia ela; minhas mãos apertavam os peitos dela—os mamilos roçando entre meus dedos. Ela começou a quicar pra cima e pra baixo, gemendo ainda mais alto e eu sabia que ela tava perto. O gemido dela parou por um momento e tudo que eu conseguia ouvir era a respiração dela acelerando. O orgasmo dela foi uma delícia no meu pau, eu senti o corpo inteiro dela tensionando e meu orgasmo veio rápido depois do dela.
Eu queria ter durado mais, mas porra, ela era uma foda tão gostosa e o fato de estarmos fazendo na varanda deixava tudo muito mais excitante pra mim. Ela levantou comigo ainda dentro dela e se inclinou pra trás pra me beijar de novo. Se alguém tivesse assistindo teria visto os peitos dela direitinho. Quando eu tirei e um pouco de porra escorreu da buceta dela, percebi que a gente não tinha usado camisinha. Eu tava tão no momento que nem pensei nisso e de novo, fiquei surpreso que alguém tão certinha tinha deixado eu comer ela sem camisinha. Apesar de que, eu sei por morar com ela que ela toma pílula. Ela foi em direção ao banheiro e só disse "isso foi gostoso". Não vi ela pra conversar desde então e não sei se vai acontecer de novo, mas porra, acho que ela não é tão certinha quanto eu pensava.
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Continua? Ou paro por aqui?