Acordei algumas horas depois com o grito da Raquel. Meus olhos se abriram na hora e me sentei. Então ouvi ela rir, seguida pelos meus brothers. Levantei e olhei pela janela aberta pra baixo na piscina.
Os quatro ficavam num círculo pequeno na parte rasa e os quatro estavam rindo o mais forte que podiam. A Raquel estava segurando os seios dela, pressionando o maiô fechado.
—Olha o que vocês fizeram! —ela guinchou e empurrou o peito pra frente. O V na frente do maiô dela se alargou. Ela segurou fechado, mas eles foram presenteados com a visão que eu tive mais cedo antes dela ter prendido. —Onde foi parar?! —ela disse, virando. Percebi que o alfinete devia ter voado.
—Foi um acidente, juro —o Miguel disse entre gargalhadas.
—Mentira! Você agarrou meu maiô e puxou ele aberto —ela disse, ainda rindo. Trinquei os dentes. Sabia que o Miguel ia tentar algo assim.
—Palavra de escoteiro! —o Miguel disse. A Raquel revirou os olhos e então avançou pela água em direção às escadas. —Ahh, qualé —o Miguel gritou atrás dela. —Pra onde você tá indo?
—Tenho que pegar outro alfinete —ela disse.
—Não precisa não —ele disse. —Você não tá mostrando nada.
—Você e o André acabaram de ver meus peitos! —ela guinchou.
—Viram?! —o Caio disse.
—Mal mal —o André disse.
—Foi só por tipo um segundo —o Miguel disse. Fervi. Não me importava se era só um flash ou se podia ter sido um acidente. Não queria que eles vissem os seios nus da minha namorada.
—Ainda assim devia pegar outro —a Raquel disse, saindo da piscina. Ela devia ter esquecido do que esse maiô fazia com a parte de baixo depois de qualquer atividade, porque estava enfiado alto e apertado dentro da rachinha dela. As nádegas cheias dela balançavam e dançavam a cada passo que ela dava pelo pátio.
Voltei pra cama pra esperar a Raquel voltar. Teria que ter uma conversa com ela, uma que não queria ter. Desde que chegamos, ela estava menos interessada em se manter coberta do que eu queria. Sabia que ela ia dizer que não era nada e achar que eu estava com ciúme, mas tinha que falar algo.
Alguns minutos se passaram e ela não apareceu. Conseguia ouvir vozes falando baixo lá fora e alguns respingos, mas nada mais. Pensei em levantar pra ver se a Raquel ainda estava lá fora. A cama estava quentinha e aconchegante, porém. Antes que percebesse, estava dormindo de novo.
***
Estava escuro quando acordei de novo. Vesti uns shorts de academia e uma camiseta e desci cambaleando as escadas. O primeiro andar estava vazio, mas ouvi vozes da porta dos fundos aberta. Saindo, descobri a Raquel e meus brothers na hidromassagem. Os caras sentavam na beirada da banheira com só os pés na água, enquanto ela sentava totalmente dentro, a água subindo até o umbigo dela. Uma pequena cooler inflável flutuava entre eles, segurando as cervejas.
A primeira coisa que notei foi claro os seios da Raquel em exibição. Se ela alguma vez conseguiu outro alfinete de segurança, o que nessa altura eu duvidava, ele também tinha sumido. O maiô abria até a borda da aréola dela e os mamilos dela estavam duros, pressionando no maiô e se exibindo. Não era só isso que estava duro, já que conseguia ver os caras sustentando volumes substanciais nas sungas deles.
—Aí está ele! —o André gritou ao me ver.
—Oi, amor —a Raquel disse, torcendo pra direita dela pra sorrir pra mim. Quando ela fez isso, o seio esquerdo dela ameaçou saltar pra fora no aberto, mas o mamilo duro dela se agarrou na borda do maiô. Não conseguia dizer com a luz fraca, mas tinha quase certeza de que o Caio, que sentava à direita dela, conseguia ver parte dele. Beijei a Raquel na cabeça, então andei pro outro lado da banheira, ao lado do Miguel, então ela não tinha que se torcer mais.
—Como foi o sono? —ela perguntou, alcançando a cerveja dela no centro. Enquanto se inclinava pra frente, o maiô dela se abriu. Os seios dela penduraram pra baixo embaixo dela, livres das restrições do maiô. Meus brothers encararam enquanto os seios cheios e pesados dela e os mamilos caíam à vista. O show acabou tão rápido quanto começou, porém, quando ela se inclinou pra trás e o maiô voltou ao lugar. Fiquei pensando quantas vezes eles tinham sido presenteados com aquela visão. Ela olhou pra mim, corada, enquanto dava um gole.
Resmunguei algo sobre ter dormido bem e então começamos a falar sobre jantar. O Miguel se ofereceu pra fazer churrasco e concordamos. Com isso resolvido, a Raquel terminou a cerveja dela e ficou de pé. A água escorreu do corpo dela e nós quatro encaramos enquanto brilhava e pingava. Olhando pra baixo, conseguia ver a parte de baixo do maiô dela enfiada entre os lábios da buceta dela, nos presenteando com um *camel toe*.
—Minha toalha tá por perto? —ela perguntou, virando e olhando por cima da borda. A bunda dela entrou em vista, e como a frente do maiô dela, a parte de trás estava mais uma vez enfiada profundamente dentro da rachinha dela. Encaramos a bunda dela, que estava 95% descoberta e pingando, enquanto ela se curvou em dobro sobre a borda da banheira, procurando a toalha dela.
—Eu pego, amor —eu disse, correndo pro lado dela e pegando a toalha dela. Segurei pra ela, mas ela não pegou na hora. Em vez disso ela demorou um momento pra enfiar os dedos na bunda do maiô dela e puxar pra fora da rachinha. Os caras assistiram atentamente enquanto ela puxava o maiô pra longe da pele dela e deixava ele estalar de volta pelas nádegas dela, sem dúvida fazendo elas ondularem. Não sei por que ela não podia ter feito isso debaixo d'água, mas fiquei feliz que ela tivesse feito de qualquer jeito nessa altura.
Depois disso, ela e os caras saíram da banheira e se secaram. A Raquel vestiu o shorts e a blusa que ela tinha vindo aqui usando, que tinham estado secando no sol o dia todo. Ela ainda parecia sexy, e dançou pela cozinha e sala o resto da noite, fazendo os peitos e a bunda dela balançarem pra nós, mas parecia uma freira comparada aos shows que tinha dado mais cedo, então isso foi um alívio. O Miguel fez churrasco pro jantar e comemos e bebemos e fumamos enquanto assistíamos umas comédias bostas na TV. Depois de algumas horas, a Raquel disse que estava ficando cansada e fomos pro nosso quarto.
—Me conta sobre sua tarde —eu disse assim que ela fechou a porta atrás de nós. Ela não respondeu. Pelo menos não com palavras. Ela deu um sorriso predatório antes de pular nos meus braços. Cambaleei pra trás na nossa cama e caímos com ela em cima de mim. Ainda não tínhamos transado há semanas e a sensação dela em cima de mim, e os seios dela pressionados no meu peito, me fizeram esquecer brevemente que estava com raiva. Ela cobriu meu rosto de beijos.
—Acho que consegui —ela disse.
—Conseguiu o quê? —perguntei.
—Causar uma boa impressão nos seus amigos. Logo antes de você sair eles estavam me dizendo que adoraram sair comigo e que eu era como um dos caras.
É, tenho certeza que eles olham pra ela como só mais um dos caras, pensei comigo mesmo. Ainda queria confrontá-la sobre toda a questão do alfinete de segurança. Meu pau duro tinha outros pensamentos, mas sabia que se transássemos agora eu ia querer só esquecer disso e ir dormir. Então segui em frente.
—Me conta o que aconteceu —eu disse. Ela franziu a testa, meio ofendida de que eu não estava pronto pra imediatamente comer ela. Ela desceu de mim e deitou na cama. Me mexi e deitei ao lado dela.
—Ah, sabe, ficamos só bagunçando na piscina o dia todo. Foi divertido mas não conseguia parar de pensar nisso —ela disse, enfiando a mão dela nos meus shorts e agarrando meu pau duro. Gemi e ela agarrou minha mão com a mão livre dela e trouxe pro seio dela. Comecei a massagear ele pela blusa e maiô dela. Com esforço hercúleo, porém, segui em frente.
—Queria te perguntar sobre uma coisa —eu disse. —Acordei em algum momento no fim da tarde quando ouvi você gritar.
—Ah é, aquilo —ela disse, e parou de me masturbar. —Ficamos todos surpresos que você não acordou.
—Acordei. Voltei a dormir um tempo depois porque ouvi vocês todos rindo e respingando de novo. Mas o que aconteceu?
—Promete que não vai ficar bravo —ela disse.
—Bravo com o quê?
—Bem... ok, então você sabe como meu maiô era pequeno demais e coloquei aquele alfinete de segurança pra deixar ele ok?
Acenei.
—Bem, depois de só brincar de *frisbee* e só tipo bagunçando na piscina por um tempo, decidimos jogar uns jogos. O primeiro que jogamos foi cavalinho de guerra. Então eu estava nos ombros do Caio e o Miguel estava nos ombros do André, e o Miguel e eu estávamos lutando pra derrubar a outra dupla, né?
Acenei. Meus brothers e eu jogamos cavalinho de guerra por anos nessa piscina exata. Ela continuou, mas não sem começar a lentamente masturbar meu pau de novo.
—Achei que o Miguel ia ganhar fácil já que ele é muito mais forte que eu. Tipo, se fosse só nós dois na casa, ele facilmente podia só me imobilizar e fazer o que quisesse comigo. Mas estávamos equilibrados a princípio. Então percebi que era porque ele estava distraído pelos meus peitos. Ele estava encarando direto neles o jogo inteiro e só meio que focando nos meus braços empurrando e puxando ele. Então tive uma ideia e requebrei assim.
Ela deitou de costas na cama e sacudiu os ombros. Os peitões dela chacoalharam pra frente e pra trás do jeito mais provocante. Ela rolou de volta contra mim.
—Foi tão engraçado, a boca dele só caiu aberta. Então claro que aquele foi o momento que empurrei ele o mais forte que pude, e eles tombaram. A parte mais engraçada, porém, foi que fiquei tão feliz que ganhamos a primeira rodada e fiquei pulando pra cima e pra baixo nos ombros do André e isso fez meus peitos baterem por todo lado loucamente e acertarem a cabeça do André um monte de vezes.
Gemi, imaginando os peitões dela batendo por todo lado na frente de dois dos meus amigos enquanto golpeavam a cabeça do terceiro. Pré-gozo escorreu da cabeça do meu pau, e o punho da Raquel batendo rapidamente espalhou por todo o eixo. Um som molhado, *squick, squick* veio dos meus shorts enquanto ela continuava a me masturbar.
—Ah uau, amor —ela disse. —Você gosta da ideia das minhas meninas batendo por todo lado assim?
Não conseguia responder, então ela continuou.
—Então depois que o André terminou de brincar que dei um monte de concussões nele, e cito, 'batendo nele um monte com meus peitões gigantes', o Miguel e o Caio disseram que precisavam de revanche porque trapaceei distraindo eles. Zoei eles por ficarem tão distraídos só na presença de peitos, que provavelmente nunca tinham visto nenhum antes. Disseram que tinham, só nenhum nem perto de tão incríveis quanto os meus.
Gemi de novo e ejetei mais pré-gozo. A Raquel encarou meus shorts cada vez mais molhados e começou a sorrir maliciosamente. Ela se contorceu ao lado de mim, pressionando as coxas dela juntas.
—A segunda rodada começou e dava pra ver que o Miguel ainda não conseguia tirar os olhos dos meus peitos. Achei que podia ganhar de novo, mas aí...
Ela pausou, incerta de como continuar. Resmunguei que ela deveria continuar.
—Bem, ele jurou que fez por acidente, e acho que acredito nele. Ele explicou pra gente o que aconteceu depois. Enquanto estávamos lutando, as duas mãos dele escorregaram ao mesmo tempo e caíram pros meus ombros. Fez ele perder o equilíbrio, e quando tentou se empurrar de volta pra cima, os polegares dele escorregaram por baixo das alças do meu maiô então quando ele empurrou, empurrou o maiô aberto. Não sei quanto aquele pobre alfinete de segurança podia aguentar, mas definitivamente era menos que aquilo e ele saltou. As mãos dele ainda estavam enroladas nas alças do meu maiô, então ele acidentalmente as empurrou dos meus ombros e por todo o caminho até meus cotovelos, o que fez meus peitos saltarem completamente pra fora no aberto.
Foi isso. Antes que soubesse o que estava acontecendo, fogos de artifício estavam explodindo no meu cérebro e eu estava enchendo meus shorts com mais gozo do que eles podiam segurar.
—Meu Deus, amor! —a Raquel gritou enquanto eu esguichava na mão, pulso, braço dela e nossa cama com meu gozo. Ela continuou me masturbando até eu estar todo esgotado. Ela puxou a mão dela dos meus shorts e maravilhou-se com a quantidade de gozo nela. —Nunca te vi gozar tanto assim —ela disse.
Não sabia como responder. Minha mente estava acelerada. Por que a ideia dos peitos da minha namorada saltando pra fora por acidente (ou "acidente") na frente dos meus amigos me fez gozar tão forte? Senti a energia drenar de mim.
—Parece que alguém gosta da ideia de me exibir um pouco —ela disse, sorrindo maliciosamente.
—Não sei se é isso —eu disse enquanto tirava meus shorts e cueca molhados e jogava no chão. Nós dois olhamos pro meu pau gasto e murcho enquanto ele encolhia de volta pro meu corpo.
—Ahh, isso significa que ele terminou de brincar por hoje? —ela perguntou, fazendo biquinho.
Dei de ombros, mas tinha quase certeza que a resposta era sim. As sonecas tinham ajudado, mas ainda estava exausto. Além disso, com toda a cerveja que bebi e baseado que fumei hoje à noite, mais acabar de ter um dos maiores orgasmos da minha vida, tinha quase certeza que tinha acabado. Ela franziu a testa.
—Tenho estado tão tesuda por você há semanas, amor —ela choramingou. Pedi desculpas, e ela voltou a sorrir. —Tudo bem, foi tão gostoso te assistir explodir em si mesmo assim. E sei como cuidar de mim mesma —ela disse antes de rapidamente tirar todas as roupas dela e agarrar um peito numa mão e a buceta dela na outra. Virei e comecei a assistir ela. A visão era incrível, os peitos dela sacudindo enquanto ela freneticamente puxava um, depois o outro mamilo enquanto a outra mão dela massageava o clitóris dela, mas meu pau ainda não mostrava sinais de vida.
—De qualquer jeito, gritei quando meu maiô voou aberto e caí na piscina —ela disse. Fiquei surpreso que ela queria continuar me contando a história enquanto se masturbava, mas não ia pará-la. —E foi provavelmente isso que você ouviu. Ia subir aqui e pegar outro alfinete de segurança, mas os caras me convenceram que não precisava.
—Como? —perguntei.
—Bem, contei pra eles como comprei ele quando meus peitos eram muito menores, e que você achou que mostrava demais quando não estava preso. Mas disseram que era loucura, não mostrava muito mais de qualquer jeito. Olhei pra mim mesma então e percebi que estava certo. Disse que manteria assim desde que parássemos de jogar cavalinho de guerra, porque sabia que meus peitos iam só continuar saltando pra fora de novo e que você ia ficar chateado. Claro que isso foi antes de saber que você ia gozar em si mesmo só de ouvir sobre isso.
Ela estava certa. Tinha gozado em mim mesmo só de ouvir sobre isso. Não queria lidar com esse pensamento agora, porém, então empurrei pra lado e perguntei o que aconteceu depois.
—Bem, primeiro de tudo, o André ficou puto porque não tinha conseguido ver meus peitos. O Miguel e o Caio tinham e estavam se gabando de como eram incríveis. Tentei calá-los porque não queria você ouvindo eles falando sobre meus seios e presumindo que eu estava só mostrando eles pros seus amigos quando você não estava por perto. Finalmente consegui que eles parassem quando sugeri que jogássemos outro jogo.
Meu pau começou a mostrar sinais de vida quando ela disse que o Miguel e o Caio se gabaram de ver os peitos dela. Fiquei pensando quão boa visão eles tiveram.
—Foi aí que começamos a jogar Pega-Bunda —ela disse.
—Pega-Bunda? —perguntei.
—É —ela disse, franzindo a sobrancelha, confusa. —O Miguel disse que vocês jogavam o tempo todo crescendo.
Pensei por um segundo antes de perceber o que ela queria dizer. —Não não, pega-bunda não era um jogo de verdade. Sempre que estávamos bagunçando demais na piscina pro gosto do pai do Miguel, ele saía e gritava, 'Parem de brincar de pega-bunda!' Achávamos engraçado.
—Ah —ela disse, e pausou a masturbação dela. —Isso é estranho porque o Miguel disse que era um jogo de verdade que vocês jogavam. Ele explicou as regras e tudo.
—Bem, não é um jogo de verdade.
—Bem, jogamos por algumas horas.
Nós dois encaramos um ao outro por um momento. Ela parecia culpada. Dava pra ver que ela estava percebendo que pode ter entrado em encrenca.
—Explica as regras —eu disse.
—Ok —ela disse, mordendo o lábio. —Mas promete não ficar bravo porque achei que era um jogo de verdade que vocês sempre jogavam e só queria ser um dos caras. —Acenei tensamente e ela continuou. —Não tinha muitas regras. Era basicamente tipo pega-pega, exceto que você não podia só tocar alguém em qualquer lugar. Você tinha que agarrar a bunda deles. Saca, Pega-Bunda.
Minha mente rodou. Isso significava...? Meu pau começou a crescer de novo. Ele tombou, o que capturou o olhar da Raquel. Ela sorriu diabolicamente.
—Claro, nenhum deles queria agarrar as bundas uns dos outros, então acabou sendo basicamente só eu versus os três. Um deles me perseguia e agarrava minha bunda, então eu tinha que perseguir um deles e retribuir o favor. Era muito engraçado porque eles continuavam perdendo. Sempre que eu era 'a caçadora', era como se todos quisessem perder pra terem a chance de me perseguir de novo.
Gemi, imaginando minha namorada molhada, gostosa e voluptuosa pulando pela piscina no maiô pequeno demais dela, meus três melhores amigos perseguindo ela antes de agarrar a bunda farta dela, que estava sem dúvida em exibição completa dado toda a correria dela. A dureza do meu pau alcançou seu ápice e a Raquel o agarrou de novo.
—Meu Deus, amor —ela gemeu. —Eles também só ficaram piores conforme o jogo avançava. Quando um deles me pegava, eles só ficavam lá, apertando minha bunda com as duas mãos um monte de vezes mesmo que só tinham que apertar uma vez pra me pegar. Isso facilitava pra mim só alcançar por trás e pegá-los de volta. Uma vez, o Miguel e eu só ficamos lá apertando as bundas um do outro pra frente e pra trás até os outros dois caras o arrastarem pra longe pra que pudessem ter a chance de ser 'a caçadora' também. Seus amigos são tão bobos, às vezes.
Mordi o lábio e lutei pra não gozar de novo. Ela reconheceu minha situação e rolou o corpo nu dela em cima do meu. Com uma mão ela alcançou embaixo de nós e deslizou meu pau pro buraco quente e encharcado dela. —Não queria te contar a próxima parte sem te colocar dentro de mim primeiro. Pode fazer você explodir.
Preocupação e excitação quicavam entre minha cabeça e meu pau como uma máquina de pinball durante um terremoto. Alcancei e agarrei os seios dela enquanto penduravam acima de mim. Ela gemeu e se moeu pra baixo no meu osso púbico.
—Tinha parado de jogar cavalinho de guerra porque tinha medo que meus peitos continuariam saltando pra fora —ela continuou. —Mas acho que jogando Pega-Bunda, eles saltaram pra fora mais. Depois que cada um tinha agarrado minha bunda várias vezes, e meus peitos tinham voado pra fora bem na frente deles várias vezes, desisti de tentar mantê-los cobertos pro resto do jogo.
Resmunguei. Conseguia sentir os sucos dela derramarem dela enquanto o orgasmo dela se aproximava. Um borbulhar nas minhas bolas me avisou que o meu estava perto também.
—Seus amigos... meu Deus —ela continuou, ofegante. —Seus amigos viram meus peitos quase pelados por mais de uma hora enquanto eles... hnnnnnnggghhh... enquanto tentavam me perseguir e me molestaram.
—E você não se importou? —ofeguei.
—E eu não... ohhhhhhhhhhhh! —ela gemeu quando o orgasmo dela bateu. A vagina dela apertou ao redor de mim e comecei a gozar forte pela segunda vez em vinte minutos. Descarreguei jato após jato de gozo na buceta pulsante dela enquanto ela gemia e gritava acima de mim. Sem dúvida os gritos dela podiam ser ouvidos por toda a casa, mas não me importei. Deixa meus brothers ouvirem os gritos da mulher que só eu consigo transar, pensei. Nós dois aproveitamos o resto dos nossos orgasmos, então ficamos ofegando um no outro. Depois de um momento, ela levantou a cabeça.
—Estava exagerando, a propósito —ela disse.
—Eles não viram seus peitos? —perguntei. Ela rolou de mim e suspirou profundamente.
—Não, viram. Tipo, um mamilo aqui e um mamilo ali. Exceto por uma vez que não percebi que uma das minhas alças tinha caído por tipo dez minutos. Não como se estivesse só sem blusa por horas.
—Entendo —eu disse, levemente aliviado. Não podia negar que ela ficando exposta estava me excitando, mas tinha que haver um limite. E me perguntei quão esforço ela estava tentando ficar coberta quando não percebeu que tinha um peito inteiro pendurado pra fora por dez minutos. —Então o que aconteceu depois disso?
—Nada demais —ela disse, ainda torcendo os mamilos dela levemente. —Saímos e só ficamos na hidromassagem. Estava preocupada que você ia acordar logo e sair pra ver o que estava acontecendo e ficar bravo porque ia tirar conclusões precipitadas vendo meu maiô aberto e seus amigos tentando agarrar minha bunda. Não ia conseguir explicar tudo pra você como fiz agora.
Isso foi estranho, pensei comigo mesmo. Então ela sabia que estava agindo fora da linha? Se não, por que estava preocupada em ser pega?
—Então tá tudo bem? —ela perguntou. Virei e olhei nos olhos dela. Os olhos azuis profundos que me mandam pra um transe. Ela era gostosa pra caralho o tempo todo, mas percebi que ela pode parecer a mais gostosa quando está levemente preocupada e envergonhada. —Quer dizer, sei que provavelmente deixei as coisas irem um pouco além do que deveriam, mas queria que os caras gostassem de mim e não tivessem que agir todo estranho porque tem uma garota por perto. Eles tiveram umas espiadas nos meus peitos e apalparam minha bunda um pouco, mas não foi tipo, nada sexual.
—Tá tudo bem —eu disse. Os dois orgasmos grandes tinham relaxado minha mente tanto que eu provavelmente estava disposto a deixar qualquer coisa passar. —Só tenta não fazer mais. Eles precisam saber que você é minha namorada.
—Claro, amor —ela disse, e então sorriu. —Mas você não pode negar que te excitou.
—Talvez tenha excitado —murmurei sonolento. —A gente pode falar sobre isso de manhã.
—Te amo. Você é o melhor —ela disse e me beijou. Beijei ela de volta.
—Te amo também —murmurei e apaguei.
***