Usando a minha esposa a hora que eu quiser

Um conto erótico de Taradinho
Categoria: Heterossexual
Contém 721 palavras
Data: 08/01/2026 02:05:32

Acordei com o pau latejando, aquela rigidez dolorida que só uma buceta quentinha consegue resolver. O quarto ainda estava escuro, mas dava pra ver o contorno dela de bruços na cama, os lençóis embolados na cintura e a bunda empinada como se estivesse me esperando. O acordo que tínhamos feito na noite anterior era claro: free use total. Ela era minha pra foder quando e como eu quisesse, sem pedir licença, sem ela poder dizer não. E eu adorava isso.

Me aproximei devagar, ajoelhando atrás dela. Puxei o resto do lençol pro lado e abri bem aquelas nádegas macias com as mãos. A buceta dela estava ali, exposta, os lábios inchados e já brilhando de umidade mesmo dormindo. O cheiro subiu direto pro meu nariz, um aroma forte, safado, de mulher pronta pra ser usada. Passei o dedo no meio da rachinha, sentindo o mel escorrer, quente e viscoso. Ela parecia estar sempre molhada pra mim, como se o corpo soubesse que a qualquer momento eu ia encher ela de porra.

Me posicionei em cima dela, segurei a base do pau, a cabeça roxa e inchada latejando de tesão, e esfreguei contra aquela entrada escorregadia. O pré-gozo misturou com o mel dela, deixando tudo mais gostoso. Comecei a empurrar devagar, sentindo os lábios se abrindo, engolindo centímetro por centímetro da minha pica. Porra, como ela era gostosa por dentro, molhada, aveludada, me sugando pra dentro como se não quisesse me soltar nunca, quentinha.

Ela murmurou algo baixinho no sono, mas sem acordar de verdade. Comecei a bombar devagar, curtindo cada estocada funda, o som molhado da boceta dela engolindo meu pau ecoando no quarto. A cada metida, eu saía quase todo e voltava com força, sentindo as bolas pesadas batendo no clitóris dela. O barulho era obsceno: ploc-ploc-ploc, misturado com o cheiro de sexo que já tomava conta do ar.

Aumentei o ritmo, segurando firme os quadris dela, afundando as unhas na carne. "Acorda, sua putinha", rosnei baixo, e dei um tapa forte na bunda que deixou uma marca vermelha. Ela gemeu mais alto, finalmente abrindo os olhos, ainda grogue. "Pode meter... usa minha buceta à vontade, amor", sussurrou com a voz rouca, empinando mais pra mim como a vadia obediente que ela era.

Não me segurei mais. Segurei o cabelo dela com força, puxando a cabeça pra trás, e comecei a foder de verdade. Enfiei a pica nela com metidas brutas, rápidas, sem dó. A buceta dela fazia barulhos indecentes, aquele som de "schlop schlop schlop" cada vez que eu enterrava até o talo. Sentia o líquido dela escorrendo pelas minhas bolas, pingando na cama, deixando tudo encharcado. "Tá gostando de ser acordada assim, né? De ser meu depósito de porra particular?", provoquei, dando outro tapa na bunda.

Ela só gemia, "Sim... porra, sim... me usa, me fode gostoso...", as palavras saindo entrecortadas enquanto o corpo tremia. Eu sentia ela apertando meu pau por dentro, as paredes da buceta pulsando, chegando perto do gozo. Eu não parei, meti mais fundo, mais rápido, sentindo a cabeça do pau batendo no fundo dela, no colo do útero.

"Goza pra mim, minha putinha. Goza no pau que te acordou", ordenei, enfiando dois dedos no cu dela no seco, sem aviso, só pra sentir ela se contorcer mais. Foi o suficiente. Ela gritou abafado no travesseiro, a buceta se contraindo loucamente, esguichando um jato quente que molhou minhas coxas inteiras.

Não aguentei mais. Segurei firme os quadris, dei mais umas metidas brutais e gozei fundo, jorrando porra grossa e quente dentro dela, enchendo aquela buceta até transbordar. Sentia cada pulsação do pau despejando mais leite, misturando com o gozo dela, escorrendo pelas coxas das duas pernas. Fiquei ali enterrado, ofegante, sentindo as últimas contrações dela me ordenhando.

Quando saí, a visão foi perfeita: a buceta dela arrombada, vermelha, escorrendo um rio de porra branca misturada com o mel dela. Passei o dedo ali, coletando um pouco, e levei até a boca dela. Ela chupou obediente, lambendo tudo, gemendo baixinho.

"Obrigado pelo despertar, amor", falei, beijando a nuca suada dela.

Ela sorriu, ainda ofegante. "Sempre que quiser... minha buceta é sua pra usar quando der na telha."

Eu sorri com a sorte grande que tirei na vida. O dia mal tinha começado, e eu já planejava a próxima vez que ia arrombar ela sem aviso.

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Comentários

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Que dlç uma Esposa pra comer a hora que quiser e do jeito que quiser, e encher de porra, aposto que ela deve ser muito gostosa e com um bundão maravilhoso.

Adoraria saber mais sobre suas aventuras

Wezz3588SP@yahoo.com

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Que aventura aravilhosa, adoro estas loucuras e adoria conversar por emal caso interessar é só me retornar: eumoavida2020@gmail.com

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